Como engravidei do meu filho - Parte 6

O tempo passou. O sexo continuava, quase todo dia, como eu tinha dito. No quarto dele, no sofá com o risco do pai na garagem ouvindo o jogo, no carro depois da faculdade, e agora também ao ar livre, como a gente tinha feito na clareira. Mas não chegava.

Passaram-se semanas. Eu contava os dias, esperava os sinais. O corpo não mudava. Nenhum enjoo, nenhum inchaço, nenhuma falta. Eu continuava fértil na minha cabeça, mas a barriga continuava lisa, o útero continuava vazio apesar de tudo que o Lucas jogava dentro de mim.

A fome não passava, mas a esperança começou a doer. Eu via o Lucas e pensava "da próxima vez", "essa porra vai pegar", mas não pegava. Eu me sentia velha, inútil, como se meu corpo tivesse decidido que não ia mais. O Roberto continuava me fodendo com camisinha de vez em quando, gozando na borracha, dormindo. E eu continuava indo pro Lucas logo depois, roubar o que era de verdade.

A tristeza veio devagar. Primeiro era só frustração, depois virou algo mais fundo. Eu via mães com barrigas na rua e sentia um aperto no peito. Via o Lucas e via o filho que eu queria ter com ele, e via que não estava acontecendo. Eu tentava esconder. Sorria, fazia as coisas de casa, recebia o Lucas quando ele chegava da faculdade com o mesmo fogo. Mas ele começou a notar. Os abraços mais longos dele, as mãos parando na minha barriga às vezes, como se procurasse algo. Eu desviava o olhar quando ele perguntava se eu estava bem.

Uma noite, depois de mais um dia normal que não era normal, o Roberto foi pra cama cedo. Tinha bebido mais que o normal, roncou rápido. Eu fiquei na sala, a TV ligada baixo, mas não via nada. A tristeza pesou. Eu pensei em todas as vezes que o Lucas tinha gozado dentro de mim nas últimas semanas. No carro, eu de quatro, ele enfiando fundo e eu apertando pra guardar tudo. No sofá, com o cobertor e o pai na garagem. No quarto dele, eu cavalgando e pedindo "enche a mamãe, filho, dá o bebê pra mamãe". No mato, deitada no cobertor com o vento batendo na pele enquanto ele me enchia.

E nada. Eu me levantei, fui pro banheiro do nosso quarto, me olhei no espelho. Quarenta e um anos. Seios 38E ainda firmes o suficiente, quadris grossos de manequim 48, a buceta que tinha recebido tanto porra jovem e quente. Mas vazia. Senti os olhos marejarem. Não chorei alto. Só uma lágrima, depois outra. Voltei pro quarto e sentei na beira da cama, no escuro, do lado do Roberto que roncava pesado. As mãos no colo, eu tentando não fazer barulho enquanto as lágrimas caíam.

Foi aí que ele me encontrou.

Ele veio me procurar, já que n tinha ido no quarto dele e estava mais trisque naquele dia. Abriu a porta do quarto devagar, com cuidado, viu eu sentada ali na beira da cama, o rosto molhado, o pai dormindo a menos de um metro de distância. "Mãe?"

Eu tentei sorrir, limpar o rosto. "Vai dormir, amor. Tá tarde."

Ele não foi. Fechou a porta sem fazer barulho, se aproximou no escuro. Sentou do meu lado na cama, bem na beira, o corpo tenso por estar ali, no quarto, com o Roberto roncando do outro lado da cama.

conversamos em sussurros

"Você tá triste há dias. Eu sei. Não é só hoje. Eu vejo. Depois que a gente... você levanta, fica quieta, mas eu vejo que você tá esperando algo que não vem."

