"A tia Marlene?" Maria Eduarda perguntou, os olhos arregalados.
"A irmã da nossa mãe?" eu completei, sentindo um frio na barriga misturado com um calor safado subindo.
"A própria," Ana Maria sorriu, lambendo os lábios devagar.
A tia Marlene era muitos anos mais nova que a nossa mãe, um "acidente feliz", como a vó dizia (embora o "feliz" fosse bem relativo). Igual a Ana Maria, ela circulava na alta sociedade, casada com o dono de uma grande empresa. Linda pra caralho, mas uma vadia completa, daquelas que olham todo mundo de cima e tratam a família como empregado.
"Isso é incesto," Maria Eduarda disse, voz tremendo um pouco.
"Assim como você se esfregando na boca da Maria Clara e na minha," Ana Maria rebateu, sem pestanejar. "E ela é minha pet mais obediente no momento. Se eu ligar agora, ela chega aqui em meia hora, pronta pra me servir de quatro."
"Não acredito," eu disse, mas meu corpo já tava traindo: a buceta latejando forte só de imaginar a cena.
"Quer que eu prove?" Ana Maria perguntou, erguendo uma sobrancelha.
Era óbvio que ela tava falando a verdade. E eu, louca de tesão, curiosa pra ver aquela vadia arrogante sendo colocada no lugar dela, respondi sem pensar duas vezes: "Quero sim, porra."
Ana Maria pegou o celular e mandou uma mensagem pra tia. Enquanto esperava a resposta, Maria Eduarda perguntou: "Como você domou aquela vadia? Quer dizer, por que você queria domar justamente a Marlene?"
"Em parte porque ela sempre foi uma filha da puta com a mãe e com a gente quando a gente era pequena. Em parte porque eu adoro ver mulher gostosa se ajoelhando pra mim," Ana Maria deu de ombros, como se fosse a coisa mais normal do mundo.
"Bom, esse é o Dia dos Namorados mais estranho da minha vida," eu disse, rindo nervosa.
Maria Eduarda riu também: "Melhor que ficar em casa sozinha com sorvete e minha coleção de filmes."
O celular da Ana Maria vibrou. Ela leu em voz alta: "Chego em uma hora, Senhora. Preciso dispensar o pau pequeno primeiro."
"Me deixa ver isso," eu exigi, rindo alto do apelido que ela deu pro marido.
Ana Maria jogou o celular pra mim. Li exatamente as mesmas palavras. Curiosa, subi a conversa e vi outras mensagens de putaria pura:
- Senhora, tá disponível? Tô louca pela sua buceta
- Senhora, tô em casa com outra lambedora e ela adoraria servir a senhora também
- Senhora, faz duas semanas, por favor deixa sua escrava inútil te servir
- Vadia, banheiro em cinco minutos
Perguntei: "Onde você tava quando mandou ela pro banheiro em cinco minutos?"
"Na festa de Natal," Ana Maria respondeu, toda orgulhosa. "Eu gozei na cara dela e mandei ela voltar pra festa com porra escorrendo no rosto o resto da noite."
"Não acredito," Maria Eduarda ofegou, completamente vidrada na história.
"Humilhar ela é a coisa que mais me dá tesão," Ana Maria sorriu. "Agora voltando pra você, Maria Clara. Sério que você só goza com língua na buceta?"
"Triste, mas verdade," admiti, sentindo vergonha e tesão ao mesmo tempo.
Ana Maria se levantou, pegou minha mão e disse: "Vem comigo."
Bêbada pra caralho e molhada que nem uma cadela no cio, eu fui atrás dela até o quarto.
Lá dentro, ela falou: "Espera aqui."
Fiquei olhando, curiosa e confusa, enquanto Ana Maria tirava do closet enorme um treco grande, com uma rola de borracha dura apontando pra cima. Colocou no chão e voltou pro closet bem na hora que Maria Eduarda entrou com a garrafa de vinho. "Claro que você tem um Sybian."
