Tava de lado, braço jogado por cima dela, cabelo loiro no meu rosto.
Meus olhos se arregalaram. Cabelo loiro. Cabelo da Soph. Tudo voltou num flash. Eu tava na cama com a mulher do meu irmão.
Isso era ruim pra caralho. Meu irmão era quase um estranho pra mim, mas sempre tinha sido o melhor que podia ser comigo. Tinha me acolhido. E eu traí ele.
Não só com a mulher dele, mas também com a filha dele, a Olivia. Ou Olive, como ela pediu pra eu chamar. Ainda não tinha fodido ela, apesar de ela tentar quase todo dia, mas tinha feito ela gozar nos meus dedos e recebido um monte de foto e vídeo safado. No fim das contas, eu era um irmão de merda.
Na minha fraca defesa, a Soph era impossível de resistir.
Uma coisa que eu não conseguia entender. Além de ser linda pra caralho, ela era gente boa. Sinceramente, eu queria que ela fosse minha.
Naquela manhã, nós dois pelados na cama do meu irmão. A bunda redonda dela encostada na minha rola, que acordou antes de mim e já tava latejando, encaixada entre as bandas macias. Não resisti: puxei ela mais contra mim e mexi os quadris. A pele macia dela no meu pau era uma delícia.
Ela soltou um gemidinho baixo no sono, rebolando contra mim. Suspirei de felicidade. Minha mão desceu pelo braço dela, segurou um dos peitos cheios e roçou o biquinho. Ele endureceu na hora.
Desci os dedos pela barriga lisinha, passei pela buceta depilada e rocei os lábios inchados. Ela rebolou mais, ainda meio dormindo. Separei os lábios com os dedos e senti que já tava molhada. Acariciei o canal até o clitóris. Ela gemeu de novo. Ajeitei os quadris e a rola deslizou entre a gente, passando entre as coxas. Sentia o calor da buceta dela na parte de cima do pau.
“Soph,” sussurrei. Ela murmurou algo, mas começou a mexer os quadris, esfregando a buceta molhada na minha rola dura e pressionando contra meus dedos no clitóris.
“Soph,” chamei de novo, um pouco mais alto. “Acorda.”
“Dan?” ela respondeu, voz rouca de sono. “O que… o que a gente… ahhhhh…”
Pressionei o clitóris e ela gemeu, rebolando mais. Beijei o pescoço dela, do ombro até embaixo da orelha. Ela arqueou as costas contra mim.
“A gente não devia…” arfou. “Isso é… ah!”
Curvei dois dedos e enfiei nela. Ela gemeu alto.
“É o quê?” perguntei, sopro quente no ouvido dela. “Fala.”
“Errado,” disse. “É errado.” Mas enfiou a mão entre as coxas, agarrou minha rola latejante e puxou, fazendo o prepúcio deslizar na cabeça.
“Então quer que eu pare?” perguntei.
“Não!” respondeu na hora, com vontade. “Eu quero… eu preciso…”
“Do que você precisa, Soph?” perguntei, querendo ouvir dela. Até aquele momento ela ainda podia dizer que foi só o vinho da noite anterior. Eu queria que ela assumisse de vez.
“Preciso de você. Preciso de você dentro de mim.”
A voz dela saiu rouca, quase um gemido baixo e necessitado, o corpo quente ainda meio mole de sono se apertando contra o meu. Meu pau latejava, inchado e quente, encaixado bem no rego da bunda redonda e macia, sentindo a textura aveludada da pele dela contra a cabeça sensível.
“Então enfia você mesma,” sussurrei no ouvido dela, a voz grossa de tesão, tirando os dedos devagar da buceta quente e encharcada. Ela soltou um gemidinho frustrado quando meus dedos saíram, o som molhado ecoando baixinho no quarto silencioso, o mel dela brilhando nos meus dedos e deixando um fio fino ligando a buceta ao ar.
A Soph gemeu alto, o corpo inteiro tremendo de expectativa, e alinhou a cabeça grossa e roxa da minha rola bem na entrada escorregadia. Senti a temperatura dela, quente pra caralho, quase queimando, enquanto ela puxava meu pau pra dentro com a mão trêmula. Empurrei os quadris devagar, afundando centímetro por centímetro naquela buceta apertada e molhada que me engolia como se fosse feita pra mim. Ela arqueou as costas, o corpo inteiro se curvando contra o meu, os músculos internos pulsando e apertando a rola grossa como um punho quente e úmido.
