"Mãe, sobre a noite passada... eu sonhei isso?"
Eu balancei a cabeça, as mãos apertando o volante com força, sentindo o resíduo quente dentro de mim ainda, ou talvez fosse só a memória do que tinha acontecido.
"Merda." Ele murmurou. "A gente transou."
Eu assenti.
Nós ficamos em um tipo de silêncio constrangedor o resto do caminho até eu o deixar na faculdade. O ar dentro do carro estava carregado, o cheiro dele misturado com o meu, me lembrando da porra que ele tinha deixado dentro de mim na noite anterior, a porra que eu não tinha tirado, que eu tinha guardado com os quadris levantados na cama como uma vadia desesperada por um bebê.
Durante o dia, eu tentei não pensar nisso. Tentei agir normal, varrer a casa, preparar coisas, mas cada movimento me traía. Eu ainda sentia o eco da esticada da buceta dele, o calor que ele tinha deixado, a fome no meu útero que agora sabia exatamente o que estava faltando.
Eu me vesti mais sexy, como tinha começado a fazer antes, um vestido de verão leve que eu tinha comprado naqueles dias de "competição" com a Camila, decote generoso, sem sutiã, o tecido roçando nos mamilos, me fazendo lembrar das mãos dele, da boca dele mamando neles enquanto o pau dele me fodia. Eu toquei a calcinha várias vezes, sentindo a umidade, o cheiro do dia anterior ainda ali de alguma forma. A fome era pior agora. Eu queria mais. Queria o filho me enchendo de novo, me dando o que o Roberto nunca quis.
A noite, o Roberto chegou em casa mais cedo do que o normal, com cara de cansado de sempre. "Vou ver o jogo na garagem, não me espera pra jantar." Ele pegou uma caixa de cerveja da geladeira e sumiu para o lado da casa, ligando a TV alta, o barulho do estádio e dos comentaristas enchendo o ar da noite.
Eu e o Lucas ficamos na sala, a TV ligada num filme qualquer que nem estávamos assistindo de verdade. A tensão do dia todo estava no ar, densa, quente, como o cheiro de sexo que eu ainda carregava na pele.
O dia tinha sido de olhares longos, toques "acidentais" quando ele chegou da faculdade: o abraço durou mais, as mãos dele roçando minhas costas mais baixo que o normal, descendo para a curva da bunda, eu apertando ele contra mim, sentindo o pau dele já meio duro contra minha barriga. Eu tinha passado o dia todo pensando na noite anterior, na porra dele dentro de mim, no jeito como ele tinha olhado para mim depois, no jeito como meu corpo ainda pedia mais.
Nós sentamos no sofá, perto. O braço dele em volta de mim, como tinha virado nos últimos "dias normais", mas agora com o peso de tudo que tínhamos feito. A mão dele desceu para minha coxa, por baixo do vestido leve, os dedos traçando a pele nua. Eu não parei. Na verdade, eu abri um pouco mais as pernas, deixando ele subir mais.
Os beijos começaram devagar, hesitantes no começo, como se ainda estivéssemos processando a noite anterior. Mas logo ficaram famintos. As mãos dele subiram para os meus seios por cima do decote, apertando, os polegares rolando os mamilos que já estavam duros desde o dia todo. Eu gemi baixinho na boca dele, a mão dele descendo para entre minhas pernas, encontrando a calcinha molhada, a buceta inchada e faminta.
Eu o puxei para cima de mim no sofá, o vestido subiu até a cintura. Eu não estava de calcinha. Eu tinha tirado durante o dia, pensando nele, preparada para isso. A fome me tinha feito fazer isso.
Ele ofegou quando percebeu, o pau dele já duro na calça, roçando contra minha buceta nua e molhada. "Mãe... caralho..."
"Shhh..." eu sussurrei, puxando o zíper dele, tirando o pau para fora. "O teu pai está na garagem. O jogo está alto. Mas a gente tem que ser quieto."
Eu guiei ele para dentro de mim. Aaaaah... o pau dele entrou de novo, a cabeça grossa abrindo meus lábios inchados do dia anterior, a sensação familiar mas ainda novo, ainda intenso. Eu sentia o resíduo da porra da noite passada misturando com o mel novo que eu tinha produzido o dia todo pensando nele. O calor dele me queimando por dentro, o pau mais grosso que o do Roberto, esticando as paredes da minha buceta que ainda estavam sensíveis, doloridas de um jeito gostoso.
