Os buracos da mamãe - Parte 3

À noite, tomei banho duas vezes: o segundo depois de bater uma punheta pensando naquilo tudo que ia rolar mais tarde.

Por volta das oito, fui perguntar pra ela:
- Mãe, posso pegar o carro um pouquinho? Vou ajudar o Rafael a estudar.

- Desculpa, filho, ela respondeu, vestida com um vestidinho leve de alcinha, coisa estranha praquela hora da noite (ela sempre usava vestido, alma presa nos anos 50)., Eu vou sair um pouco.

- Pra onde?, perguntei. Minha mãe não era de sair à noite sem o meu pai, que tava viajando a semana toda.

- Hum, eu… pra casa da tia Júlia, ela respondeu, parecendo confusa com a pergunta.

A resposta soou estranha, como se ela estivesse mentindo. Mas deixei pra lá, sem dar muita bola.

Assim que ela saiu, peguei a bicicleta que eu quase nunca usava e pedalei o mais rápido que pude, com medo de atrasar.

Cheguei suado, com só uns minutinhos de sobra. A cabine que eu devia entrar tava ocupada, assim como a que ela usava. Rezei pra ela não ter arrumado outro cara, que estivesse só dando boquete pro sujeito.

Uns três minutos depois, que pareceram uma eternidade, a porta da minha cabine abriu. Um cara de uns sessenta anos saiu, baixou a cabeça quando me viu e sumiu rápido.

Entrei correndo, tranquei a porta, baixei a calça e meti minha rola já dura pra caralho no buraco.

- É você, ela disse, voz animada e sexy pra cacete com aquele sotaque francês.

Respondi com voz grossa:
- Eu não perderia isso por nada.

- Nem eu, ela ronronou, e logo senti a boca dela na minha rola de novo.

Como da outra vez, foi incrível. Ainda bem que eu tinha batido uma uma hora antes, senão teria gozado em segundos igual à primeira vez.

Depois de menos de um minuto, ela perguntou:
- Vai me foder com essa rola grossa tua?

- Porra, sim, respondi na hora. Palavras que eu sonhava ouvir a vida toda.

- Tô fantasiando com isso o dia inteiro, ela disse.

- Eu também, respondi, ainda mais impressionado que ela tava pensando em mim.

- Nunca fiz isso antes, ela falou.

Fiquei curioso se ela era virgem, mas achei improvável. Devia ser que nunca tinha fodido alguém pelo buraco da glória. Soltei sem pensar:
- Eu também nunca fiz nada.

- Você é virgem?, ela perguntou.

- Sim, admiti, minha rola latejando de tesão.

- Quantos anos você tem?, perguntou, o tom de repente preocupado.

- Dezoito, respondi sincero.

- Graças a Deus, ela suspirou aliviada., Tem certeza que quer perder a virgindade assim?

- Sim, falei, mesmo ela não podendo me ver.

- Nunca peguei um virgem antes, ela disse, depois completou:, Na verdade, você vai ser a primeira rola que não é do meu marido em anos.


Enquanto pensava nisso tudo, lisonjeado pra caralho por ser o primeiro pau diferente do marido dela em anos, mas ao mesmo tempo com um peso no peito por talvez estar metendo o pau numa mulher casada, senti a cabeça da minha rola encostar em algo quente, úmido e macio. A buceta dela tava ali, esperando, os lábios inchados e escorregadios roçando na glande sensível, babando um melzinho quente que escorria devagar pela minha rola.

Ela se mexeu um pouquinho, alinhando certinho, e então empurrou o quadril pra trás com uma lentidão torturante. A entrada apertada se abriu aos poucos, os lábios da buceta se dilatando em volta da cabeça grossa da minha rola, envolvendo ela como um anel de carne quente e pulsante. Senti cada centímetro sendo engolido: primeiro a glande forçando passagem, esticando as paredes internas molhadas e sedosas, depois o corpo todo da rola deslizando pra dentro, centímetro por centímetro, num calor úmido que parecia me derreter.

- Aaaaahhh… porra…, ela gemeu longo e rouco do outro lado da parede, a voz tremendo de prazer enquanto minha rola grossa a abria inteira, preenchendo cada vazio dela até encostar no fundo, onde o colo do útero apertou de leve contra a cabeça inchada.

O cheiro subiu forte pelo buraco: um aroma doce e almiscarado de buceta excitada, misturado com o suor quente da pele dela e um leve perfume que eu já tinha sentido antes, mas não conseguia lembrar onde. A buceta dela pulsava em volta da minha rola, contraindo e relaxando em espasmos involuntários, como se quisesse me sugar mais pra dentro. A sensação era indescritível: quente, apertada, molhada pra caralho, as paredes internas lisas e aveludadas massageando cada veia saliente da minha vara enquanto ela começava a se mover devagar.

