Essa é a mulher do seu irmão. Essa é a mulher do seu irmão. Repetia isso na cabeça sem parar, tentando, e falhando miseravelmente, expulsar os pensamentos safados. Queria me inclinar, agarrar o rosto dela, puxar aqueles lábios carnudos pros meus e devorar ela num beijo molhado.
O filme tava acelerando pro final. Os dois protagonistas, um cara e uma mina que tavam tentando se encontrar o filme inteiro, finalmente se juntaram, supostamente pra matar as bruxas malignas que causavam os zumbis. Como era de se esperar, resolveram dar uma parada pra foder antes da briga final.
A atriz era gostosa pra cacete e meu pau deu um pulo quando a roupa dela foi arrancada. Essa era a cena mais explícita de todas até agora: close nos peitos balançando, na buceta sendo penetrada, nos gemidos falsos mas altos. Meus olhos tavam grudados na tela enquanto eu esticava a mão pra pegar mais pipoca na tigela entre a gente.
De repente senti os dedos dela tocarem as costas da minha mão. A Soph devia ter enfiado a mão na tigela logo depois de mim. Quando as pontas dos dedos dela roçaram minha pele, foi como se uma faísca elétrica tivesse subido do ponto de contato, percorrendo meu braço inteiro e explodindo no peito.
Olhei pra ela. Os olhos dela tavam fixos na tela. Ela mordia o lábio inferior com força. Dava pra ver o peito subindo e descendo rápido, os mamilos duros esticando o tecido fino da camiseta.
Não tirei a mão. Prendi a respiração. A Soph deixou a dela ali, os dedos leves descansando nas costas da minha. Depois começou a mexer: carinhos lentos, traçando linhas suaves na minha pele.
Parecia inconsciente. Ela não deu nenhum sinal de que percebia o que tava fazendo. Os pelinhos do meu braço se arrepiaram todos, a carícia leve me dando arrepios que subiam pela nuca.
Percebi que ela tava acompanhando o ritmo das estocadas da cena de sexo na tela. Lambi os lábios e fiquei parado, o pau latejando dentro da calça de moletom, implorando por alívio.
Aí a cena mudou, o confronto final tava começando. A Soph balançou a cabeça rápido e puxou a mão de volta como se tivesse levado um choque.
“Porra, desculpa,” ela murmurou.
“Tá de boa,” respondi, voz rouca.
A gente deixou pra lá e terminou o filme. Quando os créditos começaram a subir, a Soph levantou rápido, a camiseta subindo um pouco e revelando as coxas lisas e bronzeadas.
“Boa noite então,” disse. “Vou dormir.”
“Boa noite.”
Enquanto ela se afastava, juro que vi ela dar uma olhada direta pro meu colo, pro volume que eu tentava esconder mas não conseguia direito. O pau tava duro pra caralho, marcando forte o tecido fino.
Assim que ela sumiu escada acima, desliguei a TV e desci pro quarto. Mal minha costas bateram no colchão, já tinha puxado a calça pra baixo e agarrado a rola latejante.
Comecei a punhetar forte, imaginando se ela tava lá em cima fazendo a mesma coisa. Se tava deitada na cama do meu irmão, com as pernas abertas, enfiando os dedos na buceta molhada enquanto pensava em mim. Na mão dela roçando a minha, no jeito que os mamilos dela tavam duros, na respiração acelerada.
Gozei rápido pra caralho, jatos grossos de porra espirrando na barriga e no peito, sujando tudo enquanto gemia baixo o nome dela na cabeça. Imaginava ela gozando também, os dedos encharcados, o corpo tremendo, pensando no cunhado que tava ali embaixo se masturbando por causa dela.
Fiquei deitado, ofegante, o pau ainda semi-duro pingando os últimos pingos. O quarto cheirava a porra e a tesão acumulado.
E eu sabia que isso tava só começando.