Meu nome é Renata. Se eu e meu marido Roberto tivéssemos tido mais filhos, duvido que isso me incomodaria tanto. Mas eu casei com um homem que só esperou a lua de mel pra me dizer que não tinha o menor interesse em ter filhos.
Nosso relacionamento era sólido no resto, e com a pressão da família, isso nunca nos separou. Éramos jovens impulsivos de pouco mais de 20anos na época, e eu consegui fazer o Roberto transar comigo sem as camisinha que ele insistia em usar toda vez, depois que ele ficou um pouco bêbado no casamento de um amigo.
Ele não reagiu bem à gravidez que resultou, mas ficamos juntos e eu dei à luz meu único filho, o Lucas.
Roberto nunca se envolveu muito com ele quando era mais jovem. E quando o ele ficou velho o suficiente pro pai tentar encontrar algum terreno em comum, ele fracassou completamente. Tudo o que meu filho queria fazer era ler livros e brincar com aqueles kits de ciências, fazendo relógios de batata e outras experiências malucas.
Todas as tentativas do Roberto de fazer o Lucas assistir futebol ou esportes acabavam em reclamações desesperadas.
Por isso nunca foram próximos. Mas não precisavam ser. Eu provavelmente era culpada de ser uma mãe superprotetora e mimosa demais, mas ele era o único filho que eu tinha conseguido tirar do Roberto. Eu não conseguia me trazer a trair um marido que, no resto, era bom. Ele não merecia isso. E ele ficou ainda mais cuidadoso com o tempo. Como nunca foi muito de beber (no máximo um barato leve de duas cervejas), nunca ficou impulsivo o suficiente pra me comer sem camisinha.
Era um pensamento deprimente. Desde o casamento, eu só tinha transado sem proteção uma única vez. Uma vez só.
Conforme fui envelhecendo, passei a agradecer por aquela única vez ter sido o suficiente. Tenho várias amigas que tentam engravidar há anos, com litros e litros de porra jorrada dentro delas, e nem um bebê.
Vários fatores começaram meu pânico: a idade, como eu disse, e a infertilidade se aproximando, além do fato de o Lucas agora ter 18anos, ter a primeira namorada e estar passando cada vez mais tempo fora com ela. Um garoto da idade dele... quantos anos, possivelmente meses, eu realmente ainda tinha com ele antes de ele ir pra faculdade ou conseguir o próprio apartamento?
Eu me recuso a ser uma daquelas mulheres intrometidas que liga pro filho todo santo dia e força ele a vir jantar todo domingo. Difícil pra caralho, mas eu me recuso.
"Adota um cachorro", o Roberto diz, sem entender o quanto isso me machuca. Eu gosto de animais, mas a conexão que eu tenho com o Lucas (alguém intelectualmente estimulante e interessante) nunca seria igualada por um cachorro que te adora só por você dar uma volta no parque e depois encher a tigela de ração.
Meu filho trouxe a namorada pra jantar recentemente. Eles estavam juntos havia seis semanas.
Quando chegaram em casa, ele a trouxe pra dentro e eu fiquei estranhamente satisfeita ao ver uma garota que realmente me lembrava eu mesma aos dezoito: cabelo castanho até os ombros, olhos castanhos, corpo cheinho de manequim 48 e óculos de secretária. Ela vestia uma blusinha bonita e uma calça jeans. Eu gostei dela na hora, mas também a odiei na hora, porque ela era o tipo certo de garota pro meu filho... e o tipo certo de garota pra me tirar meu filho.
Ela era um pouco tímida durante o jantar, e o Roberto ficou irritantemente encantado com o corpo dela. Como mulher madura, eu percebi os olhares demorados demais nos peitos e na bunda. Acho que ele disfarçou bem o suficiente pra ela e pro Lucas.
Ela não era muito diferente de mim fisicamente. Eu sou manequim 48, seios 38E fartos e quadris grossos. Tirando o fato de meu corpo já não ser tão firme quanto o dela, a gente poderia trocar de roupa tranquilamente.
Eu tinha começado a retocar as raízes grisalhas há uns anos, então ainda tinha o mesmo cabelo castanho avermelhado rico que tinha na idade dela.
