Roubei a família do meu irmão - Parte 22

Era tarde quando cheguei em casa. As luzes da casa estavam todas apagadas. Imaginei que todo mundo já tinha dormido. Não tinha recebido mensagem nenhuma da Olive, embora ela costumasse me mandar algo toda noite antes de apagar. Será que ela estava chateada por eu ter saído "num encontro"? Provavelmente. Eu daria um jeito nisso amanhã.

Desci pro meu quarto no porão, mas ainda estava elétrico demais pra conseguir dormir. O corpo cansado, a cabeça a mil. Peguei o celular e lembrei das fotos que tinha tirado do contrato pré-nupcial mais cedo. A curiosidade ganhou de mim e eu comecei a ler.

Era um documento complicado, cheio de juridiquês, mas depois de um tempo achei que tinha entendido o essencial. Protegia o dinheiro do Eduardo no caso de divórcio. Justo, pensei. Mas fuçando mais a fundo, achei umas coisas que me fizeram parar. E quanto mais eu lia, mais eu me perguntava se aquela cláusula era realmente pra proteger... ou se era pra outra coisa.

Soph e Eduardo estavam casados há uns anos, e de acordo com o pré-nupcial eles já tinham passado do ponto em que, se separassem, ela pegaria metade de tudo que tinham. Era um jeito bom de cuidar da Soph, mas seria um golpe e tanto pro Eduardo.

Tinha uma cláusula, porém. Dizia que se a Soph fosse infiel em qualquer momento do casamento, ela não pegaria porra nenhuma. Não parecia ter nada parecido pro lado dele, o que não parecia justo.

E aquilo tornava o que a gente estava fazendo absurdamente arriscado pra ela. Eu não estava só colocando o casamento dela em risco. Era a vida inteira dela. Me recostei na cadeira e pensei nisso. Olhei ao redor do quarto onde eu estava sentado. Na casa do meu irmão. Tirando vantagem dele do pior jeito possível. Eu me sentia um irmão de merda. Uma pessoa de merda.

Alguma coisa chamou minha atenção. Tinha uma prateleirinha em cima da minha mesa onde eu tinha colocado uns manuais dos programas que usava. Manuais de papel eram bem redundantes nessa era digital, mas de vez em quando era bom consultar alguma coisa neles e fazer anotações nas margens. Mas tinha um brilho pequeno entre duas pastas que parecia fora de lugar.

Levantei e fui até lá, e percebi que tinha uma câmera bem pequena escondida ali, apontada direto pra minha cama. Eu sabia que ela não estava ali mais cedo naquele dia, porque eu tinha usado um dos manuais antes de terminar o trabalho.

Mudei de direção de repente e sentei na cadeira da mesa, de repente não querendo que quem estivesse do outro lado daquela câmera soubesse que eu tinha descoberto. Quem estava me espionando? Por quê?

Será que o Eduardo estava desconfiado? Será que ele estava tentando provar alguma coisa? Usar contra mim e contra a esposa dele? Ou... porra, será que ele tava me vigiando por outro motivo? A ideia era tão absurda que eu nem quis terminar o pensamento. Por que não confrontar a gente, se sabia?

Minha cabeça girava de perguntas. Onde mais tinha câmeras? Será que ele já tinha visto alguma coisa? E se ele tivesse visto... por que não tinha feito nada? Respirei fundo e decidi que ia investigar isso no dia seguinte. Precisava entrar no computador dele. Precisava entender de verdade o que caralho estava acontecendo.

Fui me deitar na cama, incomodado pra caralho sabendo que tinha alguém que podia estar me assistindo dormindo. A sensação de estar sendo observado era horrível. Mas tinha outra sensação junto, mais suja, que eu não queria admitir nem pra mim mesmo. Eu não fazia ideia do que ia fazer, mas sabia que tinha que fazer alguma coisa. E parte de mim já tinha medo do que ia encontrar.

Não dormi quase nada naquela noite.

