"Um homem que foi o favorito incontestável de sua mãe guarda para sempre a sensação de um conquistador." Sigmund Freud.
Minha psicóloga me mandou escrever os eventos que me levaram a levar meu filho pro meu quarto, pra minha vida e, no final, pro meu coração. Não o coração de mãe. O coração de amante. A frase do Freud cai como uma luva pra mim e pro meu filho. Ela citou isso numa sessão depois que eu admiti que tinha transado com ele. Eu tinha ido até ela pra lidar com as emoções. Não pra me impedir, mas pra me ajudar a fazer dar certo.
Ela me deu outra citação também:
"Parece não só desagradável, mas também paradoxal, mas mesmo assim é preciso dizer que quem quiser ser realmente livre e feliz no amor precisa ter superado o respeito pelas mulheres e ter feito as pazes com a ideia de incesto com a mãe e a irmã." Sigmund Freud.
O Freud fala demais do homem e pouco da mulher. Ou melhor, do filho, e não da mãe. Quando o incesto é descoberto e exposto, é a mulher que sofre mais. Ela é mais criticada. Mais rejeitada. Eu sinto tudo isso em mim mesma, sozinha. Ainda bem que eu e meu filho encontramos um jeito de conviver. De viver no nosso pecado. De encontrar consolo na nossa paz e felicidade juntas. E ninguém nunca vai saber.
Mesmo assim, não consigo escapar da vergonha. Que é minha companheira constante agora, mas eu fiz as pazes com elas. Só de ver o jeito que meu filho olha pra mim apaga todas as dúvidas.
E eu nunca fui mais feliz nem mais apaixonada. Na verdade eu tenho três amores, mas essa parte da história vem depois. Só saiba que eu estou muito, muito feliz.
Começou de um jeito inocente, eu acho. Primeiro um encontro forçado. Depois outro. Aí eu respondi ao desafio. Não tenho orgulho do que fiz. Mas tenho orgulho dos resultados. Um pouco hipócrita, mas eu não ligo mais. Meu filho aceitou todas as minhas manipulações e carinhos. É estranho. Eu me apaixonei várias vezes na vida, e sempre amei meu filho desde o momento em que engravidei até o momento em que o peguei no colo pela primeira vez e levei ele ao meu peito pra amamentar. Nutrir. Cuidar. Como só uma mãe sabe fazer. Saber que eu estava dando os nutrientes que sustentavam a vida dele me ligou a ele de um jeito que só as mulheres entendem de verdade. A linha entre mãe e filho às vezes fica borrada. Aquele vínculo especial que nasce na concepção e continua até o dia da morte.
E agora eu o amo além do que meu coração e minha alma aguentam. É tão cru, tão real, e inunda minha mente de desejos que meu corpo mal consegue conter. Pode ser avassalador. É psicológico e físico.
Meu filho sente o mesmo. Quando você cruza essa linha, a linha do incesto, você abre algo quase surreal. Você se pergunta: não pode ser tão real assim, pode? Tudo o que eu posso dizer pra explicar é que meu amor por ele não tem limites. Não tem nada que eu não faria por ele. Nada. É tão simples quanto isso. Todos os meus amores anteriores parecem insignificantes perto disso. Eu vivo num estado constante de excitação, uma mulher de quarenta anos. Constante. E eu adoro isso. Me transformou e deu sentido à minha vida.
Chega. Me mandaram escrever isso em ordem cronológica. Pra explicar meus sentimentos ao longo do caminho. Minha psicóloga está fascinada com essa história, e eu já passei horas com ela. Ela fica sentada na beirada da cadeira, os olhos grudados em mim, escrevendo feito louca, sorrindo de vez em quando.
Eu consigo ver o quanto essa história excita ela. Consigo sentir o cheiro dela no consultório. E ela sente o meu. É carnal, e eu gosto de ver as expressões dela mudando. Ela vicia na minha história. E eu não posso julgar. Eu também sou viciada.
Ok. Respira fundo. Lá vamos nós...
Meu nome é Jéssica. Obviamente não é meu nome de verdade, mas vamos ficar com esse. Eu moro numa cidade pequena no interior de São Paulo. A principal atividade é a agricultura e a pecuária, e as pessoas são simples. A vida é tranquila. Os verões são quentes, abafados e úmidos. Os invernos são bem frios, com geada e vento forte.