Ela foi muito agradável, um pouco quieta e tímida, nada tão confiante e falante quanto eu era mais nova, mas simpática o suficiente.
Quando meu filho a levou pra casa, o Roberto decidiu que estava com tesão. Colocou uma camisinha e me comeu por trás, meio vestido, no nosso quarto. Foi um sexo impulsivo bem-vindo, mas o tempo todo eu sabia que ele estava olhando pra nuca da minha cabeça imaginando a namorada nova do nosso filho de quatro com o pau dele dentro.
Eu gozei do mesmo jeito. O Roberto sabe o que fazer com o pau e sexo meia-boca ainda é sexo meia-boca, que andava cada vez mais raro ultimamente. Meu marido simplesmente não estava com tesão como antes.
Enquanto ele me fodia, eu corri minha fantasia de sempre: que ele estava me comendo no pelo, e quando gozasse, que não tivesse aquele reservatório de borracha entre a gente e que um bebê estivesse sendo concebido. Até a fantasia de ser engravidada era o que normalmente me fazia gozar durante o sexo. Isso deve ser mais comum do que eu penso, mas não é o tipo de coisa que a gente comenta no bebedouro da firma, né?
Naquela noite, o Roberto estava na garagem tomando uma cerveja e assistindo um jogo de futebol, e eu e o Lucas estávamos assistindo um filme.
"E aí, o que você achou dela?" meu filho perguntou, ansioso. Ele era a cara do pai na idade dele, só uns dois dedos mais alto, com cabelo mais claro, um loiro sujo contra o castanho escuro com fios grisalhos do pai. Tinha os mesmos ombros largos, mas o rosto era mais jovial. O rosto do Roberto era mais severo que o do nosso filho, com aquele sorriso fácil e de menino que ele tinha.
"Achei ela ótima", respondi. "Uma garota realmente doce."
O Lucas sorriu de orelha a orelha. Era óbvio que ele estava mesmo a fim dela.
Ele era meio novato no mundo das mulheres. Apesar da aparência e do corpo bonito, era muito desajeitado e não tinha aquela arrogância que as garotas da idade dele acham atraente. Tinha sofrido por muito tempo desde que os hormônios mudaram de "meninas são bobas" pra "peitos são o sentido da vida", chegando em casa chorando dia após dia depois de outra garota ter rejeitado ele.
Sinto dizer, mas eu amava cada vez que isso acontecia. Apesar de sentir a dor e a frustração dele, eu sabia que significava que ia demorar mais um pouco até as garotas começarem a aceitar as investidas.
Eles se conheceram na festa de aniversário de um amigo. Acabaram se juntando pra dançar a última música lenta no final da noite e aparentemente foi dali que rolou.
Dias depois ele chegou em casa visivelmente animado e eu soube na hora o porquê, embora tivesse que perguntar.
"O que é que te deixou tão animado, amor?" perguntei enquanto ele sentava do meu lado.
"Nada." O Lucas deu aquele sorrisinho, o rosto vermelho vivo, um tom mais forte do que eu já tinha visto.
"Bom, desde que vocês tenham se protegido..." falei, casual.
"Mãe!" ele protestou. Eu ri e dei de ombros.
"Eu conheço essa cara, mocinho. Não vou fingir que não sei o que vocês andaram aprontando." Eu provoquei.
Meu filho riu, sem graça. "Tá bom, sim, a gente fez quando os pais dela saíram e sim, a gente se protegeu. Ela tinha camisinha." Ele disse.
Eu fiquei tão grata por isso. Pode me chamar de egoísta, mas a ideia de que aquela novinha pudesse estar tomando pílula ou tendo implante ou algo assim me deixava realmente chateada. Talvez eu visse ela como uma versão mais jovem de mim, e eu tinha passado quase a vida inteira só com objetos em formato de pau de borracha dentro de mim por causa do meu marido excessivamente cauteloso.
Então, meu filho tinha perdido a virgindade. Era mais um passo pra longe de mim, e eu estava mais um passo perto de me aposentar pra dividir uma casa só com o Roberto, sem uma pessoa vindo até mim com joelho ralado ou pedindo colo quando outra garota dizia que ele não era o tipo dela.
