Abria sem saber de quem era. Podia ser da Soph, a segunda mulher do meu irmão mais velho? Se fosse, provavelmente era ela mandando que tava com saudade, que tava louca pra sentir minha rola dentro dela de novo e que ia me esperar pra eu foder ela assim que eu saísse do trabalho.
Ou podia ser da Olive, a vadiazinha gótica safada, filha da primeira mulher do Eduardo. Se fosse, era foto ou vídeo curto dela pelada, se tocando, se oferecendo pra mim como uma puta no cio.
Talvez fosse de alguma das amigas da Soph As três tavam me mandando nudes e mensagem safada desde a festa na piscina. A mesma festa em que eu tinha enfiado a rola na Babi e na Kelly. Eu tinha marcado com duas delas aquela semana, e a Carol tava perguntando quando ia ser a vez dela.
Respondia qualquer uma delas e voltava pro trampo como se minha vida fosse normal. Mas não era. Eu tinha caído de paraquedas no tipo de vida que todo homem tarado sonha. Tinha complicação pra caralho, mas eu tava decidido a aproveitar enquanto pudesse.
Era pouco depois do meio-dia de quarta quando o celular vibrou. Olhei, imaginando qual das minhas mulheres seria. Duvidava que fosse a Soph, a gente tinha acordado cedo, malhado junto na academia do porão e depois fodido gostoso no chuveiro. Ela tinha dito que ia ficar fora o dia todo.
A Olive era possibilidade forte. Com só dezenove anos, provavelmente tava acordando agora. Se fosse ela, podia estar implorando pra eu subir e foder ela no horário do almoço, e era uma ideia ótima pra caralho. Só de pensar meu pau já começou a inchar.
Peguei o celular e abri. Meus olhos arregalaram um pouco. Não era nenhuma das minhas putas. Era do Eduardo, meu irmão mais velho.
Engoli em seco. Até ali eu tinha conseguido separar tudo direitinho na cabeça. Evitava pensar que meu irmão tinha me acolhido na casa dele, me dado um canto barato pra morar e que eu tava traindo ele fodendo não só a mulher dele, mas a filha também. Não tava orgulhoso, mas não conseguia parar, e enquanto ele tava viajando a trabalho eu conseguia fingir que ele não existia. A Soph e eu tomávamos cuidado pra não falar dele nem da traição que a gente tava cometendo.
Mas a mensagem no celular era impossível de ignorar.
“Dan. Como você tá? Acabei de pousar. Chego em casa em uns quarenta e cinco minutos. Tá por aí? Vamos bater um papo.”
Meu coração disparou. Que porra era essa? Eu devia ter lembrado que ele chegava hoje. Não era segredo. Eu só tinha ignorado a realidade.
E “bater um papo”? O que ele queria dizer com isso? Será que ele sabia de alguma coisa? Tinha descoberto? Eu tava realmente fodido? Por um segundo imaginei a manchete do dia seguinte: “ADVOGADO DE SUCESSO PRESO POR ASSASSINAR IRMÃO E ESPOSA. DETALHES PICANTES NA MATÉRIA!”
Digitei a resposta:
“bem-vindo de volta. tô em casa. te vejo daqui a pouco.”
Me recostei na cadeira, preocupado pra caralho. O celular vibrou de novo. Peguei rápido, achando que era ele respondendo. Era a Olive.
Abri e era uma selfie. Ela pelada na cama, lençol cobrindo a maior parte do corpo, mas um dos peitos grandes e pálidos aparecendo até a beirada da aréola rosada. O braço esticado segurando o celular lá em cima.
Sem a maquiagem gótica pesada, ela ainda tava linda pra porra: lábios carnudos, rosto oval, olhos verdes brilhando. O cabelo preto tingido com mechas verde-esmeralda tava todo bagunçado. Li a legenda da foto:
“então, vai subir pra me foder ou o quê, tio Dan?”
Suspirei e olhei o relógio. Quarenta minutos até o Eduardo chegar. Respirei fundo. Se meu irmão ia me matar, pelo menos eu ia ter um gostinho antes.
A porta do quarto da Olive tava fechada, mas destrancada. Empurrei e entrei, fechando atrás de mim. Ela tava deitada de costas, celular na mão. Olhou pra mim e sorriu, largando o aparelho do lado e virando de lado.
“Rápido hein,” disse com uma risadinha leve. “Normalmente você finge que não quer me foder. Não que eu esteja reclamando.”
Puxou o lençol e jogou pro lado, revelando o corpo jovem e gostoso. Baixinha, 1,60m, mas com proporções perfeitas: peitos grandes com biquinhos rosados, quadris largos, barriguinha macia que ficava linda nela. Parecia macia e pronta pra ser comida.
