Eu levantei o rosto, todo melado da Maria Eduarda, e respondi, completamente entregue à submissão: "Ah, Senhora... obrigada por me ajudar a virar o que eu fantasiei ser durante tanto tempo."
Maria Eduarda agarrou minha cabeça com as duas mãos e puxou meu rosto com força contra a buceta dela, ordenando rouca: "Continua lambendo, sua lambedora de buceta, irmãzinha vadia. Quando eu gozar, eu consigo gozar de novo e de novo."
Com o rosto completamente enterrado na buceta peluda e molhada da minha irmã mais velha, eu lambia com fome. Minha língua deslizava entre os lábios grossos e inchados, recolhendo todo o mel doce e salgado que escorria sem parar. Meu nariz estava afundado nos pelos molhados, sentindo o cheiro forte, almiscarado e deliciosamente safado dela. Cada lambida fazia um barulho molhado e obsceno, enquanto eu chupava o clitóris inchado, sugava os lábios, enfiava a língua o mais fundo que conseguia dentro do buraco quente e pulsante.
Eu não sei quanto tempo fiquei ali, devorando a buceta da Maria Eduarda, quando ouvi a voz irritante e conhecida da tia Marlene ecoar pelo quarto:
"Caralho, que porra é essa?!"
Tentei levantar a cabeça, mas Maria Eduarda me segurou firme pelos cabelos, mantendo meu rosto preso na buceta encharcada dela. "Não para de lamber, porra! Tô quase gozando de novo," ela exigiu, apertando ainda mais.
Continuei lambendo enquanto tentava acompanhar a conversa entre Ana Maria e a tia Marlene.
"Vadia, tira a roupa agora," Ana Maria ordenou.
"Sim, Senhora," tia Marlene respondeu obediente, antes de perguntar: "Como isso aconteceu?"
"Do mesmo jeito que você, sua puta," Ana Maria disse. "Elas são submissas e estavam procurando uma Senhora."
"Que tesão da porra," tia Marlene falou, depois completou: "Agora só falta a mãe de vocês."
Meus olhos se arregalaram com aquele pensamento, mas logo fui distraída quando Maria Eduarda gozou de novo, jorrando quente e grossa direto no meu rosto. "Continua lambendo, vadia. Engole o suco da buceta da sua irmãzona!"
Eu não tinha escolha, porque ela segurava minha cabeça com força, mas eu obedeceria mesmo assim. Lamber buceta era tão bom quanto eu imaginava quando escrevia. O gosto forte, cremoso, o cheiro me deixando tonta de tesão.
De repente senti mãos abrindo minha bunda, separando as nádegas, e uma língua quente e molhada lambendo meu cuzinho. a sensação da língua da tia Marlene girando devagar no meu buraco apertado, depois tentando penetrar, era tão suja, tão proibida, que minha buceta começou a queimar de novo, apertando em volta da rola que ainda estava parcialmente dentro de mim.
Maria Eduarda finalmente soltou minha cabeça minutos depois. Eu me virei e vi o cabelo ruivo flamejante da tia Marlene atrás de mim.
Ana Maria riu: "Eu avisei que ela viria. Ela obedece qualquer ordem."
Maria Eduarda ordenou: "Fala pra gente o que você é, vadia Marlene."
Tia Marlene parou de lamber meu cu e respondeu obediente, o que era absurdamente excitante porque ela sempre tinha sido uma filha da puta arrogante com a gente: "Sou a escrava incondicional da Ana Maria."
"E agora você também é escrava incondicional da Maria Eduarda e da Maria Clara. Vai ficar à disposição das duas sempre que elas quiserem. Entendeu?"
Embora fosse óbvio que ela não gostou nada daquilo, tia Marlene concordou na hora: "Claro, Senhora Ana Maria. Posso continuar lambendo o cuzinho lindo da Senhora Maria Clara?"
"Pode," Ana Maria disse, ainda filmando toda aquela putaria incestuosa. "Maria Eduarda, vem lamber minha buceta."
"Sim, Senhora," Maria Eduarda respondeu. Eu observei ela descer da cama, andar os poucos passos até Ana Maria, cair de joelhos e, sem hesitar, enfiar o rosto entre as pernas da nossa irmã e começar a lamber com vontade.