Ele entrou devagar no começo, como na noite anterior, com cuidado, mas eu não queria cuidado. Eu queria sentir tudo. Eu levantei os quadris, envolvendo as pernas na cintura dele, puxando ele mais fundo. "Entra, filho... mamãe quer sentir o pau todo... Aaaaah caralho... sente como a buceta da mamãe tá molhada pra ti? Sente o mel que eu produzi o dia todo pensando no teu pau?"
Ele gemeu contra o meu pescoço, empurrando mais, o pau dele deslizando nas minhas paredes molhadas, as veias roçando, o calor dele me preenchendo até o fundo, a cabeça pressionando meu útero faminto. O cheiro subiu forte: o mel doce e azedo da minha excitação, o suor dele, o cheiro de pau jovem e buceta de mãe no cio. O som molhado baixo de "schlick... schlick..." a cada estocada, abafado pelo barulho da TV e dos torcedores na garagem.
Eu segurei o rosto dele com as duas mãos, olhando nos olhos dele enquanto ele me fodia no sofá da sala, o marido do outro lado da casa com cerveja e futebol. "Mamãe não parou de pensar nisso o dia todo, Lucas. A porra que tu deixaste dentro de mim ontem... eu guardei ela o dia todo, com os quadris levantados na cama, sentindo ela escorrer devagar pra dentro do meu útero. Essa fome... essa fome que eu sentia antes de tu me foder... agora ela é pior. Porque agora eu sei como é ser enchida por ti. Senti teu pau me esticando, senti os jatos quentes da tua gozada me inundando. A buceta que te pariu quer mais. Quer o filho dela de novo. Enche a mamãe, Lucas. Goza dentro da tua mãe de novo. A gente pode fazer o Roberto achar que o bebê é dele... os testes não distinguem pai e filho. O filho presente dando pra mãe o que o pai ausente nunca quis dar."
Ele ofegou mais alto, o ritmo acelerando um pouco, mas ainda controlado, o pau dele entrando e saindo da minha buceta com estocadas profundas e lentas, cada uma me fazendo ver estrelas. Eu sentia as bolas dele roçando minha bunda molhada, o pau inteiro latejando dentro de mim, o calor dele se espalhando pelo meu ventre. Eu rebolava debaixo dele, apertando a buceta ao redor do pau dele, mamando ele com as paredes internas, ordenhando a porra que eu queria tanto.
O barulho da TV na garagem era alto, os comentaristas, os gritos da torcida, o Roberto provavelmente gritando com o jogo. Mas o risco só me deixava mais molhada. O mel escorria mais, molhando o sofá, o cheiro de sexo enchendo a sala. Eu segurei o cabelo dele, puxando a boca dele para o meu peito, o decote baixo deixando o mamilo exposto. "Mama no peito da mamãe enquanto me fode... mama bem, meu amor. Mamãe te deu leite um dia... agora mamãe te dá a buceta toda, toda faminta pelo teu pau jovem e grosso."
Ele mamou, a boca quente e molhada chupando o bico duro, a língua rolando, os dentes roçando de leve, enquanto o pau dele continuava a me foder no sofá. Eu sentia o puxão no mamilo indo direto pro meu útero, fazendo ele se contrair mais forte ao redor do pau dele.
O prazer se espalhava como onda, o fogo no baixo ventre, as pernas tremendo ao redor da cintura dele. Eu ofegava baixinho, "Aaaaah caralho... que bom... o pau do meu filho me fodendo enquanto o pai dele assiste futebol... a buceta da mamãe te apertando... sente, filho? Sente como ela quer te segurar dentro pra sempre? Mamãe quer teu bebê... quer sentir o útero inchando de novo com o filho do filho dela..."
Nós ouvimos o barulho da porta da garagem abrindo. O Roberto estava vindo. O coração disparou. O risco era real. Eu puxei o cobertor que estava no encosto do sofá por cima de nós rápido, cobrindo nossos corpos. Lucas ainda estava dentro de mim, o pau enterrado fundo na minha buceta, nós congelamos.