Desabotoei o cinto, enfiei a mão na calça jeans e tirei a rola já dura pra caralho. Grossa, enchendo minha mão, vinte centímetros, sem prepúcio total, veia grossa pulsando em cima.
“Seu pai tá chegando daqui a pouco,” falei, me aproximando da cama. “Vai ter que ser rápido.”
A Olive deu uma risadinha safada.
“Ah é?” perguntou. “E o tio vai foder a sobrinha dele bem antes do pai chegar? Que tio safado do caralho.”
“Cala a boca,” ordenei, chegando na beira da cama. “De quatro. Vem cá. Engatinha.”
Eu tinha descoberto rápido que o que a Olive queria de mim era dominação. Ela adorava quando eu corrigia ela, dava palmada, usava ela feito uma puta. Eu adorava dar isso pra ela.
Ela obedeceu na hora, ficou de quatro e engatinhou até a beira da cama, os peitos grandes balançando pesados embaixo dela, mamilos roçando o lençol.
Quando chegou na borda olhou pra cima, olhos verdes cheios de tesão e necessidade. Segurei um punhado do cabelo preto dela e puxei pra cima, arqueando as costas dela. Ela gemeu.
Com a outra mão segurei a rola grossa e bati de leve na bochecha dela. Depois na outra.
“Quer chupar essa rola?” perguntei. “Quer que o tio foda você, vadia?”
“Quero,” ela respondeu, já respirando mais pesado, lambendo os lábios.
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“Então implora, sua putinha. Implora pela rola do tio.”
“Por favor,” ela implorou, voz manhosa, rouca e cheia de tesão puro, os olhos verdes brilhando como uma cachorra no cio. “Por favor me fode, tio… Usa sua vadia… Fode minha boca gulosa, fode minha bucetinha… Me fode, daddy! Por favor, enfia essa rola grossa até o fundo da minha garganta, caralho!”
Agarrei o cabelo da nuca dela com força bruta, enrolando os fios pretos tingidos nos dedos como se fosse uma rédea, e enfiei a rola na boca aberta com a outra mão, metendo até bater no fundo da garganta quente e molhada. Ela engasgou forte com a invasão repentina, um som molhado e obsceno, gluck-gluck —, mas não recuou nem um centímetro. A gente tinha treinado bastante, e ela era uma putinha obediente pra caralho.
Fodi a garganta dela com força animal, socando fundo, puxando ela pelo cabelo como se quisesse enfiar o pau até o saco. O barulho era delicioso: o estalo molhado da saliva grossa escorrendo, o gorgolejo da garganta apertada engolindo minha rola latejante, a respiração dela cortada em golfadas desesperadas. De vez em quando metia até o talo, nariz dela esmagado contra minha barriga suada, segurando ali, cortando o ar dela enquanto via os olhos verdes lacrimejarem e o rosto ficar vermelho. As mãos dela tavam cravadas nos meus quadris, unhas afundando na pele, mas como a boa putinha vadia que era, ela nunca dava tapinha pedindo pra parar. Só babava, saliva grossa escorrendo pelo queixo, pingando nos peitos grandes e pálidos.
O cheiro era insano: buceta molhada misturada com suor de tesão puro, o perfume doce e safado dela subindo do corpo quente, o cheiro forte do meu pau suado e pré-gozo enchendo o quarto inteiro.
Por fim tirei a rola com um pop molhado e olhei pra baixo: meu pau brilhando inteiro de saliva grossa e transparente, veia pulsando, cabeça roxa inchada encostada na bochecha dela. Ela me olhou de volta, olhos vermelhos de lágrimas, baba escorrendo do queixo pro pescoço, rosto contorcido de puta desesperada, boca aberta babando como uma cachorra.
Empurrei ela pra trás na cama com um tapa no ombro e subi, agarrando os ombros dela e virando ela de bruços com força bruta. Ela deu um gritinho agudo e depois riu safada enquanto eu manuseava ela feito um brinquedo.
Fiquei de joelhos entre as coxas abertas, segurei as duas bandas da bunda pálida e empinei com força, dedos afundando na carne macia até deixar marca vermelha. Vi o cuzinho piscando, apertadinho, e logo abaixo a bucetinha lisinha, inchada pra caralho, lábios carnudos brilhando de tesão, mel grosso escorrendo pelas coxas.
Segurei a rola melada e esfreguei a cabeça grossa entre os lábios encharcados, batendo no clitóris inchado. A Olive gemeu alto, voz rouca, e tentou empurrar a bunda pra trás, desesperada pra me enfiar.