Fiquei imaginando se a buceta da Ana Maria tinha o mesmo gosto da da Maria Eduarda. Também queria saber qual era a diferença entre uma buceta depilada e uma peluda. Eu tava desesperada pra provar a Ana Maria.
Meus joelhos doíam. Rolei de costas na cama e olhei pra tia Marlene: "Continua lambendo meu cu, tia vadia."
"Sim, Senhora Maria Clara," ela respondeu, deitando de bruços e voltando a enfiar a língua no meu cuzinho. Eu queria humilhá-la ainda mais e pensava em como fazer isso enquanto a língua dela banhava meu rosebud, quente, molhada e insistente.
Enquanto isso, olhei pra Ana Maria e Maria Eduarda, desejando ver melhor, mas só conseguia ver as costas da Maria Eduarda.
Ana Maria perguntou: "Quer foder o cu da vadia Marlene?"
"Porra, quero demais," respondi, a ideia de foder alguém no cu me dando um tesão insano.
"Vai escolher uma cinta no closet. Essa puta aguenta qualquer tamanho nesse cu gordo," Ana Maria instruiu.
"De quatro, sua vadia," eu ordenei, descendo da cama e indo pro closet.
Não acreditei na quantidade de brinquedos que tinha lá. Pelo menos umas doze cintas. Peguei a maior de todas grossa pra caralho. Coloquei na cintura e senti minha buceta molhar na hora. Voltei e os olhos da tia Marlene se arregalaram quando viram o tamanho da rola que eu tava usando.
Ana Maria riu: "Ou vai grande ou vai pra casa, né?"
Dei de ombros: "Essa vadia foi um pé no meu saco por anos. Agora vou devolver o favor."
Ana Maria caiu na gargalhada: "Olha só os trocadilhos."
Cheguei na cama, parei na frente da minha nova puta e enfiei a rola grossa na boca dela. Comecei a foder o rosto dela com força, fazendo ela engasgar enquanto enfiava uns vinte centímetros. Os sons molhados de baba e engasgo dela me deixavam ainda mais excitada.
Ana Maria ordenou pra Maria Eduarda como se estivesse treinando um cachorrinho: "Fica." Depois foi até o closet do prazer e voltou com um negócio estranho. Colocou na cabeça da Maria Eduarda. Eu arquejei quando entendi: ela tinha transformado o rosto da Maria Eduarda numa rola. Ana Maria então mandou: "Fica de joelhos."
Maria Eduarda obedeceu. Ana Maria escarranchou no rosto dela e desceu devagar a buceta. Foi o momento mais quente e mais estranho da noite até ali.
Eu dei um tapa na cabeça da tia Marlene: "Continua chupando, sua puta," porque tinha parado de foder a cara dela pra assistir minhas duas irmãs naquela putaria.
De repente, eu queria demais foder o cu da tia Marlene. Tirei a rola da boca dela e fui pegar lubrificante no closet. Vi as algemas e sorri maliciosa. Peguei elas também. Quando voltei, Maria Eduarda já tava deitada de costas e Ana Maria cavalgava o rosto dela com a rola presa. As coisas só ficavam mais quentes.
Cheguei na cama e ordenei: "Vadia, coloca as mãos na grade da cama."
Tia Marlene viu as algemas e obedeceu: "Não sabia que você era tão safada assim."
"Eu sempre soube que você era uma puta vadia," respondi, algemando ela na cama.
Ana Maria gemeu alto: "Minha vadia quer gozar na boca da Senhora?"
Maria Eduarda murmurou, a voz abafada pela rola presa no rosto: "Quero."
Ana Maria tirou a rola da cabeça dela, jogou o brinquedo longe e desceu a buceta molhada direto no rosto da Maria Eduarda. "Lambe, minha puta."
Presumi que Maria Eduarda obedeceu, porque os gemidos da Ana Maria aumentaram rápido. Eu me posicionei atrás da tia Marlene e, enquanto derramava lubrificante entre as nádegas dela, ordenei: "Implora pra eu foder seu cu gordo, sua vadia."
Tia Marlene respondeu, enquanto eu esfregava a rola grossa entre as bandas dela: "Ah, Senhora Maria Clara, fode meu cu gordo com essa rola enorme. Me castiga por todas as vezes que te tratei mal."
Empurrei pra frente. A rola larga começou a abrir o cuzinho apertado dela. Continuei empurrando devagar, mesmo com os gemidos de dor dela enchendo o quarto. "Shiiiiiiit," ela choramingou, o que me fez sorrir.
