Roubei a família do meu irmão - Parte 11

Trabalhei de casa o resto da semana toda. Todo dia eu abria o notebook às nove em ponto e só parava lá pelas seis ou sete da noite. A maior parte do tempo era codando ou testando, mas de vez em quando caía em chat ou reunião pra discutir o trampo.

Eu curtia pra caralho. Era bom no que fazia e o time logo sacou que podia confiar em mim, então me deixavam na minha na maior parte do tempo.

Caí numa rotina gostosa. De manhã eu descia pra academia do porão e malhava. Alguns dias a Soph descia junto, fazendo a sequência de yoga dela enquanto eu levantava peso. Era sempre um prazer da porra: dava pra ficar olhando aquele corpo definido dela se alongando, short de lycra marcando a bunda, regatinha colada nos peitos.

No meio da tarde eu colocava o status de “ocupado” no Teams, saía pra correr uns quarenta e cinco minutos a uma hora pelas ruas do condomínio. Isso me tirava da letargia e limpava a cabeça pro resto do dia.

Descobri como a Soph preenchia os dias dela. Mantinha a casa impecável, e não era pouca coisa, a casa era enorme. Eles podiam contratar uma diarista fácil, mas ela preferia fazer. Insistiu em lavar minha roupa também, mas eu proibi ela de mexer no meu quarto. Não parecia certo.

Ela saía bastante: ia no mercado, resolvia coisas, fazia o voluntariado no abrigo. Mas sempre voltava a tempo de fazer o jantar, que a gente comia junto. De noite ela ficava na sala de TV do porão, vendo série ou filme. Algumas noites eu descia e assistia com ela, outras ficava no quarto jogando no PC.

Quando eu descia, a gente tomava muito cuidado pra manter distância: cada um numa ponta do sofá. Nunca tocamos no assunto daquela noite em que eu quase enfiei a rola nela. Era um acordo silencioso: fingir que nunca aconteceu.

Mesmo assim, eu pegava ela me olhando às vezes, com uma cara indecifrável. Suspeitava que tava pensando no quão perto a gente chegou de trair o Eduardo. Ela sempre desviava rapidinho quando percebia que eu notei. Se a gente continuasse assim, pensei, ia conseguir esquecer de vez.

O que era bem mais difícil de esquecer era a Olivia. Ela não tava seguindo o mesmo caminho da madrasta. Não fingia que nada tinha rolado. Pelo menos não quando éramos só nós dois.

Na noite seguinte àquela que eu gozei na cara e nos peitos dela, ela desceu pro meu quarto de novo. Tava vestida quase igual à noite anterior e meu pau deu um pulo só de ver. Ela lambeu os lábios olhando pra mim e eu dei uma olhada rápida pra escada atrás dela que subia pro andar de cima. Sabia que precisava dar um jeito nisso.

A Olivia tentou passar por mim e entrar no quarto, mas eu coloquei a mão no peito dela e segurei.

“Sobe,” falei.

Ela me olhou surpresa. Claramente não era o que esperava.

“Quê?” perguntou. “Tá falando sério?”

“Tô,” respondi. “Sobe agora, Olive.”

Ela fez biquinho.

“Mas ontem à noite… a gente…”

Suspirei.

“Ontem foi divertido, mas isso aqui é burrice. E arriscado pra caralho. A gente não vai se foder sendo pego.”

“Eu não vou contar pra ninguém,” sussurrou. “Você pode fazer o que quiser comigo. Só… me deixa entrar.”

Quase cedi. Quase agarrei ela, arrastei pra cama e enfiei a rola até o talo, que se foda as consequências. Mas eu tinha pensado nisso o dia todo e sabia que seria um erro. Não só pelo risco de sermos pegos, mas porque ia deixar a Olivia ter o controle, e ela claramente tava acostumada a conseguir tudo o que queria.

Segurei o queixo dela firme e empurrei contra o batente da porta. Avancei o corpo e me colei nela, sentindo os peitos dela esmagados contra o meu peito. Encostei meu nariz no dela e, pela primeira vez, a beijei.

Minha língua encontrou a dela e a gente se beijou de língua por uns segundos, molhado e quente. Meu pau duro pressionava a barriga dela. Por fim, interrompi o beijo.

“A gente tem que ser mais cuidadoso. Não desce mais pro meu quarto sem me perguntar antes. Se controla.”

“Mas eu preciso de você, daddy,” gemeu a Olivia. “Por favor. Preciso que você me foda.”

Enfiei a mão entre a gente, dentro do short dela, e senti a bucetinha pelada. Curvei dois dedos e enfiei. Ela gemeu alto e começou a rebolar no meus dedos.

“Eu vou te foder quando eu decidir, entendeu?” perguntei.

Ela assentiu. De repente tirei os dedos dela e empurrei ela pra longe.

“Agora sobe.”

“Mas e eu…” ela apontou pra baixo, pra virilha molhada. “Eu tô louca.”

“Você sabe se cuidar sozinha, né?” perguntei.

Ela assentiu.

“Então vai fazer isso. Agora.”

Ela virou e começou a subir as escadas, toda emburrada. Chamei o nome dela. Virou e me olhou esperançosa.

“Manda um vídeo.”

Ela sorriu e subiu.

Mais tarde recebi o vídeo. Tava tremido, mas dava pra ver claramente a Olive com um consolo grande. Ela enfiava o pau de borracha na buceta e esfregava o clitóris ao mesmo tempo, gemendo “daddy” sem parar. Bati uma vendo e gozei.

O resto da semana eu evitei ficar sozinho com ela. A Olive tentava de tudo: se encostava em mim quando a Soph saía ou quando achava que ninguém tava olhando. Eu passava as mãos nela, apertava aqueles peitos, enfiava a língua na boca dela… mas sempre parava antes. Ela me mandou vários vídeos e fotos safadas e eu curtia cada um. Dava pra sentir ela ficando cada vez mais desesperada, implorando por atenção. Toda vez eu respondia: “Ainda não”. Eu tava gostando pra caralho dessa inversão de poder entre a gente.

Tava ficando cada vez mais difícil me controlar. Todo dia eu chegava mais perto de mandar a moral pro caralho e trair meu irmão, comendo a filha dele. Tava segurando as pontas pro dia da festa na piscina, na sexta. Torcia pra conseguir pegar uma das amigas da Soph. Precisava de alívio urgente. A sexta não chegava nunca.


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Ficha do conto

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tabooalex

Nome do conto:
Roubei a família do meu irmão - Parte 11

Codigo do conto:
258756

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
06/04/2026

Quant.de Votos:
7

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