Tava desesperado inventando uma desculpa caso um cara abrisse a porta, mas tive sorte. Quem abriu foi uma mulher linda pra caralho.
A Kelly tinha 1,65m, mais baixa que eu. O cabelo preto longo solto nos ombros, cachos grossos emoldurando um rosto bonito, bochechas carnudas. Maquiagem completa, mas não exagerada, os lábios carnudos pintados de vermelho vivo. Sorriu pra mim e as covinhas apareceram. Usava um vestidinho vermelho simples que parava logo acima dos joelhos. O corpete era apertado, marcando a cintura fina e empinando os peitos grandes, com um decote profundo que mostrava um vale generoso. Por baixo da saia vermelha, meia-calça preta até o joelho.
“Oi, Kelly,” falei, sorrindo. Ela sorriu de volta, agarrou a frente da minha camisa com força e me puxou pra dentro de casa.
Passou os braços no meu pescoço, puxou meu rosto pra baixo e colou a boca na minha. A língua dela já invadia, buscando a minha, molhada e faminta. Fechei a porta com um chute atrás de mim.
Segurei os quadris dela e subi as mãos pelas laterais do corpo, apertando os peitos, depois segurei o rosto dela e devolvi o beijo com a mesma fome. Quando a gente se separou, ela olhou pra cima, ofegante.
“Oi, Dan,” disse, voz rouca. “Bem-vindo à minha casa. Entra.”
Era uma casa pequena, especialmente comparada com a mansão do Eduardo, mas aconchegante. Do hall dava pra ver a sala com TV de frente e, do outro lado, a cozinha aberta com mesa de jantar. A Kelly já tinha colocado comida na mesa, uma garrafa de vinho tinto aberta e duas taças. Tinha escadas subindo pros quartos.
“Casa legal,” falei.
“Obrigada,” respondeu. “É pequena. Só dois quartos e um banheiro em cima, mas é minha. O Júnior se mudou pra cá ano passado. Quando a gente casar, provavelmente vamos vender e arrumar algo maior.”
Ela foi pra cozinha e apontou pra mesa.
“Senta,” disse. “Não fiz nada demais, mas preparei uma comidinha.”
Sentei e tomei um gole do vinho. Não sou especialista, mas tava bom pra caralho.
“Então, jantar,” provoquei. “Não vai direto pra cama?”
A Kelly riu enquanto trazia dois pratos: um de vagem refogada e outro com bifes finos e suculentos.
“Pô, o que você acha? Que eu sou algum tipo de vadia?”
“Você não é?”
“Claro que sou,” ela disse, rindo. “Mas não sou animal! Come primeiro!”
A Kelly cozinhava bem pra porra. Contou que tinha trabalhado em cozinha enquanto fazia faculdade. Dava pra notar.
Na festa da piscina eu mal tinha conseguido conversar com ela. A maior parte do tempo a gente tava com minha rola dentro dela, embora tivessem interrompido duas vezes. Graças a Deus, descobri que gostava de ficar com ela.
Era engraçada, esperta. Falou do trabalho dela como gerente. Não parecia o emprego mais excitante do mundo, mas ela curtia as colegas. .
A conversa fluía fácil. Parecia mais um primeiro encontro do que só uma foda rápida, e eu tava curtindo. Claro que eu teria fodido ela na hora, mas gostei de ter uma conexão maior.
Quando terminamos de comer, me recostei com a terceira taça de vinho na mão. Ela veio sentar do meu lado, me beijou de novo e subiu a mão pela parte interna da minha coxa até a virilha. Meu pau respondeu na hora, inchando e enchendo a mão dela por cima da calça.
“Tô pensando nisso desde o fim de semana,” ela disse, interrompendo o beijo. Começou a me esfregar por cima da calça enquanto minha mão subia pela coxa dela, roçando a pele macia. Encontrei renda fina por baixo. Pressionei contra a buceta e ela gemeu baixinho.
“Também tô pensando em você,” respondi, sincero pra caralho. Mesmo fodendo a Soph e a Olive, não tinha esquecido da Kelly.
“Ótimo,” disse ela, voz grossa de tesão. “Então, Dan… tem certeza que tá de boa com isso? Foder uma mulher que tá noiva? Foder ela na casa que ela divide com o noivo?”
“Sabe o quê?” falei, subindo mais a mão por baixo da saia e apertando a buceta por cima da calcinha. Ela gemeu de novo. “Tô de boa pra caralho. E você? Tá de boa com um cara que não é seu noivo te fodendo?”
“Porra, tô sim,” respondeu, a voz rouca de luxúria.
A Kelly empurrou meu ombro e eu me afastei da mesa. Ela desceu pro chão, se ajoelhou nas meias pretas e agarrou meu cinto, abrindo rápido. Os olhos dela tavam grudados no volume da minha calça, a rola latejando pra sair. Abriu o botão, puxou o zíper e eu pulei pra fora, pau balançando na frente da cara dela.
A Kelly sorriu, um sorriso de satisfação ao ver meus vinte centímetros grossos, a cabeça roxa inchada meio coberta pelo prepúcio e a veia grossa pulsando em cima. Segurou a base e encostou o pau na própria bochecha.
“Isso aqui tá com cara de gostoso pra caralho,” disse, olhando pra cima.
“Então prova,” respondi, sorrindo de volta.
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A Kelly respirou fundo, abriu a boca vermelha e carnuda, mirou a cabeça roxa inchada e engoliu tudo de uma vez. Soltou um “mmmmphhh” rouco de satisfação quando os lábios grossos e molhados envolveram a grossura toda, esticando ao máximo em volta da minha rola latejante. Minhas mãos viraram punhos cerrados quando as bochechas dela afundaram violentamente, criando um vácuo quente e babado que sugava meu pau como se quisesse me ordenhar.
Ela desceu devagar até a metade, sentindo cada veia grossa pulsando contra a língua quente e molhada, o perfume dela e o cheiro forte de buceta excitada que já subia do meio das pernas dela. Depois mergulhou de novo, sem parar, até o nariz encostar na minha barriga suada e a rola inteira desaparecer na garganta apertada, quente e pulsante dela.
Segurou ali, olhos lacrimejando forte, maquiagem borrando em listras pretas que escorriam pelas bochechas, duas lágrimas grossas descendo enquanto a garganta dela trabalhava em volta da minha rola, contraindo e engolindo como uma buceta gulosa. O cheiro forte de pau, suor de tesão e baba escorrendo enchia o ar. Eu sentia a garganta dela apertando, pulsando, tentando me engolir inteiro, o calor ardente queimando a cabeça da minha rola.
Segurei o cabelo escuro grosso dela com força, enfiando os dedos na nuca e segurando a lateral da cabeça como se fosse um cabo de foda.
“Caralho, engole até o saco, sua piranha nojenta! Olha como você tá babando toda na rola do tio, vadia arrombada!” rosnei baixo, a voz rouca de tesão. “Chupa mais fundo, sua cachorra no cio! Engole essa pica grossa que vai te encher de porra quente!”
Não precisei mandar nada. A Kelly já tava me chupando como uma puta desesperada, descendo fundo em cada movimento, subindo devagar com a língua lambendo a veia grossa por baixo, sugando com força. Uma mão apertando a base do pau, torcendo devagar, a outra enfiada entre as próprias pernas, esfregando a buceta encharcada com barulhos molhados e obscenos, os dedos chapinhando no mel grosso que escorria pelas coxas dela.
Me inclinei por cima dela, o suor escorrendo do meu peito e pingando nos peitos dela. Encontrei o zíper do vestido vermelho e puxei pra baixo com força. O corpete afrouxou e eu empurrei pra baixo, libertando os peitos lindos e pesados.
Eram do tamanho dos da Soph, menores que os da Olive, mas perfeitos pra caralho. A pele lisa, um tom mais moreno que minha mão enquanto eu segurava eles com força bruta, apertando até os dedos afundarem na carne macia. Meus dedos encontraram os biquinhos escuros e duros como pedrinhas. Rolei um, depois o outro entre o polegar e o indicador, beliscando forte. Ela gemeu alto em volta da minha rola, o som abafado e vibrando direto na cabeça do pau.
