Mesmo assim, o tempo todo eu não conseguia parar de pensar no que tinha rolado no dia anterior. O que eu tinha feito com a Olivia e o que eu e a Soph quase tínhamos feito juntos. Não era só moralmente errado pra cacete nas duas frentes, eu tava traindo o irmão que mal conhecia, mas que tinha me aberto as portas da casa dele. Me sentia enjoado, apavorado de ter estragado tudo.
Ainda não tinha falado com nenhuma das duas hoje. A Olivia, como era de esperar, ainda tava na cama quando eu levantei e saí. A Soph devia tá me evitando, mas tinha deixado um smoothie na geladeira quando olhei. Tinha um bilhetinho encostado nele. Um cartãozinho branco simples que dizia: “Boa sorte no primeiro dia, Soph.”
O dia passou, e no final eu tava entrando pela porta da frente de casa. A Soph tava no balcão da cozinha lendo uma revista. Usava legging e moletom, cabelo preso num coque. Levantou o olhar pra mim, o rosto todo marcado de preocupação.
Fui até ela, puxei um banco e sentei.
“Dan,” ela começou. “Eu preciso dizer que tô tão des...”
Interrompi.
“Antes de você falar qualquer coisa,” falei, “deixa eu dizer uma. Sobre ontem à noite. Você tava bêbada. Bebeu vinho demais. Eu também tava. Coisa fica turva quando a gente bebe. Quem sabe o que realmente rolou? Provavelmente nada rolou. Essa é a minha versão. Tanto nada que não tem nem muito o que conversar, né?”
A Soph piscou, absorvendo. Depois sorriu de leve, aliviada pra caralho.
“É,” disse. “Acho que você tá certo. Provavelmente nada. Nada pra conversar mesmo.”
“Perfeito,” falei. “Como foi seu dia?”
“Foi bom,” respondeu, feliz de não ter que entrar no assunto comigo. “Acordei com uma ressaca leve hoje de manhã.”
“Eu também,” concordei. Não era bem verdade, mas ajudava na historinha que a gente tava contando um pro outro.
“Ah,” ela disse de repente. “No seu primeiro dia! Como foi?”
Contei sobre o dia e a gente caiu rapidinho numa conversa fácil. Parecia que a gente ia conseguir deixar aquilo pra trás. Claro, quando eu olhava pra ela ainda queria foder ela pra caralho, mas isso seria igual pra qualquer homem. Só precisava esquecer a sensação perfeita da minha rola dentro dela.
Ela tinha feito o jantar e a gente comeu juntos. A Olivia tinha saído com as amigas, então éramos só nós dois. Depois que arrumei a cozinha, desci pro meu quarto. Tinha uns vídeos pra assistir no meu tempo livre e resolvi adiantar a maior parte naquela noite pra não ficar preso depois que o projeto ocupasse todo meu tempo.
A Soph ficou lá em cima. As coisas não tavam exatamente normais entre a gente, mas pelo menos a gente conseguia fingir. Com o tempo, quem sabe, ficariam.
Já eram umas onze da noite quando ouvi uma batida na porta. Eu tava sentado no computador assistindo um vídeo no YouTube.
“Tá aberta,” gritei.
A Olivia abriu a porta e entrou. Usava um shortinho de moletom bem curtinho e uma blusinha tipo camisola. Sem maquiagem nenhuma, parecia pronta pra dormir. Virou pra fechar a porta atrás dela.
“Deixa aberta,” falei.
Ela revirou os olhos, mas deixou entreaberta. Foi até a minha cama e sentou na beirada, se apoiando nos braços pra trás. Eu me xinguei mentalmente por querer ela tanto quanto queria naquele momento.
“Acho que a gente precisa conversar,” disse.
“Tá bom,” respondi, girando a cadeira pra ficar de frente pra ela na beira da cama. Ela tava a uns dois metros de mim. “Vamos conversar.”