Eu trabalho em um dos dois bancos da cidade como gerente de crédito imobiliário. Meu filho, Daniel, trabalha meio período como caixa. Eu estou no banco há vinte anos. Meu filho começou há dois anos, quando completou dezoito; trabalhando mais nos fins de semana durante o ano letivo até terminar a faculdade de administração.
Meu marido nos deixou duas semanas antes do primeiro aniversário do nosso filho. Ele foi tentar a vida em São Paulo, e nunca mais tive notícias dele. Eu me divorciei por correspondência e o salário dele era descontado um pouco pra pensão até o Daniel completar dezoito. Ele não é um caloteiro. Só se sentiu preso numa vida que não queria. Queria escapar da cidade pequena e no final simplesmente foi embora. Eu costumava odiar ele por ter nos abandonado. Agora não sinto mais nada. Os pais dele ainda moram aqui, e costumavam vir ver o neto, mas hoje em dia quase não os vejo mais.
Problema deles. Pra falar a verdade, não são pessoas muito legais. Tristemente, perderam o interesse quando ele parou de ser o netinho que eles podiam mimar. O que importa é que o Daniel cresceu e virou um homem maravilhoso.
Depois que meu marido foi embora, eu lutei pra aceitar. Culpei ele. Depois me culpei. Depois culpei meu filho. Os sogros. A cidade. O banco. Aí percebi que a culpa não era de ninguém além do meu ex-marido inseguro e perdido na vida.
O último homem com quem eu transei foi meu marido. Ele me fodeu na noite antes de me deixar. Um último hurra, eu acho. Ele saiu pra trabalhar de manhã, me deu um beijo na bochecha, e nunca mais o vi. Desde então, nunca mais tive interesse em sexo. Se eu for honesta comigo mesma (e minha psicóloga me diz que eu preciso ser mais honesta), depois que o Daniel nasceu, minha libido simplesmente desapareceu. Às vezes eu me pergunto se isso teve algo a ver com o marido ter ido embora. Provavelmente. Quase com certeza. Eu nunca senti falta. Você não sente falta de algo que não te interessa. Eu simplesmente perdi o interesse.
Os homens da cidade me paqueram o tempo todo. Homens que eu conheço e que são casados. Quase todos os homens da cidade são casados. Homem solteiro da minha idade não existe numa cidade pequena assim. Não são tolerados. São suspeitos. Até evitados. Um homem solteiro depois dos vinte e cinco é visto como possível pervertido. Homossexual. Piora conforme envelhecem. Eu desconfio que tem um monte de traição rolando nessa cidade. Mas não comigo. Eu simplesmente não me interesso.
Os jovens da cidade aprenderam a arte de esconder os relacionamentos. Eu sei. Eu vivi isso uma vez. Eu era bem selvagem quando mais nova. Sou o estereótipo de mulher do interior. Cabelo loiro palha (agora tinturado pra esconder os fios grisalhos), olhos azul-celeste, lábios carnudos e bonitos, e um corpo magro que eu cuido com corrida e yoga.
Heh. De repente lembrei da primeira vez que meu filho me chamou de "gostosa". Eu fiquei tão surpresa que dei uma risadinha pelo nariz e olhei pra ele chocada, repreendendo: filhos não falam isso pras mães. Ele ficou tão chateado depois que eu falei aquilo que eu pedi desculpas na hora, agradeci pela mentira linda e dei um beijo casto na boca dele. Um beijo de mãe. Perfeitamente normal.
Meu filho confessou depois que tinha saído do quarto, subido e batido uma pensando em mim. E não era a primeira vez. Eu não fazia ideia de que meu filho se masturbava pensando em mim há tanto tempo. Agora eu adoro saber. Que eu fazia isso com ele. Que eu era o desejo mais secreto dele. Puta que pariu, eu adoro meu filho. Ele é perfeito. E eu que fiz ele. Isso me deixa orgulhosa.
Como eu disse, meu filho trabalhava no banco desde os dezoito. Eu arrumei o emprego pra ele, o gerente fazendo um favor. Tenho certeza de que o gerente esperava algum tipo de recompensa, mas não de mim. Eu agradeci muito. E os olhos dele percorreram meu corpo. Como sempre. Coisa de mulher: ou você aceita que os homens vão te olhar se você tem beleza, ou fica puta mesmo sabendo que não tem o que fazer. Então eu aceitava. Desde que comecei a mostrar sinais de mulher, os homens olhavam. Mulheres atraem homens. E enquanto só olharem, não tem mal. Mulheres que perdem a cabeça com isso precisam de ajuda. Emoção desperdiçada, na minha opinião. Imagina mandar uma mariposa ignorar a luz? Não dá. É a mesma coisa com os homens.