Toda vez que eu estava prestes a apagar, outra memória das coisas que eu tinha feito na casa do meu irmão, o Eduardo, invadia minha cabeça sem pedir licença. Quantas vezes eu tinha fodido a Soph por toda a casa? Na academia, na piscina, no chuveiro, na sala, no quarto deles. Quantas vezes eu tinha brincado com a Olive, dado palmadas na bunda dela, chamado de vadiazinha gótica safada enquanto ela gozava no meu pau? Depois de descobrir a câmera escondida no meu quarto, colocada ali por ele, não tinha dúvida, eu não conseguia parar de pensar que ele tinha visto tudo. Ou pelo menos boa parte. Enquanto viajava a trabalho, sentado em aviões e hotéis, vendo o irmão mais novo comendo a esposa e a filha dele em tempo real.

Pensei no documento que tinha encontrado no dia anterior na mesa dele. O contrato pré-nupcial entre ele e a Soph. Tinha uma cláusula pesada de infidelidade: se ela fosse pega traindo, não pegava nada. Eu já tinha visto aquilo antes e tinha me incomodado, mas agora, com a câmera no meu quarto, o documento parecia ainda mais fora de lugar.

O Eduardo era muito mais velho que eu, uns vinte anos de diferença. Só meu irmão. Nunca fomos próximos. Eu mal o via quando era adolescente. Mas quando ele me ofereceu o quarto no porão pra eu alugar, pareceu um gesto genuíno de ajuda. O irmão mais velho dando uma mão pro mais novo que estava recomeçando a vida depois de um término ruim.

Agora eu estava questionando tudo.

E se ele me tivesse trazido pra cá exatamente pra isso? Pra tentar a esposa? Pra criar uma situação onde ele pudesse me flagrar com ela? Eu era só o isca? O cara mais novo, na casa, malhando sem camisa, com tempo de sobra... Será que ele planejou tudo isso?

Eu odiava essa ideia. Odiava pra caralho.

Mas ao mesmo tempo... ela aliviava uma porra de uma culpa que eu vinha carregando há semanas. Se ele estava me usando, se ele queria que isso acontecesse, então talvez eu não fosse o maior filho da puta da história. Talvez eu fosse só uma peça no jogo dele. Só que quanto mais eu pensava nisso, menos fazia sentido o cenário de "flagrar pra se divorciar". Por quê? Por que não confrontar logo? Por que instalar câmeras em segredo e ficar assistindo de longe? O que caralho ele realmente queria com isso?

De qualquer forma, uma coisa estava clara: eu precisava descobrir se aquela câmera era só a primeira de muitas. E precisava descobrir o quanto ele já sabia.

Porque se o Eduardo estivesse mesmo por trás disso... a situação toda tinha acabado de ficar muito mais perigosa. E muito mais complicada. E, porra... muito mais suja do que eu imaginava.

---

Quando a manhã chegou, eu estava grogue e ansioso. Mesmo assim, precisava fingir que tudo estava normal. Saí da cama e subi as escadas. Precisava muito de um café.

A Soph estava na cozinha, terminando de preparar uma jarra. Levantou os olhos, me viu e sorriu. Era injusto como ela ficava gostosa mesmo assim. O cabelo loiro preso num coque bagunçado, os olhos azuis brilhando. Usava uma legging justa de malhar que marcava a bunda redonda, e por cima um moletom solto.

"Bom dia, Dan. Ele já saiu pro escritório," ela disse, e começou a contornar a ilha da cozinha na minha direção. Eu sabia que ela ia tentar me beijar e levantei a mão rápido, parando ela.

Cruzei até a cafeteira, peguei uma xícara e servi sem olhar pra ela. Minha cabeça estava a mil. A câmera no meu quarto. O pré-nupcial. O que caralho eu ia fazer?

"Você tá estranho hoje," ela disse, a voz mais baixa. "Aconteceu alguma coisa?"

"Não," respondi, rápido demais. "Só dormi mal. Trabalho acumulado."

Ela ficou me olhando. Eu sentia os olhos dela nas minhas costas. Normalmente eu já teria puxado ela pra um canto, metido a mão dentro da legging, feito ela gozar rápido antes de descer pro meu quarto. Hoje eu não conseguia nem olhar pra cara dela sem pensar na câmera que o Eduardo tinha colocado.

"Vou sair mais cedo hoje," falei, ainda de costas. "Tenho umas coisas pra resolver."