“Olha esses peitos gostosos, sua puta safada do caralho,” grunhi, apertando mais forte. “Tá chupando minha rola enquanto eu aperto esses biquinhos duros, hein vadia? Que tesão da porra!”
A Kelly chupava bem pra caralho, boca quente e molhada deslizando pra cima e pra baixo, língua girando na cabeça, garganta apertando toda vez que eu batia no fundo. Eu poderia ficar ali deixando ela me mamar até gozar na boca dela. Não ia demorar muito. Sentia o pau inchando mais, o formigamento subindo pelas bolas, o prazer queimando como fogo.
Segurei o rosto dela com as duas mãos, polegar e indicador apertando as bochechas enquanto puxava. A Kelly acompanhou e minha rola saiu da boca com um “plop” molhado e obsceno, um fio grosso de baba misturado com pré-gozo ligando a cabeça latejante aos lábios vermelhos dela por um segundo antes de cair no queixo e pingar nos peitos.
“Você fica linda pra caralho com uma rola na boca, sua vadia gulosa,” falei sorrindo, a voz grave. “Olha essa cara de puta babando toda, piranha imunda.”
“Devia me ver com uma na buceta,” disse, safada. “Na verdade, acho que você devia ver isso agora mesmo, porra.”
A Kelly se apoiou nos calcanhares e levantou. Os peitos balançavam livres, o corpete do vestido aberto. Enfiou a mão por baixo da saia, rebolou e a calcinha de renda preta caiu no chão.
Pegou minha mão e puxou, me levando pra sala que eu tinha atravessado antes. Parou ao lado do sofá.
“Fica pelado,” mandou. “E senta.”
Levantei a sobrancelha com o tom de comando, mas obedeci. Gostava de mulher que sabia o que queria. Era uma mudança gostosa depois de dominar a Olive o tempo todo.
Puxei a calça pra baixo, deixando cair nos tornozelos. A rola melada de saliva dela balançou. Tirei a camisa rápido e joguei no chão, completamente pelado. Sentei no sofá.
A Kelly subiu no sofá, ajoelhando em cima de mim, pernas abertas em volta das minhas coxas. Segurou minha rola e posicionou na entrada da buceta.
Senti o calor dela na cabeça do pau, a umidade quando os lábios carnudos se abriram. Ela gemeu feliz e começou a descer, me engolindo.
Gemi junto quando afundei nela, a buceta apertando forte, molhada e pronta pra ser arrombada. Ela arfou quando a bunda encostou nas minhas coxas, minha rola toda enterrada. Segurei o cabelo grosso dela, fechei o punho e inclinei a cabeça dela pra trás, beijando de novo.
A Kelly começou a cavalgar devagar no começo, subindo e descendo, saboreando a sensação da rola grossa abrindo ela. Os biquinhos duros roçavam no meu peito, me provocando.
Não aguentou o ritmo lento. Acelerou. Segurei os quadris dela e meti pra cima, encontrando as descidas dela, socando fundo. A cada estocada ela gemia rouco, olhos fechados, cabeça jogada pra trás. Sentia o mel dela escorrendo pelas minhas bolas, molhando o sofá. Uma parte da minha cabeça registrou que ela ia ter que limpar aquilo, mas o tesão não deixava eu me importar.
Sentia ela chegando perto. O coração dela batendo na garganta quando segurei o pescoço. A respiração engasgando enquanto corria atrás do gozo. A buceta apertava minha rola como se quisesse ordenhar, o corpo dela implorando pela minha porra.
Podia gozar junto com ela ou segurar, deixar ela gozar primeiro e continuar. Foi meu último pensamento antes dos faróis varrerem as janelas da sala e um carro estacionar na garagem, desligando o motor.
“Porra,” falei, adrenalina explodindo. “Kelly! Kelly!”
Ela não me ouvia, perdida no prazer, a buceta pulsando em volta da minha rola.
“Caralho, Kelly,” sibilei. “Tem alguém chegando!”
Ela parou de repente, sentada no meu colo, minha rola enterrada até o talo. Olhou por cima do ombro pra porta da frente. A gente ficou congelado como dois veados no meio da estrada, vendo um caminhão vindo em cima.
O barulho metálico da chave raspando na fechadura parecia um alarme de bomba. O “porra” abafado do lado de fora enquanto ele tentava abrir a porta fez meu estômago revirar.
“Porra,” a Kelly sibilou. “Que que ele tá fazendo em casa tão cedo!”
Ela saiu de cima de mim, minha rola molhada batendo na barriga, lambuzando tudo com o mel dela.
“Porra,” disse. “Sai daqui. Pra cozinha!”
“Minha roupa,” sussurrei, mas ela me puxou de pé e empurrou.
“Não dá tempo,” respondeu. E tava certa. A chave encontrou a fechadura e a porta abriu. Corri pra cozinha pelado como nasci e, quando olhei pra trás, vi ela chutando minha calça e camisa pra baixo do sofá enquanto tentava enfiar os peitos de volta no vestido. Não deu tempo de arrumar o batom borrado nem o cabelo bagunçado.
Deixei a porta da cozinha fechar atrás de mim e olhei ao redor. Não tinha onde se esconder. Tinha uma porta dos fundos, mas de que adiantava? Tava pelado. Meus sapatos tavam na entrada… porra! Meus sapatos tavam na entrada! Nem dava pra correr pelado pro Jeep. As chaves tavam na calça.
Cheguei mais perto da porta pra ouvir o que tava rolando na sala.
“Ei amor,” ouvi a Kelly dizer. “Chegou cedo.”
A resposta saiu embolada. Dava pra perceber, mesmo através da porta fina, que o noivo dela tava bêbado pra cacete. Ouvi ele tropeçar e bater em alguma coisa.
“Me limparam cedo,” murmurou. “Bebi um pouco e fiquei puto comigo mesmo e vim pra casa.”
“Você dirigiu bêbado?” a Kelly perguntou, escandalizada. Mesmo com a sacanagem que a gente tava fazendo, dirigir bêbado era burrice que colocava todo mundo em risco.
“Porra. É. Desculpa.”
Ouvi ele tropeçar de novo e o barulho de um corpo pesado caindo no sofá.
“Mas agora a gente pode ficar junto,” ele disse. “Vem cá me dar um beijo.”
“Você tá bêbado,” ela disse, séria. “Vamos subir antes que você vomite no chão.”
“Não,” ele respondeu, teimoso. “Não vou vomitar… tô de boa.”
Ele começou a reclamar que tinha perdido 300 reais e tava puto. A Kelly tentava levar ele pra cima, mas ele recusava. Eu só queria que ele calasse a boca e subisse. Tava frio na cozinha e eu só queria pegar minha roupa e correr.
Mesmo que tenham sido só vinte minutos, pareceu horas eu ficar ali, envergonhado e preocupado. Não era tanto por mim, eu não tinha medo do noivo dela. Só não queria que ela tivesse problema por minha causa. Por fim a voz dele foi morrendo e eu ouvi os roncos bêbados começando. Mais uns cinco minutos e a Kelly entrou na cozinha.
Ela me olhou com uma mistura de vergonha e frustração.
“Desculpa,” sussurrou, quase sem som. “Não fazia ideia. Ele tá dormindo agora. Acho que consigo te tirar daqui.”
“Minha roupa,” sibilei, vendo as mãos vazias dela.
“Porra,” disse. “Tá lá fora. Vem.”
Ela empurrou a porta de volta pra sala e eu fui atrás, andando na ponta dos pés. É estranho o que a gente pensa numa hora dessas. Reparei que ainda tava de meia. Devo estar ridículo pra caralho, pensei. Pelado, pau pra fora, meia nos pés, andando na ponta dos pés na casa dos outros.
