As três Marias - Parte 2

Eu sentia falta daquela relação clara de macho mandando e eu obedecendo, embora não sentisse falta da falta de carinho e conversa que também fazia parte. Mas, puta merda, eu vivia morrendo de saudade de ser fudida com força, de ser obrigada a fazer sacanagem em público ou de sentir uma rola grossa abrindo meu cu de novo. Como professora, eu tenho que mandar o dia inteiro, então ter um homem simplesmente tomar o controle no quarto é um tesão do caralho.

"Um real pelos seus pensamentos?" Ana Maria perguntou.

"Quê?" eu respondi, voltando pro mundo real.

"Você tava no mundo da lua," Ana Maria disse.

"Ah, só pensando no passado," respondi sincera.

"Miguel?" Ana Maria acertou na mosca.

"Talvez," dei de ombros.

"Ele te tinha na coleira igual o André tem a Maria Eduarda, pelo visto," Ana Maria disse.

Maria Eduarda rebateu na hora: "Eu não tava na coleira de ninguém."

"Você era o depósito particular de porra dele," Ana Maria falou sem rodeios, como sempre.

"Diz a mina que leva no cu," Maria Eduarda devolveu.

"Não porque sou submissa, mas porque eu gosto pra caralho. E lembra que eu dou e recebo," Ana Maria lembrou.

Já bêbada o suficiente pra soltar, eu disse: "Não acredito que o Carlos leva no cu."

Maria Eduarda falou: "Eu também não acredito que meu namorado é viado, mas ó, a vida tá cheia de surpresas."

Eu tive que rir. "Quem diria que o Henrique é o mais macho dos três maridos/namorados da gente?"

Ana Maria caiu na gargalhada: "Você acredita mesmo nisso?"

"Bom, o André é viado, segundo a Maria Eduarda, e o seu leva no cu," eu apontei.

"Meu homem me satisfaz sexualmente e sabe exatamente o que eu preciso," Ana Maria rebateu. "Você pode dizer o mesmo do Henrique?"

Eu senti o peso da verdade nas palavras dela. O jeito dominante do Miguel e o jeitão sempre cavalheiro e tapado do Henrique eram opostos totais. Eu amava o Henrique mais do que jamais amei o Miguel, mas o Henrique não chegava nem perto de me satisfazer sexualmente como o Miguel fazia.

Fingi que não entendi: "Não faço ideia do que você tá insinuando."

"Miguel, Miguel e Miguel," Ana Maria sorriu. "Ele era dominador pra caralho."

"E daí?" perguntei, continuando a fazer-me de burra.

"E embora você ame o Henrique, você sente falta da personalidade forte e firme do Miguel porque você, minha querida irmãzinha, é..." ela parou.

"Chata?" respondi.

"Submissa, igual a Maria Eduarda," Ana Maria acertou em cheio.

"Sei," respondi, negando.

Maria Eduarda suspirou. "Chega de psicanálise. Eu que sou a psicóloga aqui."

"E você resolve os problemas de todo mundo menos os seus," Ana Maria apontou, bem na hora que a Emile voltou pra perguntar sobre sobremesa.

"Posso trazer algo de sobremesa pras senhoras?" Emile perguntou.

Ana Maria olhou pra nós duas antes de perguntar: "Depende, você tá no cardápio?"

Emile ficou vermelha que nem pimentão e respondeu: "Não, mas o mousse de chocolate é de matar."

"Eu prefiro algo mais natural," Ana Maria disse, pingando flerte, "mas acho que vai ter que servir."

Emile saiu e Maria Eduarda ofegou: "Não acredito que você deu em cima da nossa garçonete."

"Não acredito que ela me recusou," Ana Maria disse, não acostumada a tomar fora.

"Uma hora acontece," eu brinquei.

"A gente vai ver se isso é verdade mais tarde," Ana Maria respondeu, com o mesmo tom sinistro de antes.