"Dan..." ela chamou, hesitante.

Eu me virei só o suficiente pra dar um beijo seco na testa dela. "Depois a gente conversa. Tá tudo bem."

Peguei as chaves do Jeep e saí antes que ela pudesse perguntar mais. No caminho pro carro, meu celular vibrou. Olive. Eu nem abri. Guardei no bolso e liguei o motor.

Eu precisava entrar no computador do Eduardo. Agora.

---

Tinha que começar a trabalhar, então desci de volta pro meu quarto onde tinha o computador montado. Não olhei pra câmera escondida na estante, apontada direto pra minha cama. A cama onde eu já tinha fodido tanto a Soph quanto a Olive várias vezes.

Meu trabalho não era difícil. Consegui passar rápido por uma reunião, configurei umas coisas e sentei de novo. Aí comecei a pensar.

A câmera no meu quarto não tinha sido colocada de repente. O pré-nupcial tinha aquela cláusula pesada. Mas quanto mais eu tentava encaixar as peças no cenário de "ele quer me flagrar pra se divorciar", menos batia. Por que não confrontar? Por que ficar assistindo em silêncio de longe? Por que me trazer pra casa e depois instalar tudo isso em segredo?

Eu não gostava de nenhuma das respostas que minha cabeça estava dando.

Achei rápido um programa simples de invasão e joguei num pendrive.

Eu sabia que precisava agir. Levantei e subi as escadas em direção ao escritório dele, sem saber por quantas câmeras eu estava passando.

Entrei de fininho e liguei a máquina. Se ele descobrisse que eu tinha mexido nas coisas dele, eu não tinha desculpa pronta. Tinha que torcer pra que não tivesse câmera ali dentro, ou se tivesse, que eu conseguisse acessar antes dele.

Tinha senha, claro. Mas eu sabia de muito tempo que a maioria das pessoas anotava em algum lugar. Ele tinha um protetor de mesa verde e eu levantei. Embaixo tinha um post-it amarelo com uma sequência de letras e números. Com aquilo eu conseguia entrar.

O software estava na área de trabalho. Abri rápido. Tinha nove câmeras no total e todas estavam gravando. O sistema mostrava meses de arquivos, não dias. As câmeras estavam ativas sempre que o Eduardo viajava. O log de acesso era o que me congelou primeiro: ele entrava de madrugada em hotéis, em salas de aeroporto, em horários que não faziam sentido pra trabalho. Ficava horas assistindo. Pulando pra momentos específicos. Pausando. Repetindo.

Uma no meu quarto, uma na cozinha, uma no quarto que ele dividia com a Soph, o corredor que dava pros quartos de cima, a sala, a área de malhação, o banheiro de baixo, a garagem e uma olhando pra porta da frente.

Parece que não tinha gravação de áudio. Isso era bom. Plugei o pendrive e o programa começou a clonar o computador inteiro, dando acesso remoto. Terminei e voltei pro meu quarto o mais rápido possível.

Instalei o programa no meu notebook e comecei a fuçar. Achei a conta de email pessoal dele e entrei.

Não tinha nenhum email sobre divórcio. Nenhum detetive. Nenhum advogado.

O que eu achei me deixou sem ar.

Tinha pastas organizadas por data e por pessoa. "Soph - 17/07". "Soph - academia". "Olive - quarto". "Dan + Soph - chuveiro". "Dan + Olive - 4". "Piscina - Babi Kelly". Clipes longos dos melhores momentos. Prints de tela com zoom no rosto dela gozando, na minha rola entrando, no corpo da Olive se contorcendo. E o histórico do navegador... porra. O Eduardo tinha passado horas e horas assistindo as gravações. Buscas recentes: "cunhado fudendo esposa do irmão", "cuckold voyeur esposa traindo com cunhado mais novo", "esposa puta do irmão mais novo", "voyeurismo camera escondida esposa arrombada", "esposa gozando no pau do cunhado". Ele tinha salvo links. Tinha pastas inteiras de pornô com títulos parecidos.

E então os vídeos dele mesmo.