O Roberto é um companheiro igual, ele não precisa estritamente de mim pra nada além de sexo e conversa. Eu me sentia viva sendo necessária pra uma criança.
Recentemente eu tinha me pegado entretendo pensamentos como sabotar o estoque de camisinha do Roberto, ou até roubar uma usada de alguma forma, tirar o esperma e tentar o velho truque da seringa. Mas eu não conseguia me trazer a fazer algo tão traiçoeiro. Eu só vivia na esperança de que tivesse um rompimento ou uma falha. Mas da única vez que senti uma camisinha rasgar dentro de mim, tive um segundo de otimismo antes do Roberto retirar às pressas pra substituir. Acho que ele sentiu ainda mais que eu.
Eu estava sentada uma noite, mexendo no celular e googlando coisas como sempre faço, e não sei por que digitei isso, mas me peguei pesquisando "Pais e filhos compartilham DNA?"
Acho que a descoberta recente de sexo do meu filho e a atração do Roberto pela namorada dele me fizeram pensar numa coisa dessas. E fiquei espantada ao descobrir que parentes masculinos próximos podem ser difíceis de distinguir em testes de paternidade.
Aquela revelação me deixou excitada de um jeito que eu não entendia completamente, com uma estranha sensação de esperança inexplicável.
Sentindo uma súbita competição, fiz algumas mudanças: comecei a me vestir mais sexy, decotes mais baixos (eu tenho um decote excelente), jeans mais apertados, vestidos de verão. Comecei a usar o cabelo solto em vez do rabo de cavalo simples que eu usava normalmente e me esforcei um pouco mais com a maquiagem. Toda vez que o Roberto transava comigo ultimamente eu sabia que a cabeça dele estava em outro lugar e eu queria ela de volta em mim. E, estranhamente, também queria deixar aquela novinha saber que ela ainda não era a rainha do galinheiro.
Funcionou mais ou menos. A abordagem do Roberto pro sexo ficou mais íntima em vez de me usar como uma luva de masturbação, e até o Lucas notou a diferença em mim.
"Você tá linda esses dias, mãe." Ele disse com carinho enquanto eu o levava de carro da faculdade um dia. "O que aconteceu?"
Dei de ombros. "Não sei direito, filho. Acho que não tô pronta pra virar uma senhora chata ainda."
O Lucas riu. "Mãe, você acabou de fazer quarenta. Isso é tipo trinta hoje em dia. As mulheres são MILFs até os cinquenta pelo menos."
Eu ri junto com ele.
"Você não vai ver a fulaninha hoje à noite?" perguntei.
Meu filho balançou a cabeça. "Não, ela tá meio estranha ultimamente."
"O que você quer dizer?" perguntei.
Ele deu de ombros. "Ela fica cancelando os planos. Tô ficando um pouco preocupado."
"Tenho certeza que vai dar tudo certo." Eu tranquilizei.
Naquela noite, enquanto o Roberto parava o preliminar pra colocar uma das camisinha dele, eu trouxe um assunto que era tabu desde que a gente tinha batido os trinta.
"Pode ser nossa última chance, amor. Você é mesmo contra ter outro bebê?" Eu sabia a resposta, só precisava sentir que estava fazendo tudo que estava ao meu alcance.
"O quê? Tá falando sério? A gente tem QUARENTA agora, a gente não pode ter outro filho! Pensa como a gente vai ser livre em alguns anos quando ele sair de casa, a gente pode fazer o que quiser!" Ele disse.
Ficar sozinha numa casa só com o Roberto não me parecia liberdade nenhuma. Soava exatamente como dois velhos ferrados sentados passando o tempo até a morte vir buscar eles. Meu filho estava certo, eu tinha só quarenta, eu nem estava nem na metade da vida adulta ainda!
Satisfeito que a conversa tinha acabado e resolvido, o Roberto terminou de colocar a camisinha e montou em mim. Eu abri as pernas e senti o pau dele coberto deslizar pra dentro, e como sempre, fantasiei o mais forte que pude que estava no pelo, e que em dez minutos ou mais, quando o Roberto gemesse o clímax, meu corpo ainda fértil estivesse sendo inundado por esperma potente, procurando meu óvulo como pequenos submarinos de ataque.