Emile voltou com as sobremesas e a gente comeu em silêncio de novo.

Uns minutos depois, Emile trouxe a conta e Ana Maria deu risadinha quando olhou.

"O quê? Mais caro do que você esperava?" perguntei.

"Sim, o Carlos vai cagar quando ver a conta, mas olha isso," Ana Maria disse.

Peguei a conta e vi um bilhetinho da Emile.

Saio à 1h
Emile (com um coraçãozinho depois)

Logo abaixo, o número dela.

"Nossa," eu disse, ela não levou fora.

"Eu nunca levo fora," Ana Maria disse confiante.

"Pelo visto," Maria Eduarda riu.

Meia hora depois, estávamos na casa da Ana Maria, já na quarta garrafa de vinho.

"Então o André sempre foi só de oral?" Ana Maria perguntou.

"Ele sempre gostou mais de oral, mas pelo menos devolvia o favor ou me fodia até eu gozar," Maria Eduarda admitiu.

"Pelo lado bom, você deve chupar pau muito bem pra ele preferir sua boca à sua buceta," Ana Maria apontou.

"Eu odeio essa palavra," Maria Eduarda fez careta.

"Chupar?" Ana Maria perguntou, fingindo inocência.

"A palavra com ‘b’," Maria Eduarda disse.

"Buceta... sério?" Ana Maria disse, adorando deixar a irmã mais velha tensa. Depois completou: "Embora eu ame chupar pau, meu reflexo de vômito dificulta."

"A super-vadia tem uma deficiência sexual," eu brinquei.

"Eu ainda chupo, mas tenho que me concentrar pra caralho e quase sempre engasgo quando ele goza goela abaixo," Ana Maria admitiu, antes de adicionar: "mas eu sou guerreira e sempre deixo meu homem satisfeitíssimo."

"Eu amo chupar pau," admiti, "especialmente a sensação da rola crescendo na boca. Não curto muito engolir, mas graças a Deus o Henrique é mais do tipo gozar na buceta."

"Você também?" Maria Eduarda disse, fazendo careta de novo com a palavra buceta.

"Desculpa," dei de ombros. "Deve ser o vinho."

"Ah, isso me lembra," Ana Maria disse, levantando e indo pro quarto.

Maria Eduarda me perguntou: "Que que foi isso?"

"Sei lá. Talvez ela tenha ido dar uma gozada rápida," brinquei.

"Ela seria capaz de nos largar pra se masturbar," Maria Eduarda riu.

Ana Maria voltou com uns pacotinhos. Entregou um pra Maria Eduarda. "Coloca isso."

"Por quê?" Maria Eduarda perguntou. "Eu disse que odeio meia-calça."

"Primeiro, são meias 7/8, segundo, são da marca top," Ana Maria disse.

Veio pra mim, colocou a mão no meu joelho coberto de meia-calça. "Eca, onde você comprou essas? No camelô?"

"Sim," admiti, envergonhada pela falta de grana pra coisas boas.

"Trouxe uma pra você também," Ana Maria disse, me entregando um par.

Curiosa pra saber como era meia cara, eu disse: "Tá bom, vou colocar."

Maria Eduarda, que ainda não tinha colocado a dela, ficou olhando enquanto eu tirei rápido minha meia-calça e comecei a vestir as meias 7/8 de seda caras. Assim que deslizei uma pela perna, soltei um gemido sem querer. "Caralho, essas são as meias mais macias que eu já senti na vida. Maria Eduarda, você tem que experimentar."

Ela experimentou e logo as duas estávamos de meias 7/8.

"E aí?" Ana Maria perguntou, olhando pra Maria Eduarda.

"São gostosas," Maria Eduarda disse, passando a mão pra cima e pra baixo na perna.

"E a cor mocha disfarça bem como a gente é branca... tipo nós três," Ana Maria explicou.

Maria Eduarda concordou: "São muito boas mesmo."