Em uma subpasta escondida, gravados da webcam do notebook: o Eduardo, o advogado de terno, sentado em frente à tela em quartos de hotel escuros. A cara dele tensa, a boca entreaberta, a mão direita descendo e subindo sem parar na própria rola enquanto o vídeo da Soph engolindo meu pau na academia tocava. Outro clipe dele gozando forte, jorrando na própria barriga, exatamente no momento em que eu enchia a Olive de porra de quatro no meu quarto, ela gritando "daddy" e "me arromba". Ele tinha salvado prints da tela dele mesmo se masturbando, o pau dele na mão, os olhos vidrados na imagem da mulher e da filha dele sendo usadas pelo irmão mais novo.

Eu fechei os olhos. Senti o estômago revirar de nojo, de raiva, de choque. Meu irmão. O cara que sempre foi o responsável, que me deu casa quando eu precisava, que me acolheu como se eu ainda fosse o moleque que ele ajudava na adolescência. Tava se acabando de punheta todo dia assistindo eu comer a mulher dele como ela nunca tinha sido comida. Assistindo a própria filha de dezenove anos virar putinha safada do tio, pedindo pra ser arrombada, gozando no pé dele enquanto ele mandava. E em vez de me expulsar, em vez de confrontar, ele tinha instalado mais câmeras. Tinha facilitado. Tinha me dado o quarto no porão com privacidade. Tinha viajado mais. Tinha deixado a Soph sozinha comigo de propósito.

Eu era o brinquedo vivo dele. O pau grosso e novo que ele não tinha mais pra dar pra ela, mas queria ver sendo enfiado até o fundo enquanto ele gozava do outro lado da tela.

Senti o pau endurecer tão rápido que doeu dentro da calça. A raiva não passou. Mas o tesão veio junto, sujo, forte pra caralho. Eu não era só o irmão traidor. Eu era o irmão que o Eduardo tinha trazido pra casa pra foder a família dele enquanto ele assistia e gozava em segredo, sem nunca ter que admitir nada pra ninguém. Nem pra mim. Nem pra ela.

E eu ia continuar. Porque a ideia de foder a Soph sabendo que ele tava vendo, sabendo que ele tava com o pau na mão gozando com aquilo, sabendo que ele nunca ia quebrar o personagem de marido generoso e cansado... era forte demais pra resistir. Mais forte que a culpa. Mais forte que qualquer coisa.

Eu não ia contar pra ela. Nunca. O segredo era meu agora. Nosso. Dela ele nunca saberia. A Soph ia continuar achando que tava traindo de verdade, com o medo real de ser pega e perder a vida inteira por causa da cláusula do pré-nup. E eu ia foder ela mais gostoso ainda sabendo que o marido tava assistindo e gozando com cada estocada.

Abri o navegador de compras dele. Tinha compras recentes de lingerie fina. Três nos últimos dois meses. Conjuntos de renda preta, baby dolls vermelhos, cinta-liga. Tamanhos da Soph. Todas feitas em dias que ele estava viajando. Sem data de aniversário, sem motivo aparente. Uma delas com um comentário interno dele mesmo: "surpresa para quando eu voltar". Ele comprava roupa sexy pra mulher e depois viajava de propósito pra eu poder foder ela usando aquilo.

Porra.

Assim que o clone terminou, comecei a mexer no programa. Recortei gravações de cômodos vazios, configurei pra poder sobrescrever qualquer pedaço de vídeo que eu quisesse. Minhas habilidades de programação estavam sendo úteis pra caralho. Comecei a montar uns s simples que me deixavam mudar remotamente o que estava sendo mostrado e gravado. Se eu quisesse, o Eduardo via só o que eu quisesse que ele visse. Mas agora, depois do que eu tinha descoberto, a vontade que eu tinha era outra: deixar ele ver o máximo possível. Queria que ele assistisse tudo de verdade. Queria que ele gozasse com o que eu ia fazer com a mulher dele e com a filha dele. O programa era poder. E eu ia usar esse poder pra alimentar ele, não pra esconder.

Agora eu sabia que ele ia continuar assistindo. E que eu ia deixar. E que ia foder ela ainda mais gostoso por causa disso. Por causa do segredo. Por causa da dramatic irony que só eu, ele e o leitor sabíamos. A Soph nunca ia saber que o marido dela era o voyeur mais safado da história.

