Como engravidei do meu filho - Parte 7




Alguns dias depois daquela noite na cama, com o Roberto roncando do lado enquanto o Lucas me enchia, as coisas começaram a mudar no meu corpo. No começo foram coisas pequenas. Meus seios 38E ficaram mais pesados, mais sensíveis. Qualquer toque mandava um choque direto pro baixo ventre. Eu sentia cansaço no meio da tarde, uma vontade estranha de comer coisas doces. E o mais importante: minha menstruação não desceu.

Eu contei os dias no calendário com o coração acelerado. Já tinha passado da data. Dois dias. Três. Quatro. Eu não falei nada com ninguém. Nem com o Lucas. Nem com o Roberto. Eu guardei pra mim, com medo de criar esperança de novo e depois levar o tombo.

No quinto dia de atraso, eu não aguentei mais. Fui até a farmácia sozinha, comprei três testes diferentes. Voltei pra casa, o Roberto ainda não tinha chegado, o Lucas na faculdade. Fui direto pro banheiro do nosso quarto, tranquei a porta, abri os testes com as mãos tremendo.

Eu fiz xixi no primeiro palito, depois no segundo, depois no terceiro. Coloquei todos em cima da pia, um do lado do outro. Sentei no vaso fechado e esperei. O tempo nunca passou tão devagar. Eu olhava pro relógio do celular, depois pros testes, depois de novo pro relógio. Meu coração batia tão forte que eu sentia na garganta.

Aos poucos as linhas foram aparecendo.

No primeiro: uma linha forte, depois uma segunda, mais fraquinha no começo, mas escurecendo. Positivo.

No segundo: o mesmo. Duas linhas claras.

No terceiro: a janelinha digital acendeu "Grávida".

Eu fiquei olhando. Não chorei na hora. Fiquei parada, a boca seca, as mãos frias. Depois o calor subiu. Do peito pro rosto. Do rosto pro baixo ventre. Eu levantei a blusa, passei a mão na barriga lisa. "Deu certo..." pensei. "Deu certo. O Lucas me engravidou. O bebê do meu filho tá aqui dentro."

Um gemido baixo escapou da minha garganta. Não foi de choro. Foi de tesão puro. Meu corpo inteiro acordou. Os seios doeram de um jeito gostoso, os mamilos duros roçando no sutiã. A buceta pulsou sozinha, mel quente começando a escorrer. Eu estava grávida. Grávida do meu filho. Depois de meses de risco, de roubar porra, de guardar com os quadris levantados, de foder no mato, de foder do lado do pai dormindo... tinha dado certo.

Eu guardei os testes embaixo da pia, atrás dos produtos de limpeza. Ninguém ia procurar ali. Depois lavei o rosto, me olhei no espelho. Quarenta e um anos, grávida de novo. Do filho que o marido não quis me dar.

Quando fui buscar o Lucas na faculdade, eu mal conseguia dirigir direito. As mãos suavam no volante. A calcinha já estava encharcada. Ele entrou no carro como sempre, jogou a mochila no banco de trás, se inclinou e me deu um beijo rápido na boca, como a gente tinha aprendido a fazer quando não tinha ninguém olhando.

"Hoje você tá estranha, mãe." Ele disse, olhando pra mim. "Tudo bem?"

Eu balancei a cabeça e sorri de um jeito que não explicou nada. "Tá tudo bem. Só... vem comigo."

Eu não disse mais nada. Não fui pro caminho de casa. Dirigi direto pra uma estrada que eu já tinha visto várias vezes enquanto dirigia sozinha nos dias de inquietação. Um motel simples, de beira de estrada, com quartos separados, entrada discreta, aqueles lugares que a gente vê e pensa "a gente nunca ia...". Hoje eu ia.

O Lucas ficou quieto no banco do lado, olhando pela janela, sentindo que tinha algo diferente. Eu não expliquei. Meu coração batia forte, mas era um bom tipo de nervoso. Eu queria dar isso pra ele de um jeito especial. Queria um lugar onde a gente pudesse ficar pelado de verdade, sem carro, sem risco de alguém passar na trilha, sem o pai do lado. Um lugar só nosso, por algumas horas.

Eu estacionei na frente da recepção. Desliguei o motor.

"Vem." Eu disse, olhando pra ele. "Entra comigo."

Ele me seguiu sem perguntar. Eu paguei em dinheiro, peguei a chave de um quarto no fundo. O cara da recepção nem olhou direito pra gente. A gente caminhou até o quarto, a porta de madeira simples, o cheiro de desinfetante e lençol limpo. Eu abri a porta, entramos, e tranquei atrás de nós.

Assim que a porta bateu, a gente se atacou.