“Pooooorra, que delícia,” gemeu ela, a voz rouca e arrastada, enquanto eu começava a meter devagar, de conchinha. Minha rola pulsava forte dentro dela, cada veia sentindo a fricção deliciosa das paredes internas que se contraíam e soltavam, o calor úmido me envolvendo inteiro. O ângulo não deixava eu entrar até o talo, mas a gente rebolava junto, pele contra pele suada, o som molhado e ritmado de carne batendo ecoando baixinho. Segurei um dos peitos cheios, a pele macia e quente enchendo minha mão, e belisquei o biquinho duro como uma pedrinha. Ela virou o rosto pra mim, olhos semicerrados de tesão, boca entreaberta soltando respirações quentes e curtas. Beijei ela fundo, línguas se enrolando molhadas, o gosto dela invadindo minha boca.
“Mais,” arfou contra meus lábios, a voz quebrada. “Mais fundo!”
Segurei ela firme pela cintura e rolei os dois sem sair de dentro, deixando ela de bruços no colchão. Fiquei dentro o tempo todo, sentindo a buceta apertar e pulsar ao redor da rola enquanto me ajeitava de joelhos entre as coxas abertas. Agarrei a bunda com as duas mãos, dedos afundando na carne macia e quente, as bandas redondas se abrindo pra mim.
“Mais?” perguntei, tirando quase tudo devagar, olhando hipnotizado como os lábios rosados da buceta dela puxavam pra fora, grudados na rola grossa e brilhante de mel. De repente meti tudo com força, quadris batendo forte na bunda, o som alto e molhado de tapa ecoando no quarto. “Assim?”
“Sim!” ela gritou, a voz rouca e desesperada, o corpo inteiro tremendo. “Sim! Me fode! Me fode forte!”
Não precisei de mais nada. A buceta da Soph apertava minha rola como um torno quente e molhado enquanto eu socava sem parar, tirando devagar pra sentir cada centímetro da fricção e enfiando com tudo, o pau batendo fundo, as bolas pesadas estalando contra a pele dela. O cheiro de sexo enchia o quarto, suor, buceta molhada, porra misturada. Passei a mão em volta e esfreguei o clitóris inchado e escorregadio com os dedos, a outra mão segurando o quadril, puxando ela contra mim com força a cada estocada.
“Gosta assim?” perguntei entre dentes, a voz rouca de esforço, o suor escorrendo pelas minhas costas. “Gosta de sentir a rola grossa do cunhado abrindo sua buceta?”
“Gosto!” ela gritou, empurrando a bunda contra mim com vontade, o corpo todo tremendo. “Me fode feito uma vadia! Enche minha buceta de casada!”
Na noite anterior, deitados na cama depois da segunda foda bruta, ela tinha me confessado baixinho, ainda com a buceta latejando e melada, que nunca falava safadeza durante o sexo. Nunca tinha sentido vontade. Agora a vontade tinha chegado com tudo, a voz dela rouca, suja e desesperada enchendo o quarto inteiro como um gemido de puta no cio.
Eu grunhia fundo a cada estocada forte, o suor escorrendo do meu peito e pingando quente nas costas dela, misturando com o suor dela e deixando a pele escorregadia, brilhante, grudenta pra caralho. Acelerei o ritmo, o quarto todo tomado pelo barulho molhado e obsceno de pele contra pele suada, o som viscoso e ritmado da minha rola grossa entrando e saindo daquela buceta encharcada, o mel dela escorrendo pelas minhas bolas pesadas e molhando o lençol embolado. Ela gritava toda vez que meus quadris batiam fundo na bunda redonda, as unhas cravadas no lençol, o corpo inteiro tremendo.
“Ah, você é uma vadiazinha, né?” rosnei entre dentes cerrados, o prazer subindo quente e elétrico pela minha espinha como fogo líquido, as bolas apertando de tesão.