Meu celular vibrou de novo. Era a Olive outra vez.

*Tô descendo! Quer você queira ou não!*

Suspirei. Essa ia ser a primeira vez que eu ia decidir o que o Eduardo ia ver. Deixei o feed ao vivo, com o ângulo bom da cama. Queria que ele visse tudo. Queria que ele assistisse depois. Não ia esconder nada mais.

---

Eu estava sentado na cadeira do computador e girei ela pra encarar a porta quando a Olive empurrou a porta do meu quarto e entrou. Dava pra ver que ela já estava emburrada. Não estava com a maquiagem gótica completa, aqueles olhos pretos pesados e pele pálida. Mesmo assim estava bonita, com o cabelo tingido de preto e verde caindo em volta do rosto redondo e bonito. Os lábios naturalmente carnudos, os olhos verdes bem marcantes.

Usava uma camiseta preta larga de banda que descia até o meio da coxa. Dava pra ver que não estava de sutiã, os peitos grandes e ainda firmes balançando por baixo do tecido. Eu suspeitava que também não estava de calcinha. Normalmente não usava quando vinha me ver.

"Então," ela disse, cruzando os braços e fazendo os peitos subirem. Era obviamente de propósito, mas eu não consegui evitar de olhar. "Você saiu num encontro com aquela vadia. A amiga da Soph, ontem à noite." A voz dela estava cheia de raiva. Acusatória.

A Olive tinha me seduzido pouco depois que eu cheguei na casa do Eduardo. Me provocando. Me desafiando. Eu tentei resistir a foder a minha própria sobrinha, mas não aguentei muito tempo. No final eu dei umas palmadas nela e fiz ela gozar. Não demorou muito pra gente escalar pra foder de verdade.

"É," respondi, dando de ombros. Tinha um monte de coisa na cabeça e não estava com paciência pra ela fazer birra. "Saí."

"Se divertiu *muito*?" ela perguntou, a voz pingando de sarcasmo venenoso na palavra "divertiu".

"Diverti," respondi, encarando o olhar furioso dela com o meu, calmo e sem expressão.

"Que bom pra você, tio," ela disse. "Espero que tenha gostado da buceta velha e flácida dela. Podia ter ficado aqui fodendo uma novinha bem apertada, mas eu acho que você já tá bem velho mesmo. Provavelmente nem consegue mais manter duro pra alguém como eu."

Ela segurou a barra da camiseta longa e puxou pra cima, revelando a bucetinha depilada, inchada e rosada. Eu balancei a cabeça.

"Vem cá," mandei, fazendo um gesto com os dedos.

Ela balançou a cabeça.

"Chama uma das suas putas velhas," respondeu, deixando a barra da camiseta cair.

Porra. Eu já estava de saco cheio.

"Olive!" falei, a voz alta e cortante no quarto, fazendo ela dar um pulo. "Traz essa bunda aqui agora."

Ela hesitou só um segundo. Depois sorriu de canto, tendo conseguido o que queria (minha atenção), e deu um passo na minha direção.

"Para," ordenei. "Tira essa camiseta. E fica de quatro. Engatinha."

Ela hesitou mais um instante, depois puxou a camiseta pela cabeça. Eu observei, com fome, enquanto ela se revelava pra mim. O corpo pálido, curvilíneo e macio. Os mamilos rosados e já duros.

Ela se abaixou nas mãos e joelhos e começou a engatinhar na minha direção, os olhos verdes fixos nos meus azuis claros. Eu abri as pernas e deixei ela passar entre elas, parando bem na minha frente e olhando pra cima.

"Daddy," ela disse, a voz agora toda doce, o tom de birra completamente abandonado. "Você deixa eu chupar o seu pau? Por favor?"

No começo tinha me surpreendido quando ela começou a me chamar de Daddy, mas eu tinha que admitir que gostava.

"Tira ele pra fora," mandei.

Ela passou as mãos pelas minhas coxas, por cima do volume que já crescia rápido na minha calça, até a fivela do cinto, que ela aberta com pressa. Lutou um pouco com o botão e o zíper, mas logo a mão dela estava entrando pela abertura e segurando meu pau, o pau grosso preenchendo a palma dela.