Eu respirei fundo, quase sem voz. As palavras saíram baixas, tristes, sussurradas. "Eu queria tanto, Lucas. Tão tanto. A gente faz tudo certo. Você me enche toda vez, eu guardo, eu sinto o calor, o útero latejando como se fosse pegar. Mas não pega. Talvez eu seja velha demais. Talvez o corpo não queira mais. O Roberto nunca quis, e agora que eu tenho você... nada. Eu sinto falta. Falta de barriga inchando, de enjoo, de saber que tem um bebê seu dentro de mim. E não vem."

Ele ficou quieto um segundo, olhando pro pai que roncava pesado do outro lado. Depois se virou pra mim, as mãos nas minhas, os olhos nos meus no escuro. "Mãe... eu entendo. Eu quero isso tanto quanto você. Eu não vou desistir. Nunca. Eu vou continuar te procurando, te fodendo, te enchendo de porra até você ficar grávida. O bebê vai ser meu. Seu. Nosso. Eu não vou parar. Você é minha mãe, e eu vou dar pra você o que o pai não dá. O que você merece. Não chora, mamãe. Eu tô aqui. Eu não vou desistir de te dar o bebê."

As palavras dele me acertaram no peito. A tristeza misturou com algo quente, algo que eu conhecia bem. O consolo virou toque. A mão dele subiu pro meu rosto, limpou a lágrima bem ali, na cama onde o Roberto dormia. Eu virei o rosto, beijei a palma dele. "Lucas..."

Ele me beijou. Devagar, depois mais fundo. Eu respondi, as mãos no peito dele, sentindo o coração bater forte. O beijo ficou faminto. A tristeza não sumiu, mas o desejo tomou conta. Eu o puxei mais pra cama, deitei de costas no nosso lençol, do lado do pai que roncava. "Ele tá aqui... do nosso lado. A gente tem que ser muito quieto. Mas eu preciso de você agora. Depois do que você falou... eu preciso sentir você dentro de mim. Na nossa cama."

Ele tirou a cueca devagar, o pau já duro, latejando. Eu tirei a calcinha com cuidado, abri as pernas. Ele se posicionou entre elas, a cabeça do pau roçando minha entrada molhada. Eu já estava molhada apesar da tristeza, ou por causa dela virando tesão. Ele entrou devagar. Aaaaah... o pau grosso abrindo a buceta, esticando as paredes, o calor dele me queimando por dentro. Eu mordi o lábio com força pra não gemer alto. O pai dormia a menos de um metro, o ronco grave enchendo o quarto, qualquer barulho podia acordar ele.

"Devagar, filho... bem devagar..." eu sussurrei direto no ouvido dele, quase sem som. "Mamãe quer sentir cada centímetro. Sente como a buceta da mamãe tá apertando? Depois de tudo que a gente fez... mamãe ainda tá sensível, mas faminta. Você disse que não vai desistir... então não para de me encher. Goza dentro da mamãe de novo. Mamãe quer o bebê seu... o teste vai dizer que é do Roberto, mas vai ser o filho do filho dela."

Ele saiu devagar, quase todo, e eu senti o vazio dolorido, a buceta se contraindo querendo puxar ele de volta. Aí ele voltou, centímetro por centímetro, a cabeça roçando as paredes, as veias latejando contra minha carne. Eu sentia tudo: o calor jovem, o jeito que ele preenchia o útero que eu tanto queria grávida. O cheiro subiu: meu mel, o suor dele, o cheiro dos lençóis do Roberto misturado com o nosso sexo. O som molhado baixo abafado pelo ronco do pai e pela respiração controlada.

Ele mamou no meu mamilo, a boca quente, a língua rolando devagar, sugando como se ainda fosse bebê mas agora era o homem que me fodia. Eu segurei a nuca dele, os dedos no cabelo. "Mama... mama no peito da mamãe enquanto me fode devagar... Aaaaah caralho..." o gemido saiu quase mudo, só ar. "Mamãe te pariu com esses peitos... agora mamãe te dá a buceta... a buceta que quer o bebê do filho dela. Não para, Lucas. Mamãe precisa disso. Precisa de você me enchendo até o útero não aguentar mais... aqui na cama dele."

