Olhei pra Soph. O rosto dela tava vermelho pra caralho. Ela tava encarando minha sunga antes de levantar os olhos e me ver olhando. Desviou rápido. Olhei pra Carol, ela também tava olhando. Não desviou quando nossos olhos se encontraram. Só levantou uma sobrancelha e sorriu.
“Indico o Dan pra churrasco,” a Soph disse. “Dan, você fica na churrasqueira! Eu vou fazer mais caipirinha!”
Passei os próximos quarenta e cinco minutos assando carne e linguiças na churrasqueira enorme do Eduardo. As meninas tavam rindo, se divertindo e eu consegui me acalmar do que tinha rolado na piscina. Teve a piadinha esperada da Babi sobre querer “carne” que fez as amigas caírem na gargalhada, mas fora isso foi tranquilo.
Quando terminamos de comer, o grupo tava bem alto. As caipirinhas tavam rolando soltas, só a Carol tinha passado pra água porque ia dirigir. Eu tinha trocado pra cerveja e bebido bem menos, então apesar do leve barato era o mais sóbrio depois dela.
O sol tinha se posto, mas a noite ainda tava quente. Nenhuma das mulheres parecia com vontade de colocar roupa por cima do biquíni, e eu agradeci mentalmente.
Tava sentado numa espreguiçadeira ouvindo a Babi contar uma história da faculdade quando o celular vibrou.
Era mensagem da Olive.
“tá se divertindo com as velhas piranhas?”
“Claro”, respondi. “boa noite. E você?”
Ela tinha me dito mais cedo que ia sair com as amigas e dormir na casa de uma.
“entediada. Tava pensando em você.”
Vi que ela tava mandando foto. Virei a tela pra longe das meninas e abri.
Era uma foto da Olive no banheiro de algum bar. Blusa levantada mostrando os peitos, calça aberta e a mão enfiada dentro.
“é isso que eu faço quando penso em você.”
“Gostoso pra caralho”, mandei. “divirta-se hoje.”
“se você foder alguma dessas velhas me avisa.”
“Claro. Eu aviso”, respondi, omitindo que já tinha enfiado a rola numa delas.
“Namoro?” a Carol perguntou, apontando pro meu celular enquanto sentava na beirada da minha espreguiçadeira.
“Ah,” falei, sentindo uma culpa rápida. “Não. Nada de namoro. Tô solteiro.”
“A Soph comentou,” a Carol disse, sorrindo de canto. “Mas o jeito que você virou o celular… tinha que ser foto de mina. Foto safada?”
Dei risada e dei de ombros.
“O que eu posso fazer?”
A Carol piscou e deu um tapinha na minha coxa.
“Que bom que tá se divertindo.”
“Tá ficando friozinho,” a Babi anunciou pro grupo. “Hora da hidromassagem!”
As meninas vibraram e as quatro foram correndo pra hidromassagem grande que tava borbulhando o tempo todo ao lado da piscina.
Eu também fui e entrei. Os jatos batiam gostoso na pele e o calor era uma delícia. Tinha malhado pesado a semana toda. Precisava disso.
A Babi entrou à minha direita e a Kelly à esquerda. Tinha espaço de sobra na hidromassagem, mas as duas se colaram em mim, coxas pressionadas contra as minhas.
A Soph sentou do outro lado e a Carol ficou na borda, com as pernas na água quente.
“Caralho, como eu amo essa coisa,” a Babi disse, se recostando.
Tomei um gole de cerveja e deixei o copo na borda. A Babi se encostou em mim, peitos macios pressionando meu braço. Pegou minha mão direita e puxou pra baixo d’água, colocando entre as coxas dela. Obedeci, puxei a calcinha do biquíni pro lado e passei os dedos nos lábios molhados.
Senti uns pelinhos finos e lisos e desejei poder ver se eram do mesmo ruivo do cabelo. Curvei os dedos e enfiei dois. Ela fechou os olhos.
Arrisquei e enfiei a outra mão na água, procurando a coxa da Kelly. Senti a pele lisa, subi a mão e ela abriu as pernas. Logo meus dedos roçaram o triângulo pequeno da calcinha. Puxei pro lado e enfiei os dedos onde minha rola tinha estado algumas horas antes.
A Kelly suspirou feliz e encostou a cabeça no meu ombro. Não consegui segurar o sorriso. Tava com duas mulheres lindas e safadas uma de cada lado, enfiando os dedos nas bucetas delas ao mesmo tempo. Coisa de fantasia de adolescente.
As meninas continuaram a conversa que tavam tendo antes, mas eu só prestava metade da atenção. A Soph me lançou um olhar, mas fingiu não ver que minhas mãos tinham sumido debaixo da água borbulhante.
Senti a mão da Babi passear pela minha barriga, dedos leves dançando na pele, fazendo círculos lentos que desciam devagar pro elástico da sunga.