Eu queria ver tudo inteiro enterrado. Queria meter forte, queria ouvir ela gritar de dor e prazer misturados.
Ana Maria gemeu alto: "Isso, Maria Eduarda, chupa meu clitóris."
Virei pra olhar Ana Maria de olhos fechados, apertando os peitinhos, quase gozando.
Continuei empurrando até o pau desaparecer no cu bronzeado e carnudo da tia Marlene, que ainda gemia de dor. Depois comecei a entrar e sair, amando a sensação de ser eu quem tava fodendo. Embora eu adorasse rola na boca, na buceta e no cu, ser a que tava metendo era uma sensação excitante pra caralho. Segurei firme nos quadris dela e, quando os gemidos dela viraram gemidos de prazer, comecei a meter mais rápido, ainda determinada a enfiar tudo.
"Siiiiiiiiim!" Ana Maria gritou, gozando na cara da Maria Eduarda.
Fiquei olhando as expressões dela mudando durante o orgasmo enquanto eu continuava socando a rola fundo no cu da tia Marlene.
Marlene, agora gostando do pau no cu, implorou: "Fode meu cu mais forte."
Obedeci, metendo com tudo, fazendo a rola inteira desaparecer no cuzinho dela.
"Siiiiiiiiim!" ela berrou, sentindo a rola mais fundo do que parecia possível.
Meu corpo batia contra o dela por mais alguns minutos, os gemidos dela aumentando, quando Ana Maria se levantou e ordenou: "Vem cá, Maria Clara. Mas deixa essa rola bem enterrada no cu da vadia."
Tirei a cinta do meu corpo e, com a rola já fundo no cu dela, dei um tapa forte na base do brinquedo, empurrando ainda mais pra dentro.
"Ai, sua filha da puta!" tia Marlene gritou, sentindo o ardor.
"Fica," eu brinquei, rindo da ordem, já que ela tava algemada.
Ana Maria pegou minha mão, me levou até o closet, pegou outra cinta e colocou na minha cintura, beijando meu pescoço e minhas costas o tempo todo. "Você continua sendo uma mulher gostosa pra caralho, Maria Clara."
Meu rosto corou com o elogio raro no meio de toda aquela submissão. "Você também!" respondi, virando e beijando ela.
Ela retribuiu o beijo e por uns minutos nos beijamos com paixão. Quando finalmente nos separamos, ela disse: "Eu quero que isso seja mais que só hoje, Maria Clara. Quero que você seja minha puta obediente."
Olhei nos olhos dela e respondi: "Eu falei sério cada palavra que disse mais cedo. Sou sua. E da Maria Eduarda também."
"E sua puta," completei.
"Exato," ela disse, pegando uma cinta mais fina e colocando em si mesma. "Agora vamos dar uma dupla penetração na nossa irmãzona."
"Porra, sim," concordei, sentindo minha buceta babar só com a ideia. "Posso tomar dp também?"
"Tudo a seu tempo, minha vadia caçula," Ana Maria riu, pegando minha mão e me levando de volta pro quarto.
Maria Eduarda tinha ido ao banheiro, então esperamos ela voltar.
Fui até a tia Marlene e dei três tapas fortes na base da rola que tava no cu dela, rindo enquanto ela gritava a cada tapa.
"Você é tão safada " Ana Maria disse, impressionada, bem na hora que Maria Eduarda saiu do banheiro e viu as duas irmãs mais novas de cinta.
Ela perguntou, olhos arregalados: "Isso é pra mim?"
"É seu presente de Dia dos Namorados da gente," Ana Maria disse.
"Isso mesmo, sua primeira dupla penetração," eu completei.
"Nossa..." Maria Eduarda falou.
Ana Maria sorriu: "Lembra que eu te disse pra nunca falar nunca? Agora, Maria Clara, deita de costas na cama, do lado da nossa vadia algemada."
"Sim, Senhora," respondi, adorando como a palavra "Senhora" saía tão natural da minha boca.
Assim que deitei, dei uma olhada na tia Marlene, mas não disse nada antes de voltar o olhar pras minhas irmãs.
"Escarrancha na rola grande da maninha caçula, Maria Eduarda," Ana Maria ordenou.
