Os buracos da mamãe - Parte 1

- Que mentira da porra, eu disse pro Rafael, que vivia contando lorota. Se dez por cento do que saía da boca dele fosse verdade, já era um dia de sorte.

- Sério mesmo, ele respondeu, mais animado que o normal.

- Tá dizendo que tu ganhou uma chupada na hora do almoço lá na sex shop?, perguntei, ainda sem acreditar nem um pouco.

- E ela engoliu tudinho, cada gota, ele continuou.

- Como cê sabe que era mulher?, perguntou o João.

Eu caí na gargalhada:
- É, Rafael, tu deve ter virado viado agora.

- Não, não, era mulher sim, ele rebateu, mas a cara dele entregava que nem ele tinha tanta certeza.

O João riu alto:
- Rafael chupado por macho, que viadinho da porra.

Rafael tentou se fazer de descolado, mesmo com a dúvida estampada na fuça:
- Que nada, cara, aqueles lábios eram de mulher tenho certeza.

- Baseado nos teus anos de experiência levando rola na boca, eu ironizei.

- Como se tu pudesse falar alguma coisa, ele devolveu, e era verdade. Eu era virgem. Nós três éramos virgens, embora, pelas histórias do Rafael, ele pegava mais buceta que o Caio Castro.

Dei de ombros:
- Eu não sou o que tá inventando história.

- Vamos lá amanhã de novo, disse o Rafael., O Seu Geraldo falou que ela aparece todo dia na hora do almoço.

O João gargalhou:
- Imagina o Seu Geraldo levando uma chupada.

- Porra, falei, balançando a cabeça., Que nojo do caralho., O Seu Geraldo tinha uns oitenta anos e era dono daquela sex shop velha no centro, a umas poucas quadras de onde a gente estudava. O cara não ligava porra nenhuma. A gente, uns nerds, já tinha ido lá mil vezes comprar revista pornô e, às vezes, entrar nas cabines pra ver filme pornô.

Era 1985, e essa era a única forma de ver pornô de verdade, tirando aqueles canais pagando da TV a cabo que vinham todo embolado ou o cine privê da band... a gente já tinha passado vários fins de semana tentando enxergar um peito ou um bico de tanto apertar o olho na tela. (Nós tínhamos muito medo de alugar fita VHS na locadora... embora vivêssemos falando nisso.)

O João concordou:
- Tô dentro. Ver o Rafael comer sabão sempre é divertido pra caralho.

- Amanhã eu tenho prova de recuperação de biologia na hora do almoço, falei, o que me dava uma ótima desculpa pra não ir. Eu tinha perdido a prova da semana passada por causa de um torneio de xadrez. Sim, eu era nerd pra caralho.

O João zoou:
- Eu faço o levantamento pra ti.

- Isso, descobre o nome dele, brinquei de volta.

- Vai se foder vocês dois, o Rafael mandou.

- Caralho, já virou viado de vez, disse o João., Querendo foder a gente.

- Rafael, não é não, eu zozei, citando aquela merda de vídeo educativo que a gente tinha visto na semana passada sobre manter a virgindade até o casamento.

- Porra, vocês são uns cuzões do caralho, disse o Rafael, balançando a cabeça.

No dia seguinte, eu tava lá na sala fazendo a prova de biologia enquanto o Rafael e o João foram pra sex shop. Demorei uma eternidade pra terminar a merda da prova, fiquei uns minutos atrasado pra aula seguinte, então nem deu pra perguntar nada pros dois. Mas quando entrei na aula, a cara de metido do Rafael já dizia tudo: sobrancelha erguida, sorrisinho de canto de boca, o clássico “eu sei de algo que tu não sabe”.

Fui pro meu lugar. O João só me deu uma olhada cúmplice, tipo “bem-vindo ao clube, otário”.

Eu não conseguia acreditar. O Rafael não tava mentindo. E pior: os dois provavelmente tinham levado uma chupada daquelas, o que significava que eu era o último virgem do grupo, não só de foder, mas até de levar boquete. Nós três éramos virgens pra caralho, mas agora eu era o único que nunca tinha sentido uma boca quente na rola.

Senti uma inveja do caralho misturada com raiva de mim mesmo por não ter ido junto. Fiquei o resto da aula de português sem prestar atenção na discussão sobre “A Morte de um Caixeiro Viajante” e todos aqueles símbolos que a professora ficava martelando. Minha cabeça tava em outro lugar: amanhã, a possibilidade de finalmente levar meu primeiro boquete. Meu pau já dava sinal de vida só de imaginar.

Em vez de prestar atenção na aula, fiquei remoendo um filme que eu tinha visto no cinema fazia pouco tempo: “A Garota de Programa” (ou sei lá como chamavam a versão dublada aqui). Todo cara quer uma garantia, uma “coisa certa”, e eu ficava pensando se aquilo não era a minha. Na real, eu era o nerd da turma: tirava nota alta, tinha espinha na cara, usava roupa que minha mãe comprava no Brás sem noção de moda. As minas nem olhavam na minha direção. O mais perto que eu chegava de sexo era com a mão esquerda, geralmente três, quatro vezes por dia, trancado no banheiro ou no quarto à noite.

Quando o sinal tocou, o Rafael veio direto pro meu lado, com aquele sorrisinho de quem ganhou na loteria.

- Tu perdeu o paraíso, Lucas, ele disse, todo convencido.

- Então era mina mesmo?, perguntei, virando pro João.

- Sem dúvida nenhuma, o João confirmou, balançando a cabeça.

- Tu gozou?, perguntei, mesmo sabendo que era pergunta idiota.

- Ah, gozei sim, ele respondeu, com uma confiança que eu nunca tinha visto nele antes. Parecia outro cara.

- Ela engoliu tudinho, o Rafael completou, lambendo os lábios de propósito pra me provocar.

- Não acredito nisso, falei, balançando a cabeça. Isso só acontecia nos filmes pornô que a gente via nas cabines, não na vida real

- Pode acreditar, disse o João., Ela é de verdade, cara.

- Vai amanhã?, o Rafael perguntou direto.

- Não sei…, respondi, mas no fundo eu queria pra caralho. Só que a ideia de minha primeira vez ser com uma desconhecida anônima, enfiando a rola num buraco na parede, não parecia uma história legal pra contar pros filhos no futuro (se é que eu ia ter filhos um dia).

- A gente vai de qualquer jeito, disse o Rafael., Não consigo imaginar foder alguém sendo melhor que levar uma chupada daquelas.

O João, que nunca concordava com o Rafael, dessa vez concordou na hora:

- Lucas, tu tem que experimentar. Nem sei explicar direito como é foda. É tipo… o céu na boca, cara.

- Tá bom, eu vou, falei, me sentindo melhor com a decisão agora que parecia pressão de grupo… embora, na real, eu fosse o “líder” dessa turminha de nerds.

- Tu não vai se arrepender, o Rafael prometeu, batendo no meu ombro.

Naquela noite, em casa, tranquei a porta do quarto, baixei a calça e bati uma pensando naquilo tudo. Imaginava uma boca quente, molhada, lábios carnudos envolvendo minha rola, língua rodando na cabeça, sugando com força até eu não aguentar mais. Não demorou nem cinco minutos: gozei forte, jatos grossos voando na barriga, gemendo baixinho “porra… que tesão da puta que pariu”. Limpei com papel higiênico, coração acelerado, sabendo que amanhã eu não ia mais fugir.


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Ficha do conto

Foto Perfil tabooalex
tabooalex

Nome do conto:
Os buracos da mamãe - Parte 1

Codigo do conto:
256361

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
07/03/2026

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