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"pra quem não sabe Sybian é uma máquina de masturbação em formato de sela"
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"Um quê?" perguntei, embora soubesse que era um brinquedo caro pra caralho, só nunca soube o nome, apesar de toda minha pesquisa safada.
Ana Maria saiu com o que parecia uma varinha mágica longa.
"Tira a calcinha, Maria Clara," ela ordenou.
"Como é?" respondi, surpresa.
Ana Maria suspirou: "Vou fazer o impossível virar possível. Você vai gozar com rola dentro da buceta."
"Você é minha irmã," apontei.
"Exato," ela disse. "E irmãs cuidam uma da outra."
Pra minha surpresa, Maria Eduarda apoiou a loucura: "Psicologicamente, você se convenceu que não goza com penetração e isso virou verdade. Mas a menos que você tenha tentado todas as posições e brinquedos, as chances são que dá sim."
"Sério?" perguntei, porque Maria Eduarda sempre foi a racional da família.
"Sim. Sugiro que tente. Você tá segura aqui com a gente," ela disse.
"Além disso, sabe quantas vezes a gente te ouviu se masturbando quando era nova?" Ana Maria completou.
"Mas vocês nunca me viram transando," rebati.
"Bom, agora vamos ver," Ana Maria deu de ombros, veio até mim, caiu de joelhos, enfiou a mão por baixo do vestido e puxou minha calcinha pra baixo. Eu congelei como estátua, chocada com minha irmã tirando minha calcinha, mas minha buceta latejou forte, e na minha cabeça era a Amara de joelhos na minha frente.
Ana Maria se levantou, foi pras minhas costas e abriu o zíper do vestido: "Seu vestido tá apertado demais pro Sybian."
Fiquei sem palavras enquanto o vestido caía no chão. Agora eu tava pelada, só de meias e sutiã. , Era surreal, chocante, excitante e novo pra caralho... a realidade muito mais crua que a fantasia.
"Cavalga na rola, maninha," Ana Maria instruiu.
Minha mente no piloto automático, fui até o aparelho e abri as pernas. Sem olhar pras duas, desci devagar, sentindo a cabeça grossa da rola de borracha abrindo meus lábios melados, esticando a entrada apertada até entrar inteira. No instante em que encaixou no fundo, as vibrações começaram, fortes, pulsantes, subindo direto pro meu clitóris. Soltei um gemido surpreso: "Aaaahhh, caralho..."
Fechei os olhos. Todo o papo safado da noite, o vinho, o tesão acumulado... deixei a moral escorrer pelo ralo e me entreguei pro prazer que subia em ondas quentes pela barriga, pelos peitos, pela nuca.
"Pode ficar só sentada deixando as vibrações te levarem ou cavalgar como uma vaqueira safada," Ana Maria explicou.
Não queria que elas me vissem cavalgando uma rola de plástico, então fiquei parada, só sentindo as vibrações loucas invadindo minha buceta, fazendo meus músculos internos apertarem e soltarem em espasmos involuntários. Em menos de dois minutos, senti o orgasmo subindo, mas sabia que era só até ali, como sempre.
Maria Eduarda, ainda no modo psicóloga mesmo bêbada, disse: "Se solta, Maria Clara. Para de pensar que não consegue gozar assim."
"Tô tão perto..." gemi, voz tremendo.
De repente, uma sensação insana explodiu no meu clitóris. Abri os olhos e vi Ana Maria de joelhos de novo, pressionando ma varinha direto no meu botão inchado. Gritei: "Puta que pariuuuuuu, caralhoooo!"
"Gozar, Maria Clara," Ana Maria ordenou, batendo de leve com a varinha no meu clitóris.
"Aaaahhh fode!" ofeguei, o orgasmo subindo rápido demais.
"Cavalga a rola," ela mandou.