O noivo tava desmaiado no sofá, respirando pesado com um ronco leve de bêbado. Olhei pra ele pela primeira vez. Cabelo loiro escuro, barba feita, queixo bom. Era um cara bonito. Sabia que não dava pra julgar, mas apostava que era um cara decente. Alguém destinado a ser um bom marido e um pai legal um dia. Senti uma pontada de culpa por estar fodendo a mulher dele. O que me fez sentir ainda pior pela Soph e pela Olivia. Esse cara podia ser bom, mas tava ficando claro que eu provavelmente não era.
Passei atrás do sofá e a Kelly pegou minha calça e camisa de baixo dele rapidinho, me entregando. Vesti a camisa aberta e enfiei a calça. A Kelly parou na minha frente, triste e frustrada.
Fiz com a boca “tchau, te mando mensagem” e mimei digitando no celular. Ela assentiu. Eu ia virar pra pegar meus sapatos na entrada… porra! Eles tavam bem ali. Ainda bem que o cara tava bêbado demais pra notar um par de sapatos de outro homem na porta!
De repente a Kelly agarrou minha camisa aberta com os punhos fechados e me puxou pra ela, inclinando a cabeça pra cima. Por instinto, beijei ela. Foi um beijo apaixonado, línguas se encontrando e dançando. Uma parte da minha cabeça gritava pra parar. Pra correr. Pra sair enquanto dava.
Mas…
Nem a Kelly nem eu tínhamos gozado antes. Interrompidos de novo, como sempre. A gente tinha passado a semana inteira pensando e falando sobre essa noite. Tinha acumulado. A gente queria isso. Precisava disso.
Incrivelmente, parado ali a menos de um metro do noivo dormindo, beijando a Kelly, sabendo que a qualquer segundo ele podia acordar e foder tudo, meu pau endureceu de novo, saindo pela braguilha aberta da calça.
Minhas mãos subiram por baixo do vestido dela, dos quadris pros peitos, segurei o rosto e continuei beijando. Os dedos dela entraram na minha camisa, desceram pela barriga e agarraram minha rola agora dura pra caralho. Ela gemeu na minha boca.
Foda-se, pensei. Ou melhor, não pensei, foi puro instinto. Precisava estar dentro dela. Precisava foder ela. Interrompi o beijo, segurei os ombros dela e virei de costas pra mim. Pressionei a frente dos quadris e a barriga dela contra o encosto do sofá onde o noivo dormia.
A Kelly soltou um gritinho baixo, mas ficou quieta. Não tentou me parar, na verdade, abriu as pernas, plantou os pés e apoiou as mãos no encosto do sofá. Baixei a calça até os tornozelos, liberando a rola dura e segurei na base.
Levantei a barra do vestido vermelho e empurrei pra cima, revelando a bunda redonda e lisa. Agarrei as duas bandas com força, dedos afundando na carne macia, abrindo e expondo o cuzinho piscando e, logo abaixo, a bucetinha lisinha, inchada e brilhando de tesão.
Avancei os quadris e guiei a cabeça grossa entre os lábios carnudos. Sentia o calor dela na ponta roxa, saindo do prepúcio. A Kelly choramingou quando sentiu a rola roçando na entrada. Depois gemeu alto quando eu flexionei os quadris, pressionei contra a abertura e estiquei as pernas, metendo pra cima e entrando nela.
Minha mão subiu pro pescoço, segurei o queixo e puxei o rosto dela pra trás pra continuar beijando enquanto começava a foder ela contra o sofá. Puxei devagar, depois meti com força, fazendo a bunda dela tremer com o impacto. De novo. E de novo.
Cada estocada fazia ela arfar, gemer baixinho. Tampei a boca dela com a palma da mão, abafando os sons. Olhei pro noivo e vi que ele continuava dormindo pesado. A bebida mantinha ele apagado enquanto eu comia a mulher dele a poucos centímetros de distância.
Não fala bem de mim como pessoa, mas senti uma onda de poder e tesão animal naquele momento. Como um macho dominando. Como um homem tomando o que queria de quem não conseguia segurar.
A Kelly parecia perdida no tesão. Se registrou que o noivo tava no sofá, não demonstrou. Empurrava a bunda contra mim em cada estocada. Sentia a buceta apertando minha rola. A respiração dela pesada contra minha palma. Dava pra sentir ela chegando rápido no orgasmo.
Minha outra mão desceu na frente e esfregou o clitóris. Ela gemeu e tremeu. De repente rebolou forte contra mim, pernas tremendo enquanto gozava. Apertei a mão na boca dela, mal conseguindo abafar os gemidos.
A buceta pulsava em volta da minha rola, os músculos tentando me ordenhar, o corpo implorando pela minha porra. Meti fundo enquanto ela gozava, segurando ela no lugar enquanto o corpo tremia. Assim que ela começou a descer do orgasmo, voltei a socar sem dó, ignorando o perigo e o cara dormindo no sofá.
Em poucos segundos eu tava no limite. Meti fundo mais uma vez, costas arqueadas, e gozei com um gemido rouco, jatos grossos e quentes enchendo a buceta dela, gemendo baixo. Estremeci e dei mais algumas estocadas curtas, prolongando o prazer, esvaziando até a última gota enquanto voltava à realidade, a rola ainda pulsando dentro dela.
Ficamos ali, ofegantes, suados, corpos grudados, o cheiro forte de foda e porra enchendo a sala inteira.
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Ficamos ali por uns instantes, eu ainda enterrado fundo dentro dela, recuperando o fôlego. Os dois voltando devagar pra realidade. Meu pau latejava no calor melado e apertado da buceta dela, a porra quente que eu tinha gozado há poucos segundos ainda escorrendo aos poucos ao redor da base grossa. O cheiro forte de foda e gozada saturava o ar da sala inteira.
O Júnior gemeu no sofá e se mexeu. A gente congelou no mesmo segundo. A Kelly apertou minha coxa com a unha, o corpo inteiro tenso. Prendemos a respiração. Meu coração batia tão forte que parecia que ia explodir. Mas o cara só escorregou devagar da posição sentada pro lado, rolando até ficar de lado no sofá, afundando ainda mais no sono pesado de bêbado. Os roncos voltaram, baixinhos e ritmados. A gente soltou o ar ao mesmo tempo.
Finalmente tirei a rola de dentro da Kelly. Ela soltou um gemidinho rouco quando a cabeça grossa saiu, e na hora um fio grosso de porra branca escorreu pela coxa dela, brilhando na luz fraca da sala. Virei ela de frente pra mim. O rosto dela estava destruído de tesão: maquiagem borrada em listras pretas, lábios vermelhos inchados, cabelo bagunçado. Beijei ela de novo. Dessa vez mais devagar, com uma ternura que não combinava em nada com a loucura que a gente tinha acabado de fazer ao lado do noivo dormindo. Ela retribuiu, a língua se enroscando na minha com carinho, quase gratidão. Quando se separou, ela sorriu de um jeito cansado e safado.
Eu puxei a calça jeans pra cima, fechei o botão e o zíper com pressa, peguei os sapatos no chão e saí da casa na ponta dos pés, como um ladrão. O cheiro dela ainda estava impregnado na minha pele, na minha barba, no meu pau melado que agora amolecia dentro da cueca suja de porra e mel.
Cheguei no Jeep dois quarteirões depois, o coração ainda acelerado, as mãos suadas no volante. Mal tinha sentado no banco quando o celular vibrou no bolso.
Era mensagem da Kelly.
"Obrigada. Isso foi loucura. E incrível pra caralho."
Sorri no escuro do carro. Era uma boa descrição mesmo. Digitei rápido, o polegar ainda tremendo um pouco:
"Não. Obrigado a VOCÊ. Da próxima vez a gente evita o drama do noivo bêbado?"
A resposta veio quase na hora.
"Pode apostar que vai ter próxima vez."
Aí ela mandou um vídeo.