De repente a Olivia ficou bem menos segura de si. Tinha entrado no quarto cheia de confiança sexual, mas agora parecia jovem e insegura de novo.
“Sobre ontem,” começou, desviando o olhar. “Foi… hum… o que você tava fazendo?”
Dei de ombros.
“Não sei do que você tá falando,” menti. “Vai ter que ser mais específica.”
Ela suspirou.
“Jesus. Tá bom. Quando você me tocou. Que porra foi aquela, cara?”
“Talvez você queira me contar primeiro o que você tava fazendo me provocando?” retruquei. “E não foi só lá na sala de TV. Você tá me provocando desde que eu cheguei, né?”
“Acho que sim,” ela disse devagar. “Talvez eu tenha exagerado. Eu fiquei bem puta quando o pai me contou que você vinha. Ele até mandou fazer esse quarto pra você. Tava tão animado. Acho que eu fiquei um pouco com ciúme e descontei em você.”
Ela prendeu o cabelo preto liso atrás da orelha.
“E me irritou pra caralho o jeito que a porra da Soph tava toda em cima de você, te comendo com os olhos.”
Levantei as sobrancelhas.
“Comendo com os olhos?”
“Não me diz que você não viu,” ela debochou. “Ela tá toda derretida por você. E toda vez que ela te olha eu quase escuto ela implorando em silêncio pra você enfiar essa rola nela. É nojento!”
“Então eu resolvi te sacanear. Mas aí você… com a mão… eu sou sua sobrinha, caralho!”
Fiquei quieto um segundo, pensando. Depois da noite anterior, eu considerava que ela podia ter razão sobre a Soph, embora eu não tivesse percebido. E ela *era* minha sobrinha. Eu nunca devia ter tocado ela daquele jeito.
Devia pedir desculpa, pensei. Implorar pra ela me perdoar e guardar segredo. Mas aí ela ia ter algo pra me segurar. Eu não via nenhum cenário onde ela não usasse isso a favor dela. Tinha que ser por isso que ainda não tinha contado pra Soph nem mandado mensagem pro meu irmão.
“Você é minha sobrinha,” falei finalmente. “Isso tá correto. E eu não dou a mínima pro que você tem com sua madrasta, você não devia me provocar. Se você se comporta daquele jeito, não pode se surpreender se alguém reagir.”
Eu ia virar o jogo pra cima dela, se conseguisse. Era a única forma de eu sobreviver a isso.
“Sério?” ela disse, puta da vida com a insinuação. “É isso que você acha? A culpa foi minha? Eu mereci?”
Me inclinei pra frente, me aproximando mais dela. Ela engoliu em seco e vi o rosto dela corar um pouco.
“Não sei se você mereceu, Olivia,” falei. “Mas você queria pra caralho, né?”
“Quê?” ela arfou. “É isso que você acha?”
“É,” confirmei. “É o que eu acho. E acho que você desceu aqui hoje querendo de novo. Querendo mais.”
“Não!” ela disse, veemente. “Não é…”
Estiquei a mão e coloquei na coxa dela, pelada, logo acima do joelho. Ela estremeceu, mas não puxou pra trás. Me olhando com aqueles olhos verdes enormes.
“Acho que você desceu aqui torcendo pra eu te foder, né, Olivia?”
Coloquei a outra mão na outra coxa e comecei a abrir as pernas dela. Ela mordeu o lábio inferior e não resistiu enquanto eu ia separando. As pernas curtas do shortinho cinza de moletom subiram pelas coxas cremosas, o tecido apertando contra a virilha. Dava pra ver uma manchinha escura onde o mel dela já tava encharcando o pano.
“Eu não queria,” sussurrou, mas o corpo dela contava outra história. Eu tava duro pra caralho agora, o pau marcando forte a calça de moletom.
“Não mente pra mim, Olivia,” falei, sério. Via os biquinhos duros marcando a blusinha fina.
“Olive,” ela sussurrou.