Mais uma vez, essa fantasia me fez gozar.
No dia seguinte, o Lucas entrou no meu carro depois da faculdade e murmurou um cumprimento rouco antes de olhar fixo pela janela.
"O que houve, amor?" perguntei.
"Nada." Ele disse, embora o tremor na voz dele contasse tudo.
"Tá bom, querido, mas se quiser conversar, sabe que eu tô sempre aqui pra você." Eu disse com carinho.
Assim que saímos de vista da faculdade, o coitado do menino explodiu em lágrimas, curvado pra frente com o rosto nas mãos, as costas espasmando com os soluços pesados.
"Ela terminou comigo." Ele soluçou, e eu estiquei o braço e acariciei as costas dele com carinho. Meu carro era automático, então eu tinha uma mão livre pra afeto materno.
"Ai, meu amor, sinto muito." Eu consolei. "Por que ela fez isso?" perguntei.
"Ela disse que não quer mais namorar agora, que prefere ficar solteira pra curtir a vida, sair com as amigas, ir pra balada... que namoro só ia atrapalhar." Ele soluçou.
Segurei o riso com raiva. Eu sabia o que aquilo significava. Eu mesma tinha sido estudante. Quando a gente sai do colégio e começa a ter mais liberdade (faculdade, balada toda semana, gente nova aparecendo o tempo todo), as meninas que chegam com namorado certinho de casa quase sempre terminam nas primeiras semanas. Elas querem "aproveitar". Eu fiquei grata que ela não tinha enrolado meu filho até aquele ponto, mas fiquei puta que ela tinha começado a namorar com ele sabendo que isso ia acontecer.
Ele passou muito tempo no quarto nos dias seguintes. Eu mal via ele. Quebrei o gelo uns três dias depois quando falei que ia sair pra comer um frango frito.
"Tá bom, eu vou." Ele disse. Ele mal tinha comido em três dias, então devia estar faminto.
Ele não falou nada no carro, mas eu descansei a mão na perna dele com carinho e ele pareceu deixar um pouco da linguagem corporal tensa diminuir.
Achamos um box no canto onde podíamos conversar abertamente e pedimos um balde de frango frito pra dividir.
"Como você tá se sentindo, amor?" perguntei com carinho.
"Um pouco melhor." Ele respondeu, a boca cheia de frango.
"Você ainda sente falta dela?" perguntei. Ele deu de ombros.
"Sinto, mas ao mesmo tempo não sinto. A gente nunca tinha muito o que conversar, a gente só fazia as coisas juntos. Quando aquilo acabava, a gente nunca sabia direito o que fazer."
Eu assenti. "Eu sei o que você quer dizer, querido. Atração física significa muito, mas essa atração é o que começa o relacionamento. Sem mais nada, não dura." Eu disse.
Meu filho concordou. "Eu sei que isso pode soar um pouco egoísta, mas eu não quero uma namorada de verdade agora. As garotas da minha idade são tão egoístas e vão atrás dos idiotas mais velhos!"
Eu ri alto. "Então você quer uma mulher mais velha, é?" Eu provoquei.
Ele deu de ombros. "Sei lá, talvez eu devesse ir atrás de uma coroa, alguém pra ter um caso com alguém que já tem a vida arrumada."
"Agora que você provou um pouco do lado físico de um relacionamento, você ainda quer isso?" Eu cutuquei. Ele corou e assentiu com um sorrisinho.
"É, agora ISSO eu vou sentir falta pra caralho. Meus amigos falam de ter amigos com benefícios, talvez seja isso que eu precise." Ele ponderou.
"Eu não aconselharia isso, amor. Sempre complica rápido pra caralho. As meninas mais novas na minha firma tentam e sempre acaba em lágrimas. Sexo é uma conexão emocional, a gente não consegue evitar."
Meu filho assentiu. "É, você tem razão. Deve ser bom ser casada, você pode transar quando quiser."