"São mais uma ferramenta de sedução," Ana Maria disse antes de virar pra mim. "Agora, Maria Clara, acho que é sua vez."

"De quê?" perguntei.

"Eu admiti minha deficiência em boquete e a Maria Eduarda admitiu que é submissa. E você, irmãzinha? Qual é sua fraqueza sexual?"

"Bom, vocês já sabem que eu era submissa pro Miguel e sinto falta às vezes," admiti.

"Isso a gente já sabia," Ana Maria sorriu. "Algo que a gente não sabe."

Suspirei. "Bom, eu nunca gozei com penetração, nem tenho orgasmos múltiplos."

"Você nunca gozou sendo fodida?" Ana Maria perguntou sem papas na língua.

"Só gozo com oral, e só uma vez por sessão," admiti.

"Coitadinha," Ana Maria disse, "isso precisa mudar."

"Você tem varinha mágica?" brinquei.

"Na verdade, tenho," Ana Maria riu. Depois de uma pausa em que parecia tramando algo, mudou completamente de assunto: "Vamos jogar verdade ou desafio."

"Sério? A gente não é mais adolescente," Maria Eduarda disse.

"Mas é bom se jogar de vez em quando," Ana Maria rebateu.

"Tô dentro," dei de ombros, pensando foda-se, somos só nós três.

"Tá bom," Maria Eduarda concordou a contragosto, embora estivesse óbvio que não tava animada.

"Maria Clara, verdade ou desafio?" Ana Maria perguntou.

"Por que eu primeiro?" reclamei.

"Porque você é a caçula," ela justificou.

"Tá, verdade," escolhi.

"Engole ou cospe?" Ana Maria perguntou.

"Engole, óbvio," respondi, sorrindo.

"Safada," Ana Maria brincou.

"Quem conhece sabe," devolvi na hora. Virei pra Maria Eduarda: "Verdade ou desafio?"

"Já contei verdades demais pra vocês hoje, então desafio, com certeza desafio," ela respondeu.

Pensei um pouco antes de um desafio safado e divertido surgir na cabeça. "Eu te desafio a chupar a garrafa de vinho vazia e enfiar o máximo que conseguir na boca."

"Sério?" Maria Eduarda perguntou, certamente surpresa que era eu quem tinha pensado nisso.

"Tô curiosa pra saber o quão boa chupadora de pau você é," expliquei.

"Ah, eu sou muito, muito boa," Maria Eduarda sorriu, pegando a garrafa.

Ana Maria e eu ficamos olhando, as duas chocadas com o quanto a conversa tinha ficado íntima, enquanto Maria Eduarda pegava a garrafa vazia e começava a colocar na boca. Com os olhos fechados, ela movia devagar a garrafa pra dentro e pra fora, cada movimento pra frente levando mais e mais do gargalo fino entre os lábios.

Nem Ana Maria nem eu falamos nada enquanto víamos um desafio bobo virar um ato bem íntimo. Maria Eduarda tratava a garrafa como se fosse uma rola de verdade. Ia e voltava na garrafa longa de vidro, girava a língua na boca da garrafa antes de voltar a engolir uma quantidade chocante dela.

Olhei pra Ana Maria, que tava com os olhos arregalados, e ela fez com a boca: "Puta que pariu!"

Assenti, voltando a olhar minha irmã mais velha chupando uma garrafa de vinho.

Na real, Maria Eduarda chupou a garrafa por uns dois ou três minutos, mas pareceu uma eternidade. Tirou da boca, virou pra Ana Maria e perguntou, como se não tivesse acabado de fazer um boquete numa garrafa: "Verdade ou desafio?"

Ana Maria respondeu: "Calma, calma, calma! Isso foi impressionante pra caralho."

"Eu disse, eu faço muito," Maria Eduarda deu de ombros.

"Você pegou uma tarefa idiota e transformou num negócio super erótico," Ana Maria disse, claramente impressionada.