“Quê?” perguntei enquanto meus dedos subiam devagar pelas coxas, as pontas afundando na carne macia. “O que você disse?”
“Olive,” repetiu. “Ontem você me chamou de Olive. Eu… gostei. Meu pai me chamava assim antigamente. Você pode continuar me chamando assim?”
“Tá bom, Olive,” falei. Minhas mãos se encontraram na virilha dela e empurrei com os dois polegares contra a bucetinha. Ela gemeu e empurrou o quadril contra eles. A manchinha cinza escura começou a se espalhar. “Vou te chamar de Olive. Tira a blusa, Olive.”
Eu não tinha plano nenhum. Tava no instinto puro. Tava com tanto tesão da provocação dela, da quase foda com a madrasta dela na noite anterior. Fazia meses que eu não comia uma mulher. Precisei de tudo que tinha pra não arrancar o short dela e enfiar a rola até o fundo. Mas me controlei.
Eu continuei esfregando os polegares em círculos lentos e firmes, moendo o clitóris inchado dela por cima do tecido fino do shortinho cinza. Dava pra sentir o calor úmido irradiando da bucetinha quente, o pano já encharcado grudando na carne macia e inchada, criando uma fricção molhada e escorregadia que fazia meus dedos deslizarem com facilidade. Cada volta pressionava o broto duro contra o osso púbico, e eu sentia o latejar ritmado dela respondendo, o tecido ficando mais quente, mais molhado, mais pegajoso a cada segundo. O mel dela vazava abundante, deixando uma mancha escura que se espalhava devagar, quente e viscosa sob meus polegares.
Enquanto isso, meus olhos devoravam cada detalhe do corpo dela. A camisola subia devagar, centímetro por centímetro, revelando a pele clara e macia da barriguinha. O tecido prendeu logo abaixo dos peitos pesados, levantando eles como se fossem duas frutas maduras e firmes, fazendo as bolas arredondadas se empinarem ainda mais. Olive respirava fundo e irregular, o peito subindo e descendo rápido, soltando gemidinhos roucos e entrecortados que saíam baixinho da garganta dela, misturados com o som úmido dos meus polegares trabalhando na buceta molhada. O arrepio subia pela pele dela em ondas visíveis, os pelinhos da barriga se arrepiando.
O cheiro dela subiu forte até mim,um aroma doce de jovem de buceta excitada, misturado com o leve suor limpo da pele quente e o perfume sutil que ainda grudava nela do banho mais cedo. Era um cheiro que enchia o quarto, que fazia meu pau pulsar violentamente, latejando com força, a cabeça vazando pré-gozo quente que molhava o tecido.
Quando a camisola finalmente passou pelos peitos, eles pularam livres com um balanço pesado e natural, caindo contra o corpo dela com um leve tremor gostoso. Eram perfeitos pra caralho: cheios, redondos, com aquela firmeza da juventude que fazia eles se projetarem pra frente. Os biquinhos rosados estavam durinhos como pedra, as argolas de aço inox brilhando sob a luz baixa do quarto, as bolinhas nas pontas tremendo levemente com cada respiração acelerada. Olive me olhava de baixo, olhos vidrados de tesão puro, boca entreaberta, bochechas vermelhas e quentes, a expressão misturando vergonha, desejo cru e rendição total um olhar que me fazia querer devorar ela ali mesmo.
Meus polegares continuavam o movimento implacável, agora pressionando mais fundo, sentindo a buceta dela latejar e se contrair através do tecido ensopado, o mel nos meus dedos. Um arrepio forte subiu pela minha espinha enquanto eu via aqueles peitos magníficos balançando levemente, os mamilos implorando pra serem chupados, e o corpo inteiro dela tremendo de prazer sob meu toque.
Tirei as mãos da buceta dela, fazendo ela choramingar, e baixei a calça de moletom até os tornozelos, libertando o pau latejante. Uns vinte centímetros, grosso, com uma veia grossa correndo por cima. Era sem prepúcio total, e metade da cabeça roxa inchada tava aparecendo.