Eu sorri. "Não funciona exatamente assim, mas é bom." Eu disse.
"Você tá tão bonita esses dias que eu tenho inveja do pai. Ele pode transar quando quiser, seria bobo se não aproveitasse." Meu filho disse.
O que meu filho tinha dito acabou sendo estranhamente profético. O Roberto não estava com tesão naquela noite, e enquanto eu deitava na cama, pensamentos rodopiavam na minha cabeça; milhares deles, todos brigando por espaço na minha mente lotada.
Por mais que me mantivesse acordada, ter tanta turbulência na cabeça me impedia de ter que confrontar algumas das coisas mais inquietantes que eu estava pensando, como meu filho cada vez mais distante querendo uma amiga com benefícios, meu desejo dolorido de outro bebê antes dele sair de casa, o interesse cada vez menor do Roberto em mim como ser sexual apesar dos meus esforços crescentes, e o mais perturbador de tudo: que testes de paternidade nem sempre conseguem distinguir entre parentes masculinos próximos.
Eu continuei pensando no meu filho bonito, 18anos e viril pra caralho, provavelmente na cama dele agora se masturbando feito louco já que não tinha mais namorada pra descarregar os desejos. A imagem dele ali, sozinho no escuro, a mão grande envolvendo o pau jovem e grosso, subindo e descendo devagar enquanto o corpo dele se contorcia, me invadiu de um jeito que não devia, fazendo meu baixo ventre apertar com fome.
Meu clitóris começou a formigar de um jeito irritante, latejando quente sob a pele fina como se tivesse um coraçãozinho pulsando ali, um calor úmido e pesado se espalhando pelo monte, fazendo os lábios da buceta incharem, se abrirem sozinhos, mel quente e viscoso começando a escorrer devagar entre eles, pingando na calcinha. Eu sabia que não ia conseguir descansar até lidar com isso. O Roberto estava dormindo profundamente ao meu lado, o corpo pesado e quente, a respiração ritmada e baixa enchendo o quarto, então eu desci a mão devagar pela barriga suada, sentindo a pele da minha própria barriga arrepiada, o tecido macio da camisola roçando nos mamilos que já estavam duros, pontudos e sensíveis, mandando faíscas direto pro clitóris.
Os dedos escorregaram por baixo da cintura da calcinha, e o primeiro contato com a buceta foi um choque de tesão: quente pra caralho, inchada, encharcada de mel grosso e quente que cobriu meus dedos na hora, escorrendo entre eles como mel de abelha. O cheiro subiu forte no ar do quarto, doce-azeda de buceta molhada no cio misturado com o perfume doce que eu tinha passado na virilha mais cedo, e um leve toque de suor salgado da noite. Eu mordi o lábio inferior com força, o coração acelerando, batidas surdas e rápidas nos ouvidos, e quando a ponta do dedo médio roçou o clitóris inchado, duro como uma pérola quente e latejante, um gemido rouco quase escapou ("Aaaaah...") abafado entre os dentes cerrados.
Eu comecei a esfregar em círculos lentos e firmes, a pressão perfeita na cabeça sensível, a fricção úmida e escorregadia, o dedo coberto de baba quente deslizando pra cima e pra baixo, sentindo cada prega, cada pulsação. A buceta latejava ao redor, contrações pequenas e famintas subindo pelas paredes internas, apertando o nada, querendo ser aberta, esticada, preenchida por algo grosso e quente. Meu quadril deu uma reboladinha involuntária contra a própria mão, a bunda suada roçando no lençol frio, as coxas grossas tremendo levemente, os músculos das pernas se tensionando. O som era baixo mas obsceno no quarto silencioso: o som molhado e sujo dos dedos se movendo na minha própria baba grossa, ecoando junto com minha respiração pesada, ofegante, quase ofegante demais.
Tentei tirar o rosto do meu filho da cabeça, mas as imagens só ficavam mais vívidas e cruas: o Lucas no quarto dele, sem camisa, o peito liso e jovem subindo e descendo rápido, a mão fechando no pau grosso e viril, bombeando devagar, as bolas pesadas e cheias de porra quente e jovem balançando.