Acabei de perceber que tô gostando pra caralho de escrever tudo isso. É terapêutico. Depois eu vou mostrar pro Daniel, porque a gente descobriu um amor mútuo por contos eróticos. A gente acha contos maravilhosos de mãe e filho e reencena algumas das cenas de sexo. É tão divertido. Tão divertido. Porno não. Eu convenci o Daniel a parar de ver pornô e acho que ele parou. Eu dou todo o alívio que ele vai precisar. Eu tô à disposição dele o tempo todo. As vezes que ele simplesmente me pegou em casa... tantas memórias maravilhosas. Eu adoro sentir as mãos fortes dele agarrando minha cintura e me puxando pra trás, me tomando. Me empurrando sobre o balcão, ou a mesa, ou a cama, ou o encosto do sofá. Ele adora olhar pra minha bunda enquanto me fode. Me enche. Me completa. E eu aceito. E dou as boas-vindas.
Eu faria qualquer coisa pelo meu filho. Ele é meu amante e minha alma gêmea. E ele faria qualquer coisa por mim. Eu sou amada, recebida, cuidada e protegida. Tem coisa melhor que isso?
Quando eu era mais jovem, eu tive um pensamento uma vez. E se o universo inteiro fosse algo que minha mente criou? E se tudo existe só pra mim e por minha causa? Que existência solitária seria aquela. Que todo mundo e tudo é simplesmente fabricado pela sua própria mente e imaginação. Eu quase acreditei nisso até eu e meu filho nos fundirmos em um. Não tenho dúvida de que eu e meu filho compartilhamos a mesma mente. Ele existe e vive na cabeça dele, mas comigo. A gente vira um. Eu consigo ver nos olhos dele quando ele me faz amor. É como se só existíssemos eu e ele no universo. O resto é só nossa imaginação. Mas somos dois, e eu não tô sozinha.
Acho que tô enrolando pra contar a história. Desculpa. Eu perco o fio da meada esses dias. Minha vida virou um prazer só. Eu acordo todo dia colada no meu filho. Na maioria das manhãs eu pego o pau maravilhoso dele na boca e dou prazer pra ele. Aí ele me dá prazer. Aí a gente toma banho junto. Toma café da manhã junto. Vai trabalhar junto. Almoça junto. Volta pra casa junto. Assiste filme junto. Vai pra cama junto e dá prazer um pro outro até o sono levar. Todo dia. Eu sou tão sortuda. Já faz um ano e a gente nunca cansa. A existência dele completa a minha.
Eu já vou adiantando que tem mais duas pessoas importantes na nossa vida. E dentro da nossa casa, a gente convive tudo junto, e o resto da cidade nem pisca. É perfeito.
Ainda tô enrolando. Desculpa. Ok. Ufa. Tô tremendo um pouco agora. Isso começa de um jeito tão constrangedor.
* * *
Meu filho me surpreendeu trazendo a namorada de longa data pra jantar em casa. Ele tinha completado vinte anos na semana anterior e eu sabia que ele tinha perdido a virgindade com essa mesma garota da escola. Surpreendentemente, eles continuaram juntos depois. As pessoas me falavam que eram sempre vistos pela cidade de mãos dadas, e todo mundo achava que eles estavam destinados a casar e formar família. Mentalidade de cidade pequena.
Nossa cidade é pequena, e a gente conhece todo mundo. Mais ou menos, mas a maioria dos alunos da escola eu não conhecia, a não ser os que usavam o banco, mas mesmo assim eu ficava no escritório dos fundos e não atendia adolescentes do último ano. Eles não fazem financiamento imobiliário. Depois de dois anos dele se recusando a me apresentar, eu insisti que ela viesse jantar pra eu finalmente conhecer, e depois de muito chato da minha parte, ele concordou de má vontade. O que me surpreendeu foi ele finalmente ter concordado em me apresentar. Eu estava preocupada que ela já não gostasse de mim, o que explicaria a recusa do Daniel nesses dois anos. O que era estranho, eu achei, até eu conhecer ela pela primeira vez.
Ela parecia comigo na idade dela. Não só um pouco. Ela parecia comigo. Mesma forma de rosto, mesmos quadris, mesmo busto, mesmo comprimento de pernas, mesmo cabelo e olhos. Eu podia mostrar uma foto minha dos vinte anos. Ela era meu gêmeo.
