Roubei a família do meu irmão - Parte 18

Eu sentei na cadeira da escrivaninha, encarando a tela preta do computador, pensando. Precisava fazer alguma coisa com a Olivia. Tava ficando quase impossível resistir a ela. Eu podia jurar pra mim mesmo que não ia encostar nela, mas assim que ela começasse a se jogar em cima de mim, eu ia ceder. Ela tava sendo imprudente pra caralho e eu precisava botar ela na linha.

Levantei e subi as escadas pro andar de cima. O quarto do Eduardo e da Soph ficava perto. Olhei pra lá e sorri sozinho, lembrando de ter fodido minha cunhada na cama deles. Tinha mais três portas nesse corredor: uma pro quarto de hóspedes, outra pro banheiro que a Olivia usava e, por último, o quarto dela. A porta tava entreaberta.

Fui andando leve e quieto. Parei bem na frente e espiei pela fresta, vendo o quarto da Olivia pela primeira vez. Era grande pra caralho pra um quarto de adolescente. Dava pra ver uma escrivaninha com notebook, uma cadeira confortável e uma cama king size. As paredes cheias de pôster de banda e arte gótica. A mesa tava coberta de velas meio queimadas.

A Olivia tava deitada na cama, de bruços, pés virados pra porta, cabeça virada pra parede do outro lado. Apoiada nos cotovelos, mexendo no celular. Tinha fones brancos nos ouvidos, bloqueando tudo. Não tinha trocado de roupa, então aproveitei pra curtir a visão daquela bunda cheia e empinada dentro da legging de couro fake justa.

“Olivia,” chamei alto o suficiente pra ela ouvir por cima da música. Ela deu um pulinho e olhou por cima do ombro. Quando me viu, sorriu, piscou e rebolou a bunda. Quase gemi vendo aquelas bandas firmes e redondas balançando.

Ela virou de volta pro celular, me ignorando de um jeito exagerado.

“Olive!” ralhei, usando o apelido que ela pediu. Isso fez ela olhar de novo, largando o celular na cama. Rolou de costas e me olhou lá de baixo.

“Sim, tio Dan,” disse com um sorrisinho safado. “Quer alguma coisa?” Lambeu os lábios. “Talvez terminar o que a gente começou mais cedo!”

“O que você começou, né,” respondi. “Aquilo foi uma burrice do caralho.”

“Burrice gostosa, talvez,” ela disse. “Você adorou. Senti seu pau pulsando na minha boca.”

“Olive,” falei, tentando manter a cabeça no lugar. Tentando ignorar o quanto eu tava duro só de estar no mesmo quarto que essa vadiazinha. “Você foi imprudente pra porra. E se a Soph tivesse visto?”

Os olhos verdes da Olivia queimavam de tesão. Ela abriu as pernas, a legging brilhante marcando a buceta.

“Aí ela ia ver meu tio gostoso com a rola enfiada na boca da sobrinha dele! Coitada. Ia derreter aquele cérebrozinho que ela finge que tem.”

“Ia foder tudo!” gritei pra ela. “Que porra, Olive! Você quer que eu vá embora? Que eu me mude?”

Pela primeira vez naquela manhã ela largou a pose de safada e vi um medo real nos olhos dela. Ela realmente não queria que eu fosse embora.

“Não, Dan,” disse. “Eu quero que você me foda! E eu sei que você quer também! Quer tanto quanto eu!”

Cruzei os braços e franzi a testa pra ela. Ela tava certa. Meu pau tava latejando. A parte animal do meu cérebro gritava pra eu subir naquela cama e tomar ela pra mim. Ela tava com poder demais aqui.

“Não,” menti. “Eu consigo ir embora. Acho que é você que precisa disso. Acho que você tá molhada pra caralho, desesperada pra minha rola dentro de você.”

Ela lambeu os lábios só de pensar e sentou na cama, se arrastando na minha direção. Achando que eu ia ceder.

“Tô sim, tio Dan,” disse. “Tô encharcada por sua causa.”

“Que pena,” falei e virei, indo pra porta, abrindo ela e saindo pro corredor. “Então vai ter que se virar sozinha.”

“Espera,” ela gritou, voz desesperada. “Pra onde você vai?”

“Vou arrumar as malas,” respondi. “Se você não consegue se comportar, eu não posso ficar aqui.”

“Não vai,” ela implorou, saindo correndo da cama e me abraçando por trás. Senti os peitos dela esmagados nas minhas costas enquanto me apertava forte. “Por favor, não vai.”

Parei.

“Consegue se comportar?” perguntei, voz séria.

“Consigo,” respondeu na hora. “Prometo.”

Tirei ela de cima de mim, virei de frente e segurei os ombros dela, mantendo ela afastada.