Eu imaginei o cheiro dele ali (suor de garoto misturado com sabonete, o gosto salgado se eu lambesse a cabeça do pau dele...) Meus dedos aceleraram sozinhos, um mergulhando mais fundo na entrada quente e apertada da buceta, sentindo as paredes macias e molhadas se contraírem ao redor da falange, sugando, a outra mão subindo pra apertar um dos seios pesados por cima da camisola, o mamilo rolando entre os dedos, duro como pedra, mandando mais ondas de calor pro baixo ventre. O formigamento subia pela espinha como eletricidade, o fogo queimando no baixo ventre, espalhando pelas coxas grossas, fazendo os músculos da barriga contraírem e o útero vazio apertar com desespero.
A respiração falhava, boca aberta, língua seca roçando o palato, o gosto do meu próprio suor salgado nos lábios. Os olhos fechados com força, via o rosto dele mais cedo no quarto, corado, olhando fixo pros meus peitos 38E enquanto o pau dele endurecia debaixo do edredom, o tecido da cueca boxer marcando o volume. "Puta que pariu..." pensei, o dedo agora esfregando mais rápido e firme no clitóris latejante, dois dedos fodendo a entrada da buceta molhada, o mel escorrendo grosso pela bunda, pingando na calcinha completamente encharcada e no lençol debaixo de mim. As pernas se abriram mais debaixo da coberta, o ar frio da noite roçando a pele quente e suada da virilha, o clitóris inchado e vermelho latejando sob o toque insistente, cada roçada mandando choques de prazer que faziam minha visão escurecer nas bordas e o corpo inteiro tremer.
Eu me contorcia no colchão, tentando ficar quieta pro Roberto não acordar, mas os quadris empurravam contra a mão sem controle, a buceta se apertando nos dedos, sugando, latejando com vida própria, as paredes internas se contraíndo em ondas, mel quente escorrendo pelos dedos até os nós. O cheiro de buceta no cio dominava o ar ao redor do meu rosto, quente, íntimo, viciante. Tentei empurrar a imagem dele pra longe, "não, não é ele, não é meu filho, para com isso", mas o tesão só crescia, o calor virando uma onda grossa que subia pela barriga, os mamilos doendo de tesão dentro da camisola, a buceta inchada e vermelha por dentro, os dedos encharcados até os nós, o clitóris pulsando como se fosse explodir.
Quando o orgasmo explodiu, o rosto dele encheu minha visão de repente, os olhos vidrados, o sorriso jovial, e eu imaginei que o sêmen de fantasia inundando meu útero era o dele, jatos grossos, quentes, potentes, enchendo tudo, procurando meu óvulo como se ele estivesse ali, gozando dentro da mãe sem nenhuma proteção.
Depois eu fiquei deitada, respirando fundo. Que porra tinha de errado comigo? Eu tinha acabado de me masturbar pensando no meu próprio filho!
Eu precisava levantar e ir ver ele, pra colocar as coisas em perspectiva. Ele não era um ser sexual pra mim. Ele era meu filho. A idade dele era irrelevante, eu não podia ficar pensando nele como um homem adulto dividindo o teto comigo!
Eu levantei, ajeitei a camisola e saí do quarto. A porta do Lucas estava fechada, então bati de leve. "Sim?" Veio a resposta.
"Sou eu, mãe. Posso entrar?" Eu sussurrei.
"Claro que pode." Ele respondeu.
Eu abri a porta e vi meu filho sentado na cama, sem camisa, lendo o Kindle dele debaixo da luminária do criado-mudo.
"Desculpa a hora." Eu disse, sem graça. Ele deu de ombros.
"Eu sempre fico acordado até tarde." Ele respondeu. "O que houve?"
"Não tô conseguindo dormir." Eu respondi.
"Quer sentar?" Ele perguntou, batendo na cama. Eu sorri e sentei do lado dele enquanto ele dobrava a capa do Kindle e colocava na mesinha de cabeceira.
"Levanta um segundo." Ele disse, e eu levantei, deixando ele erguer o edredom. "Tá bom, senta de novo." Ele disse, e por baixo do edredom eu peguei um vislumbre da cueca boxer dele.