"Eu tento," Maria Eduarda deu de ombros.

"Não é à toa que o André quer boquete o tempo todo," eu acrescentei.

Ana Maria riu: "Eu teria engasgado com certeza."

"Eu também," concordei.

"Prática leva à perfeição," Maria Eduarda sorriu. "Verdade ou desafio, Ana Maria?"

"Verdade," ela respondeu.

Maria Eduarda não hesitou. "Você já ficou com alguma mulher que a gente conhece?"

"Sim," Ana Maria respondeu.

"E?" Maria Eduarda perguntou.

"E o quê?" Ana Maria perguntou, coquete.

"Que bucetas você chupou que a gente conhece?" Maria Eduarda perguntou crua, tão diferente dela.

"Algumas," Ana Maria respondeu, ainda sem responder direito.

"Conta logo," Maria Eduarda e eu exigimos juntas.

"Eu respondi a pergunta," Ana Maria deu de ombros.

"Mas você não pode deixar a gente na mão," protestei, morrendo de curiosidade.

Maria Eduarda completou: "Você não pode soltar uma fofoca dessas e não terminar."

Depois de uma pausa, Ana Maria disse: "Que tal isso: cada uma faz três verdades ou desafios seguidos e eu conto meus segredinhos lésbicos sujos."

"Vai, por favor," implorei, querendo saber.

"Tô dentro," Maria Eduarda disse.

"Eu também," concordei com um suspiro dramático.

Olhando pra mim sorrindo, Ana Maria perguntou: "Verdade ou desafio?"

"Verdade," respondi de novo.

"Você é submissa pro Henrique?" Ana Maria perguntou.

"Eu tento, mas ele é bem tapado," admiti.

"Eu sabia que você era com o Miguel, mas não tinha certeza se o Henrique tinha isso nele," Ana Maria sorriu, olhando pra Maria Eduarda. "Duas subs e uma dominadora."

Maria Eduarda protestou: "Eu não sou submissa."

Ana Maria riu: "Você é o protótipo da submissa em negação."

"Você tá psicanalisando a psicóloga?" Maria Eduarda perguntou.

"Assim como a Maria Clara, você é firme e forte no trabalho, então quer que os outros tomem decisões por você em casa. Por isso deixa o André enfiar o pau na sua boca: embora te deixe puta da vida ser tratada assim, também te dá tesão."

Maria Eduarda não disse nada.

"Desafio," eu disse, tentando tirar o foco dela.

Ana Maria pensou um segundo. "Eu te desafio a beijar a Maria Eduarda por um minuto."

Maria Eduarda, surpreendentemente, não protestou, só negociou: "Mas isso conta como um dos meus três também."

"Justo," Ana Maria deu de ombros, surpresa com a rapidez da concordância.

Olhei pra Maria Eduarda, que quebrou o clima estranho dizendo: "Vem me beijar, maninha."

Maninha era meu apelido de pequena, usado pra lembrar que eu era a mais nova, e eu ri: "Faz anos que não ouço esse apelido."

Maria Eduarda fechou os olhos e fez biquinho, de propósito parecendo ridícula. Eu tava rindo quando cheguei perto e ainda rindo quando nossos lábios se tocaram. Mas no instante em que os lábios encostaram, minha risada parou. Não acreditava como os lábios dela eram macios. Esperava beijinhos rápidos, mas nossos lábios nunca se separaram e o clima estranho virou intimidade. Esqueci que ela era minha irmã e quando a língua dela explorou minha boca, imaginei que ela também tinha esquecido que eu era a caçula.

Respondi com minha língua invadindo devagar a boca quente da Maria Eduarda, sentindo o gosto doce do vinho misturado com o salgadinho sutil da saliva dela. Nossas línguas se enrolaram devagar no começo, como se estivessem se conhecendo de novo, mas logo o beijo virou uma coisa faminta, molhada, desesperada. Eu chupava a língua dela com força, puxando-a pra dentro da minha boca, enquanto ela respondia mordiscando meu lábio inferior, soltando um gemidinho baixo que vibrava direto na minha garganta.