Minha perna deu um pulo quando a mão da Kelly do outro lado parou na minha coxa, logo acima do joelho, e começou a subir. Tive que fechar os olhos e segurar um gemido quando ela chegou na barraca que minha rola dura tava fazendo na sunga.
As duas se inclinaram pra frente e se olharam quando as mãos se encontraram na minha virilha. Uma comunicação sem palavras passou entre elas, algo que eu não entendia, mas que elas sacavam perfeitamente depois de anos de amizade.
Duas mãos, uma de cada, agarraram o cós da minha sunga e puxaram. Levantei a bunda do banco e elas desceram tudo até as coxas, libertando minha rola grossa. Duas mãos envolveram o pau e, em sincronia, começaram a bater uma devagar, firme.
Eu dedava as bucetas delas no mesmo ritmo, sem pressa. Alternava: dois dedos fundo, esfregando o ponto G, depois voltava pro clitóris inchado. Às vezes a gente acelerava junto, às vezes diminuía. Sem eu perceber, a Kelly, a Babi e eu saímos completamente da conversa com a Soph e a Carol.
A Babi tava respirando pesado, os peitos grandes subindo e descendo na superfície da água. De repente ela virou o rosto e me beijou, enfiando a língua na minha boca. Retribui o beijo, com fome e tesão acumulado. As mãos no meu pau aceleraram, apertando mais forte. Respondi enfiando os dedos bem fundo nela e pressionando o polegar no clitóris.
A mão livre da Kelly segurou meu rosto, puxou e virou minha boca pra ela. Beijei ela com tudo, apaixonado, enquanto a Babi soltava um gemidinho baixo.
“Ah…” ouvi a Soph dizer do outro lado da hidromassagem. “Tá bom então…” Mal registrei.
Enquanto beijava a Kelly, a Babi se mexeu, soltou meu pau, tirou meus dedos dela e jogou uma perna por cima da minha, sentando no meu colo. Virei o rosto e beijei ela de novo.
“Sua vez,” a Babi disse pra Kelly, voz rouca de tesão. “Você enfia ele em mim agora.”
A Kelly agarrou minha rola, alinhou na buceta da Babi e ela desceu devagar. Gemi alto quando senti ela me engolir. A mão da Kelly ainda segurava a base, impedindo que eu entrasse todo.
“Caralho…” a Babi arfou. “Você tava certa, Kelly. Que pau perfeito da porra!”
A Kelly soltou e a Babi desceu até o fim, minha virilha batendo na dela. A mão da Kelly ficou entre a gente, esfregando o clitóris da Babi enquanto ela começava a rebolar, subindo e descendo no meu pau.
“Eu sabia, né?” a Kelly riu. Se inclinou pra frente e as duas se beijaram na minha frente, línguas se enrolando. Comecei a dedar a Kelly no mesmo ritmo que a Babi cavalgava.
Ouvi o barulho de água do outro lado da hidromassagem e olhei por cima do ombro da Babi a tempo de ver a bunda redonda da Soph saindo da água. Ela parecia chateada e eu ia falar algo quando a Kelly agarrou meu rosto e me beijou de novo. Notei que a Carol ficou onde tava, só olhando. Não tinha julgamento no rosto dela,só piscou pra mim quando nossos olhos se encontraram.
Não consegui pensar em mais nada porque a Babi acelerou. Comecei a socar os quadris pra cima, encontrando as descidas dela, enterrando o pau o mais fundo possível. Ela se inclinou pra trás, peitos grandes saindo da água.
A Kelly esticou o braço e puxou o sutiã da Babi pros lados, libertando os peitos pálidos com sardas e biquinhos marrons claros. Baixei o rosto e chupei um, lambendo o bico duro. A Kelly se inclinou e chupou o outro. A Babi gemeu alto, desceu forte no meu colo, esfregando o clitóris nos dedos da Kelly e me engolindo inteiro.
“Ei, Kelly,” ouvi a voz da Carol acima de mim. Ela tinha tirado as pernas da água e dado a volta na hidromassagem, parando atrás da gente. “Odeio interromper, mas eu tenho que ir embora.”
“Porra,” a Kelly gemeu, frustrada. “Sério? Agora?”
“É, agora,” a Carol disse. “Desculpa, mas preciso mesmo e achei melhor avisar antes de vocês… começarem de verdade.”
A Kelly virou pra mim e pra Babi. Me beijou de novo enquanto a Babi continuava cavalgando.
“Desculpa, amor,” disse. “Eu queria pra caralho, mas a Carol é minha carona. Tenho que ir. Da próxima vez nada vai interromper, prometo.”
Beijou a Babi na boca.
“Divirta-se, safada,” falou e saiu da hidromassagem.
A Carol se agachou atrás de mim, vendo a Babi se foder no meu pau.
“Me liga qualquer hora, Dan,” disse. “Pega meu número com a Soph. Acho que a gente devia se encontrar.”
“Eu ligo,” prometi, e as duas lindas saíram, me deixando sozinho com a Babi.
“Me fode,” a Babi ronronou no meu ouvido. “Preciso ser comida direito.”