Eu puxei a blusa por cima da cabeça. Ele fez o mesmo com a camisa. A gente se beijou faminto, as mãos dele apertando meus seios por cima do sutiã, eu gemendo porque eles estavam sensíveis pra caralho. "Aaaaah... com cuidado... tão inchados hoje..."

A gente caiu na cama. A cama de motel, larga, macia, com lençol branco limpo. Finalmente um lugar decente pra foder sem pressa. Eu tirei o resto da roupa, ele também. O pau dele já estava duro, latejando no ar do quarto. Eu me deitei de costas, abri as pernas, puxei ele pra cima de mim.

"Entra." Eu sussurrei. "Hoje eu quero devagar no começo. Quero sentir você direito."

Ele entrou. Aaaaah caralho... o pau grosso abrindo minha buceta, deslizando fundo, preenchendo tudo.

Eu pude abrir as pernas, envolver a cintura dele com as coxas grossas, sentir o peso dele em cima de mim. O cheiro do motel, o barulho distante de carros na estrada, o ar condicionado frio batendo na nossa pele quente.

Eu segurei o rosto dele com as duas mãos enquanto ele começava a se mexer. "Isso... assim... me fode, Lucas. Me fode gostoso. Mamãe precisa disso hoje."

Ele saiu e entrou devagar, sentindo cada centímetro. Eu rebolava de baixo, acompanhando. Os seios balançando, os mamilos duros. Ele baixou a boca e mamou um, com cuidado mas com fome. A língua rolando o bico sensível. Eu gemi alto, sem precisar me segurar tanto. "Aaaaah... mama... mama bem... mamãe tá tão sensível hoje... por causa de você..."

A gente fodeu assim por um tempo. Depois eu o empurrei de leve e mudei de posição. Fiquei de quatro na cama, bunda alta, olhando pro espelho que tinha na parede em frente. "Me fode por trás. Quero ver a gente no espelho."

Ele se ajoelhou atrás de mim e enfiou de novo. As estocadas ficaram mais fortes. Eu via no espelho: meu corpo, os seios balançando, o rosto corado, o Lucas por trás, o pau grosso entrando e saindo da minha buceta. O som molhado, as bolas dele batendo na minha bunda. Eu rebolava pra trás, encontrando cada estocada.

"Goza dentro de mim, filho." Eu pedi, a voz rouca. "Enche a mamãe. Eu quero sentir tudo hoje. Quero que você me marque. Quero ficar com a sua porra escorrendo o resto do dia."

Ele segurou meus quadris com força e fodeu mais rápido. O barulho da cama, o cheiro de sexo enchendo o quarto. Eu gozei primeiro, o corpo tremendo, a buceta apertando ao redor do pau dele, mamando ele forte. "Siiiiim caralho... mamãe tá gozando... goza junto... enche a mamãe... dá tudo..."

Ele enterrou fundo e gozou. Jatos grossos, quentes, pulsando dentro do meu útero. Eu apertei, rolei os quadris devagar, ordenhando cada gota, sentindo o calor se espalhar. "Isso... toda... mamãe quer toda a sua porra hoje..."

A gente não parou aí. Depois de um tempo deitado, recuperando o fôlego, eu subi nele de novo. Caval guei devagar, sentindo o pau dele ainda meio duro dentro de mim, misturado com a porra que ele tinha acabado de me dar. Ele segurou meus seios, apertando com cuidado. Eu me inclinei pra frente, deixando ele mamar enquanto eu rebolava.

"Hoje é diferente..." ele murmurou contra meu mamilo. "Você tá diferente."

"É." Eu respondi, sem explicar. "Hoje eu quero você o máximo que der. Quero sentir você me enchendo várias vezes."

A gente fodeu mais uma vez. Dessa vez eu deitei de costas, pernas bem abertas, ele em cima de mim, estocadas profundas e lentas. Eu olhava nos olhos dele o tempo todo. "Goza de novo, amor. Mamãe quer mais. Mamãe quer que você me encha até transbordar."

Ele gozou de novo. Menos quantidade, mas ainda quente, ainda perfeito. Eu segurei ele dentro de mim depois, as pernas enroladas na cintura dele, beijando o rosto, o cabelo, o pescoço. A gente ficou assim um bom tempo, suados, ofegantes, o pau dele amolecendo devagar dentro da minha buceta cheia.

Foi só depois, quando a gente estava deitado lado a lado, nus na cama do motel, a porra dele escorrendo devagar entre minhas coxas, que eu falei.

Eu virei o rosto pra ele. Passei a mão na barriga, ainda lisa por enquanto.

"Lucas..." Eu disse baixinho. "Eu fiz o teste hoje de manhã."

Ele olhou pra mim, ainda no depois do sexo, os olhos meio vidrados.

"Eu tô grávida." Eu continuei. A voz saiu calma e grossa ao mesmo tempo. "Deu positivo em três testes. Eu tô grávida de você, filho."