Obedeci desesperada, querendo gozar sem língua pela primeira vez. "Meu Deus, sim, tão perto, sim, sim, SIIIIIM CARALHO!" gritei quando o impossível aconteceu. O orgasmo explodiu dentro de mim com uma força que nunca senti na vida: buceta apertando a rola de plástico em espasmos violentos, porra escorrendo pelas coxas, corpo tremendo inteiro, visão embaçada, pernas moles. Desabei em cima do brinquedo, deixando as vibrações internas e externas continuarem me levando em ondas e mais ondas de prazer puro, o clitóris pulsando como se tivesse vida própria.
Ana Maria ronronou: "Eu te disse, maninha, nunca diga nunca."
Um momento depois, ela afastou a varinha e as pulsações foram diminuindo devagar.
Mantive os olhos fechados, sentindo euforia misturada com vergonha por ter gozado na frente das minhas irmãs. Depois de uns minutos deixando o orgasmo se dissipar, voltei à realidade quando ouvi Ana Maria:
"Abre a boca, chupadora de pau."
Abri os olhos achando que era comigo, mas vi Ana Maria parada na frente da Maria Eduarda, só de meias e com uma cinta preta enorme amarrada na cintura. Maria Eduarda obedeceu na hora, abrindo a boca e engolindo a rola de borracha grossa.
Fiquei olhando, hipnotizada, enquanto Maria Eduarda chupava a rola preta, babando, gemendo baixo, os olhos semicerrados de tesão. Ana Maria mandou: "Isso, prepara ela bem pra essa buceta peluda que ninguém fode faz meses."
Maria Eduarda acelerou, engolindo quase tudo, parecendo ainda mais submissa que eu. Ver minha irmã chupando rola me deixou louca de tesão de novo e comecei a rebolar devagar no Sybian outra vez, sentindo a rola vibrando fundo, roçando em pontos que eu nem sabia que tinha.
Uns minutos depois, Ana Maria puxou a rola da boca dela: "Tira o vestido."
Maria Eduarda olhou pra cima, pra irmã tatuada: "A gente provavelmente não devia fazer isso."
"Maria Clara não gozava com rola e eu resolvi o problema dela. Você não transa faz meses e eu vou resolver o seu também," Ana Maria disse. "Agora tira a roupa."
Maria Eduarda hesitou só um segundo. O vinho, as verdades loucas reveladas e a fome de ser fodida venceram o tabu do incesto. Ela se levantou e, com ajuda da Ana Maria, saiu do vestido.
Ana Maria abriu o sutiã dela também, revelando os peitos enormes e firmes que nós duas invejávamos desde sempre.
Maria Eduarda, surpreendendo a gente, implorou: "Por favor, Ana Maria, chupa meus peitos. O André sempre ignorou eles também!"
Ana Maria contornou ela, pegou os peitos nas mãos, apertando com força antes de inclinar e sugar o mamilo esquerdo. "Aaaaahhhh, mmmmmm," Maria Eduarda gemeu alto, arqueando as costas.
"Que peitos lindos," Ana Maria elogiou, lambendo, mordiscando, chupando com vontade, deixando os bicos vermelhos e inchados de saliva.
Minha boca encheu d'água. Eu também queria dar atenção àqueles peitos. Apesar do prazer insano do Sybian, me levantei, fui até elas e peguei o mamilo direito na boca, apertando o peito pesado na mão. Era tão macio, tão cheio, pesado pra caralho, não imaginava como ela aguentava carregar aquilo o dia todo.
"Isso, maninha, chupa meu peito, morde forteeee," Maria Eduarda gemeu e instruiu.
Meus próprios peitos nunca foram erógenos, então eu ficava fascinada, quase hipnotizada, com o efeito que nossa boca causava nos dela.
Peguei o mamilo direito da Maria Eduarda entre os lábios, sentindo primeiro o calor da pele macia, o bico já duro e inchado pulsando contra minha língua. Comecei lambendo devagar, bem devagar, traçando círculos largos ao redor da aréola escura, sentindo a textura ligeiramente rugosa, o gosto levemente salgado do suor misturado com o perfume doce que ainda grudava na pele dela. O mamilo endureceu ainda mais na minha boca, ficando maior, mais sensível. Mordisquei de leve, só com os dentes da frente, puxando bem pouquinho, e ouvi o gemido rouco que escapou da garganta dela, um som grave e longo que vibrou direto na minha buceta.
