Terminei o jantar e anunciei que tava pronto.
Vi o Lucas pegar a salada.
Vi o Lucas comer a salada.
Vi ele fazer uma careta estranha, como se tivesse notado o gosto diferente, mas não disse nada. Prendi a respiração o tempo todo, coração na boca.
Larissa perguntou: “Tá gostoso o salada?”
“Delícia”, ele respondeu.
“Sim, tenho minha receita especial”, Larissa disse, olhando direto pra mim com um sorrisinho safado.
O resto da noite foi tranquilo (sem trocadilho), depois do jantar eles saíram pra encontrar uns amigos.
Só na sexta, dois dias depois, que vi a Larissa de novo. Ela ligou: “Esteja em casa às 15:30.”
Antes que eu respondesse, desligou.
Eu tinha começado a achar que esses dias surreais eram só um lapso na minha vida normal. Mas basta ouvir a voz dela que meu corpo inteiro arrepiou de tesão.
Cheguei em casa uns minutos antes. O Lucas tinha não ia chegar cedo. Ainda não tinha provado a gozada dela de verdade e torcia pra isso acontecer hoje.
Às 15:25 chegou a mensagem: “Tô a caminho, vadia. Quero você pelada, deitada na cama me esperando.”
Claro que eu devia ter respondido não. Devia ter ligado de volta e dito não. Devia ter dito não desde o começo dessa loucura.
Claro que não fiz nada disso.
Tirei a roupa de trabalho, depois a sutiã e a calcinha devagar deitei na cama e esperei.
Excitada.
Nervosa.
Molhada de expectativa.
Tremendo de insegurança.
Ouvi a porta abrir e fechar uns minutos depois. Depois ouvi vozes... mais de uma. Vozes femininas.
Suspirei.
Quantas pessoas mais iam saber da minha submissão e da minha incapacidade de dizer não pra Larissa ou qualquer mulher bonita e mandona?
Me enfiei debaixo do lençol bem na hora que Larissa e outra amiga, diferente da de anteontem entraram no quarto.
“Por que você tá debaixo do lençol, vadia?”, Larissa perguntou.
“Ouvi outra voz.”
“Vamos ver se você obedeceu direitinho, puta.”
Olhei pra outra garota loira, mesma roupa da outra garota, o que significava que ela conhecia meu filho, antes de obedecer, a vergonha tremendo pelo corpo inteiro.
“Puta merda, você tava falando sério”, a garota disse, chocada com minha obediência.
“Quem é sua dona, mãe do Lucas?”, Larissa perguntou.
“Você, Mestra”, respondi, o desejo natural de obedecer vencendo a vergonha que eu deveria sentir.
“E vai fazer qualquer coisa que eu mandar?”
“Claro, Mestra”, assenti.
“Rasteja até a Sabrina aí e implora pra chupar a buceta dela”, Larissa ordenou.
“Sim, Mestra”, obedeci, saindo da cama e rastejando até a loira ainda atônita. Quando cheguei, perguntei: “Posso lamber sua buceta, por favor, senhora?”
“Isso é foda demais”, Sabrina disse.
“É sim?”, perguntei.
“Claro que sim, caralho”, ela assentiu.
Puxei a calcinha, revelando uma bucetinha completamente depilada, lábios rosados e já úmidos.
“Ela é ótima chupadora de buceta”, Larissa comentou. “Melhor que as vadias do colégio.”
“Vou tirar minha própria conclusão”, Sabrina sorriu, agarrando minha cabeça e puxando minha cara direto pra buceta dela.
A buceta já tava molhada e suada do dia, o gosto doce e azedinho me invadindo na hora. Enquanto lambia minha terceira buceta em poucos dias, parecia que eu tava numa degustação de vinhos finos... só que buceta era melhor que vinho: cada uma parecida, mas sutilmente diferente, cada gosto único e viciante pra caralho.
Sabrina gemeu alto, a voz rouca de tesão: “Caralho, a língua dela é foda demais.”
“Eu te falei, né?”, Larissa respondeu com um sorrisinho satisfeito.
“Não acredito que você transformou a mãe do seu namorado na sua puta particular.”
“Foi moleza pra cacete.”