Eu me acomodei do lado dele e ele disse "Você parece que precisa de um abraço." Antes de levantar o braço. Eu olhei pra ele, insegura. "Eu não sou velho demais pra abraçar minha própria mãe. Eu nunca vou ser esse tipo de filho." Ele disse alegremente.
Eu me aninhei no peito dele e ele passou o braço em volta de mim, os dedos roçando meu braço nu.
"É você que precisa de um abraço." Eu disse, brincando.
"Eu sei, eu também quero um abraço. Eu tinha esquecido como é bom o abraço de mãe." Ele disse.
Pensando bem, minha camisola estava um pouco curta e reveladora, e eu tinha certeza que ele estava olhando pro decote dos meus peitos. Eu levantei o olhar e vi ele olhando direto pros meus seios e ele corou. "Desculpa, mãe. Alguns instintos são fortes demais pra lutar contra. Eles simplesmente... estão ali." Ele disse.
"Desculpa, amor." Eu disse, tentando juntar um pouco o decote.
Ele murmurou "Merda" baixinho e eu vi ele abafar uma forma crescendo na altura da cintura por baixo do edredom. Eu ri baixinho e disse "Desculpa, amor, eu não esperava essa reação."
"Desculpa, mãe." Ele disse, sem graça. "A porra da coisa tá ainda pior agora, qualquer coisa ativa ela. Não que você não mereça, quer dizer..." ele se embolou nas palavras.
"Tá tudo bem, querido, eu entendo." Eu disse, tranquilizando, grata que minha própria excitação era invisível, porque eu podia sentir, eu estava formigando e logo ia passar de úmida pra deixar uma mancha molhada no lençol da cama do meu filho. Que porra estava acontecendo?
Meu filho pigarreou, sem jeito, e eu notei que meus mamilos estavam marcando forte pela camisola, duros como pontas de lápis. Eu me xinguei e dessa vez foi a vez do meu filho tranquilizar. "Não se preocupa, mãe. Parece que a gente tá só um pouco frustrado."
"Você não tá brincando." Eu concordei, cruzando os braços sobre os peitos.
"Eu não entendo como você pode estar, quero dizer, se eu fosse casado com uma mulher gostosa que vestisse uma coisa assim pra dormir toda noite eu duvido que ia conseguir dormir." Ele disse.
Eu olhei nos olhos dele. "Isso tá muito sexy?" perguntei, olhando pra baixo pra minha camisola. "Eu só tô de cueca boxer." Ele disse, levantando o edredom, e eu vi a cueca boxer xadrez azul dele, escondendo uma ereção em tamanho completo. "Já faz um tempo, mas a gente já viu tudo isso antes." Ele raciocinou. Eu assenti, concordando. "Mas você não reagiu ASSIM da última vez." Eu provoquei. Ele riu. "É, desculpa."
"Tá tudo bem, pelo menos eu sei que ainda tenho." Eu brinquei.
"E como." Meu filho concordou.
Depois de um instante de silêncio, ele disse "Eles parecem ainda maiores que os da minha ex."
Eu corri e olhei pra ele, depois pros meus peitos. "Você acha? Eu achei que ela tinha peitos bem grandes."
"Tinha, mas os seus parecem enormes. Eu nunca tinha olhado tão de perto antes."
Eu descansei a mão no peito liso e nu dele. "Bom, ela foi burra de abrir mão disso." Eu disse, e eu estava falando sério, ele estava em forma pra caralho.
"Como eram os peitos dela pelados?" Eu perguntei, tentativamente.
Ele deu de ombros. "Não sei. Ela sempre ficava de sutiã."
"O quê?"
Meu filho deu de ombros. "Ela não gostava do corpo, era muito insegura. Era cortina fechada, luz apagada, sutiã preso. Como eu disse hoje, eu quero uma mulher mais velha, mais confiante. Tipo, você vai pra cama assim, você tá incrível. Você é minha própria mãe e mesmo assim eu duvido que diria não." Ele disse num tom que eu achei que devia ser brincadeira, mas que tinha um leve viés de teste de águas.
Uma delícia seu conto, minha minha imaginação foi longe 🔥