Quanto mais a gente se beijava, mais o tesão subia como uma onda quente subindo pela barriga. Meu coração batia forte no peito, o sangue pulsando nas têmporas, e lá embaixo, caralho, minha buceta começou a latejar de um jeito que eu nunca tinha sentido só com um beijo. Senti a calcinha ficando encharcada, o tecido fino grudando nos lábios inchados, o calor úmido se espalhando pelas coxas internas. Cada vez que a língua dela roçava na minha, era como se tivesse um fio invisível ligado direto no meu clitóris, que pulsava, inchava, implorava por toque. Meu corpo inteiro tremia de leve, os mamilos duros roçando no sutiã de renda, sensíveis pra caralho, quase doendo de tanto tesão.

O cheiro dela me invadiu: perfume caro misturado com o leve suor da noite quente, o hálito de vinho tinto e algo mais íntimo, feminino, que fazia minha cabeça girar. Nossas respirações viraram suspiros entrecortados, narizes roçando, bocas se abrindo mais, babando um pouco nos cantos dos lábios. Eu sentia o calor do corpo dela colado no meu, os peitos grandes e macios dela pressionando contra os meus, os bicos duros se esfregando através do tecido fino dos vestidos. Minha mão subiu instintivamente pelas costas dela, sentindo a pele quente, a curva da espinha, querendo puxá-la mais pra perto, querendo me fundir nela.

Era incomum pra caralho, era minha irmã mais velha, a mesma que me carregava no colo quando eu era pequena, mas exatamente por isso o tesão era insano. O tabu queimava como fogo líquido nas veias. Eu imaginava a língua dela descendo pelo meu pescoço, chupando meus mamilos, abrindo minhas pernas e lambendo devagar minha buceta melada enquanto eu gemia o nome dela. Minha buceta apertava o vazio, babando mais, o líquido quente escorrendo devagar pela entrada, molhando a calcinha inteira. Eu apertava as coxas uma contra a outra sem perceber, tentando aliviar a pressão latejante no clitóris, mas só piorava.

A gente se beijava como se o mundo tivesse acabado, como se não existisse mais nada além daquela boca, daquela língua, daquele gosto. Minhas pernas tremiam, minha respiração saía em golfadas quentes contra o rosto dela, e eu sentia que bastava um toque, só um dedinho roçando meu clitóris, pra eu gozar na hora, gozar gritando, gozar como nunca gozei com homem nenhum.

A voz da Ana Maria nos trouxe de volta. "Eu podia ficar olhando vocês a noite toda, mas ainda tenho mais verdades e desafios pra usar."

Maria Eduarda terminou o beijo, me olhando com a mesma cara confusa de "Nossa, isso foi incrível" que eu tinha.

Sorri, tentando aliviar o momento íntimo: "Aposto que deixamos nossa irmã bi com ciúmes."

"Primeiro, eu não sou lésbica, sou bi. Segundo, vocês se pegaram que nem adolescentes taradas por mais de três minutos," Ana Maria rebateu.

"Não pegamos," protestei, embora o tempo tivesse parado durante o beijo curto.

"Meu celular confirma," Ana Maria disse, mostrando o vídeo de nós duas se beijando.

"Você gravou!" exclamei, embora fosse óbvio.

"Queria que vocês tivessem uma lembrança real do primeiro beijo de vocês com mulher," Ana Maria disse, antes de me perguntar: "Verdade ou desafio?"

"Definitivamente verdade, sabe-se lá o que você vai me desafiar a fazer depois," brinquei.

"Verdade ou desafio, Maria Eduarda?" Ana Maria perguntou, ansiosa pra continuar seu show de revelações.

"Ainda tô processando que minha irmã do meio é bi e a caçula gosta de buceta," Maria Eduarda disse.