"Assim... porra... continua..." ela sussurrou, voz tremendo.
Suguei com mais força, enfiando quase o peito na boca, chupando fundo como se quisesse tirar leite, a língua pressionando o bico contra o céu da boca enquanto eu fazia movimentos rápidos e curtos. O peito dela era tão pesado, tão cheio, que eu precisava segurar com as duas mãos pra conseguir trabalhar direito, a carne macia transbordava entre meus dedos, quente, pesada, perfeita. Senti o mamilo pulsar na minha língua, inchando mais a cada sucção forte.
Troquei pro outro peito, lambendo primeiro toda a curva de baixo pra cima, deixando uma trilha brilhante de saliva que escorria devagar pela pele clara. Mordi um pouco mais forte agora, sentindo o corpo dela arquear contra mim, os quadris se mexendo involuntariamente no ar. O cheiro dela subia forte: pele quente, suor feminino, um toque de perfume caro e o cheiro almiscarado da buceta molhada que já chegava até nós. Meu nariz roçava na pele macia enquanto eu chupava, lambia, mordia, alternando entre carinho lento e fome bruta.
Maria Eduarda gemia sem parar, um gemido longo e molhado que saía do fundo do peito:
"Aaaahhh... caralho... assim... morde mais... chupa forte, maninha... puta que pariu, que delícia..."
"Chega de preliminar, Maria Eduarda. De quatro, minha puta," Ana Maria ordenou.
Ouvir "minha puta" me deu um ciúme imediato, eu queria tanto que falassem isso comigo.
Maria Eduarda obedeceu na hora, se colocando de quatro sem reclamar, bunda empinada, buceta peluda brilhando de tesão.
Ana Maria virou pra mim, a cinta batendo na minha perna: "Volta pro Sybian, minha caçula. Você não sai daí até gozar mais duas vezes. Entendeu?"
"U-um, s-sim," respondi.
Eu sabia que responder do jeito que ela queria ia mudar tudo. Mas com Maria Eduarda de quatro pronta pra ser fodida e eu louca pra obedecer qualquer coisa da minha irmã mais velha mandona, a mudança já tinha acontecido. "Sim, Senhora," respondi.
"Boa, caçulinha," ela sorriu, se inclinou e chupou meu mamilo direito. Não contei que meus peitos eram zona morta, fingi gemer. Depois de puxar forte o bico, ela se afastou e mandou: "Agora vai gozar de novo e de novo."
"Sim, Senhora," respondi, adorando ser mandada e como a palavra "Senhora" saía natural da minha boca, mesmo pra minha irmã.
Voltei pro Sybian, escarranchei e comecei a cavalgar com fome, olhando Ana Maria se posicionar atrás da Maria Eduarda.
Ana Maria, garantindo que nós duas nos submetêssemos a ela como Senhora naquela noite louca de incesto e tesão, perguntou: "Quer que eu te foda, Maria Eduarda?"
Maria Eduarda tava distraída com a rola roçando nos lábios da buceta: "S-sim."
"Sim o quê, Maria Eduarda?" Ana Maria perguntou.
"Sim, quero que você foda sua irmã mais velha," ela respondeu, frustrada porque a rola ainda não tinha entrado.
"Você entende, irmãzona, que uma vez que eu enfiar essa rola na sua buceta peluda, você vira minha puta?" Ana Maria explicou.
"Isso significa o quê?" Maria Eduarda perguntou, o tesão na buceta a deixando louca.
"Você me obedece sempre," Ana Maria disse. "A Maria Clara já concordou, não foi caçula?"
"Sim, Senhora Ana Maria, sou sua lambedora de buceta submissa pronta pra te servir. Minha boca, buceta e cu são seus pra usar como quiser e sua irmãzinha vadia submissa é sua pra brincar como a Senhora quiser."