Ouvir as duas falando de mim daquele jeito tão depreciativo, tão cru, deveria ter me humilhado até o osso. Mas não. Em vez disso, só alimentava mais o fogo que queimava dentro de mim. Cada palavra delas me fazia querer ser exatamente aquilo que elas viam: uma vadia chupadora de buceta, uma puta submissa que vivia pra agradar. Minha língua lambia a buceta da Sabrina com uma fome bêbada, como se eu tivesse voltado pros tempos de faculdade, degustando vinhos caros numa viagem pra França, só que buceta era muito melhor, cada gosto único, doce, azedo, salgado, viciante pra porra.
Larissa revelou, voz carregada de promessa: “Faz ela gozar, mãe do Lucas. Depois eu deixo você finalmente provar minha gozada de verdade.”
Um choque de adrenalina subiu pela minha espinha, arrepiando a nuca, fazendo minha buceta apertar vazia. Lambi mais rápido, língua achatada varrendo os lábios grandes da Sabrina, depois focando no clitóris inchado, sugando com força, circulando, chupando como se minha vida dependesse disso. O mel dela escorria pelo meu queixo, pingava, o cheiro forte de buceta jovem preenchendo o quarto inteiro.
Sabrina riu entre gemidos: “Parece que ela tá louca pra comer a sua buceta, hein.”
“Quem não tá?”, Larissa rebateu.
“Boa.”
Mais uns minutos de lambidas intensas, os gemidos dela ficando mais altos, mais desesperados. Enfiei a língua na entrada apertada, depois voltei pro clitóris e chupei forte, puxando ele pra dentro da boca com os lábios, sugando ritmado.
Foi o suficiente.
“Puta que pariuiiii!”, Sabrina gritou, o corpo convulsionando. O gozo dela jorrou quente e grosso na minha boca, um mel doce e espesso como vinho caseiro, inundando minha língua, escorrendo pelos cantos da boca, molhando meu rosto inteiro. Engoli tudo que pude, lambendo devagar pra não perder uma gota, o gosto celestial me deixando tonta de prazer.
Larissa comentou: “A gente devia levar ela na viagem do fim de semana que vem.”
“Porra, sim”, Sabrina gemeu ainda ofegante. “Sempre bom ter mais uma chupadora pra deixar a gente relaxada.”
“A Edna pode ficar com ciúme.”
“A gente deixa a Edna ficar com a mãe do Lucas como pet particular dela.”
“Ideia safada pra caralho”, Larissa aprovou. Depois ordenou: “Vem pra cama, mãe do Lucas.”
“Sim, Mestra”, respondi, dando uma última lambida lenta na buceta ainda tremendo da Sabrina antes de voltar pra cama.
“Deita de barriga pra cima.”
“Sim, Mestra.”
Larissa montou no meu rosto, a buceta pairando bem em cima da minha boca, o cheiro forte e doce me envolvendo como um cobertor quente. “Quer levar rola no cu da Sabrina enquanto chupa minha buceta?”
“Sim, por favor, Mestra”, assenti rápido, a boca salivando de vontade.
“Então toma”, ela ronronou, baixando devagar a buceta quente e melada direto na minha cara.
Comecei a lamber na hora, língua explorando os lábios grandes, sentindo o mel escorrer na minha boca, o clitóris já inchado pulsando contra a ponta da minha língua. O cheiro era intenso ali embaixo, fechado entre as coxas dela: suor, perfume doce e tesão puro, me deixando zonza.
Senti minhas pernas sendo abertas com força, dedos frios de lubrificante passando no meu cu, espalhando devagar, gelado e escorregadio. Um dedo entrou devagar, abrindo o anel apertado, mexendo pra dentro e pra fora, preparando. Gemi alto contra a buceta da Larissa, o som abafado vibrando na carne dela. Um segundo dedo entrou, esticando mais, abrindo meu cu devagar, dolorido no começo mas virando prazer rápido
Depois de uns minutos de preparação, os dedos saíram devagar do meu cu, deixando um vazio latejante e uma sensação de abertura que ainda pulsava, o lubrificante frio escorrendo pela dobra quente entre as nádegas. Meu corpo inteiro tremia de expectativa, a buceta contraindo vazia, mel escorrendo pelas coxas internas que grudavam na pele suada. Então veio: a ponta grossa de uma rola encostando nos lábios inchados da minha buceta, roçando devagar de cima pra baixo, subindo até bater de leve no clitóris sensível e descendo de novo, espalhando o lubrificante gelado misturado com o meu mel quente. O contraste me fez soltar um gemido abafado direto na buceta da Larissa , frio na entrada, calor na carne, a textura da pele verdadeira roçando as dobrinhas meladas, veias salientes pulsando contra mim como se a rola tivesse vida própria.