Abri. A Kelly estava deitada na cama do quarto, sozinha, a luz do abajur deixando tudo meio dourado e quente. Completamente pelada. Pernas bem abertas pra câmera, joelhos dobrados. A buceta rosada e inchada aparecia bem no centro da tela, os lábios ainda abertos e brilhando. E a minha porra... porra, tinha bastante. Fios grossos e brancos escorrendo devagar pra fora dela, pingando no lençol entre as coxas. Ela passou dois dedos pela fenda devagar, pegou um pouco da mistura cremosa de gozada e mel dela, e esfregou com preguiça, espalhando tudo pelos lábios inchados. Depois enfiou os dois dedos fundo, empurrando minha porra de volta pra dentro da buceta com um barulhinho molhado que dava pra ouvir mesmo no vídeo baixo. Ela gemeu baixinho, os dedos entraram e saíram devagar, brilhando toda vez que ela puxava. Empurrou mais fundo, revirou um pouco, e mais porra branca escorreu ao redor dos dedos. Ela lambeu um deles devagar, olhando direto pra câmera, e o vídeo acabou.
Fiquei duro na hora. O pau inchou dentro da calça apertada, latejando contra o zíper. Meu saco ainda estava pesado, como se eu não tivesse gozado há cinco minutos.
"Porra, Kelly..." digitei, o polegar quase escorregando na tela. "Tô com o pau latejando aqui no carro. Dá pra ver minha porra escorrendo da sua buceta gostosa. Aproveita bastante aí. Me manda mais se quiser. Tô louco pra ver você se acabando com os dedos cheios da minha gozada."
Guardei o celular, liguei o Jeep e dei ré. Enquanto dirigia de volta pra casa do Eduardo, a imagem da buceta dela vazando minha porra não saía da cabeça. O cheiro dela ainda nas minhas mãos. O gosto da boca dela na língua. E a culpa de sempre, misturada com um tesão do caralho que não diminuía porra nenhuma.
Eu tinha acabado de foder a noiva de um cara que parecia decente. Gozei dentro dela enquanto ele dormia a menos de um metro. E já estava contando os dias pra próxima vez.
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Era tarde quando cheguei em casa. As luzes da casa estavam todas apagadas. Imaginei que todo mundo já tinha dormido. Não tinha recebido mensagem nenhuma da Olive, embora ela costumasse me mandar algo toda noite antes de apagar. Será que ela estava chateada por eu ter saído "num encontro"? Provavelmente. Eu daria um jeito nisso amanhã.
Desci pro meu quarto no porão, mas ainda estava elétrico demais pra conseguir dormir. O corpo cansado, a cabeça a mil. Peguei o celular e lembrei das fotos que tinha tirado do contrato pré-nupcial mais cedo. A curiosidade ganhou de mim e eu comecei a ler.
Era um documento complicado, cheio de juridiquês, mas depois de um tempo achei que tinha entendido o essencial. Protegia o dinheiro do Eduardo no caso de divórcio. Justo, pensei. Mas fuçando mais a fundo, achei umas coisas que me fizeram parar. E quanto mais eu lia, mais eu me perguntava se aquela cláusula era realmente pra proteger... ou se era pra outra coisa.
Soph e Eduardo estavam casados há uns anos, e de acordo com o pré-nupcial eles já tinham passado do ponto em que, se separassem, ela pegaria metade de tudo que tinham. Era um jeito bom de cuidar da Soph, mas seria um golpe e tanto pro Eduardo.
Tinha uma cláusula, porém. Dizia que se a Soph fosse infiel em qualquer momento do casamento, ela não pegaria porra nenhuma. Não parecia ter nada parecido pro lado dele, o que não parecia justo.
E aquilo tornava o que a gente estava fazendo absurdamente arriscado pra ela. Eu não estava só colocando o casamento dela em risco. Era a vida inteira dela. Me recostei na cadeira e pensei nisso. Olhei ao redor do quarto onde eu estava sentado. Na casa do meu irmão. Tirando vantagem dele do pior jeito possível. Eu me sentia um irmão de merda. Uma pessoa de merda.
Alguma coisa chamou minha atenção. Tinha uma prateleirinha em cima da minha mesa onde eu tinha colocado uns manuais dos programas que usava. Manuais de papel eram bem redundantes nessa era digital, mas de vez em quando era bom consultar alguma coisa neles e fazer anotações nas margens. Mas tinha um brilho pequeno entre duas pastas que parecia fora de lugar.
Levantei e fui até lá, e percebi que tinha uma câmera bem pequena escondida ali, apontada direto pra minha cama. Eu sabia que ela não estava ali mais cedo naquele dia, porque eu tinha usado um dos manuais antes de terminar o trabalho.
Mudei de direção de repente e sentei na cadeira da mesa, de repente não querendo que quem estivesse do outro lado daquela câmera soubesse que eu tinha descoberto. Quem estava me espionando? Por quê?
Terminei o trampo lá pelas seis e meia, fiz um treino rápido na academia do porão e tomei um banho. Escolhi uma roupa simples pra noite: jeans azul desbotado e uma camisa social branca de botão, bem casual.
Subi as escadas e vi o Eduardo sentado na sala, laptop aberto, claramente numa reunião de trabalho. Não parecia feliz. Ele olhou pra mim, acenou e colocou no mudo.
“Dan,” disse, “pode me fazer um favor? Deixei as porras das projeções que preciso em cima da minha mesa no escritório. Preciso delas pra esses caras.” Apontou pros rostos flutuando na tela. “Corre lá e pega pra mim? Tá na gaveta de cima. Valeu, irmão.”
Assenti, feliz em ajudar, enquanto ele voltava a rosnar pros colegas na chamada. Entrei no escritório dele e olhei ao redor. Era o típico escritório de homem bem-sucedido, cheio de clichês: livros de capa de couro que ninguém lia, uma poltrona de couro enorme que parecia nunca ter sido usada, abajur verde-esmeralda na beira da mesa de madeira maciça.
Fui até a mesa, abri a gaveta de cima e vi um maço de papéis preso com um clipe. Pareciam projeções mesmo, então peguei. Tinha um documento embaixo. O título na primeira página era “Acordo Pré-Nupcial”.
Hmmm, pensei. Deve ser o que ele e a Soph assinaram quando casaram. Não era da minha conta. Ia virar e sair, mas… não resisti. Fiquei curioso. Nunca tinha visto um pré-nupcial na vida. Nunca fui casado e não tinha grana suficiente pra precisar de um. Parei um segundo.
Foda-se, pensei. Vou ser bisbilhoteiro.
Não tinha tempo de ler ali, então tirei fotos de todas as páginas pra ver depois. Sabia que era invasão de privacidade, mas… era longe de ser a pior traição que eu tava cometendo naquela casa, então fui no instinto. Saí do escritório e entreguei os papéis pro Eduardo.
Joguei as projeções no sofá do lado dele. Ele assentiu agradecendo sem parar de falar com os caras na tela. Fui pra cozinha pegar um copo d’água e talvez um lanche antes de ir pra casa da Kelly.
Depois de uns minutos a Soph entrou e sorriu pra mim. Olhou rápido pra sala pra confirmar que o Eduardo não tava vendo. Veio direto, passou os braços em volta de mim e me beijou, enfiando a língua na minha boca.
Era perigoso pra caralho, eu sabia, mas naquele momento, enquanto minha mão subia pela lateral do corpo dela e apertava um peito, eu não ligava. Já tava duro pra ela e, conforme o beijo ficava mais quente, a respiração da Soph ficou pesada — sinal claro de que ela tava molhada.
Por fim ela interrompeu o beijo e deu um passo pra trás, olhando pro corredor de novo pra ter certeza que tava tudo limpo.
“E aí, você,” falei sorrindo. “Bem-vinda de volta.”
Ela sorriu.
“Obrigada,” disse. “Senti sua falta o dia todo. Sempre sinto.” A mão dela desceu e apertou minha rola por cima do jeans, onde já tava marcando. “Algumas partes de você mais que outras, pra ser sincera,” completou com uma risadinha.
“Todas as partes de mim sentem sua falta,” respondi enquanto ela me apalpava.
“Acho que eu devia tomar cuidado pra não exagerar,” a Soph disse, soltando minha rola com cara de desapontada. “A Kelly ia me matar se eu te deixasse seco antes dela ter a vez dela.”