Eu levantei o quadril, puxei a calça pra baixo e chutei pro lado, ficando pelado da cintura pra baixo. A câmera estava gravando tudo. Boa. Queria que o Eduardo visse isso depois — o irmão mais novo pelado no quarto dele, com a filha dele de joelhos. Queria que ele assistisse a própria filha pedindo pra chupar meu pau.

A Olive segurou meu pau de novo e masturbou devagar na frente do rosto dela, o prepúcio escorregando pra frente e pra trás na cabeça roxa inchada, já com uma gota de pré-gozo na ponta.

"O que você quer que eu faça, daddy?" ela perguntou, olhando pra cima enquanto continuava a me masturbar. Encostou o comprimento do meu pau na bochecha dela, esfregando com carinho.

"Você sabe que eu te satisfaço melhor que qualquer mulher velha," ela disse. "Deixa eu te mostrar."

"Coloca as mãos atrás das costas," ordenei. A Olive obedeceu, puxando os braços pra trás e segurando um pulso com a outra mão.

Segurei a base do meu pau e dei batidinhas na bochecha dela. Ela abriu a boca e eu passei a cabeça pelos lábios, espalhando pré-gozo neles. Ela tentava se mexer pra me engolir, mas eu continuei provocando.

"Você quer isso?" perguntei. Pensei em como o pai dela estava me espionando, espionando a esposa, espionando a própria filha também, e senti um tesão do caralho em estar prestes a usar a filha dele.

"Quero, Daddy," ela respondeu, a voz quase um gemido. "Por favor! Por favor deixa eu chupar o seu pau!"

Empurrei meu pau na boca aberta dela. Ela fechou os lábios em volta do pau na hora, soltando um gemidinho satisfeito. Segurei a cabeça dela e puxei, enfiando tudo de uma vez até a garganta. Os olhos dela se arregalaram e ela soltou um grunhido, mas engoliu meu comprimento obediente.

Comecei a guiar a cabeça dela, puxando e enfiando, enfiando fundo na garganta. Ela estava ficando muito boa nisso e quase não engasgava mais. Os olhos marejados, mas ela olhava pra cima. Eu puxava pra trás e empurrava de novo, fodendo o rostinho bonito dela.

Vi a mão dela descer entre as pernas e começar a esfregar a buceta.

"Não," cortei. "Mãos atrás das costas! Não toca!"

Ela soltou um gemidinho abafado em volta do meu pau, mas obedeceu. Movi a perna, colocando o pé entre os joelhos dela.

"Se você quer sentir alguma coisa aí," falei, "esfrega na minha bota. Esfrega feito a putinha desesperada que você é."

Ela assentiu, a boca ainda cheia de pau, e se abaixou em cima do meu pé, começando a rebolar pra frente e pra trás, esfregando o clitóris no peito do meu pé.

Ela gemia sem parar em volta do meu pau, o som abafado e vibrando direto na cabeça enquanto eu metia sem piedade na garganta dela. As mãos dela estavam bem presas atrás das costas, o corpo inteiro tremendo de esforço. Eu sentia o peito do meu pé ficando encharcado com o mel grosso que escorria da buceta dela enquanto ela rebolava desesperada em cima, esfregando o clitóris inchado contra o meu pé como uma putinha no cio. Os gemidos dela ficavam mais agudos, mais desesperados, e eu via as coxas dela tremendo, o quadril dela empurrando contra o meu pé sem controle.

Não demorou muito pra eu sentir que ela estava à beira do gozo. O corpo dela inteiro estava tenso, a garganta apertando meu pau num ritmo irregular, os olhos marejados olhando pra cima com aquela mistura de súplica e luxúria que me deixava louco.

Mesmo com o Eduardo na cabeça o tempo todo, eu me permiti sentir só aquilo por uns segundos: a boca quente e molhada da minha sobrinha engolindo meu pau até o fundo, a buceta dela lambuzando meu pé enquanto ela se esfregava feito uma vadia. Ele ia ver isso depois. Ia ver a filha dele de quatro, engolindo o pau do tio até o fundo, gozando no pé dele feito uma vadia. Ia bater punheta pra isso. Ia gozar pensando na própria filha sendo usada. O tesão sujo disso me deixou ainda mais duro.