Enquanto lambia devagar a buceta da minha Mestra, língua achatada varrendo os lábios grandes e quentes dela, sentindo o mel doce e salgado escorrer na minha boca, a rola grossa pressionou a entrada da minha buceta e deslizou pra dentro num movimento lento e implacável. Gemi longo e rouco contra a carne dela, o som vibrando direto no clitóris da Larissa. A sensação era absurda de real: quente pra caralho, pele macia e firme ao mesmo tempo, veias grossas roçando e pulsando nas paredes internas sensíveis, esticando tudo devagar, centímetro por centímetro, abrindo minha buceta como se fosse a primeira vez em anos. Não era como aqueles strap-ons de plástico da faculdade, frios, duros, sem vida, isso latejava, inchava dentro de mim, pulsava com cada batida do coração de quem tava metendo, o calor se espalhando do fundo até o colo do útero, mandando choques de prazer que subiam pela barriga e faziam meus mamilos endurecerem doloridos sob a blusa.
Cada estocada lenta era uma tortura deliciosa: a rola entrava até o talo, a cabeça grossa batendo fundo, roçando no ponto mais sensível lá dentro, depois saía quase toda, deixando só a ponta pra me provocar, o vazio me fazendo apertar em volta dela como se quisesse sugar de volta. O lubrificante e meu mel faziam um som molhado e obsceno a cada movimento ritmado, escorregadio, misturado com meus gemidos abafados na buceta da Larissa e os suspiros roucos dela rebolando devagar no meu rosto. Meu cu ainda formigava da preparação, a buceta dilatada e cheia pulsava em volta da rola, cada veia roçando as paredes internas enviando ondas de prazer que faziam minhas pernas tremerem, os dedos dos pés se curvando. O cheiro subia forte: meu tesão misturado com o lubrificante, o suor das coxas dela no meu nariz, o mel dela na minha língua, tudo se fundindo num cheiro cru, animal, de sexo proibido que me deixava tonta.
A rola metia mais fundo agora, ritmada, grossa esticando ao máximo, o latejar dela dentro de mim me fazendo sentir cada pulso como se fosse parte do meu corpo. Meu orgasmo já subia rápido, uma bola de fogo se formando no ventre, apertando tudo, o clitóris latejando sem nem ser tocado, só do atrito indireto da rola grossa entrando e saindo. Gemia sem parar na buceta da Larissa, a língua trabalhando freneticamente, lambendo o mel que escorria dela, sentindo o gosto doce e salgado se misturar com o meu próprio tesão na boca. Era real demais, quente demais, proibido demais, e eu tava me entregando inteira àquela sensação de ser preenchida, esticada, dominada por uma rola que pulsava como se fosse viva dentro da minha buceta fervendo.
Larissa perguntou: “Gostou, mãe do Lucas?”
“Meu Deus, sim...”, gemi entre lambidas.
“Gosta dessa rola grossa na sua buceta?”
“Caralho, parece tão real...”, falei, o orgasmo já subindo rápido, fazia uma eternidade que eu não levava pau de verdade.
“Pronta pra levar no cu, mãe do Lucas?”
Senti a rola sair da buceta e encostar no meu cu lubrificado. Enquanto a ponta pressionava o anel franzido, Larissa disse: “Vai, enfia a rola na sua mãe, amor.”
As palavras demoraram uns segundos pra bater na minha cabeça zonza. A rola grossa começou a entrar no meu cu, abrindo devagar, esticando o anel dolorido que virou prazer imediato. Meu filho tava me comendo o cu.
“Continua lambendo, mãe do Lucas”, Larissa mandou, rebolando a buceta na minha cara.