A Olive instintivamente esticou a mão pra ele, mas eu dei um tapa leve na mão dela. Ela fez biquinho.
“Vai me foder, tio Dan?” perguntou.
“Não,” respondi. “Não hoje, Olive. Se quiser gozar, se faz gozar. Usa os dedos.”
Fiquei ali, hipnotizado, observando cada movimento dela com os olhos cravados no corpo jovem e entregue. A Olivia, não, a Olive, como ela tinha pedido com aquela voz manhosa, obedeceu sem hesitar. Com a respiração já pesada e entrecortada, enfiou a mão direita devagar por dentro do elástico frouxo do shortinho de moletom, o tecido macio e gasto roçando na pele clara da barriga enquanto os dedos deslizavam pra dentro.
Dava pra ver o contorno da mão dela se mexendo por baixo do pano, os dedos médio e indicador circulando o clitóris inchado e sensível com uma pressão ritmada, molhada, quase desesperada. O som era baixo, mas obsceno o mel quente dela lubrificando tudo, fazendo o tecido cinza escurecer ainda mais na virilha enquanto gotinhas quentes escorriam pelas coxas internas.
Ela gemia baixinho, um som rouco e gutural que saía do fundo da garganta, misturado com o arrepio que subia pela pele dela em ondas visíveis. A mão esquerda subiu devagar pelo próprio corpo, os dedos tremendo de tesão, até encontrar o peito esquerdo. Agarrou o mamilo com força, puxando a argola de aço inox pra cima e pra baixo, torcendo de leve. O metal frio contrastava com a pele quente e rosada, fazendo o biquinho se esticar e endurecer ainda mais, brilhando de suor. Cada puxada arrancava dela um gemidinho agudo, quase um choramingo, e o peito inteiro tremia, pesado e firme, balançando levemente com o movimento.
“Ah, merda…” sussurrou ela, a voz rouca, quebrada de prazer, os olhos semicerrados e vidrados, fixos nos meus. As bochechas estavam vermelhas, queimando, os lábios carnudos entreabertos soltando respirações curtas e quentes que eu conseguia sentir no ar entre nós. “Eu já tô… porra… quase…”
O cheiro dela invadia tudo: aquele aroma doce de buceta molhada, misturado com o suor leve e limpo da pele excitada, um perfume jovem e viciante que fazia meu pau pulsar forte, latejando com tanta força que eu sentia o coração batendo na rola.
Dei um passo à frente até parar bem na frente dela, olhando de cima. Minha sombra cobria o corpo dela, e eu via tudo de perto: o suor brilhando no vale entre os peitos, os mamilos duros e furados tremendo, a boca entreaberta soltando gemidos baixos e molhados. Meu pau latejava visivelmente, a cabeça inchada vazando pré-gozo quente que molhava o tecido.
“Não goza sem pedir permissão,” ordenei, a voz grave, rouca de tesão, ecoando baixa no quarto. Meus olhos cravados nos dela, sem piscar, dominando cada centímetro do rosto corado e necessitado. “Entendeu?”
Ela assentiu rápido, quase desesperada, os olhos brilhando de rendição total, o corpo inteiro tremendo debaixo de mim enquanto os dedos continuavam trabalhando na buceta encharcada, o som úmido e obsceno ficando mais alto, mais rápido, implorando por liberação.
Meu pau balançava direto na frente da cara dela. Ela abriu a boca e se inclinou, quase pegando a cabeça entre os lábios. Coloquei a palma da mão na testa dela, impedindo, o pau latejando a poucos centímetros da boca.
“Não hoje,” falei e segurei meu próprio pau, puxando pra trás. O prepúcio deslizou, lubrificado pelo pré-gozo, a cabeça lisa e roxa brilhando. Comecei a bater uma bem na frente da cara dela.
“Não para de se tocar,” exigi. A mão da Olive voltou a se mexer dentro do short.
“Tô tão perto, tio,” gemeu.