Acelerei o ritmo. Segurei a cabeça dela com as duas mãos e comecei a foder a cara dela com força, metendo fundo na garganta a cada estocada, fazendo ela engasgar e babar pra caralho. Ao mesmo tempo, empurrei o pé pra cima com mais pressão, pressionando o peito dele bem contra a buceta inchada e molhada dela. Ela gemeu alto em volta do meu pau, o som abafado e sujo, e o corpo dela começou a tremer de verdade.

Senti o orgasmo subindo pelas minhas bolas como fogo. Não segurei. Enfiei o pau até o fundo na garganta dela, travando a cabeça contra a minha virilha, e gozei com tudo. Jatos grossos e quentes de porra explodiram direto na garganta dela enquanto eu soltava um gemido rouco. Ao mesmo tempo, pressionei o pé com força contra a buceta dela.

A Olive gozou junto comigo.

O corpo dela inteiro convulsionou. Ela tentou gritar em volta do meu pau, mas só saiu um som abafado e desesperado. As pernas dela tremeram violentamente, a buceta pulsando e esguichando mel quente no meu pé enquanto ela gozava forte, esfregando o clitóris contra o meu pé sem parar, o corpo inteiro tremendo de prazer. A garganta dela apertava meu pau em ondas, como se quisesse ordenhar até a última gota enquanto ela mesma se acabava.

Eu continuei bombeando o quadril devagar, esvaziando tudo dentro dela, sentindo a garganta dela trabalhando pra engolir enquanto ela gozava sem controle. Foi intenso pra caralho. Quando finalmente tirei o pau da boca dela, um fio grosso de porra misturado com baba escorreu dos lábios inchados dela direto pro queixo e pro peito.

Ela tossiu forte, o peito subindo e descendo rápido, tentando recuperar o fôlego. Fios grossos de porra e baba escorriam do canto da boca, pingando nos peitos dela, que subiam e desciam ofegantes. Os olhos estavam cheios de lágrimas, a maquiagem já toda borrada, mas ela continuava olhando pra cima com uma expressão de total submissão e adoração.

"Boa garota," elogiei, a voz rouca. Passei os dedos no cabelo bagunçado dela, afastando mechas do rosto suado, e segurei o queixo dela com carinho. "Goza gostoso no pé do seu tio, sua putinha safada. Olha o estrago que você fez."

Ela tossiu de novo, a voz rouca e destruída, mas conseguiu sussurrar:

"Obrigada, daddy..."

A voz saiu baixa, trêmula, quase uma súplica. Ela ainda tremia de leve, as coxas molhadas brilhando, o corpo mole depois do orgasmo forte. Os olhos dela estavam vidrados, cheios de lágrimas e algo mais profundo. Adoração. Gratidão. Submissão completa.

Peguei uns lenços na mesa e limpei o rosto dela.

"Volta pro seu quarto agora," mandei.

"Mas..." ela começou a falar, mas eu a silenciei com um olhar. Ela baixou os olhos e assentiu.

"Tá bom, daddy," respondeu. "Obrigada de novo."

Era sempre impressionante ver ela mudar de uma pirralha pra completamente submissa. Isso me fez sorrir de leve pra ela.

Ela saiu do quarto. Eu fiquei olhando as câmeras por mais um tempo. Deixei tudo gravando. Queria que o Eduardo visse o chão sujo de porra e baba, quisesse que ele visse onde a filha dele tinha gozado no meu pé. Ele ia assistir isso depois e ia ficar duro de novo.

Bati os dedos na mesa, pensando. Eu precisava ver a Soph. Não pra contar nada. Só pra foder ela. Com tudo que eu sabia agora. Queria foder a mulher dele hoje e deixar a câmera pegar tudo. Queria que o Eduardo visse o irmão mais novo gozando dentro da esposa dele mais uma vez. Queria que ele gozasse pra isso depois.


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Ficha do conto

Foto Perfil tabooalex
tabooalex

Nome do conto:
Roubei a família do meu irmão - Parte 22

Codigo do conto:
263594

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
02/06/2026

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