“Vou precisar que você prove,” falei. “É o seguinte: vou te punir pelo seu comportamento. Dez palmadas. Acho que é justo.”

Ela sorriu pra mim.

“Ah!” disse, voltando pro modo safada. “Você curte dar lição? Vai me agarrar e jogar na cama?”

Balancei a cabeça.

“Não. Acho que você ia gostar demais disso. Vou sentar na beira da sua cama. Você vai baixar a calça e se deitar no meu colo. Vai contar cada palmada e vai me agradecer depois de cada uma. Ou eu vou embora.”

Soltei os ombros dela e sentei na beira da cama, olhando pra ela parada ali. Ela mordeu o lábio inferior, pensando. Depois veio rápido pra mim, puxando a legging pra baixo enquanto andava. Tava com uma tanga branca minúscula.

“Calcinha também,” mandei, e ela enfiou os polegares na cintura e desceu tudo, saindo da roupa de baixo, pelada da cintura pra baixo. Olhei com vontade pra bucetinha lisinha dela.

Ela se deitou de bruços no meu colo, barriga pressionada nas minhas coxas. Meu pau duro pressionou contra ela. Agarrei uma das bandas da bunda cheia com a mão e apertei, dedos afundando na carne macia.

De repente levantei a mão e desci com força, colocando toda a potência, palma e dedos fazendo o formato de pá.

CLAP!

O barulho encheu o quarto, misturado com o grito dela. Dava pra ver o formato branco da minha mão, contornado por uma linha fina de vermelho vivo, formando um vergão na hora. Ficou lindo pra caralho na pele clara dela.

“Porra! Dan!” ela gritou. “Foi forte pra caralho!”

“Você não contou nem agradeceu,” falei. “Então essa não valeu.”

CLAP!

Dei na outra banda com a mesma força.

“Porra! Merda! Um! Caralho! Obrigada!” ela disse rápido.

Passei os dedos leves na carne recém-maltratada.

“Agradecer pelo quê?” perguntei. “É importante você entender por que tô fazendo isso.”

“Agradecer por… me punir.”

CLAP!

Voltei pra primeira banda.

“Dois! Obrigada!”

“Punindo você por quê?” perguntei.

“Por… te provocar?” ela disse.

CLAP!! CLAP!!

As duas seguintes foram rápidas na mesma banda. Os vergões tavam se sobrepondo agora.

“Três! Quatro!! Obrigada! Obrigada por me punir!”

“Isso,” falei. “E por ser imprudente. E,” enfiei a mão de repente entre as pernas dela, “por ser uma vadiazinha.”

Ela tava encharcada, meus dedos encontraram mel assim que roçaram os lábios da buceta. Enfiei dois dedos com força e ela gemeu, arqueando as costas, empurrando contra minha mão. Bombeei umas vezes antes de tirar.

O rosto dela tava vermelho, lágrimas escorrendo dos olhos.

Levei a mão pro rosto dela e passei os dedos nos lábios. Obediente, ela abriu a boca e eu enfiei. Por instinto, chupou.

“Prova o quanto você é vadia. Tão molhada só de levar palmada do tio. Você é uma vadia, né?”

Ela assentiu, meus dedos ainda na boca.

“Sou,” disse embolado. “Sou sua vadia.”

Tirei a mão do rosto dela.

CLAP! CLAP!

Duas mais na outra banda. O corpo dela deu um tranco a cada uma e eu tive que segurar ela no lugar.

“Obrigada! Obrigada! Cinco!! Seis!! Porra, obrigada por punir sua vadia! Meu Deus, eu preciso de você!”

Enfiei a mão entre as pernas dela e encontrei o clitóris duro, beliscando entre o dedo e o polegar. Ela arfou e os quadris rebolaram no meu colo.

CLAP!

“Sete! Porra! Obrigada!”

CLAP!

“Ah porra, daddy! Vou ser boazinha! Oito!! Obrigada!”

Meu pau deu um pulo quando ela falou “daddy” e enfiei os dedos fundo nela, deixando ela rebolar contra minha mão.

CLAP!!

“Ahhhhhhhh,” ela gemeu. “Nove! Obrigada! Obrigada por me punir!”

“Quase lá,” falei, dedando ela de novo. Ela tava ofegante no meu colo, se contorcendo, esfregando o corpo na minha rola dura. “Só mais uma.”

“Por favor, daddy,” gemeu. “Me dá. Me mostra o quanto eu fui safada!”

CLAP!!

Essa foi a mais forte de todas. A carne firme da bunda vibrou com o impacto como se um meteoro tivesse caído. Ela gritou, o corpo deu um tranco tão forte que quase derrubei ela no chão.