"Sim, Senhora Ana Maria," Maria Eduarda respondeu, claramente ansiosa pra ser fodida de novo depois de tanto tempo lambendo a Ana Maria.
Maria Eduarda subiu na cama, escarranchou na minha rola, desceu devagar até encaixar tudo e se inclinou pra frente até nossas bocas se encontrarem. Ela enfiou a língua na minha boca de novo e começamos a nos beijar com paixão enquanto sentíamos a cama mexer,Ana Maria subindo com a gente.
Enquanto continuava beijando Maria Eduarda, pensei que estava prestes a ter meu primeiro ménage. Nunca na vida imaginei que seria um ménage incestuoso. Mas ali estava eu, com minha rola dentro da buceta da minha irmã, minha língua na boca dela, esperando Ana Maria foder o cu dela.
Ana Maria perguntou: "Tá pronta pra ter o cu preenchido, Maria Eduarda?"
Maria Eduarda interrompeu o beijo e respondeu: "Um pouco com medo, mas isso já não é mais decisão minha."
"De quem é?" Ana Maria perguntou, mesmo sabendo a resposta.
"Da Senhora Ana Maria," Maria Eduarda respondeu, depois completou: "E todos os meus três buracos e meus peitos grandes são seus pra brincar como quiser."
"Boa resposta, vadia," Ana Maria disse, dando um tapa forte na bunda da Maria Eduarda.
Maria Eduarda voltou a me beijar enquanto, presumo, Ana Maria passava bastante lubrificante no cuzinho dela. "Agora relaxa, Maria Eduarda, vai arder um pouco no começo."
"Tá bom," Maria Eduarda disse nervosa, olhando nos meus olhos.
Tentando confortar minha irmã nervosa, eu falei: "Confia em mim, você vai amar quando se acostumar com a sensação."
"Espero que sim," ela respondeu.
"Agora coloca esses lábios de volta nos meus," eu disse.
Continuamos nos beijando enquanto Ana Maria começava a penetrar o cuzinho virgem da Maria Eduarda. Eu adoraria ter visto, mas os gemidinhos que vibravam na minha boca enquanto a gente se beijava me diziam que a sodomia tinha começado.
Minha língua distraía Maria Eduarda o máximo possível enquanto Ana Maria explorava devagar o cu apertado dela.
Finalmente, Ana Maria anunciou: "Tudo dentro, Maria Eduarda."
Maria Eduarda interrompeu o beijo e perguntou: "Você vai foder meu cu ou vai só ficar ajoelhada fazendo anúncio óbvio?"
"Que vadia malcriada," Ana Maria brincou, começando a foder o cu da Maria Eduarda de verdade. Eu observava as expressões no rosto da Maria Eduarda enquanto ela se acostumava com uma rola no cu.
Maria Eduarda gemeu: "As duas rolas estão me enchendo tão completamente..."
"Ah, a gente tá só começando," Ana Maria prometeu, passando de estocadas lentas pra estocadas longas e fortes, fazendo o corpo da Maria Eduarda se mover pra frente a cada metida, os peitos enormes batendo no meu queixo.
"Caralho, Ana Maria, mete forte no meu cu," Maria Eduarda implorou, o prazer finalmente chegando depois da dor.
"Você virou uma vadia de cu agora?" Ana Maria perguntou, continuando a foder ela com força.
"Aaaahhh sim, uma vadia suja de cu, igual a tia vadia ali," Maria Eduarda respondeu, esticando a mão e dando um tapa forte na rola que tava no cu da tia Marlene.
Eu tinha esquecido que ela tava do nosso lado. Fiquei tão vidrada nos lábios e agora nos peitos da Maria Eduarda que o grito da tia Marlene me surpreendeu: "Porra do caralho!"
"Acompanha minhas metidas, Maria Clara," Ana Maria disse. "Vamos foder nossa irmã de verdade."
Obedeci, empurrando a bunda pra cima com força, fazendo Maria Eduarda gritar: "Meu Deus, não para, fode!"
Embora fosse difícil, continuei empurrando a bunda pra cima, encontrando as estocadas fortes da Ana Maria. Isso fazia Maria Eduarda soltar os gemidos mais loucos que eu já tinha ouvido dela, xingando como nunca, as frases virando um balbucio incoerente:
"Ah, mete na minha... porra... bunda... mais forte... me fode as duas... ai Deus... vadia... sou uma vadia... uma puta incestuosa... caralho... buceta pegando fogo... tô perto... ah sim... goza... por favor... ai, ai, ai..."