Ana Maria sorriu, impressionada com minha declaração: "Vou cobrar essa oferta bem em breve, caçula."
Maria Eduarda, boquiaberta com minhas palavras, finalmente falou: "Eu também sou sua, Senhora Ana Maria. Me ensina a ser uma boa putinha."
"Você vai obedecer todas as minhas ordens?" Ana Maria perguntou.
"S-sim," Maria Eduarda gaguejou, sobrecarregada com a mudança de poder e a necessidade desesperada de gozar.
"Sim o quê?" Ana Maria suspirou, afastando a rola.
"Sim, Senhora, vou obedecer todas as ordens," Maria Eduarda respondeu urgente, antes de implorar: "Agora por favor, fode a buceta molhada da sua puta."
A declaração louca da Maria Eduarda, misturada com a minha recente entrega, mandou correntes elétricas de prazer pelo meu corpo e meu segundo orgasmo explodiu sem aviso. "Fodeeee, tô gozando de novo!" gritei.
Maria Eduarda gritou também quando Ana Maria meteu fundo na buceta dela: "Siiiiiiiiim!"
Os sons de sexo encheram o quarto: carne batendo em carne, buceta melada fazendo barulho de chupão, respirações pesadas, gemidos altos. Eu tremia de prazer no Sybian enquanto Maria Eduarda gemia rouco, Ana Maria socando forte, os corpos colidindo em ritmo frenético.
De repente, uns minutos depois, com o orgasmo da Maria Eduarda claramente subindo, Ana Maria tirou tudo.
"Nãããooo, por favor coloca de volta!" Maria Eduarda implorou, olhos arregalados e selvagens de desespero.
"Implora pra sua irmã te fazer gozar," Ana Maria exigiu.
Maria Eduarda não hesitou, a necessidade de gozar era tudo: "Meu Deus, Senhora Irmã, por favor fode minha buceta e me deixa ter o orgasmo que eu tô precisando tanto."
"E você vai deixar eu foder seu cu?" Ana Maria perguntou.
"Sim, caralho," Maria Eduarda concordou, explodindo de frustração. "Agora fode a buceta ardendo da sua puta."
"Puta Maria Eduarda, Puta Maria Clara, as duas na cama agora," Ana Maria mandou.
"Tô tão perto, por favor me fode como vadia," Maria Eduarda implorou.
"Cama, agora," Ana Maria ordenou, indo pro closet mágico.
Maria Eduarda obedeceu a contragosto, e eu também, mais por curiosidade que por obediência.
Ana Maria voltou com um consolador duplo longo, bem na hora que eu cheguei na cama. Na hora entendi que ia fazer.
Maria Eduarda subiu na cama atrás de mim quando Ana Maria instruiu: "Aproximem as bucetas, minhas irmãs."
"Sim, Senhora," nós duas dissemos, famintas pelo prazer que tinha sido interrompido.
Ana Maria subiu na cama e disse: "Maria Eduarda, você tem a buceta mais peluda que eu já vi na vida. Talvez por isso o André não quisesse chupar. Vamos resolver isso depois também. Maria Clara, a sua tá bem aparadinha, muito impressionante."
Nenhuma de nós falou enquanto víamos Ana Maria esfregar uma ponta do consolador nos lábios da buceta da Maria Eduarda.
Maria Eduarda gemeu quando a cabeça entrou na buceta molhada. Ana Maria virou pra mim e, sem brincadeira, enfiou a outra ponta na minha buceta encharcada. Ficou uns trinta centímetros de borracha à mostra entre nós.
Ana Maria instruiu: "Quero que minhas puta se fodam até gozar. Mas primeiro quero vocês se beijando com buceta."
"Isso quer dizer o quê?" Maria Eduarda perguntou, confusa.
Eu respondi: "A gente tem que engolir toda a rola de borracha até nossas bucetas se encostarem."