Preso ali embaixo, sentindo a mistura louca de dor e prazer enquanto a rola grossa do Lucas me enchia o cu até o talo, eu não lutei. Me entreguei completamente: ao prazer, ao pecado proibido, ao ato mais submisso da minha vida. Voltei a lamber a buceta doce da Larissa com fome, enquanto mãos apertavam meus peitos e a rola do meu filho começava a meter devagar no meu cu.
“Eu te falei que ela não ia resistir”, Larissa disse, rebolando mais forte na minha cara.
Eu odiava que ela tivesse razão.
Eu amava que ela soubesse que tinha razão.
Lambia com desespero enquanto a dor inicial virava prazer puro, o cu se acostumando à grossura, cada estocada mandando ondas de tesão pelo corpo inteiro.
Meu filho tava me comendo o cu.
Eu tava deixando meu filho me comer o cu.
Eu tava adorando meu filho me comer o cu.
Caralho!, Caralho!!, Caralho!!!
Finalmente o Lucas falou, voz rouca: “Gosta da minha rola no seu cu, mãe?”
Larissa levantou um pouco o corpo pra eu responder. “Meu Deus, Lucas, isso é tão errado...”
“Quer que eu pare?”, ele perguntou, a rola parada fundo dentro de mim.
“Eu não disse isso”, sorri, mesmo que ele não pudesse ver.
“O que você quer, mãe?”
“Quero que você foda o cuzinho da mamãe com essa rola grossa e dura, filhinho”, respondi. “Hora de te transformar num filho da puta de verdade.”
“Aaaaah, porra”, ele gemeu.
“Agora fode o cu da mamãe com força, seu filho da puta safado”, exigi, agarrando os quadris da Larissa e puxando a buceta dela de volta pro meu rosto.
Voltei a lamber enquanto o Lucas começava a socar meu cu com força, cada estocada profunda fazendo meu corpo tremer, o cu dilatado se contraindo em volta da rola grossa.
Larissa gemia: “Fode sua mãe, amor. Arromba esse cuzinho.”
Eu gemia na buceta dela, lambendo sem parar, o tesão tomando conta de tudo.
“Porra, isso tá quente demais”, Sabrina gemeu.
Os gemidos da Larissa ficaram mais altos, iguais aos meus.
E, por mais louco que pareça, gozamos juntas: o mel dela jorrando na minha cara, inundando minha boca, enquanto minha buceta explodia em gozo sem ninguém tocar, só do cu sendo arrombado forte pelo pau do meu filho.
“Sua mãe gozou sem permissão”, Larissa repreendeu, esfregando a buceta melada no meu rosto inteiro, me dando um banho de gozo.
“Você também gozou sem permissão levando no cu, vadia”, Lucas disse, me surpreendendo de novo. Ele tava no comando?
“Sua rola é mágica”, Larissa apontou.
“Caralho, não aguento mais”, o Lucas gemeu rouco, a voz tremendo de tesão, a rola grossa pulsando forte dentro do meu cu apertado, cada estocada profunda fazendo meu anel dilatado se contrair em volta dele como se quisesse sugar tudo pra dentro. Eu sentia cada veia latejando contra as paredes sensíveis do meu cu, o calor do pau dele se espalhando até o fundo, mandando ondas de prazer misturado com um ardor delicioso que já tinha virado puro tesão. Meu corpo inteiro tremia, suado, a buceta vazia latejando louca de vontade, o mel escorrendo pelas coxas e pingando no lençol.
Eu gemia abafado na buceta da Larissa, minha língua trabalhando freneticamente no clitóris inchado dela, lambendo o mel grosso e quente que escorria pela minha boca, o rosto todo melado de saliva e gozo dela. O cheiro forte de tesão dela preenchia minhas narinas, doce e salgado, me deixando zonza enquanto o cu ardia e latejava com cada socada do meu filho.
O Lucas apertou meus quadris com mais força, as mãos cravando na carne macia das minhas nádegas, gemendo alto: “Porra, mãe... tô quase... vou gozar no seu cu...”