“DEZ!” ela berrou. “Obrigada! Obrigada! Obrigada!”

Enfiei dois dedos nela mais uma vez e meti com força. Ela rebolou e se contorceu no meu colo.

“Merda! Merda! Merda!” gritou. “Eu… eu… porraaaaaaaa! Tô gozando! Ah! Ah! Ah!”

Acompanhei cada movimento dos quadris dela bombeando os dedos enquanto ela gozava no meu colo. Por fim ela foi desacelerando, os gritos virando suspiros, ofegante. Finalmente ficou parada, mole no meu colo como uma boneca de pano.

Levantei ela fácil e deitei na cama de costas. O peito dela subia e descia, rosto corado. Maquiagem preta borrada em volta dos olhos por causa das lágrimas. Parecia bem vulnerável. Subi na cama do lado dela, segurei o queixo e virei o rosto dela pro meu.

Olhei nos olhos dela e sorri.

“Boa menina,” falei e ela choramingou. Beijei ela, lábios leves nos dela. “Tão boa.”

O beijo ficou mais urgente enquanto ela se apertava contra mim, línguas se enrolando. Baixei a calça de moletom, libertando a rola latejante e rolei por cima dela.

Ela agarrou minha camiseta e puxou pra cima. Ajudei ela a tirar. Meu pau roçou na buceta e ela gemeu. Puxei a blusa dela pra cima. Ela abriu o sutiã no meio e ele caiu aberto, os peitos cheios se espalhando.

“Acho que você merece isso agora,” falei, a voz rouca de tesão puro, enquanto alinhava a cabeça grossa e roxa da rola bem na entrada da bucetinha dela. A Olivia desceu a mão desesperada, agarrou minha bunda com as unhas cravadas e puxou com força, implorando sem palavras. Empurrei os quadris devagar no começo, sentindo a pressão quente e molhada dela se abrindo pra mim como uma puta no cio.

Gemi alto, gutural, quando finalmente afundei na minha sobrinha depois de uma semana inteira de tortura. A buceta dela era apertada pra caralho, um punho quente e encharcado que me engolia centímetro por centímetro, as paredes internas latejando e pulsando em volta da minha rola grossa como se quisessem me ordenhar. Tava tão molhada que entrei deslizando sem resistência, o mel grosso e quente dela escorrendo pela extensão do pau, molhando minhas bolas e pingando na cama. O cheiro forte de buceta excitada encheu o quarto inteiro doce, salgado, safado pra porra, misturado com o suor de tesão dos nossos corpos.

“Por favor… me fode… me fode feito sua vadia, tio Dan!” ela arfou, a voz tremendo, os olhos arregalados de puta no cio, boca aberta babando um fio de saliva.

Puxei devagar, sentindo cada milímetro da buceta apertada dela se agarrando na minha rola, os lábios carnudos esticados ao máximo em volta da grossura, brilhando de mel e pré-gozo. Até só a cabeça roxa ficar dentro, latejando.

“Isso, sua putinha,” rosnei no ouvido dela, a voz grave e dominadora. “Você é minha vadia agora. Minha cachorra safada.” E meti com tudo, nossos corpos batendo forte um no outro com um estalo molhado e obsceno a pele suada grudando, o suor escorrendo pelas costas dela e pingando nos lençóis.

Ela arqueou as costas violentamente, os peitos cheios balançando, e senti a buceta pulsar como um coração desesperado em volta da minha rola, apertando tão forte que quase me fez gozar na hora. “Aaaahhh caralhooo! Que rola grossa da porra, tio! Tá me arrombando todinha” ela gritou, a voz rouca e quebrada, unhas cravando fundo nas minhas costas, rasgando a pele.

Fodi ela através do orgasmo, acelerando sem piedade, o pau socando fundo e saindo quase todo só pra meter de novo com força bruta. O barulho era delicioso: o estalo molhado da buceta encharcada sendo arrombada, o tapa violento da minha virilha contra a bunda dela, os gemidos altos e roucos dela misturados com minha respiração ofegante. O cheiro de foda pura tomava conta, suor salgado, buceta molhada, pau latejando, tudo misturado num perfume safado que me deixava ainda mais animal.

“Caralho, que buceta apertada e gulosa da porra, sua vadia safada do caralho!” grunhi, metendo mais forte, os dedos afundando na carne macia dos quadris dela, puxando ela contra mim como se quisesse quebrar. “Toma essa pica grossa no fundo! Olha como tá piscando em volta da minha rola!”