“De novo,” ordenei, voz grave e dominante. “Implora de novo, sua cachorra no cio.”
“Pooooorraaa,” gemeu ela, voz tremendo de tesão, o corpo inteiro arrepiado. “Me fode, daddy! Por favor! Enfia logo essa rola grossa e arromba minha bucetinha de vadia! Me usa, tio Dan, me arromba como uma piranha imunda!”
Grunhi como um animal e meti com tudo, socando até o talo de uma vez só enquanto ela gritava alto, o corpo dando um tranco violento. Ainda bem que a Soph não tava em casa. Não tinha como ninguém na casa não ouvir esse barulho obsceno: o estalo molhado da buceta sendo arrombada, pele batendo contra pele com força bruta, o tapa molhado da minha virilha contra a bunda dela.
Puxei os quadris dela pra cima, deixando ela de quatro de novo, e comecei a foder forte pra caralho, nossos corpos batendo com estalos altos e molhados, PLAP! PLAP! PLAP!, minhas bolas pesadas estapeando a buceta encharcada dela. Enfiei a mão por baixo e esfreguei o clitóris inchado com força, circulando rápido, enquanto grunhia a cada estocada violenta.
“Caralho, que buceta apertada da porra, sua vadia safada do caralho!” rosnei, metendo mais fundo, o pau esticando tudo lá dentro, sentindo as paredes quentes e molhadas pulsando desesperadas em volta da grossura. “Toma essa pica grossa no fundo, sua puta arrombada! Olha como tá piscando e apertando meu pau, cachorra no cio!”
“Sim! Sim! Me arromba, tio! Me fode como uma piranha imunda!” ela berrou, o rosto contorcido de prazer puro, boca aberta babando no lençol, olhos revirando. “Tô gozando de novo, porra! Sua rola tá me destruindo todinha, daddy! Me enche com essa pica grossa, sua vadia gostosa!”
Senti o mel dela escorrendo a cada estocada bruta, pingando quente e pegajoso no lençol, o cheiro forte de buceta molhada e porra misturado com suor de tesão puro tomando o quarto inteiro. O prazer queimava como fogo nas minhas bolas, o pau latejando e esticando as paredes dela, fricção violenta fazendo a pele suada grudar e deslizar.
“Gemendo igual uma cachorra no cio, hein sua piranha filha da puta?” rosnei entre dentes, batendo mais forte, unhas cravando fundo nos quadris dela, deixando marcas vermelhas. “Olha como eu tô te enchendo todinha, sua putinha gulosa e safada! Essa bucetinha tá me apertando pra caralho!”
Ela só conseguia gemer e gritar, o corpo convulsionando, unhas rasgando o lençol, pernas tremendo descontroladas. “Me fode mais forte, porra! Me arromba com essa rola! Eu sou sua puta, sua vadia sem vergonha! Enche meu cu de porra quente depois, se quiser!”
Eu tava no limite, as bolas apertadas, o gozo subindo como lava quente. Meti mais fundo, mais bruto, sentindo ela gozar de novo em volta de mim, a buceta pulsando desesperada, sugando cada centímetro da minha rola grossa.
“Vai gozar no meu pau, sua cachorra? Goza pra mim, porra!” ordenei, voz rouca e agressiva, e ela explodiu mais uma vez, gritando meu nome misturado com “daddy” e “por favor, me enche”.
Não aguentei mais. Segurei os quadris dela com força bruta, meti até o talo e gozei com um urro baixo e animal, jatos grossos e quentes de porra enchendo a bucetinha da minha sobrinha até transbordar, escorrendo pelos lábios inchados e brilhando. Ela tremeu inteira, gozando junto, o corpo convulsionando, a buceta apertando meu pau como se quisesse ordenhar até a última gota quente.
Caí por cima dela, ofegante, suado pra caralho, os corpos grudados, o cheiro forte de porra, buceta e tesão puro enchendo o quarto inteiro. A rola ainda latejava dentro dela, pingando os últimos fios de gozo enquanto a gente tentava recuperar o fôlego.
“Obrigada, daddy,” ela gemeu baixinho, voz rouca e satisfeita, olhando por cima do ombro com aquele olhar de puta bem usada e feliz. “Obrigada por foder sua vadia arrombada.”
Dei um tapa forte na bunda dela, fazendo ela dar um pulinho e rir.
“Seu pai tá chegando,” falei. “Você sabe que tem que tomar cuidado perto dele, né?”
“Eu sei,” prometeu.
Virei e desci pra cozinha pegar um café.