A Larissa, que rebolava devagar no meu rosto, parou de repente e levantou o quadril, tirando a buceta melada da minha boca com um som molhado de sucção. Eu soltei um gemido frustrado, a boca aberta procurando o gosto doce de novo, a língua esticada no ar, o rosto brilhando de saliva e mel dela. Meu corpo inteiro implorava por mais, o cu ainda sendo socado, a buceta contraindo vazia.
“Ainda não, amor”, a Larissa disse com aquela voz mandona que me fazia arrepiar inteira. “Sua mãe ainda não mereceu levar tua porra toda. Primeiro ela vai gozar direito, como a vadia que é.”
Ela desceu da cama num pulo, pegou o strap-on que tava com sabrina, uma rola preta grossa, veiada, realista pra caralho, com base firme e cinto ajustável. Vestiu rápido, apertando as tiras nos quadris finos, a rola balançando dura e ameaçadora entre as pernas dela, brilhando de lubrificante.
“Vem cá, Helena”, ela ordenou a rola apontando pro teto como um desafio. “Monta no pau do teu filho. Senta devagar nessa rola grossa na buceta... .”
Meu corpo tremia inteiro, suado, o cu ainda dilatado latejando da foda do Lucas, a buceta escorrendo mel pelas coxas como se estivesse chorando de tesão. Levantei de joelhos devagar, o rosto quente de vergonha e desejo, e olhei pro meu filho. Ele tava de pé ao lado da cama, a rola babada e pulsando, veias saltadas, a cabeça inchada brilhando de lubrificante e do meu próprio mel do cu.
“Vai, mãe... senta na minha rola”, ele disse, voz baixa e rouca, segurando a base do pau pra guiar, os olhos fixos nos meus com uma mistura de tesão e domínio que me fez a buceta apertar vazia.
Engoli em seco, o coração disparado, e subi na cama devagar. Posicionei-me em cima dele, as coxas abertas. Segurei a rola grossa com a mão trêmula, quente, dura, pulsando na palma como se tivesse coração próprio, alinhei a entrada melada da minha buceta e desci devagar.
“Aaaaahhh, caralho...”, gemi longo e rouco quando a cabeça grossa abriu meus lábios inchados, esticando a buceta quente e vazia. Desci mais, sentindo cada veia roçando nas paredes internas sensíveis, a rola preenchendo tudo devagar, batendo fundo no colo do útero. As coxas tremiam, o clitóris roçando na base do pau do meu filho, o prazer subindo como uma onda quente que fazia meus mamilos doerem de tão duros.
Assim que sentei até o talo, gemendo alto, a Larissa se posicionou atrás de mim, de joelhos na cama. Cuspiu na palma da mão, espalhou no strap-on e encostou a ponta gelada no meu cu já dilatado e lubrificado.
“Relaxa, vadia... toma as duas rolas de uma vez”, ela sussurrou no meu ouvido, mordendo de leve o lóbulo, o hálito quente me arrepiando a nuca.
Soltei um grito abafado quando a rola falsa começou a entrar no meu cu. A sensação era louca: a buceta cheia da rola viva e quente do meu filho, pulsando dentro de mim, e o cu sendo aberto de novo pela rola grossa da Larissa, esticando o anel já sensível, dor virando prazer imediato. As duas rolas se encontravam lá dentro, separadas só por uma fininha parede de carne, roçando uma na outra através de mim, criando uma pressão dupla que fazia eu ver estrelas, o corpo inteiro convulsionando.
“Porra... tá me arrombando... as duas...”, choraminguei, as mãos apoiadas no peito do Lucas, unhas cravando na pele dele, o suor escorrendo pelas costas.
O Lucas começou a meter devagar de baixo pra cima, socando na minha buceta, a rola grossa entrando e saindo ritmada, batendo fundo a cada estocada, a cabeça roçando no ponto mais sensível lá dentro. A Larissa acompanhou o ritmo por trás, socando forte no meu cu, as coxas batendo nas minhas nádegas com força, o som molhado e ritmado enchendo o quarto: ploc-ploc-ploc das rolas entrando e saindo, meus gemidos virando choros de prazer, os suspiros roucos dos dois.
Eu gozava sem parar agora, espasmos violentos na buceta e no cu ao mesmo tempo, o mel jorrando pelas coxas em golfadas quentes, pingando no pau do meu filho, molhando as bolas dele. “Siiiiim caralho... me fode... me fode as duas... tô gozando de novo... puta que pariuuu!”