“Não precisa se preocupar,” ri. “Não sei o que tem nessa casa, talvez seja a água, mas eu tô sempre pronto.” Pausei antes de tocar no elefante no meio da sala. O elefante chamado Eduardo. “Acho que tem outro motivo bem maior pra tomar cuidado.”
A Soph suspirou e se encostou no balcão, de frente pra mim.
“É,” disse. “Quando ele tava fora… eu conseguia esquecer que era casada. Ele voltar… muda as coisas.”
“Arrependida?” perguntei. “A gente precisa parar? Ou dar uma pausa enquanto ele tá em casa?” Não gostava da ideia, mas também não queria destruir a vida dela.
“Não!” ela disse com força. “Não. Acho que eu não aguentaria. Só precisamos ser muito cuidadosos. O Eduardo viaja de novo na segunda que vem, eu acho.”
“Tá bom,” falei. “Vamos ser cuidadosos. Não vou arriscar isso. Prometo.”
“Ótimo. Enfim, você já devia estar indo. A Kelly tá me bombardeando de mensagem o dia todo. Ela tá animadíssima pra hoje. Dá um trato nela, Dan.”
“Vou dar o meu melhor,” respondi.
“Então ela vai ter uma noite excelente,” a Soph disse sorrindo. “Eu sei por experiência própria.”
Eu ri baixo e dei um último beijo nela, mais rápido dessa vez.
“Vou embora antes que eu mude de ideia e te arraste pro porão,” falei.
Ela mordeu o lábio, claramente tentada, mas assentiu.
“Vai. E se cuida. Qualquer coisa me manda mensagem, tá?”
Desci as escadas, peguei as chaves do Jeep e saí de casa. O ar da noite estava fresco. Entrei no carro, liguei o motor e saí do condomínio na direção da casa da Kelly.
Enquanto dirigia, a imagem do documento que eu tinha fotografado no escritório do Eduardo voltou pra minha cabeça por alguns segundos. Aquela cláusula de infidelidade ainda me incomodava. Mas empurrei o pensamento pra longe. Hoje eu não ia pensar nisso. Hoje eu ia foder a Kelly até ela esquecer o nome do noivo.
Apertei o acelerador um pouco mais.
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A Kelly tinha me pedido pra estacionar o Jeep uns dois quarteirões antes, pra nenhum vizinho fofoqueiro ver um carro estranho na garagem. Estacionei e fui andando até a casa dela. Toquei a campainha e, enquanto esperava, olhei pro carro parado na entrada. Não fazia ideia de qual era o carro do noivo dela. Podia ser dele.
Tava desesperado inventando uma desculpa caso um cara abrisse a porta, mas tive sorte. Quem abriu foi uma mulher linda pra caralho.
A Kelly tinha 1,65m, mais baixa que eu. O cabelo preto longo solto nos ombros, cachos grossos emoldurando um rosto bonito, bochechas carnudas. Maquiagem completa, mas não exagerada, os lábios carnudos pintados de vermelho vivo. Sorriu pra mim e as covinhas apareceram. Usava um vestidinho vermelho simples que parava logo acima dos joelhos. O corpete era apertado, marcando a cintura fina e empinando os peitos grandes, com um decote profundo que mostrava um vale generoso. Por baixo da saia vermelha, meia-calça preta até o joelho.
“Oi, Kelly,” falei, sorrindo. Ela sorriu de volta, agarrou a frente da minha camisa com força e me puxou pra dentro de casa.
Passou os braços no meu pescoço, puxou meu rosto pra baixo e colou a boca na minha. A língua dela já invadia, buscando a minha, molhada e faminta. Fechei a porta com um chute atrás de mim.
Segurei os quadris dela e subi as mãos pelas laterais do corpo, apertando os peitos, depois segurei o rosto dela e devolvi o beijo com a mesma fome. Quando a gente se separou, ela olhou pra cima, ofegante.
“Oi, Dan,” disse, voz rouca. “Bem-vindo à minha casa. Entra.”
Era uma casa pequena, especialmente comparada com a mansão do Eduardo, mas aconchegante. Do hall dava pra ver a sala com TV de frente e, do outro lado, a cozinha aberta com mesa de jantar. A Kelly já tinha colocado comida na mesa, uma garrafa de vinho tinto aberta e duas taças. Tinha escadas subindo pros quartos.
“Casa legal,” falei.
“Obrigada,” respondeu. “É pequena. Só dois quartos e um banheiro em cima, mas é minha. O Júnior se mudou pra cá ano passado. Quando a gente casar, provavelmente vamos vender e arrumar algo maior.”
Ela foi pra cozinha e apontou pra mesa.
“Senta,” disse. “Não fiz nada demais, mas preparei uma comidinha.”
Sentei e tomei um gole do vinho. Não sou especialista, mas tava bom pra caralho.
“Então, jantar,” provoquei. “Não vai direto pra cama?”
A Kelly riu enquanto trazia dois pratos: um de vagem refogada e outro com bifes finos e suculentos.
“Pô, o que você acha? Que eu sou algum tipo de vadia?”
“Você não é?”
“Claro que sou,” ela disse, rindo. “Mas não sou animal! Come primeiro!”
A Kelly cozinhava bem pra porra. Contou que tinha trabalhado em cozinha enquanto fazia faculdade. Dava pra notar.
Na festa da piscina eu mal tinha conseguido conversar com ela. A maior parte do tempo a gente tava com minha rola dentro dela, embora tivessem interrompido duas vezes. Graças a Deus, descobri que gostava de ficar com ela.
Era engraçada, esperta. Falou do trabalho dela como gerente. Não parecia o emprego mais excitante do mundo, mas ela curtia as colegas. .
A conversa fluía fácil. Parecia mais um primeiro encontro do que só uma foda rápida, e eu tava curtindo. Claro que eu teria fodido ela na hora, mas gostei de ter uma conexão maior.
Quando terminamos de comer, me recostei com a terceira taça de vinho na mão. Ela veio sentar do meu lado, me beijou de novo e subiu a mão pela parte interna da minha coxa até a virilha. Meu pau respondeu na hora, inchando e enchendo a mão dela por cima da calça.
“Tô pensando nisso desde o fim de semana,” ela disse, interrompendo o beijo. Começou a me esfregar por cima da calça enquanto minha mão subia pela coxa dela, roçando a pele macia. Encontrei renda fina por baixo. Pressionei contra a buceta e ela gemeu baixinho.
“Também tô pensando em você,” respondi, sincero pra caralho. Mesmo fodendo a Soph e a Olive, não tinha esquecido da Kelly.
“Ótimo,” disse ela, voz grossa de tesão. “Então, Dan… tem certeza que tá de boa com isso? Foder uma mulher que tá noiva? Foder ela na casa que ela divide com o noivo?”
“Sabe o quê?” falei, subindo mais a mão por baixo da saia e apertando a buceta por cima da calcinha. Ela gemeu de novo. “Tô de boa pra caralho. E você? Tá de boa com um cara que não é seu noivo te fodendo?”
“Porra, tô sim,” respondeu, a voz rouca de luxúria.
A Kelly empurrou meu ombro e eu me afastei da mesa. Ela desceu pro chão, se ajoelhou nas meias pretas e agarrou meu cinto, abrindo rápido. Os olhos dela tavam grudados no volume da minha calça, a rola latejando pra sair. Abriu o botão, puxou o zíper e eu pulei pra fora, pau balançando na frente da cara dela.
A Kelly sorriu, um sorriso de satisfação ao ver meus vinte centímetros grossos, a cabeça roxa inchada meio coberta pelo prepúcio e a veia grossa pulsando em cima. Segurou a base e encostou o pau na própria bochecha.
“Isso aqui tá com cara de gostoso pra caralho,” disse, olhando pra cima.
“Então prova,” respondi, sorrindo de volta.
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A Kelly respirou fundo, abriu a boca vermelha e carnuda, mirou a cabeça roxa inchada e engoliu tudo de uma vez. Soltou um “mmmmphhh” rouco de satisfação quando os lábios grossos e molhados envolveram a grossura toda, esticando ao máximo em volta da minha rola latejante. Minhas mãos viraram punhos cerrados quando as bochechas dela afundaram violentamente, criando um vácuo quente e babado que sugava meu pau como se quisesse me ordenhar.