“Sou! Sou! Sou sua vadia!” ela gritou, a voz quebrada e suja, empurrando a bunda contra mim com força, rebolando como uma cachorra no cio. “Sou… ah porra… tô gozando! Tô gozando na sua rola grossa, tiooo!”
Senti a buceta dela apertar de repente, os músculos internos pulsando forte e ritmado ao redor da minha rola como se quisesse me ordenhar até a última gota. As paredes quentes e molhadas contraíram com violência, apertando a cabeça inchada do meu pau, o mel quente e grosso jorrando pelos meus dedos que ainda esfregavam o clitóris inchado e latejante. O cheiro de buceta gozando ficou ainda mais forte no ar, doce, quase animal, misturado com o suor salgado dos nossos corpos e o leve cheiro de porra que já tinha ficado na pele dela da noite anterior. Ela gritou meu nome, a voz rouca e quebrada ecoando no quarto, o corpo inteiro se arqueando pra trás contra mim, apertando meu pau com tanta força que quase me fez gozar junto, o prazer explodindo no meu baixo ventre como um choque quente que subia até a nuca e descia pelas pernas.
Eu não parei. Continuei socando fundo através do orgasmo dela, sentindo cada espasmo violento, cada contração molhada e quente que massageava minha rola de cima a baixo, o mel dela escorrendo em fios grossos pelas minhas coxas. O prazer se espalhava pelo meu corpo inteiro como fogo líquido, as bolas latejando, o pau pulsando dentro daquela buceta casada que me apertava como se nunca mais quisesse soltar. Ela tremia inteira, as pernas se debatendo, os gemidos virando choramingos altos e sujos, o corpo molhado de suor deslizando contra o meu enquanto eu metia sem piedade, prolongando o gozo dela até ela ficar mole e ofegante, a buceta ainda contraindo fraco ao redor da minha rola latejante, o mel quente pingando devagar pela minha virilha.
“Porra… Dan… você me fode tão gostoso…” ela sussurrou rouca, ainda tremendo, a voz cheia de tesão e surpresa consigo mesma, o corpo inteiro mole e entregue.
Eu grunhi baixo, o suor pingando da minha testa nas costas dela, e continuei metendo devagar agora, sentindo cada centímetro daquela buceta quente e encharcada me engolir, sabendo que ainda não tinha terminado com ela. Meu pau latejava dentro dela, grosso e duro, pronto pra dar mais, pronto pra marcar aquela buceta casada como minha.
“Olha pra você, Soph… toda aberta, toda molhada, gemendo feito uma puta barata no pau do cunhado,” rosnei no ouvido dela, a voz baixa e cruel. “Sua buceta tá apertando minha rola como se nunca tivesse levado uma foda de verdade na vida, né, vadia? O Eduardo nunca te comeu assim, né? Nunca te fez gritar ‘me fode forte, seu safado’.”
Ela gemeu alto, o corpo inteiro se contraindo de novo só de ouvir as palavras, a buceta apertando ainda mais forte ao redor da minha rola.
“Não… ele nunca… porra… me fode mais, Dan… me fode como a puta que eu sou…”
Eu ri baixo, safado, e meti mais fundo, batendo com força contra a bunda dela.
“Isso mesmo, cachorra… rebola essa bunda pra mim. Mostra pro cunhado o quanto você é uma vadia casada desesperada por rola grossa. Goza de novo, vai… goza apertando meu pau enquanto pensa no seu marido trabalhando em Paris, sua puta safada do caralho.”
Ela soltou um grito rouco, o corpo inteiro tremendo de novo, a buceta pulsando e esguichando mel quente enquanto gozava pela segunda vez, os gemidos virando soluços de prazer puro. O cheiro de sexo ficou ainda mais pesado no ar, o som molhado da foda ecoando alto no quarto silencioso da manhã.
Eu sorri contra o pescoço dela, os dentes roçando na pele suada, e continuei metendo devagar, prolongando o prazer dela, sabendo que ainda ia gozar dentro daquela vadia casada mais uma vez antes de sair da cama.
Era tão bom dentro dela, a buceta quente e molhada me apertando. Eu já tava perto. Meti mais rápido, enquanto as pernas da Soph tremiam com orgasmos menores.
“Tô perto,” grunhi.