Ela recuava o quadril até quase deixar só a cabeça dentro, os lábios da buceta se fechando em volta da glande como um beijo faminto, depois empurrava de volta com força controlada, engolindo tudo de novo até minhas bolas quase encostarem na parede fria. O som era obsceno: um ploc molhado e ritmado toda vez que a buceta dela batia na base da minha rola. Cada estocada fazia meus joelhos tremerem, o prazer subindo em ondas quentes do pau até a barriga, me deixando zonzo.

Eu fiquei parado, mãos apoiadas na parede, só sentindo. Sentindo o calor dela me envolver, o aperto ritmado da buceta me ordenhando devagar, o cheiro dela me invadindo as narinas, o som dos gemidos abafados misturado com o barulho úmido da foda. Minha rola latejava dentro dela, inchada ao máximo, cada veia pulsando contra as paredes macias que se moldavam perfeitamente ao meu formato.

- Tão grossaaaa… caralho… me arromba devagar assim…, ela gemeu depois de uns minutos, a voz rouca e entrecortada, o ritmo ainda lento, quase torturante, como se quisesse saborear cada segundo daquela primeira penetração. Ela apertava a buceta de propósito a cada ida e volta, me fazendo gemer baixo sem querer, o tesão subindo rápido demais pro meu corpo de virgem aguentar por muito tempo.


Mas eu queria foder de verdade, queria mandar. Arriscando, mandei:
- Tira, encosta a bunda na parede e deixa eu socar.

- Hummmm, gosto de homem que manda, ela gemeu, obedecendo na hora.

Empolgado pra caralho, enfiei de novo e acertei de lado na bunda dela.

Ela riu:
- Desculpa, difícil alinhar sem ver essa rola grossa tua.

Ouvir ela elogiar meu pau me deu uma confiança do caralho. Falei:
- Queria ver teus peitos.

- Quer chupar meus mamilos?, ela perguntou, voz safada pra porra.

- Porra, sim, respondi, parecendo o virgem inocente que eu era. Tirando as revistas escondidas do meu pai e uns vislumbres de filme pornô embolado na TV, eu nunca tinha visto bico de mulher de verdade.

Ela se mexeu e logo um bico apareceu no buraco.
- Vai, chupa meu bico, gostoso.

Não precisei de mais convite. Ajoelhei, me inclinei e meti o bico na boca.

Ela gemeu:
- Isso…

Girei a língua no bico duro, lambi, depois mordi de leve.

- Aaaah sim, ela gemeu., Adoro o que você tá fazendo.

Depois de um minuto, ela trouxe o outro bico e eu repeti. Sentindo confiança, pedi:
- Encosta pra trás, quero ver teus peitos inteiros.

- Tá bom, ela obedeceu, voz hesitante.

Olhei pelo buraco. Só via os peitos grandes e as pontas do cabelo loiro comprido. Fiquei babando, admirando aqueles peitos enormes.

- Gostou?, ela perguntou.

- Acho que morri e fui pro céu, respondi, sem tirar os olhos.

- Que tal foder minha buceta de noov com essa rola grossa em vez de só olhar?, ela ronronou, apertando os peitos.

- Ótima ideia, concordei., Encosta essa bunda na parede de novo.

Ela fez na hora, claramente louca pra ser fodida tanto quanto eu pra foder… o que me deixou ainda mais confiante.

Vi a buceta dela convidando, rosada e molhada. Fiquei curioso pra saber o gosto. Estiquei a língua e lambi os lábios dela.

- Aaaahhh, isso não é sua rola, ela gemeu, levantando uma perna pra me dar mais acesso.

O gosto era indescritível… doce, com um toque salgadinho. Mas eu adorei. Adorei os gemidos dela enquanto eu lambia desajeitado.

- Essa parede do caralho, ela gemeu depois de uns minutos, porque eu não conseguia alcançar direito.

Eu ri e tentei convencer:
- Pena que a gente não tá no mesmo quarto.

- Seu safado, ela ronronou., Agora seja ainda mais safado e enfia essa rola grossa na minha buceta.

Nunca tinha ouvido uma mulher falar “buceta” assim, mas vindo dela era tesão puro.

Levantei, mirei no buraco e entrei de novo na buceta quente e molhada dela. Gemi alto enquanto começava a foder.

- Isso, gostoso, mete forte na minha buceta com essa rola grande, ela gemeu, o sotaque francês ainda deixando tudo mais quente.

E eu meti, desejando poder agarrar os quadris dela, enterrar tudo, sentir minhas bolas batendo na parede.