"Ah," Maria Eduarda disse, enquanto eu começava a mexer as pernas devagar, desajeitadas, indo na direção dela e deixando a rola deslizar mais fundo. "Oooooh," ela repetiu, entendendo de verdade enquanto também começava a se mover pra mim.
Ana Maria sumiu um segundo, mas voltou com câmera de víde.
Maria Eduarda, vendo a câmera, implorou, mesmo sem parar de se aproximar: "Ana Maria, por favor não filma isso."
Ana Maria falou firme: "Quando estamos sendo íntimas assim, você fala comigo direito ou vai ser punida, eu tenho um monte de jeito de punir pets desobedientes. Não tenho, Maria Clara?"
"Acho que simmmm," respondi gemendo, porque o brinquedo mudou de ângulo e entrou mais fundo.
"Para de se mexer, minhas putas," Ana Maria ordenou.
Maria Eduarda choramingou: "Por favor Senhora, não aguento mais provocação."
"Fodem uma à outra, suas putas incestuosas safadas," Ana Maria ordenou.
Nós duas estávamos queimando de tesão, cada uma virando vaso pro prazer da outra.
Empurramos a bunda pra frente ao mesmo tempo, devagar, com fome, sentindo a cobra grossa de borracha deslizar mais fundo dentro de nós. Eu senti a rola inchada abrindo minhas paredes internas, esticando minha buceta melada centímetro por centímetro até não sobrar mais espaço. Maria Eduarda soltou um gemido rouco, longo, quando a mesma rola invadiu ela até o fundo.
E então aconteceu.
Nossas bucetas se encostaram de verdade.
Os lábios inchados e molhados colaram um no outro com um som molhado, obsceno, quente. Meu clitóris latejante roçou direto no dela, duro, escorregadio, pulsando forte contra o dela. O choque de prazer foi tão intenso que eu arqueei as costas e gritei:
“Caralhooooooo!”
Maria Eduarda tremeu inteira, as coxas grossas apertando contra as minhas, a voz saindo rouca e quebrada:
“Aaaahhh... puta que pariu... tá tão quente... tão molhada...”
A sensação era insana. Nossas bucetas estavam grudadas, lábios maiores inchados e escorregadios se esfregando, o calor úmido misturando nossos melados. Eu sentia o clitóris dela pulsando contra o meu, um latejar forte, rápido, quase elétrico, e cada vez que uma de nós mexia o quadril, mesmo que pouco, o atrito fazia faíscas explodirem na minha barriga. O cheiro de buceta no ar ficou pesado, almiscarado, doce e safado, subindo direto pro meu nariz e me deixando ainda mais louca.
Comecei a rebolar devagar, esfregando minha buceta na dela com vontade. Nossos lábios se abriam e fechavam um contra o outro, o líquido viscoso escorrendo dos dois buracos, misturando, pingando na cama. Cada movimento fazia nossos clitóris se apertarem, se esfregarem, se beijarem. O prazer subia em ondas quentes, subindo pela espinha, fazendo meus mamilos doerem de tão duros. Eu sentia a buceta da Maria Eduarda pulsando contra a minha, os músculos internos dela apertando a rola ao mesmo tempo que os meus, como se a gente estivesse fodendo uma à outra através daquele brinquedo.
“porra... sua buceta tá queimando... tá tão molhada... tá me deixando louca...” ela gemeu, voz tremendo, empurrando o quadril com mais força.
Eu respondi rebolando mais rápido, fazendo nossos clitóris se esfregarem com mais pressão, o barulho molhado de buceta contra buceta enchendo o quarto alto, obsceno, delicioso. Meu mel escorria sem parar, misturando com o dela, criando uma bagunça quente e brilhante entre nossas coxas. Cada roçada fazia meu clitóris inchar mais, latejar mais forte, o prazer crescendo rápido demais, quase insuportável.
