Roubei a família do meu irmão - Parte 7

A academia pequena no porão tava equipada pra caralho. Olhando pro Eduardo outro dia, dava pra ver que ele mal usava aquilo, mas, como a maioria dos ricaços, ele gostava de ter o melhor de tudo.

Troquei pra um short de malhação, mas deixei a camisa de lado. Prefiro malhar assim, sem nada em cima. Considerei o aparelho de musculação, mas optei pelos halteres mesmo.

Tenho ombros largos e tô em forma, mas nunca quis ficar bombado tipo aqueles caras de academia que exibem músculo pra foto. Gosto de ser forte e seco. Como o trampo me deixa sentado oito, dez horas por dia, faço o possível pra compensar.

Enquanto malhava, pensava na Olivia. Que porra ela tava querendo com isso? O que ela ganhava me provocando desse jeito? Será que era raiva do pai? Pode ser. Da madrasta? Com certeza. Mesmo assim, me irritava pra caralho ela usar a mim pra isso.

Tava concentrado no treino, então nem ouvi a Olivia descer até o barulho da TV ligar.

Olhei pro lado e lá tava ela, sentada no sofá em L. Não no lado que ficava de frente pra tela, onde eu e a Soph tínhamos ficado na noite anterior, mas no outro, em ângulo reto. Dessa forma ela conseguia me olhar direto.

Ela tinha se vestido. Bom… mais ou menos. Usava uma camiseta de banda de rock que tinha sido modificada pra caralho: o decote foi cortado bem aberto, tipo cavado, e as mangas arrancadas, deixando um buraco enorme que descia quase até o quadril. Dava pra ver o lado do peito, ainda dentro do sutiã transparente de antes. Por baixo, uma saia preta plissada curtinha.

“Que porra você tá fazendo aqui embaixo?” grunhi, continuando os curls.

“Vendo TV,” ela respondeu. “Só porque você resolveu morar aqui não quer dizer que eu não possa ficar na minha própria casa!”

“Tá certo,” assenti e tentei ignorar ela.

Foi difícil pra cacete. Ela até ligou a TV, mas tava só me olhando. Toda vez que eu erguia os olhos, os dela tavam grudados em mim. Olhar descarado.

Depois de uns quinze minutos, olhei de novo e vi que ela tinha as mãos no colo. Pisquei e percebi que a saia tava amassada pra cima e uma das mãos se mexia.

Minha sobrinha tava se tocando enquanto me encarava. Não tava escancarando, mas também não fazia questão de esconder. A mão mexia, as bochechas tavam corados. Ela lambeu os lábios e continuou.

Já tentou levantar peso com o pau duro? Descobri na hora que é foda. O short fazia quase nada pra esconder o volume e ficava tudo estranho.

Tentei continuar, mas meus olhos voltavam pra minha sobrinha gostosa se masturbando do outro lado da sala. A mão dela tava mais rápida agora, e ela virou o corpo inteiro pra mim. A desculpa da TV tinha ido pro beleléu.

Suspirei, larguei o haltere no chão com um baque e atravessei a sala até o encosto do sofá. Ela congelou, o rosto de repente inseguro. Apesar de andar por aí parecendo uma gótica safada, naquele momento parecia só uma menina de dezenove anos.

Parei bem atrás dela, olhando pra baixo. O decote cavado da camiseta mostrava o vale entre os peitos, chamando. Queria enfiar as mãos ali, agarrar aqueles peitos perfeitos, puxar os biquinhos furados.

Em vez disso, desci a mão e segurei firme o queixo dela, inclinando a cabeça pra trás até ela me olhar. Ela arfou, a mão entre as pernas paralisada, o tecido da saia embolado em volta.

“Olivia,” falei, sério.

“Que que você me chamou?” perguntou baixinho.

“ E você tem que parar.” Minha voz saiu dura, mas controlada. Mantive o queixo dela firme, olhos cravados nos verdes dela. “Menininha que provoca demais acaba tendo problemas.”

A mão dela voltou a se mexer e ela me olhou de baixo pra cima, tesão puro nos olhos, se esfregando.

“Que tipo de problema?” perguntou, voz baixa, ofegante.

“Problema grande,” respondi. “Alguém precisa te dar uma lição de disciplina.”

A mão dela acelerou enquanto se esfregava me olhando.

“É,” ela gemeu quase.

“É,” confirmei. “Tira a mão. Deixa eu ver o que você tava fazendo.”

Ela piscou, mas obedeceu, afastando as mãos do colo. Mantive o queixo preso, mas com a outra mão levantei a saia.

Ela tinha mantido o sutiã, mas dispensado a calcinha antes de descer. A bucetinha inchada tava rosada de tesão, os lábios grandes e carnudos abertos, o clitóris duro e brilhando de molhado.


Enfiei a mão entre as coxas dela e a Olivia abriu as pernas pra mim sem hesitar, bem devagar, como uma vadia safada que já tava louca pra ser tocada. Mordia o lábio inferior com força, os olhos semicerrados de tesão puro enquanto me encarava de baixo pra cima.

Meus dedos grossos roçaram a pele macia e quente da parte interna das coxas, sentindo ela tremer inteira. Fui devagar até chegar na buceta. Caralho… ela tava encharcada pra porra. Os lábios grandes e carnudos tavam inchados, brilhando de mel, melados até escorrer. Separei eles com dois dedos, abrindo aquela xota jovem e apertada bem devagar, e o cheiro forte de buceta molhada subiu direto pro meu nariz, um cheiro doce, azedo, quente, de garota no cio, misturado com suor leve da pele dela.