“Goza dentro,” ela gemeu. “Me faz sua!”
Meti até o talo, arqueei as costas, puxei os quadris dela contra mim e explodi. Gemi alto enquanto jatos grossos de porra enchiam a buceta dela. A Soph gozou de novo, sentindo o leite quente espirrando lá dentro. Soltei o ar e caí por cima dela, beijando o ombro. Ela virou o rosto e, com meu pau ainda pulsando dentro, me beijou.
Por fim rolei pra o lado, deitado de costas, a rola caindo mole na barriga. A gente ficou um tempo recuperando o fôlego. Ela continuou de bruços, mas se apoiou nos cotovelos e me olhou, sorrindo.
“Bom dia,” disse.
“É,” concordei. “É um bom dia mesmo.”
Ela esticou a mão e segurou meu pau mole, todo melado de nós dois.
“Que rola maravilhosa,” falou, sonhadora, levando a mão à boca e lambendo o mel misturado. “Obrigada.”
“Por quê?” perguntei.
“Por me dar o que eu precisava. Não tá fácil pra mim faz tempo. Eu precisava disso.” Deu um tapinha no pau de novo. “Preciso disso. Porra. Ainda preciso. Que que eu tô fazendo? Sou uma vadia mesmo.”
Rolou de costas e ficou olhando o teto.
“Você é,” concordei. Ela me olhou rápido. “Minha vadia,” completei.
Ela suspirou.
“Isso provavelmente foi um erro enorme,” disse. “O que a gente vai fazer?”
“Não sei,” respondi, sincero. “Eu não planejava nada disso. Não sei pra onde vai. Mas acho que não consigo parar de te foder.”
“Eu também não quero que pare, mas… seu irmão. Porra.”
Me aproximei e beijei ela de novo. Um beijo mais lento, íntimo, sem pressa.
“A gente vai dar um jeito,” falei. “Vamos tomar banho, tomar café. Depois a gente pensa e conversa.”
“Tá bom,” concordou. “Mas você faz o café.”
“Justo,” respondi. “Vou tomar banho lá embaixo.”
Tinha deixado a sunga e a camisa havaiana lá embaixo quando fodi a Soph pela primeira vez na cozinha, então desci pelado pra pegar as roupas antes de entrar no chuveiro.
Fiquei debaixo da água quente, deixando ela levar embora o resto da noite. Tentei pensar no que fazer.
Não tinha a menor intenção de parar. A Soph era incrível. Linda, inteligente, engraçada, ótima companhia. Se não fosse casada com meu irmão, eu já estaria namorando, tentando fazer ela minha. Mas era casada. Eu gostava do Eduardo. Era uma traição total. Tava numa situação impossível. Será que eu conseguia continuar morando nessa casa, fodendo a mulher do meu irmão, vivendo uma mentira? Pensei bastante.
A resposta era sim. Pra ficar com a Soph, eu faria isso. Faria quase qualquer coisa.
Tinha ainda a complicação da Olivia, filha do Eduardo, minha sobrinha. Tinha sido absurdamente inadequado com ela. Não via como continuar o que tava rolando com ela e ainda dormir com a Soph.
Pra começo de conversa, a Olivia odiava a Soph como só uma enteada consegue odiar. A Soph queria se aproximar, mas a Olivia tornava impossível, então acho que a Soph também não gostava muito da garota de dezenove anos. Sem contar o lance de incesto, que devia me incomodar muito mais do que incomodava.
O problema era que a Olivia era impossível de resistir. corpo mais macio que o da Soph (não malhava), mas nada gorda. Curvas nos lugares certos: quadris largos, bunda grande e empinada, peitos cheios e firmes. Sorri lembrando como, poucos dias atrás, tinha batido uma e gozado em cima daqueles peitos perfeitos.
Balancei a cabeça. Não. Tinha que parar com a Olivia o quanto antes. Devia ter parado antes, mas agora podia arriscar o que eu tinha com a Soph, e isso não podia acontecer.
Fechei o chuveiro, atravessei o porão, passei pela sala de TV e pela academia e entrei no meu quarto. Peguei uma camiseta branca e uma calça de moletom cinza, vesti e subi pra fazer o café.