Ele ficou quieto. Depois o rosto dele mudou. O choque, a alegria, o tesão que voltou na hora. "Mãe... você... sério?"

"Sério." Eu confirmei. E aí as lágrimas vieram de verdade. "Você me engravidou. O bebê tá aqui dentro. Graças à sua porra. Depois de tudo... deu certo."

Ele me puxou pra perto, me abraçou forte, a mão dele descendo pra minha barriga automaticamente. "Caralho... mamãe... eu te falei que eu não ia desistir..."

A gente ficou abraçado na cama do motel por um tempo. Nu, sujo de sexo, com a porra dele ainda vazando de mim. Eu beijei o peito dele. "Eu quis te contar depois. Quis te dar isso primeiro. Quis comemorar do meu jeito."

Ele riu baixo, ainda abalado. "Você é louca... mas eu te amo pra caralho."

"Eu também te amo." Eu respondi. "E agora... agora a gente vai ter que ser mais cuidadoso."

A gente ficou mais um pouco. Tomamos banho juntos no banheiro pequeno do motel. Eu deixei ele me lavar, as mãos dele passando sabonete nos meus seios sensíveis, entre minhas pernas. Depois a gente se vestiu devagar.

Eu dirigi de volta pra casa com a calcinha encharcada de porra nova, o coração leve e pesado ao mesmo tempo. Grávida. Finalmente grávida. E o Lucas sabia agora.

Eu esperei o momento certo pra contar pro Roberto. Não foi no mesmo dia. Deixei passar mais um dia, pra ter certeza, pra sentir o gosto da notícia só minha e do Lucas por mais um pouco.

No outro dia à noite, o Roberto estava na garagem, como sempre. Tomando uma cerveja, vendo um jogo de futebol na TV velha. Eu entrei com o teste na mão, escondido. Meu estômago revirava de um jeito bom.

"Roberto." Eu chamei, parando na porta.

Ele olhou pra trás. "Oi. Tá tudo bem?"

Eu me aproximei. O ronco da torcida na TV preenchia o espaço. Eu parei na frente dele, estendi a mão com o teste digital. A palavra "Grávida" ainda acesa.

Ele pegou. Olhou. Por um segundo o rosto dele ficou em branco. Depois as sobrancelhas se ergueram.

"Mas... eu sempre usei camisinha." Ele disse, confuso. "Sempre. Desde... desde que a gente casou, quase."

"Camisinha não é cem por cento." Eu respondi. A voz saiu calma. "Acontece. Eu fiz vários testes. Todos positivos."

Ele ficou olhando pro aparelho mais um pouco. Depois riu, um riso curto e surpreso. "Porra. Então... vai ter mais um."

"Sim." Eu disse. "Vai ter mais um."

Ele me puxou pelo braço, me sentou no colo dele ali na garagem. O cheiro de cerveja e suor dele. Ele passou a mão na minha barriga, ainda lisa. "Caralho, Renata. Eu não esperava isso. A gente ia ficar livre quando o Lucas saísse de casa..."

"Eu sei." Eu respondi. E por dentro eu sorri. "Mas aconteceu."

Ele me beijou. Um beijo mais demorado do que o normal pra ele. Depois me levou pro quarto. Queria "comemorar". Colocou camisinha, como sempre. Me fodeu por trás, rápido, quase mecânico. Gozou na borracha, tirou, jogou fora.

Eu deitei de costas depois, enquanto ele ia tomar banho. Levantei os quadris no travesseiro, sentindo o resíduo da porra do Lucas que ainda estava lá de mais cedo. O bebê do meu filho. O filho que o Roberto negou me dar. E agora o Roberto ia criar como se fosse dele.

Eu passei a mão na barriga. Fechei os olhos. O teste positivo estava em cima da mesinha de cabeceira, do lado da cama onde o marido dormia.

O Lucas tinha me dado exatamente o que eu queria.

E o pai ausente nunca ia saber.

Eu sorri no escuro. A fome finalmente tinha sido saciada. E o tesão... o tesão de saber que eu tinha conseguido, que tinha roubado o que precisava do filho presente, enquanto o marido dormia ao lado sem desconfiar de nada... isso me deixava molhada de novo.

Eu levantei mais os quadris. Deixei a porra do Lucas escorrer bem fundo pro meu útero, pro bebê que já crescia lá dentro.

Grávida.

Finalmente.

E o melhor: ninguém nunca ia saber a verdade. Exceto eu. E o Lucas.

E isso, por algum motivo, me excitava pra caralho.

Fim


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Ficha do conto

Foto Perfil tabooalex
tabooalex

Nome do conto:
Como engravidei do meu filho - Parte 7

Codigo do conto:
264093

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
09/06/2026

Quant.de Votos:
4

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