Ele gemeu baixinho contra a pele, o pau entrando e saindo com estocadas lentas e profundas. O risco era insano. O pai dormindo do lado, o ronco dele abafando tudo, mas qualquer estalo da cama, qualquer gemido mais alto, qualquer movimento brusco podia acordar ele. A gente se mexia com cuidado extremo. Eu apertava a buceta ao redor do pau dele, mamando, ordenhando. Os quadris subiam sozinhos, devagar, pra encontrar ele. O mel escorria, molhando o lençol do Roberto, o cheiro doce-azeda enchendo o ar ao redor da gente.

"Eu não vou desistir, mãe..." ele sussurrou de volta, a voz rouca, os olhos nos meus no escuro, o corpo dele por cima de mim enquanto o pai roncava a centímetros. "Vou te foder toda noite se precisar. Vou gozar dentro até você sentir o bebê crescendo. O útero da mamãe vai ficar cheio do meu filho. O pai vai achar que é dele... mas a gente vai saber que foi eu. O filho que tá aqui... o filho que dá pra mãe o que o pai nega. Na cama dele."

As palavras dele me fizeram apertar mais. Eu segurei o rosto dele, beijei a boca, depois o pescoço. "Então me enche agora, meu amor. Goza na mamãe. Dá toda a porra grossa e quente pro útero da mamãe. Mamãe quer sentir os jatos... quer sentir você pulsando dentro... Aaaaah... mais fundo... sim... mamãe quer o bebê... não para de tentar... Lucas... filho... goza... goza dentro da tua mãe... aqui do lado do pai."

Ele acelerou um pouco, ainda controlado, o pau batendo no fundo do meu útero faminto. Eu mordi o ombro dele pra abafar o gemido. O corpo inteiro tremia. Senti ele engrossar, latejar forte, e os jatos quentes jorraram, enchendo meu útero de novo. A porra grossa se acumulou, quente, prometendo. Eu apertei as pernas na cintura dele com cuidado, rolei os quadris devagar, mamando cada gota, sentindo o calor se espalhar, o útero se contraindo de prazer.

Eu gozei junto, o corpo arqueando no lençol do Roberto, a buceta se apertando em ondas ao redor do pau dele, o mel se misturando com a porra nova. "Siiiiim caralho... mamãe sente... sente a porra do filho... enche... não para... mamãe quer mais... quer o bebê seu..."

Ele ficou dentro de mim por um tempo, ofegante, o pau ainda pulsando. Eu segurei ele, os dedos no cabelo, beijando a testa. "Você não vai desistir... mamãe acredita. A gente vai conseguir. O filho presente... o filho que não para de tentar. Mesmo aqui... na cama do pai."

Eu me levantei devagar depois, o pau dele escorregando pra fora com cuidado, a porra escorrendo quente pela coxa. Vest i a calcinha de novo, sentindo ela encharcar na hora. Beijei ele mais uma vez, bem de leve. "Volta pro seu quarto. Mamãe vai ficar aqui. Com tudo dentro."

Lucas saiu em silêncio, fechando a porta atrás de si. Eu deitei de costas, do lado do Roberto que continuava roncando, levantei os quadris com o travesseiro debaixo da bunda, sentindo a porra do Lucas se acumular no meu útero, quente, grossa, cheia de promessa. O cheiro na pele, nos lençóis. A tristeza não tinha sumido, mas tinha um novo fogo. Ele não ia desistir. O filho presente não ia parar de me encher. E agora a gente tinha fodido na cama onde o pai dormia, do lado dele, sem ele saber.

Eu fechei os olhos, as mãos na barriga lisa, imaginando ela inchando. O sexo continuava. A fome continuava. E agora, com a promessa dele e o risco novo, a esperança voltava mais forte.


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Ficha do conto

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tabooalex

Nome do conto:
Como engravidei do meu filho - Parte 6

Codigo do conto:
264034

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
08/06/2026

Quant.de Votos:
2

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