Ela desceu devagar até a metade, sentindo cada veia grossa pulsando contra a língua quente e molhada, o perfume dela e o cheiro forte de buceta excitada que já subia do meio das pernas dela. Depois mergulhou de novo, sem parar, até o nariz encostar na minha barriga suada e a rola inteira desaparecer na garganta apertada, quente e pulsante dela.
Segurou ali, olhos lacrimejando forte, maquiagem borrando em listras pretas que escorriam pelas bochechas, duas lágrimas grossas descendo enquanto a garganta dela trabalhava em volta da minha rola, contraindo e engolindo como uma buceta gulosa. O cheiro forte de pau, suor de tesão e baba escorrendo enchia o ar. Eu sentia a garganta dela apertando, pulsando, tentando me engolir inteiro, o calor ardente queimando a cabeça da minha rola.
Segurei o cabelo escuro grosso dela com força, enfiando os dedos na nuca e segurando a lateral da cabeça como se fosse um cabo de foda.
“Caralho, engole até o saco, sua piranha nojenta! Olha como você tá babando toda na rola do tio, vadia arrombada!” rosnei baixo, a voz rouca de tesão. “Chupa mais fundo, sua cachorra no cio! Engole essa pica grossa que vai te encher de porra quente!”
Não precisei mandar nada. A Kelly já tava me chupando como uma puta desesperada, descendo fundo em cada movimento, subindo devagar com a língua lambendo a veia grossa por baixo, sugando com força. Uma mão apertando a base do pau, torcendo devagar, a outra enfiada entre as próprias pernas, esfregando a buceta encharcada com barulhos molhados e obscenos, os dedos chapinhando no mel grosso que escorria pelas coxas dela.
Me inclinei por cima dela, o suor escorrendo do meu peito e pingando nos peitos dela. Encontrei o zíper do vestido vermelho e puxei pra baixo com força. O corpete afrouxou e eu empurrei pra baixo, libertando os peitos lindos e pesados.
Eram do tamanho dos da Soph, menores que os da Olive, mas perfeitos pra caralho. A pele lisa, um tom mais moreno que minha mão enquanto eu segurava eles com força bruta, apertando até os dedos afundarem na carne macia. Meus dedos encontraram os biquinhos escuros e duros como pedrinhas. Rolei um, depois o outro entre o polegar e o indicador, beliscando forte. Ela gemeu alto em volta da minha rola, o som abafado e vibrando direto na cabeça do pau.
“Olha esses peitos gostosos, sua puta safada do caralho,” grunhi, apertando mais forte. “Tá chupando minha rola enquanto eu aperto esses biquinhos duros, hein vadia? Que tesão da porra!”
A Kelly chupava bem pra caralho, boca quente e molhada deslizando pra cima e pra baixo, língua girando na cabeça, garganta apertando toda vez que eu batia no fundo. Eu poderia ficar ali deixando ela me mamar até gozar na boca dela. Não ia demorar muito. Sentia o pau inchando mais, o formigamento subindo pelas bolas, o prazer queimando como fogo.
Segurei o rosto dela com as duas mãos, polegar e indicador apertando as bochechas enquanto puxava. A Kelly acompanhou e minha rola saiu da boca com um “plop” molhado e obsceno, um fio grosso de baba misturado com pré-gozo ligando a cabeça latejante aos lábios vermelhos dela por um segundo antes de cair no queixo e pingar nos peitos.
“Você fica linda pra caralho com uma rola na boca, sua vadia gulosa,” falei sorrindo, a voz grave. “Olha essa cara de puta babando toda, piranha imunda.”
“Devia me ver com uma na buceta,” disse, safada. “Na verdade, acho que você devia ver isso agora mesmo, porra.”
A Kelly se apoiou nos calcanhares e levantou. Os peitos balançavam livres, o corpete do vestido aberto. Enfiou a mão por baixo da saia, rebolou e a calcinha de renda preta caiu no chão.
Pegou minha mão e puxou, me levando pra sala que eu tinha atravessado antes. Parou ao lado do sofá.
“Fica pelado,” mandou. “E senta.”
Levantei a sobrancelha com o tom de comando, mas obedeci. Gostava de mulher que sabia o que queria. Era uma mudança gostosa depois de dominar a Olive o tempo todo.
Puxei a calça pra baixo, deixando cair nos tornozelos. A rola melada de saliva dela balançou. Tirei a camisa rápido e joguei no chão, completamente pelado. Sentei no sofá.
A Kelly subiu no sofá, ajoelhando em cima de mim, pernas abertas em volta das minhas coxas. Segurou minha rola e posicionou na entrada da buceta.
Senti o calor dela na cabeça do pau, a umidade quando os lábios carnudos se abriram. Ela gemeu feliz e começou a descer, me engolindo.
Gemi junto quando afundei nela, a buceta apertando forte, molhada e pronta pra ser arrombada. Ela arfou quando a bunda encostou nas minhas coxas, minha rola toda enterrada. Segurei o cabelo grosso dela, fechei o punho e inclinei a cabeça dela pra trás, beijando de novo.
A Kelly começou a cavalgar devagar no começo, subindo e descendo, saboreando a sensação da rola grossa abrindo ela. Os biquinhos duros roçavam no meu peito, me provocando.
Não aguentou o ritmo lento. Acelerou. Segurei os quadris dela e meti pra cima, encontrando as descidas dela, socando fundo. A cada estocada ela gemia rouco, olhos fechados, cabeça jogada pra trás. Sentia o mel dela escorrendo pelas minhas bolas, molhando o sofá. Uma parte da minha cabeça registrou que ela ia ter que limpar aquilo, mas o tesão não deixava eu me importar.
Sentia ela chegando perto. O coração dela batendo na garganta quando segurei o pescoço. A respiração engasgando enquanto corria atrás do gozo. A buceta apertava minha rola como se quisesse ordenhar, o corpo dela implorando pela minha porra.
Podia gozar junto com ela ou segurar, deixar ela gozar primeiro e continuar. Foi meu último pensamento antes dos faróis varrerem as janelas da sala e um carro estacionar na garagem, desligando o motor.
“Porra,” falei, adrenalina explodindo. “Kelly! Kelly!”
Ela não me ouvia, perdida no prazer, a buceta pulsando em volta da minha rola.
“Caralho, Kelly,” sibilei. “Tem alguém chegando!”
Ela parou de repente, sentada no meu colo, minha rola enterrada até o talo. Olhou por cima do ombro pra porta da frente. A gente ficou congelado como dois veados no meio da estrada, vendo um caminhão vindo em cima.
O barulho metálico da chave raspando na fechadura parecia um alarme de bomba. O “porra” abafado do lado de fora enquanto ele tentava abrir a porta fez meu estômago revirar.
“Porra,” a Kelly sibilou. “Que que ele tá fazendo em casa tão cedo!”
Ela saiu de cima de mim, minha rola molhada batendo na barriga, lambuzando tudo com o mel dela.
“Porra,” disse. “Sai daqui. Pra cozinha!”
“Minha roupa,” sussurrei, mas ela me puxou de pé e empurrou.
“Não dá tempo,” respondeu. E tava certa. A chave encontrou a fechadura e a porta abriu. Corri pra cozinha pelado como nasci e, quando olhei pra trás, vi ela chutando minha calça e camisa pra baixo do sofá enquanto tentava enfiar os peitos de volta no vestido. Não deu tempo de arrumar o batom borrado nem o cabelo bagunçado.
Deixei a porta da cozinha fechar atrás de mim e olhei ao redor. Não tinha onde se esconder. Tinha uma porta dos fundos, mas de que adiantava? Tava pelado. Meus sapatos tavam na entrada… porra! Meus sapatos tavam na entrada! Nem dava pra correr pelado pro Jeep. As chaves tavam na calça.
Cheguei mais perto da porta pra ouvir o que tava rolando na sala.