O Roberto entrou na sala, indo para a cozinha pegar mais cerveja. Ele parou perto do sofá. "Tá bom o filme?"
Eu respondi, a voz surpreendentemente normal, mesmo com o pau do meu filho latejando dentro de mim, mesmo com a buceta se contraindo ao redor dele, mesmo com o mel escorrendo pela bunda. "Tá bom, amor. Meio chato, mas tô assistindo. O jogo tá bom?"
"Os caras tão jogando como se não quisessem ganhar." Ele resmungou, abrindo a geladeira.
Eu senti Lucas se mexer levemente por baixo do cobertor, o pau dele se movendo um pouco dentro de mim, e eu apertei as coxas ao redor dele, apertando a buceta, avisando. "Tá bom. Se quiser companhia depois..."
"Nah, tô bem."
Ele pegou as cervejas e voltou para a garagem. Nós esperamos o barulho da porta, o som da TV voltando alto.
Assim que ele saiu, nós explodimos. Lucas começou a foder mais forte, mais desesperado, o pau entrando e saindo da minha buceta com estocadas rápidas e fundas agora, o sofá rangeu de leve. Eu segurei ele com força, as unhas cravando nas costas dele por baixo da camisa, rebolando pra cima pra encontrar cada estocada. "Aaaaah caralho... quase fomos pegos... o teu pau ainda dentro da mamãe enquanto o pai conversava... que tesão da porra... me fode, filho... me fode forte agora... mamãe quer a porra toda... enche o útero da tua mãe... dá o bebê pra mamãe..."
Ele ofegava contra o meu pescoço, "Mãe... porra... a buceta da mamãe tá tão quente... tão molhada... eu vou gozar... vou gozar dentro de novo..."
"Goza... goza na mamãe... Aaaaah... sinto teu pau latejando... enche ela... enche a mamãe de porra quente... mamãe quer sentir tudo de novo... o filho presente dando o que o pai ausente nega... Aaaaah caralho... goza, Lucas... goza dentro da tua mãe..."
Ele enterrou o rosto no meu peito, o pau dele engrossou, latejou forte, e os jatos quentes começaram a jorrar dentro de mim, enchendo meu útero de novo, a porra grossa e quente se misturando com o que restava da noite anterior.
Eu rolei os quadris, apertando a buceta ao redor dele, ordenhando cada gota, sentindo o calor se espalhar, o cheiro de porra e buceta subindo forte entre a gente. Eu gozei também, o corpo tremendo, a buceta se contraindo em ondas ao redor do pau dele, mamando a porra, o útero faminto finalmente sendo alimentado de novo.
Ele ficou dentro de mim por um minuto, ofegante, o pau ainda pulsando as últimas gotas. Eu segurei ele, os dedos no cabelo, beijando a testa dele. "Mamãe te ama... mamãe precisa disso... de ti..."
Nós nos ajeitamos rápido, o cobertor de volta no lugar, o vestido baixado, a calça dele fechada. Voltamos a "assistir" o filme, os corpos ainda quentes, o cheiro de sexo no ar, a porra dele escorrendo devagar de dentro de mim para a calcinha que eu tinha posto de volta.
Mais tarde, quando o Roberto finalmente foi dormir, eu fui para o banheiro. Eu não tirei a porra. Eu lavei só por fora, como na noite anterior. Voltei para a cama, deitei de costas, levantei os quadris com o travesseiro debaixo da bunda, sentindo a porra do meu filho se acumular no meu útero, quente, grossa, prometendo.
Eu não conseguia parar de pensar. O filho que estava presente, que me dava o que o marido ausente, mesmo em casa, na garagem com cerveja e futebol, nunca quis dar. A fome estava sendo saciada. E eu queria mais. Queria o bebê. Queria o Lucas me enchendo de novo e de novo até o teste de paternidade "provar" que era do Roberto.
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Nota:
Eu gostaria de conhecer mais minhas leitoras e meus leitores, me mandem uma mensagem ou deixe um comentário, o que acharam desse conto.
Você mamãe que lê meus contos já passou por isso ou algo parecido ou tem vontade de viver algo assim?
E você filho que lê meus contos, ja imaginou algo assim ou já quis algo assim?