O Lucas apertou meus quadris com força, metendo mais rápido: “Tô quase, mãe... vou encher tua buceta de porra...”
A Larissa socava meu cu com mais força ainda, o strap-on batendo fundo, roçando na rola do Lucas através da carne fina: “Goza, filhinho... enche a buceta da mamãe-puta... ela merece.”
Eu gritava, o corpo convulsionando, o orgasmo múltiplo me atravessando como um raio, buceta e cu apertando as duas rolas ao mesmo tempo, leite escorrendo em golfadas quentes pelas coxas.
Só então o Lucas explodiu, gemendo alto: “Toma, mãe... toma toda minha porra...”
A rola pulsou forte dentro da minha buceta, jatos grossos e quentes enchendo tudo, escorrendo pelas bordas, misturando com o meu mel, pingando nas coxas. Senti cada jato quente batendo no fundo, o corpo tremendo, gozando junto com ele, o cu ainda sendo socado pela Larissa até ela mesma gozar forte no strap-on, gemendo rouco e apertando meus quadris.
Ficamos ali por uns segundos, ofegantes, corpos suados colados, rolas ainda dentro de mim, porra e mel escorrendo devagar pelas minhas coxas, o quarto cheirando a sexo puro, suor e incesto. Meu corpo mole, saciado, mas ainda latejando, a cabeça girando com o que eu tinha acabado de deixar acontecer.
“Incrível”, Larissa concordou.
“Um sonho realizado”, meu filho acrescentou.
“Literalmente”, Larissa brincou
“Meu Deus, faz tempo que eu fantasiava com isso, mãe”, Lucas revelou, enfiando a rola de volta na minha boca.
Infelizmente, tudo acaba.
Lucas tirou a rola e disse: “Merda, vou me atrasar.”
“Acho que você já tá”, Larissa riu, se inclinando e beijando meu filho na boca.
Quando ele soltou o beijo, olhou pra baixo pra mim: “Valeu, mamãe”
Ainda no ápice do tesão, brinquei: “Espero que não seja só uma vez por semana.”
“Caralho, você é mesmo uma vadia nojenta”, Larissa disse.
Sabrina completou: “Puta merda, Lucas, você tem uma puta particular morando em casa.”
“E no colégio tenho duas”, Lucas rebateu, saindo da cama.
“Três, se contar a dona Márcia”, Larissa revelou.
“Como eu ia esquecer dela”, Lucas riu.
“A gente também precisa ir”, Sabrina disse.
“Verdade”, Larissa concordou, antes de soltar a cereja do bolo: “Deu exatamente como você planejou.”
“Nem tinha certeza se ia rolar”, Lucas admitiu.
“Você planejou tudo isso?”, perguntei, a ficha caindo de repente.
Lucas confirmou: “Planejei.”
“Não acredito.”
“Achei seu diário antigo e soube do seu passado lésbico submisso. Misturado com o que ouvia do seu jeito obediente com o pai quando ele era vivo... calculei que você ia fazer exatamente o que fez.”
Minha cabeça girou mais uma vez.
Por fim, perguntei: “E agora?”
“Hoje à noite, depois que eu voltar, quero uma foda completa nos três buracos da mamãe”, Lucas disse, se abaixando e me beijando de um jeito nada maternal.
Beijei de volta, e quando ele soltou: “Como você sabe que eu quero quero ser sua puta nos três buracos?”
“Não tô perguntando”, ele disse, virando e saindo.
“Você ainda é minha vadia também”, Larissa reforçou.
“Minha também”, Sabrina acrescentou.
“Sim, Mestras”, concordei, sabendo que tudo tinha mudado pra sempre.
“Agora vou tomar e me arrumar.”, Larissa disse.
“E meu filho?”
“Seu Mestre?”
“Sim, e meu Mestre?”
“Ele vai tomar banho também, até ele terminar de tomar banho e se trocar, você já vai ter chupado todas as nossas bucetas”, Larissa respondeu.
“Delícia”, falei, saindo da cama, pensando que essa noite que mudou minha vida tava só começando.
FIM