"Verdade ou desafio, minha irmã que beija irmã," Ana Maria sorriu.

O rosto da Maria Eduarda ficou vermelho quando escolheu: "Verdade."

Ana Maria riu: "Com medo do que eu ia te mandar fazer depois?"

"Petrificada," Maria Eduarda sorriu, entrando no jogo doentio.

"Sua buceta ficou molhada durante o amasso maratona com sua irmã caçula?" Ana Maria perguntou.

Ao ouvir a pergunta, fiquei instantaneamente curiosa. O beijo tinha afetado ela do mesmo jeito que me afetou?

Maria Eduarda, tentando ser forte pra não ser superada pela Ana Maria, respondeu usando a palavra com “b” que eu nunca tinha ouvido ela falar: "Sim, minha buceta ficou muito molhada com o beijo da maninha."

"Desafio ou desafio?" Ana Maria perguntou.

"Hmm," Maria Eduarda pensou. "Acho que desafio."

"Vem me beijar," Ana Maria desafiou.

Maria Eduarda deu de ombros, fingindo confiança (vinho faz isso), e perguntou: "Só isso? Esperava algo mais pesado."

"Ah, a gente tá só começando," Ana Maria disse, estalando os dedos pra Maria Eduarda vir.

"O que eu sou, seu cachorrinho?" Maria Eduarda perguntou, mesmo indo em direção à Ana Maria.

"Não, mais tipo meu bichinho de estimação," Ana Maria rebateu, lembrando falas de várias das minhas histórias.

Maria Eduarda chegou na Ana Maria e se inclinou pra beijar. Fiquei instantaneamente com ciúmes, me sentindo de fora, o que era absurdo, claro. Diferente do meu beijo com Maria Eduarda, Ana Maria era claramente a agressora. Ela levou as mãos e apertou os peitos da Maria Eduarda enquanto, presumo, dava língua. Desejei ter sido agressiva o suficiente pra apalpar a Maria Eduarda. Mas, diferente de muitas protagonistas das minhas histórias, a Maria Clara real é tímida, reservada e conservadora.

O beijo durou uns dois minutos antes da Ana Maria terminar.

Eu exigi na hora: "Desembucha, que bucetas você chupou que a gente conhece?"

Ana Maria sorriu: "Tem certeza que querem saber? Algumas são pessoas que vocês conhecem muito bem."

"Conta!" Maria Eduarda e eu gritamos juntas, bem na hora que Maria Eduarda voltou pra cadeira e virou o resto do vinho, o rosto vermelho que nem tomate.

"Tá bom. A primeira foi a dona Neide, depois a dona Clara, depois algumas meninas do ensino médio incluindo a Tati," Ana Maria revelou.

"Minha melhor amiga Tati?" interrompi. Eu tava curiosa como ela tinha ficado com a dona Neide, nossa diretora do colégio, e com a dona Clara, nossa vizinha gordinha e fofa da casa ao lado, mas o pensamento dela ter transado com a Tati, minha melhor amiga, era loucura.

"A própria," Ana Maria sorriu.

"Como?" perguntei.

"Eu mandei ela vir pro meu quarto depois que você dormiu no Natal quando eu tava de férias da faculdade. Ela obedeceu e virou uma lambedora de buceta muito boa," Ana Maria explicou.

"Não acredito," ofeguei. A Tati hoje era mãe de quatro. Pensar nela com a Ana Maria era incompreensível.

Ana Maria sorriu, jogando mais lenha na fogueira. "A gente ainda se encontra de dois em dois meses."

"Vocês ainda se veem?" perguntei, embora a resposta já tivesse sido dada.

"Ela ainda é minha submissa," Ana Maria revelou. "Obedece sem pestanejar."

"Nossa!" Maria Eduarda disse. "Tô mais chocada com a dona Clara."

"Ah, ela é a mulher mais submissa que eu já conheci, tirando talvez vocês duas," Ana Maria disse. "Tem mais, aliás."