“Sim! Sim! Me arromba, tio! Me fode!” ela berrou, o rosto contorcido de prazer, boca aberta babando, olhos revirando. “Tô gozando de novo, porra!, daddy! Me enche todinha”

Senti o mel dela escorrendo a cada estocada violenta, pingando quente e pegajoso, o corpo dela tremendo inteiro como se estivesse sendo eletrocutada. Não sei quantas vezes ela gozou na minha rola, depois ela disse que nem conseguiu contar. A buceta dela apertava e pulsava sem parar, as paredes internas sugando meu pau como uma boca faminta, o prazer queimando como fogo nas minhas bolas enquanto eu metia sem parar. O suor escorria pelos peitos dela, pelos meus ombros, grudando nossos corpos num tapa molhado e obsceno toda vez que eu socava até o talo.

“Gemendo igual uma cachorra no cio?” rosnei, batendo mais forte, o pau latejando dentro dela, esticando tudo. “Olha como eu tô te enchendo todinha! Essa bucetinha tá me apertando!”

Ela só conseguia gemer e gritar, o corpo convulsionando, unhas cravadas nas minhas costas, as pernas tremendo descontroladas em volta da minha cintura. “Me fode mais forte! tio! Eu sou sua puta, sua vadia sem vergonha! Me enche de porra quente depois, se quiser!”

Eu tava no limite, as bolas apertadas, o gozo subindo como lava. Meti mais fundo, mais bruto, sentindo ela gozar de novo em volta de mim, a buceta pulsando desesperada, sugando cada centímetro da minha rola grossa.

“Vai gozar no meu pau quantas vezes? Goza de novo pra mim, porra!” ordenei, a voz rouca, e ela explodiu mais uma vez, gritando meu nome misturado com “daddy” e “por favor”.

Não aguentei mais. Segurei os quadris dela com força bruta, meti até o fundo e gozei com um urro baixo e animal, jatos grossos e quentes de porra enchendo a bucetinha dela até transbordar, escorrendo pelos lábios inchados e brilhantes. Ela tremeu inteira, gozando junto, o corpo convulsionando, a buceta apertando meu pau como se quisesse ordenhar até a última gota.

Caí por cima dela, ofegante, suado, os corpos grudados, o cheiro de porra, buceta e tesão puro enchendo o quarto inteiro. A rola ainda latejava dentro dela, pingando os últimos fios de gozo enquanto a gente tentava recuperar o fôlego.

Por fim ela suspirou.

“Obrigada,” disse. “Eu queria isso faz tanto tempo.”

“Eu só tô aqui há uma semana,” ri.

“Antes disso. Quando você veio da última vez. Eu me apaixonei por você naquela hora.”

Claro que eu gostava dela. Era minha sobrinha, mas ela tava falando de outra coisa, eu sabia. Não respondi, precisava entender o que isso tudo significava.

“Você era só uma criança,” falei.

“É,” disse. “ e burra. Eu me escondi de você o tempo todo. Você nunca me olhou como nada além de sobrinha. Ainda bem, porque ia ser errado. Não que eu soubesse disso na época.”

“Nunca passou pela minha cabeça,” falei.

Ela rolou pra cima de mim, de bruços, o corpo colado no meu. Deixei os dedos descerem pelas costas dela até a bunda. Tava vermelha brilhando e dava pra ver vários lugares que pareciam chupões onde os vasos tinham estourado. Passei os dedos leves nas bandas, sentindo o quanto tavam quentes. A bunda balançou quando ela deu um pulinho com meu toque na pele sensível e machucada.

“Vou sentir isso por uma semana ou mais,” disse com uma risadinha.

“Acho que eu devia pedir desculpa,” falei.

“Não pede,” disse. “Você foi perfeito. Tô ansiosa pra isso. Toda vez que eu sentar vou lembrar que eu sou sua. Que sou sua vadia.”

“Espero que lembre,” falei. “Teve um motivo pra tudo isso.”

“Eu sei,” disse. “Eu tava sendo louca.”

“Não vou dizer que não curti,” falei. “Mas era arriscado demais. Você é minha. Não vem atrás de mim a não ser que eu mande, tá? A gente tem que ser mais esperto do que você tem sido.”

“Tá bom,” disse. “Eu faço qualquer coisa que você quiser. Prometo.”

Ficamos ali deitados um tempo, só curtindo estar juntos.

“Você me chamou de ‘daddy’,” falei por fim, com uma risadinha.

“Acho que chamei,” disse. “Você… foi legal?”

“Eu curti,” admiti.

“Bom. Eu curti te chamar assim.”

Desci os dedos pelas coxas cremosas dela e ela abriu um pouco as pernas. Dava pra ver minha porra escorrendo da buceta. Era uma visão safada pra caralho.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Roubei a família do meu irmão - Parte 18

Codigo do conto:
259156

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
11/04/2026

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