- Mais forte, ela pediu, mesmo impossível por causa da parede.

Gemi:
- Essa parede do caralho.

Ela gemeu de volta:
- Essa parede do caaaaaralho.

Não sei quanto tempo fodi ela, mas os gemidos dela foram ficando mais altos até ela implorar:
- Não para, não para.

Eu não ia parar por nada, queria ouvir ela gozar gritando.

- Ai, ai, ai, aaaaaaaaah, ela gritou., Tô gozandooooo!

Senti a buceta dela ficar mais molhada, escorrendo em volta da minha rola. Eu também não ia aguentar muito.

Gemi:
- Tô gozando.

Não sabia se ela ia deixar gozar dentro, mas ela resolveu:
- Enche minha buceta de porra, gostoso.

E eu fiz. Jato atrás de jato saiu da minha rola, enchendo ela toda.

- Issoooo, me enche de porra, ela ronronou, apertando a buceta como se quisesse espremer cada gota.

Quando diminuí o ritmo, fiquei surpreso quando ela tirou minha rola e foi chupar.

Gemi, impressionado com essa mulher incrível.

Quando finalmente tirou, ela disse:
- Não podia deixar uma gotinha dessa porra gostosa se perder.

Meus olhos se arregalaram. Dessa vez a voz dela estava diferente E eu reconheci a voz na hora. Reconheceria em qualquer lugar.

Fiquei paralisado de choque.

Minha boca abriu que nem desenho animado.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


256367 - Os buracos da mamãe - Parte 5 - Categoria: Incesto - Votos: 1
256364 - Os buracos da mamãe - Parte 4 - Categoria: Incesto - Votos: 0
256362 - Os buracos da mamãe - Parte 2 - Categoria: Incesto - Votos: 0
256361 - Os buracos da mamãe - Parte 1 - Categoria: Incesto - Votos: 1
256240 - Como a namorada do meu filho comeu meu cu - Parte 6 - Categoria: Incesto - Votos: 3
256239 - Como a namorada do meu filho comeu meu cu - Parte 5 - Categoria: Incesto - Votos: 6
256068 - Como a namorada do meu filho comeu meu cu - Parte 4 - Categoria: Incesto - Votos: 4
256059 - Como a namorada do meu filho comeu meu cu - Parte 3 - Categoria: Incesto - Votos: 8
256056 - Como a namorada do meu filho comeu meu cu - Parte 2 - Categoria: Incesto - Votos: 7
255856 - Como a namorada do meu filho comeu meu cu - Parte 1 - Categoria: Incesto - Votos: 13
255818 - Como me tornei a cadela do meu filho - Parte 6 - Categoria: Incesto - Votos: 5
255804 - Como me tornei a cadela do meu filho - Parte 5 - Categoria: Incesto - Votos: 7
255782 - Como me tornei a cadela do meu filho - Parte 4 - Categoria: Incesto - Votos: 6
255778 - Como me tornei a cadela do meu filho - Parte 3 - Categoria: Incesto - Votos: 6
255726 - Como me tornei a cadela do meu filho - Parte 2 - Categoria: Incesto - Votos: 14
255649 - Como me tornei a cadela do meu filho - Parte 1 - Categoria: Incesto - Votos: 21
255644 - Tudo em Família - Parte 4 - Categoria: Incesto - Votos: 10
255546 - Tudo em Família - Parte 3 - Categoria: Incesto - Votos: 12
255455 - Tudo em Família - Parte 2 - Categoria: Incesto - Votos: 9
255386 - Tudo em Família - Parte 1 - Categoria: Incesto - Votos: 17
255056 - A putinha do papai - Parte 7 - Categoria: Incesto - Votos: 11
255052 - A putinha do papai - Parte 6 - Categoria: Incesto - Votos: 9
254981 - A putinha do papai - Parte 5 - Categoria: Incesto - Votos: 8
254953 - A putinha do papai - Parte 4 - Categoria: Incesto - Votos: 10
254863 - A putinha do papai - Parte 3 - Categoria: Incesto - Votos: 9
254858 - A putinha do papai - Parte 2 - Categoria: Incesto - Votos: 14
254856 - A putinha do papai Parte 1 - Categoria: Incesto - Votos: 18
254844 - Uma mãe viciada em porra - Parte 11 - Categoria: Incesto - Votos: 9
254836 - Uma mãe viciada em porra - Parte 10 - Categoria: Incesto - Votos: 10
254798 - Uma mãe viciada em porra - Parte 9 - Categoria: Incesto - Votos: 11

Ficha do conto

Foto Perfil tabooalex
tabooalex

Nome do conto:
Os buracos da mamãe - Parte 3

Codigo do conto:
256363

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
07/03/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0