Eu fiquei na porta encarando uma imagem espelhada de mim mesma e meu primeiro pensamento foi: Ele tá fodendo uma garota que parece comigo. Ele escolheu ela, conquistou ela e fodeu ela porque ela parece exatamente comigo.
Pela primeira vez desde que eu dei à luz meu filho, eu senti uma onda forte de fome sexual. Me acertou como um raio. Minhas pernas ameaçaram falhar. Eu apoiei a mão na parede e tentei respirar enquanto meu corpo me traía. O desejo me lavou inteiro, e eu passei de fria pra quente num segundo. As roupas estavam apertadas demais. O sutiã esmagava meu peito e parecia dois números menor, os bicos dos seios endurecendo de repente contra o tecido. Minhas coxas se apertaram pra tentar segurar o calor e o formigamento na buceta. Eu sentia o mel começando a escorrer, molhando a calcinha. Meu ventre baixo doía de um jeito novo, uma fome antiga que eu tinha esquecido completamente. Os quadris queriam se mexer sozinhos. Eu me senti traída pelo próprio corpo.
Eu tive tanta vergonha de mim mesma. Eu sabia exatamente o que estava acontecendo. Eu já tinha tido esses pensamentos antes. Flashes aleatórios de pensamentos de ser íntima com meu filho. Eles vinham e iam, e eu dispensava como pensamentos bobos, convencida de que era perfeitamente normal. E minha psicóloga concordou. Era perfeitamente normal, ela tinha dito. Filhos imaginam ser sexuais com os pais e pais imaginam ser sexuais com os filhos. Mas nunca é colocado em prática. Nunca é perseguido. Só devaneios que vêm e vão.
O Daniel, claro, correu pro meu lado, preocupação estampada no rosto. Ele segurou meu braço acima do cotovelo pra me firmar, e os dedos dele roçaram meu seio esquerdo. Ele não teve como evitar. Meus seios se espalhavam um pouco além do lado do corpo. Uma maldição e uma bênção. Os dedos dele em volta do meu braço apertaram a carne do seio, e isso só piorou as coisas.
"Mãe!? Tá bem? Tá toda vermelha! Preciso chamar o médico?"
Era cidade pequena. A gente não chamava 190 toda hora. Chamava o médico. Só tinha uns poucos médicos na cidade. Ambulância demorava horrores. Não, chamava o médico e ele vinha em casa.
Eu sabia o que estava errado e a última coisa que eu precisava era o médico da cidade ver o quanto minha calcinha estava encharcada. Eu tava lutando pra me recompor. Minha identidade sexual tinha acabado de acordar. Forte. E eu tinha tanta vergonha do motivo.
Eu precisava dar um motivo pra ele relaxar. Eu conseguia ver a namorada dele olhando pra mim de um jeito estranho e, no momento, eu tinha certeza de que ela entendia o que estava rolando comigo. Minhas bochechas queimavam. Ela sabe! Ela sabe que eu tô com desejos sexuais pelo meu filho..
Meu Deus, pensei, eu preciso sair daqui um minuto. Preciso me acalmar.
O Daniel estava encarando meus olhos com intensidade, procurando alguma coisa. Eu conseguia ver a preocupação dele, e eu assenti e me endireitei. O incidente todo tinha durado poucos segundos. Eu ajeitei a saia e sorri pra ele.
"Acho que foi calorão", eu disse, e forcei uma risadinha, embora eu estivesse longe da menopausa. "Vai passar. Daniel, por favor, me apresenta."
O Daniel me olhou por mais um momento, depois os olhos dele foram pra mão dele em volta do meu braço. Ele sentiu os dedos apertando o seio, e soltou como se tivesse se queimado. Ele limpou a mão na calça jeans e se virou pra namorada. Aquela ação me deixou triste, por algum motivo.
"Mãe, essa é a Larissa. Larissa, essa é minha mãe."
A Larissa sorriu, e o rosto dela se iluminou. Ela era linda, e eu fiquei imediatamente orgulhosa do meu filho ter conseguido uma garota como ela. Ah é, ela parece comigo e de repente eu virei uma narcisista do caralho. "Oi, dona Jéssica, prazer em conhecer?"
Ela falava de um jeito estranho. "É Jéssica, Larissa. Eu e o Daniel Não sou tão velha assim. E entra! Sai da porta. Vem pra dentro. Eu tenho um antepasto pra gente enquanto a gente se conhece melhor. Deixa o sapato, não tem problema. Eu só preciso de um minuto. Desculpa. Daniel, por que você não leva a Larissa pra cozinha? O antepasto tá na geladeira. Eu já volto, tá?"