“Ei amor,” ouvi a Kelly dizer. “Chegou cedo.”
A resposta saiu embolada. Dava pra perceber, mesmo através da porta fina, que o noivo dela tava bêbado pra cacete. Ouvi ele tropeçar e bater em alguma coisa.
“Me limparam cedo,” murmurou. “Bebi um pouco e fiquei puto comigo mesmo e vim pra casa.”
“Você dirigiu bêbado?” a Kelly perguntou, escandalizada. Mesmo com a sacanagem que a gente tava fazendo, dirigir bêbado era burrice que colocava todo mundo em risco.
“Porra. É. Desculpa.”
Ouvi ele tropeçar de novo e o barulho de um corpo pesado caindo no sofá.
“Mas agora a gente pode ficar junto,” ele disse. “Vem cá me dar um beijo.”
“Você tá bêbado,” ela disse, séria. “Vamos subir antes que você vomite no chão.”
“Não,” ele respondeu, teimoso. “Não vou vomitar… tô de boa.”
Ele começou a reclamar que tinha perdido 300 reais e tava puto. A Kelly tentava levar ele pra cima, mas ele recusava. Eu só queria que ele calasse a boca e subisse. Tava frio na cozinha e eu só queria pegar minha roupa e correr.
Mesmo que tenham sido só vinte minutos, pareceu horas eu ficar ali, envergonhado e preocupado. Não era tanto por mim, eu não tinha medo do noivo dela. Só não queria que ela tivesse problema por minha causa. Por fim a voz dele foi morrendo e eu ouvi os roncos bêbados começando. Mais uns cinco minutos e a Kelly entrou na cozinha.
Ela me olhou com uma mistura de vergonha e frustração.
“Desculpa,” sussurrou, quase sem som. “Não fazia ideia. Ele tá dormindo agora. Acho que consigo te tirar daqui.”
“Minha roupa,” sibilei, vendo as mãos vazias dela.
“Porra,” disse. “Tá lá fora. Vem.”
Ela empurrou a porta de volta pra sala e eu fui atrás, andando na ponta dos pés. É estranho o que a gente pensa numa hora dessas. Reparei que ainda tava de meia. Devo estar ridículo pra caralho, pensei. Pelado, pau pra fora, meia nos pés, andando na ponta dos pés na casa dos outros.
O noivo tava desmaiado no sofá, respirando pesado com um ronco leve de bêbado. Olhei pra ele pela primeira vez. Cabelo loiro escuro, barba feita, queixo bom. Era um cara bonito. Sabia que não dava pra julgar, mas apostava que era um cara decente. Alguém destinado a ser um bom marido e um pai legal um dia. Senti uma pontada de culpa por estar fodendo a mulher dele. O que me fez sentir ainda pior pela Soph e pela Olivia. Esse cara podia ser bom, mas tava ficando claro que eu provavelmente não era.
Passei atrás do sofá e a Kelly pegou minha calça e camisa de baixo dele rapidinho, me entregando. Vesti a camisa aberta e enfiei a calça. A Kelly parou na minha frente, triste e frustrada.
Fiz com a boca “tchau, te mando mensagem” e mimei digitando no celular. Ela assentiu. Eu ia virar pra pegar meus sapatos na entrada… porra! Eles tavam bem ali. Ainda bem que o cara tava bêbado demais pra notar um par de sapatos de outro homem na porta!
De repente a Kelly agarrou minha camisa aberta com os punhos fechados e me puxou pra ela, inclinando a cabeça pra cima. Por instinto, beijei ela. Foi um beijo apaixonado, línguas se encontrando e dançando. Uma parte da minha cabeça gritava pra parar. Pra correr. Pra sair enquanto dava.
Mas…
Nem a Kelly nem eu tínhamos gozado antes. Interrompidos de novo, como sempre. A gente tinha passado a semana inteira pensando e falando sobre essa noite. Tinha acumulado. A gente queria isso. Precisava disso.
Incrivelmente, parado ali a menos de um metro do noivo dormindo, beijando a Kelly, sabendo que a qualquer segundo ele podia acordar e foder tudo, meu pau endureceu de novo, saindo pela braguilha aberta da calça.
Minhas mãos subiram por baixo do vestido dela, dos quadris pros peitos, segurei o rosto e continuei beijando. Os dedos dela entraram na minha camisa, desceram pela barriga e agarraram minha rola agora dura pra caralho. Ela gemeu na minha boca.
Foda-se, pensei. Ou melhor, não pensei, foi puro instinto. Precisava estar dentro dela. Precisava foder ela. Interrompi o beijo, segurei os ombros dela e virei de costas pra mim. Pressionei a frente dos quadris e a barriga dela contra o encosto do sofá onde o noivo dormia.
A Kelly soltou um gritinho baixo, mas ficou quieta. Não tentou me parar, na verdade, abriu as pernas, plantou os pés e apoiou as mãos no encosto do sofá. Baixei a calça até os tornozelos, liberando a rola dura e segurei na base.
Levantei a barra do vestido vermelho e empurrei pra cima, revelando a bunda redonda e lisa. Agarrei as duas bandas com força, dedos afundando na carne macia, abrindo e expondo o cuzinho piscando e, logo abaixo, a bucetinha lisinha, inchada e brilhando de tesão.
Avancei os quadris e guiei a cabeça grossa entre os lábios carnudos. Sentia o calor dela na ponta roxa, saindo do prepúcio. A Kelly choramingou quando sentiu a rola roçando na entrada. Depois gemeu alto quando eu flexionei os quadris, pressionei contra a abertura e estiquei as pernas, metendo pra cima e entrando nela.
Minha mão subiu pro pescoço, segurei o queixo e puxei o rosto dela pra trás pra continuar beijando enquanto começava a foder ela contra o sofá. Puxei devagar, depois meti com força, fazendo a bunda dela tremer com o impacto. De novo. E de novo.
Cada estocada fazia ela arfar, gemer baixinho. Tampei a boca dela com a palma da mão, abafando os sons. Olhei pro noivo e vi que ele continuava dormindo pesado. A bebida mantinha ele apagado enquanto eu comia a mulher dele a poucos centímetros de distância.
Não fala bem de mim como pessoa, mas senti uma onda de poder e tesão animal naquele momento. Como um macho dominando. Como um homem tomando o que queria de quem não conseguia segurar.
A Kelly parecia perdida no tesão. Se registrou que o noivo tava no sofá, não demonstrou. Empurrava a bunda contra mim em cada estocada. Sentia a buceta apertando minha rola. A respiração dela pesada contra minha palma. Dava pra sentir ela chegando rápido no orgasmo.
Minha outra mão desceu na frente e esfregou o clitóris. Ela gemeu e tremeu. De repente rebolou forte contra mim, pernas tremendo enquanto gozava. Apertei a mão na boca dela, mal conseguindo abafar os gemidos.
A buceta pulsava em volta da minha rola, os músculos tentando me ordenhar, o corpo implorando pela minha porra. Meti fundo enquanto ela gozava, segurando ela no lugar enquanto o corpo tremia. Assim que ela começou a descer do orgasmo, voltei a socar sem dó, ignorando o perigo e o cara dormindo no sofá.
Em poucos segundos eu tava no limite. Meti fundo mais uma vez, costas arqueadas, e gozei com um gemido rouco, jatos grossos e quentes enchendo a buceta dela, gemendo baixo. Estremeci e dei mais algumas estocadas curtas, prolongando o prazer, esvaziando até a última gota enquanto voltava à realidade, a rola ainda pulsando dentro dela.
Ficamos ali, ofegantes, suados, corpos grudados, o cheiro forte de foda e porra enchendo a sala inteira.
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Ficamos ali por uns instantes, eu ainda enterrado fundo dentro dela, recuperando o fôlego. Os dois voltando devagar pra realidade. Meu pau latejava no calor melado e apertado da buceta dela, a porra quente que eu tinha gozado há poucos segundos ainda escorrendo aos poucos ao redor da base grossa. O cheiro forte de foda e gozada saturava o ar da sala inteira.