Nós duas devíamos ter ficado ofendidas com a acusação da Ana Maria, mas a curiosidade venceu a vergonha. "Conta logo," exigimos as duas.

"Bom, teve minha ex-colega de república Bia, que provavelmente não surpreende, a professora Helena, que adora lamber cu, a Jaque Lobo há umas semanas, e a grande revelação," ela parou, tamborilando na mesa pra criar suspense.

A Bia era vadia mesmo, eu não conhecia a professora Helena, mas a Jaque, que foi da minha turma no ensino médio, era filha do pastor e tava com oito meses de gravidez. Mas a pausa indicava que vinha um choque ainda maior.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


257053 - As três Marias - Parte 1 - Categoria: Incesto - Votos: 2
256367 - Os buracos da mamãe - Parte 5 - Categoria: Incesto - Votos: 15
256364 - Os buracos da mamãe - Parte 4 - Categoria: Incesto - Votos: 9
256363 - Os buracos da mamãe - Parte 3 - Categoria: Incesto - Votos: 10
256362 - Os buracos da mamãe - Parte 2 - Categoria: Incesto - Votos: 8
256361 - Os buracos da mamãe - Parte 1 - Categoria: Incesto - Votos: 9
256240 - Como a namorada do meu filho comeu meu cu - Parte 6 - Categoria: Incesto - Votos: 4
256239 - Como a namorada do meu filho comeu meu cu - Parte 5 - Categoria: Incesto - Votos: 6
256068 - Como a namorada do meu filho comeu meu cu - Parte 4 - Categoria: Incesto - Votos: 4
256059 - Como a namorada do meu filho comeu meu cu - Parte 3 - Categoria: Incesto - Votos: 8
256056 - Como a namorada do meu filho comeu meu cu - Parte 2 - Categoria: Incesto - Votos: 7
255856 - Como a namorada do meu filho comeu meu cu - Parte 1 - Categoria: Incesto - Votos: 13
255818 - Como me tornei a cadela do meu filho - Parte 6 - Categoria: Incesto - Votos: 6
255804 - Como me tornei a cadela do meu filho - Parte 5 - Categoria: Incesto - Votos: 7
255782 - Como me tornei a cadela do meu filho - Parte 4 - Categoria: Incesto - Votos: 6
255778 - Como me tornei a cadela do meu filho - Parte 3 - Categoria: Incesto - Votos: 6
255726 - Como me tornei a cadela do meu filho - Parte 2 - Categoria: Incesto - Votos: 14
255649 - Como me tornei a cadela do meu filho - Parte 1 - Categoria: Incesto - Votos: 21
255644 - Tudo em Família - Parte 4 - Categoria: Incesto - Votos: 11
255546 - Tudo em Família - Parte 3 - Categoria: Incesto - Votos: 13
255455 - Tudo em Família - Parte 2 - Categoria: Incesto - Votos: 10
255386 - Tudo em Família - Parte 1 - Categoria: Incesto - Votos: 18
255056 - A putinha do papai - Parte 7 - Categoria: Incesto - Votos: 12
255052 - A putinha do papai - Parte 6 - Categoria: Incesto - Votos: 10
254981 - A putinha do papai - Parte 5 - Categoria: Incesto - Votos: 9
254953 - A putinha do papai - Parte 4 - Categoria: Incesto - Votos: 11
254863 - A putinha do papai - Parte 3 - Categoria: Incesto - Votos: 10
254858 - A putinha do papai - Parte 2 - Categoria: Incesto - Votos: 15
254856 - A putinha do papai Parte 1 - Categoria: Incesto - Votos: 19
254844 - Uma mãe viciada em porra - Parte 11 - Categoria: Incesto - Votos: 10

Ficha do conto

Foto Perfil tabooalex
tabooalex

Nome do conto:
As três Marias - Parte 2

Codigo do conto:
257105

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
17/03/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0