O som foi imediato: um molhado e obsceno quando os lábios se separaram, revelando a carne rosada e brilhante por dentro. O mel grosso e quente escorreu pelos meus dedos, viscoso, quente pra caralho, pingando em fio longo até o sofá. A bucetinha dela pulsava visivelmente, os músculos internos se contraindo sozinhos, como se implorasse pra ser preenchida.

Enfiei a ponta dos dedos na entrada quente e senti a boceta dela latejar forte ao meu toque. Era apertada pra porra, quente como um forno, as paredes macias e molhadas se fechando em volta dos meus dedos como se quisessem sugar eles pra dentro. Deslizei dois dedos bem fundo de uma vez, sentindo a carne cremosa ceder e se abrir com um som molhado e sujo enquanto o mel dela escorria pelos meus dedos, .


Comecei a bombear os dedos rápido, socando fundo e com força bruta naquela bucetinha apertada e quente como brasa viva, sentindo as paredes macias, lisas e encharcadas se abrirem com um som molhado e obsceno a cada estocada violenta, só pra se contraírem logo em seguida, sugando meus dedos com espasmos gulosos e desesperados.

O polegar girava sem piedade no clitóris inchado e durinho, esfregando em círculos rápidos e firmes, pressionando o botãozinho latejante que pulsava como um coraçãozinho sob meu toque, escorregadio pra cacete de tanto mel grosso e quente que escorria sem parar, melando minha palma inteira.

O cheiro dela subiu forte e cru pro meu nariz, aquele aroma doce-azeda de buceta jovem no cio, misturado com suor fresco e leve perfume de pele quente, um cheiro safado e viciante que enchia a sala inteira e me deixava com a rola latejando. .

De repente ela agarrou meu braço com as duas mãos, unhas cravando fundo na pele suada do meu antebraço, os dedos tremendo de puro desespero enquanto soltava um gritinho agudo, rouco e quebrado que ecoou baixo na sala, um som cru e animal que fez meu pau latejar.

Rebolou forte contra minha mão, os quadris se erguendo e descendo em estocadas frenéticas, fodendo meus dedos com uma fome bruta, a bucetinha quente e encharcada se abrindo e se fechando em volta deles com uma pressão molhada e gulosa, o mel grosso e quente escorrendo em fios viscosos pela minha palma

Os olhos dela tavam apertados com força, as pálpebras tremendo, as sobrancelhas franzidas num misto de dor e prazer extremo, enquanto a boca carnuda se abria num “O” pequeno e perfeito, os lábios inchados e brilhantes de saliva, tremendo a cada respiração curta e ofegante. Aqueles lábios grossos e macios, pensei num flash, iam ficar lindos pra caralho envolvendo minha rola grossa, esticados ao máximo enquanto ela chupava com vontade.

“Porra… porra… porra…” ela ofegou, a voz rouca, baixa e quebrada, quase um sussurro desesperado que saía entre dentes cerrados. Depois arqueou as costas com violência, o corpo inteiro se esticando como uma corda tensionada, os peitos empinados subindo. Ficou rígida por um segundo eterno, os músculos da buceta se contraindo numa onda feroz ao redor dos meus dedos, apertando, pulsando, sugando com espasmos longos e violentos, quentes pra cacete, as paredes internas latejando e ordenhando meus dedos como se quisessem tirar cada gota de prazer do meu toque.

O orgasmo dela explodiu em ondas quentes e profundas: a bucetinha deu um espasmo tão forte que quase expulsou meus dedos, depois se fechou de novo, contraindo em ritmos rápidos e irregulares, o mel quente e grosso jorrando em pequenos jatos escorregadios, escorrendo pelos meus dedos, molhando meu pulso inteiro. O cheiro dela ficou ainda mais forte, doce e azedo, cru e viciante, misturado ao suor leve que brilhava na pele clara do pescoço e do colo. Cada pulsação mandava arrepios subindo pela minha espinha, o calor dela se espalhando pela minha palma, subindo pelo braço, fazendo meu baixo ventre formigar e o pau latejar com tanta força que doía, enquanto eu sentia cada contração, cada latejada, cada tremor daquela xota jovem e gulosa gozando sem parar na minha mão.

Quando relaxou, tirei os dedos devagar. Ela choramingou. Levei eles até a boca dela e enfiei. Ela me olhou nos olhos enquanto chupava, lambendo o próprio mel, sugando tudo.

Soltei o queixo dela e dei um passo pra trás. A ficha caiu de repente: eu tinha feito minha sobrinha gozar nos meus dedos. Isso era errado pra caralho, e meu irmão ia me matar se soubesse.

“Espera,” ela chamou quando eu virei e saí rápido pro banheiro, batendo a porta e trancando.

Encostei na porta e baixei a cabeça, envergonhado pra porra. Se eu tivesse ficado mais um segundo, teria pulado por cima daquele sofá e enfiado a rola nela até o talo.

Entrei no chuveiro, tirei o short e agarrei o pau. Bati uma com raiva, gozando em segundos, jatos grossos espirrando nas pastilhas. Gemi baixo pensando na cara que a Olivia fez quando gozou.


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Ficha do conto

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tabooalex

Nome do conto:
Roubei a família do meu irmão - Parte 7

Codigo do conto:
258146

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
29/03/2026

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