O Júnior gemeu no sofá e se mexeu. A gente congelou no mesmo segundo. A Kelly apertou minha coxa com a unha, o corpo inteiro tenso. Prendemos a respiração. Meu coração batia tão forte que parecia que ia explodir. Mas o cara só escorregou devagar da posição sentada pro lado, rolando até ficar de lado no sofá, afundando ainda mais no sono pesado de bêbado. Os roncos voltaram, baixinhos e ritmados. A gente soltou o ar ao mesmo tempo.
Finalmente tirei a rola de dentro da Kelly. Ela soltou um gemidinho rouco quando a cabeça grossa saiu, e na hora um fio grosso de porra branca escorreu pela coxa dela, brilhando na luz fraca da sala. Virei ela de frente pra mim. O rosto dela estava destruído de tesão: maquiagem borrada em listras pretas, lábios vermelhos inchados, cabelo bagunçado. Beijei ela de novo. Dessa vez mais devagar, com uma ternura que não combinava em nada com a loucura que a gente tinha acabado de fazer ao lado do noivo dormindo. Ela retribuiu, a língua se enroscando na minha com carinho, quase gratidão. Quando se separou, ela sorriu de um jeito cansado e safado.
Eu puxei a calça jeans pra cima, fechei o botão e o zíper com pressa, peguei os sapatos no chão e saí da casa na ponta dos pés, como um ladrão. O cheiro dela ainda estava impregnado na minha pele, na minha barba, no meu pau melado que agora amolecia dentro da cueca suja de porra e mel.
Cheguei no Jeep dois quarteirões depois, o coração ainda acelerado, as mãos suadas no volante. Mal tinha sentado no banco quando o celular vibrou no bolso.
Era mensagem da Kelly.
"Obrigada. Isso foi loucura. E incrível pra caralho."
Sorri no escuro do carro. Era uma boa descrição mesmo. Digitei rápido, o polegar ainda tremendo um pouco:
"Não. Obrigado a VOCÊ. Da próxima vez a gente evita o drama do noivo bêbado?"
A resposta veio quase na hora.
"Pode apostar que vai ter próxima vez."
Aí ela mandou um vídeo.
Abri. A Kelly estava deitada na cama do quarto, sozinha, a luz do abajur deixando tudo meio dourado e quente. Completamente pelada. Pernas bem abertas pra câmera, joelhos dobrados. A buceta rosada e inchada aparecia bem no centro da tela, os lábios ainda abertos e brilhando. E a minha porra... porra, tinha bastante. Fios grossos e brancos escorrendo devagar pra fora dela, pingando no lençol entre as coxas. Ela passou dois dedos pela fenda devagar, pegou um pouco da mistura cremosa de gozada e mel dela, e esfregou com preguiça, espalhando tudo pelos lábios inchados. Depois enfiou os dois dedos fundo, empurrando minha porra de volta pra dentro da buceta com um barulhinho molhado que dava pra ouvir mesmo no vídeo baixo. Ela gemeu baixinho, os dedos entraram e saíram devagar, brilhando toda vez que ela puxava. Empurrou mais fundo, revirou um pouco, e mais porra branca escorreu ao redor dos dedos. Ela lambeu um deles devagar, olhando direto pra câmera, e o vídeo acabou.
Fiquei duro na hora. O pau inchou dentro da calça apertada, latejando contra o zíper. Meu saco ainda estava pesado, como se eu não tivesse gozado há cinco minutos.
"Porra, Kelly..." digitei, o polegar quase escorregando na tela. "Tô com o pau latejando aqui no carro. Dá pra ver minha porra escorrendo da sua buceta gostosa. Aproveita bastante aí. Me manda mais se quiser. Tô louco pra ver você se acabando com os dedos cheios da minha gozada."
Guardei o celular, liguei o Jeep e dei ré. Enquanto dirigia de volta pra casa do Eduardo, a imagem da buceta dela vazando minha porra não saía da cabeça. O cheiro dela ainda nas minhas mãos. O gosto da boca dela na língua. E a culpa de sempre, misturada com um tesão do caralho que não diminuía porra nenhuma.
Eu tinha acabado de foder a noiva de um cara que parecia decente. Gozei dentro dela enquanto ele dormia a menos de um metro. E já estava contando os dias pra próxima vez.
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Era tarde quando cheguei em casa. As luzes da casa estavam todas apagadas. Imaginei que todo mundo já tinha dormido. Não tinha recebido mensagem nenhuma da Olive, embora ela costumasse me mandar algo toda noite antes de apagar. Será que ela estava chateada por eu ter saído "num encontro"? Provavelmente. Eu daria um jeito nisso amanhã.
Desci pro meu quarto no porão, mas ainda estava elétrico demais pra conseguir dormir. O corpo cansado, a cabeça a mil. Peguei o celular e lembrei das fotos que tinha tirado do contrato pré-nupcial mais cedo. A curiosidade ganhou de mim e eu comecei a ler.
Era um documento complicado, cheio de juridiquês, mas depois de um tempo achei que tinha entendido o essencial. Protegia o dinheiro do Eduardo no caso de divórcio. Justo, pensei. Mas fuçando mais a fundo, achei umas coisas que me fizeram parar. E quanto mais eu lia, mais eu me perguntava se aquela cláusula era realmente pra proteger... ou se era pra outra coisa.
Soph e Eduardo estavam casados há uns anos, e de acordo com o pré-nupcial eles já tinham passado do ponto em que, se separassem, ela pegaria metade de tudo que tinham. Era um jeito bom de cuidar da Soph, mas seria um golpe e tanto pro Eduardo.
Tinha uma cláusula, porém. Dizia que se a Soph fosse infiel em qualquer momento do casamento, ela não pegaria porra nenhuma. Não parecia ter nada parecido pro lado dele, o que não parecia justo.
E aquilo tornava o que a gente estava fazendo absurdamente arriscado pra ela. Eu não estava só colocando o casamento dela em risco. Era a vida inteira dela. Me recostei na cadeira e pensei nisso. Olhei ao redor do quarto onde eu estava sentado. Na casa do meu irmão. Tirando vantagem dele do pior jeito possível. Eu me sentia um irmão de merda. Uma pessoa de merda.
Alguma coisa chamou minha atenção. Tinha uma prateleirinha em cima da minha mesa onde eu tinha colocado uns manuais dos programas que usava. Manuais de papel eram bem redundantes nessa era digital, mas de vez em quando era bom consultar alguma coisa neles e fazer anotações nas margens. Mas tinha um brilho pequeno entre duas pastas que parecia fora de lugar.
Levantei e fui até lá, e percebi que tinha uma câmera bem pequena escondida ali, apontada direto pra minha cama. Eu sabia que ela não estava ali mais cedo naquele dia, porque eu tinha usado um dos manuais antes de terminar o trabalho.
Mudei de direção de repente e sentei na cadeira da mesa, de repente não querendo que quem estivesse do outro lado daquela câmera soubesse que eu tinha descoberto. Quem estava me espionando? Por quê?
Será que o Eduardo estava desconfiado? Será que ele estava tentando provar alguma coisa? Usar contra mim e contra a esposa dele? Ou... porra, será que ele tava me vigiando por outro motivo? A ideia era tão absurda que eu nem quis terminar o pensamento. Por que não confrontar a gente, se sabia?
Minha cabeça girava de perguntas. Onde mais tinha câmeras? Será que ele já tinha visto alguma coisa? E se ele tivesse visto... por que não tinha feito nada? Respirei fundo e decidi que ia investigar isso no dia seguinte. Precisava entrar no computador dele. Precisava entender de verdade o que caralho estava acontecendo.
Fui me deitar na cama, incomodado pra caralho sabendo que tinha alguém que podia estar me assistindo dormindo. A sensação de estar sendo observado era horrível. Mas tinha outra sensação junto, mais suja, que eu não queria admitir nem pra mim mesmo. Eu não fazia ideia do que ia fazer, mas sabia que tinha que fazer alguma coisa. E parte de mim já tinha medo do que ia encontrar.