Maria Eduarda tava tão perto... estiquei as mãos, agarrei os peitos dela e puxei com força enquanto metia pra cima feito louca, querendo ouvir ela explodir.
"Meus peitos, meus melões, isso, puxa, chupa, fode, fode, fode," ela continuava balbuciando.
Me inclinei pra frente, peguei o mamilo direito na boca e mordi com os dentes bem na hora que ela gritou:
"puta que paaaaaariuuu!"
Ela desabou em cima de mim, os peitos enormes me sufocando enquanto o corpo dela tremia inteiro.
Ana Maria continuou metendo no cu dela enquanto eu deixava a rola ficar alojada na buceta.
"Continua gozando, vadia de cu," Ana Maria exigiu.
Maria Eduarda balbuciou: "Ainda... caralho... gozando..."
Eu lambia e mordia os peitos dela pensando que era uma bela forma de morrer: sufocada pelos maiores peitos que já senti na vida. Finalmente Ana Maria tirou a rola, Maria Eduarda rolou fraca pro lado, caindo em cima da tia Marlene, e eu vi Ana Maria enfiar a rola que tinha acabado de sair do cu da Maria Eduarda direto na boca da tia Marlene, fodendo o rosto dela com força.
Meu apetite ainda não estava satisfeito. Rolei por cima da Maria Eduarda, escarranchei no rosto dela e desci minha buceta molhada na boca dela. Me inclinei pra frente e enterrei meu rosto na buceta bem fodida dela, começando um 69 entre irmãs.
Nós duas nos lambemos com vontade, sem pressa, enquanto ouvíamos os sons de engasgo da tia Marlene.
Depois de alguns minutos, minha perna deu cãibra e eu tive que levantar. "Desculpa, desculpa, desculpa, cãibra na perna."
Maria Eduarda riu: "Eu te perdoo dessa vez."
Ana Maria tirou a rola da boca da tia Marlene e disse: "Minhas putas, vamos pegar uma comida de verdade?"
"Porra, sim. Ser fodida e comer buceta foi um treino e tanto," eu disse dramaticamente.
"Digo o mesmo," Maria Eduarda riu.
Ana Maria falou: "Marlene, a gente volta mais tarde... provavelmente."
"Não me deixa aqui assim," tia Marlene implorou.
"Você tem razão," Ana Maria disse, indo mais uma vez pro closet mágico. Voltou com uma bolinha vibratória pequena, ligou e enfiou na buceta da tia Marlene. "Não ouse gozar até a gente voltar."
"Siiiiim, Senhora," tia Marlene gemeu, os dois buracos agora preenchidos.
Deixamos ela lá e descemos. Devoramos os aperitivos que Ana Maria tinha separado antes dessa noite virar uma loucura completa.
Finalmente Maria Eduarda perguntou: "E agora?"
"Você quer dizer agora ou amanhã?" Ana Maria perguntou.
"Os dois, acho," Maria Eduarda respondeu.
"Bom, tô ficando bem cansada. Acho que nem vou chamar a Emile hoje. Mas a gente precisa de um final épico. Quanto ao futuro... isso definitivamente é só o começo," Ana Maria sorriu.
"Não sei como vou me sentir quando estiver completamente sóbria e perceber o que a gente fez," Maria Eduarda disse.
Eu enchi três taças de vinho e falei: "Então vamos não ficar sóbrias. Além disso, Ana Maria prometeu me dar uma dupla penetração."
"E eu sempre cumpro minhas promessas," Ana Maria sorriu, se levantando.
Maria Eduarda virou metade da taça e perguntou: "Posso foder o cu da maninha caçula?"
Ana Maria riu: "Acho que criei um monstro."
"Dois monstros, Senhora," eu ronronei enquanto Ana Maria subia pra pegar mais brinquedos e a gente se preparava pra mais uma rodada na sala de estar.
Pra falar a verdade, acabaram sendo duas rodadas a mais. Uma dupla penetração longa pra mim, onde eu gozei feito louca, e terminamos com uma corrente de três irmãs, lambendo, chupando e enfiando dedo nas bucetas uma da outra até gozarmos todas ao mesmo tempo, caindo no sono de puro cansaço no chão da sala.
FIM