O Daniel assentiu e levou a Larissa mais pro fundo da nossa casa pequena. Ela fez comentários sobre como a casa era legal.
Eu subi correndo o pequeno lance de escada que dava pros quartos e entrei no único banheiro. Eu estava desesperada. Fui até o vaso, virei a bunda pra ele, puxei a calcinha pra baixo, notando o quanto ela estava úmida e grudenta, sentei e fiz uma coisa que eu não fazia há mais de uma década. Eu me toquei.
Passei os dedos pelo pelo grosso e bagunçado da buceta, encontrei os lábios inchados e escorregadios de mel, enfiei dois dedos fundo pra molhá-los bem e depois achei o clitóris, duro pra caralho e exposto, e esfreguei com força. Eu gozei em segundos. Fazia tanto tempo desde o último orgasmo que eu mal lembrava como era. A sensação me lavou em ondas que cresciam e cresciam, me tomando de surpresa. Eu tinha esquecido a euforia. O êxtase. O jeito que o corpo inteiro treme. Eu gozei forte, grunhindo baixo, mordendo o lábio pra segurar o grito. Minha buceta vibrou e se contraiu em torno dos meus próprios dedos, e eu senti o orgasmo chegar no pico. Era demais. Prazer demais. Meu corpo inteiro queimava.
Eu imaginei meu filho de pé na minha frente, eu de joelhos no chão frio do banheiro, o pau dele enfiando obscenamente na minha boca. Rígido, duro, pulsando com os batimentos do coração dele, a cabeça grossa e inchada, veias saltadas e grossas latejando. Meu filho e o pau dele. Me querendo. Precisando de mim. Aí eu imaginei a Larissa, me lambendo. Me chupando com a língua quente, meu filho atrás dela, fodendo ela com tanta força que a bunda jovem dela ia ondular e tremer a cada estocada, o pau dele entrando e saindo da buceta dela que parecia com a minha.
Eu explodi e minha buceta apertou forte, quase dolorido. Eu ouvi água batendo na água do vaso e olhei pra baixo enquanto o orgasmo me contraía de novo com violência. Uma pequena quantidade de líquido quente jorrou da minha buceta, espirrando entre os dedos, e eu gemi alto sem querer. Eu nunca tinha feito aquilo antes. Nunca. Eu continuei esfregando o clitóris enquanto o orgasmo ia e vinha, ondas atrás de ondas. Aquilo foi uma primeira vez pra mim. Eu tinha gozado antes com meu marido, mas nunca assim. Foi poderoso demais. Forte demais. Eu cavalquei a onda sentindo que estava sendo arrastada por uma correnteza. Os pensamentos de uma mulher me dando prazer foram o que me desfez de surpresa. Eu nunca tinha tido aqueles pensamentos antes, e aquelas imagens junto com meu filho... Atrás de mim se erguia uma onda gigantesca e aquilo me assustou e me excitou ao mesmo tempo. Eu esfreguei mais forte, os dedos encharcados, o clitóris latejando, e a onda caiu em cima de mim. Eu me perdi, rolando na arrebentação, mordendo a mão esquerda com força pra segurar o grito primal que queria sair.
Eu não sei quanto tempo o orgasmo durou. Foi uma série deles. Um atrás do outro. Meu corpo inteiro tremia. Devagar ele foi passando, e eu tirei os dedos do clitóris inchado e sensível. Minha mão esquerda doía, e eu tirei da boca e dos dentes. Sulcos profundos das marcas dos dentes. Eu quase tinha rompido a pele. Eu ofegava, o peito subindo e descendo, e então tremi quando outro orgasmo menor passou por mim, fazendo mais mel escorrer. Eu ouvi pingando e olhei entre as pernas. Minha buceta estava pingando. Realmente pingando, um fio fino de mel grosso caindo no vaso.
Meu Deus, pensei. Isso foi demais. Demais.
Eu peguei um pingo quente na mão e levei até a boca, lambendo devagar. O gosto era único. Forte. Doce e azedo ao mesmo tempo. Eu fiz isso tão rápido que congelei no lugar. O que foi que eu acabei de fazer?
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Nota:
Eu gostaria de conhecer mais minhas leitoras e meus leitores, deixe nos comentários, o que acharam desse relato.
Você mamãe que lê meus contos já passou por isso ou algo parecido?
E você filho que lê meus contos, ja imaginou algo assim ou já quis algo assim?