Nossas bucetas se beijavam de verdade agora: lábios colados, clitóris roçando em círculos, o interior quente e molhado apertando a rola grossa que nos unia. Eu sentia cada contração dela, cada pulsação, cada gota que escorria dela pra dentro de mim e vice-versa. O calor era absurdo, as coxas tremendo, as respirações curtas e desesperadas.
Maria Eduarda jogou a cabeça pra trás, os peitos enormes balançando pesados, e gritou:
“Fode... assim... nossa buceta tá se comendo... caralho... tô sentindo seu clitóris pulsando no meu... não para... não para porra nenhuma!”
Eu não conseguia nem responder. Só rebolava mais forte, esfregando minha buceta melada na dela com tudo, sentindo nossos lábios inchados se apertarem, nossos clitóris se esfregarem sem piedade, o prazer subindo como uma onda gigante prestes a quebrar.
Nossas bucetas coladas, molhadas, quentes e famintas, duas irmãs se fodendo sem vergonha, sem limite, só puro tesão incestuoso e escorregadio.
Nós duas estávamos queimando de tesão, cada uma virando vaso pro prazer da outra. Empurramos a bunda pra frente e logo a cobra de borracha sumiu inteira, nossas bucetas se encostando, lábios melados colando, clitóris roçando clitóris.
"Caralhooooo, Maria Clara!" Maria Eduarda gritou.
"Siiiiim!" gritei também. Ana Maria filmava as duas irmãs se fodendo com um sorriso enorme no rosto.
Depois de sun minutos, enquanto a gente se fodia agressivamente, respirações pesadas, orgasmos desesperados pra explodir, Ana Maria, com uma mão na câmera, se inclinou e encostou o brinquedo vibrando nas nossas bucetas coladas.
"Aaaaah porraaaa!" Maria Eduarda gritou no instante em que a vibração forte tocou o clitóris dela.
"Gozem agora, minha irmãzona e minha vadia caçula," Ana Maria ordenou, batendo a varinha no clitóris da Maria Eduarda e depois no meu.
Ser chamada de "vadia" me deixou louca de tesão, lembranças do Miguel me fodendo e me chamando de nomes sujos voltando fortes, cada um me levando mais perto.
"Me xinga, Senhora," implorei, tão perto, esperando que xingamentos safados fossem o gatilho pro meu terceiro gozo seguido.
Ana Maria obedeceu: "Maria Clara, você é uma vadia reprimida, louca pra ser usada como a puta suja que quer ser. Você vai ser minha putinha, minha vadia, minha escrava lambedora de buceta e chupadora de cu."
"Siiiiiiiiim!" gritei, cada nome causando espasmos pelo corpo até eu gozar forte.
Maria Eduarda implorou: "Eu também, Senhora."
"Ah Maria Eduarda, pretendo usar sua boca, buceta e cu quando eu quiser. Te levar num gloryhole pra chupar uma dúzia de rolas desconhecidas. Te fazer lamber minha buceta no intervalo do hospital e te libertar das correntes sexuais invisíveis que te prenderam todos esses anos. Você é minha escrava de foda particular, entendeu?"
"Siiiiiiim, porra, me faz sua vadiaaaa!" Maria Eduarda gritou, o corpo todo tremendo, o consolador escorregando pra fora enquanto jatos saíam da buceta dela, esguichando pra todo lado.
Sem pensar, virei rápido, a rola ainda dentro de mim, e enterrei o rosto na buceta da minha irmã mais velha. Fazia tanto tempo que eu queria provar buceta
A gozada da Maria Eduarda escorreu no meu rosto enquanto eu lambia com fome, o gosto exatamente como fantasiei: salgado, doce, almiscarado, viciante. Maria Eduarda gemeu: "Isso, Maria Clara, lambe minha buceta, não para porra."
Eu queria ficar enterrada entre as pernas dela pra sempre. A buceta peluda dela criava um cheiro inebriante, perfeito, me envolvendo inteira. Misturado com o sabor irresistível da porra dela, eu sabia que não era só submissa da Ana Maria, seria da Maria Eduarda também se tivesse chance.