“Não goza antes de mim,” falei, acelerando a punheta. Eu mesmo tava perto. Precisava gozar, tava acumulado desde a quase foda com a madrasta dela.
Ela choramingava embaixo de mim, esfregando o clitóris com fúria. Os dedos puxavam o mamilo. Eu tinha a mão na cabeça dela, palma na testa, dedos no cabelo. Seria tão fácil puxar a boca dela pro meu pau, mas me segurei.
Logo senti as bolas apertando, o orgasmo subindo, o formigamento na base do pau. Gemi e apertei a rola com força, segurando a sensação o máximo possível antes de explodir.
O primeiro jato pegou a Olive de surpresa, batendo nos lábios entreabertos, atravessando a ponte do nariz. Ela gemeu e abriu mais a boca, recebendo o segundo jato na língua esticada.
“Goza pra mim,” mandei, e ela gritou, arqueando as costas, o corpo inteiro rígido enquanto gozava. Mirei o pau mais baixo e lancei outro jato grosso no peito pelado, gemendo.
“Daddyyyyyyy,” gemeu ela enquanto gozava, fazendo meu pau pular na mão. Avancei um pouco, esfregando a cabeça sensível nos lábios e na bochecha dela, espalhando minha porra.
Dei um passo pra trás e caí pesado na cadeira. A Olive caiu de costas na minha cama e continuou se tocando, gemendo enquanto o orgasmo continuava. Finalmente a mão dela desacelerou e ela parou de gemer, deitada ofegante.
Ela tava linda pra caralho com uma grossa camada da minha porra brilhando no rosto e nos peitos perfeitos. As pernas abertas e dava pra ver uma mancha escura enorme entre elas onde tinha encharcado o short.
Soltei o pau e olhei pra ela um segundo antes de falar.
“Olive,” chamei. Ela só tava lá, arfando. “Olive.”
“Sim,” respondeu, voz sonhadora.
“Você tem que ir agora.”
Ela sentou, coberta de porra.
“Quê?” disse.
“Vai. Sobe pro seu quarto. Eu preciso dormir. Amanhã tenho que trabalhar.”
Olhou pra si mesma.
“Você tem uma toalha ou algo assim?” perguntou.
“Não,” respondi, casual. “Só veste a blusa e vai pro quarto.”
Os olhos dela se arregalaram.
“Mas e se… e se a Soph vir?”
“Então é melhor você ser rápida. Rápida e cuidadosa. Você sabe que não pode contar pra ninguém sobre isso, né? Tá claro, Olive?”
Ela piscou e levou a mão ao rosto, prestes a limpar minha porra.
“Não,” falei. “Deixa assim. Quando chegar no quarto você limpa. Come tudo. E me manda um vídeo mostrando que fez.”
A Olive pareceu que ia falar algo, mas fechou a boca. Levantou e foi até a porta ainda aberta. Parou e olhou pra mim por cima do ombro.
“Tá bom,” disse baixinho. “Eu vou. Você… você vai me foder? Né?”
“Talvez,” respondi, dando de ombros. “Vamos ver como você se comporta. Boa noite, Olive.”
“Boa noite, tio,” disse e puxou a blusinha de volta por cima do peito melado de porra.
Fiquei sentado ali uns minutos pensando no que tinha acabado de acontecer. Ontem eu me odiava e prometia que ia parar. Ia deixar ela em paz e me comportar. Hoje… hoje eu me sentia em paz. Difícil explicar por quê.
O celular vibrou e peguei. Tinha um vídeo curto da Olive. Abri e vi o que ela tinha gravado. Tava sem blusa de novo e usava os dedos pra recolher minha porra do rosto e dos peitos, empurrando tudo pra dentro da boca aberta.
“Tudo limpo,” disse e sorriu pra câmera. Era o primeiro sorriso de verdade que eu via dela. As bochechas ficaram com covinhas. Deixou ela linda pra caralho e eu sorri de volta pro celular.