O Lucas e a Larissa tavam na sala de novo, largados no sofá assistindo TV. Os pés dela, tavam no colo dele... bem em cima da virilha.
Cumprimentei, toda sem graça, o rosto pegando fogo na hora: “Oi, gente.”
“Oi, mãe”, Lucas respondeu tranquilo, sem tirar os olhos da tela.
“Oi, Helena”, Larissa disse, pela primeira vez sem o “dona” na frente do meu filho, mexendo os dedinhos dos pés devagar, como se estivesse provocando.
“Vou fazer lasanha pro jantar”, falei rápido, saindo dali antes que o clima ficasse mais estranho ainda.
Larissa respondeu na lata: “Eu ajudo você, Helena.”
Eu já tava na cozinha pegando a massa no armário quando ouvi os passos dela atrás de mim. Ela colou nas minhas costas e sussurrou: “Ouvi dizer que você curtiu pra caralho sua punição hoje.”
“Você não pode fazer isso no meu trabalho, Larissa”, falei, virando de frente pra ela, o coração acelerado.
“Seja uma boa escrava submissa chupadora de buceta e eu não preciso te disciplinar”, ela respondeu calma, como se fosse a coisa mais normal do mundo.
Suspirei fundo. “Acho que não consigo continuar com isso.”
Ela suspirou de volta, fingindo pena. “Tarde demais pra voltar atrás, sua vadia. Até te trouxe um presentinho por ter sido tão obediente com a minha amiga.” De repente me empurrou pro chão com força, levantou a saia e mandou: “Vem lamber, minha cadelinha.”
Basta ver a buceta dela lisinha, os lábios rosados inchados e brilhando de tesão, o melzinho escorrendo devagar pelas dobrinhas depiladas, que qualquer fiapo de resistência que ainda restava em mim evaporou na hora. Meu corpo inteiro reagiu antes da cabeça: a boca encheu d’água, o clitóris latejou forte dentro da calcinha encharcada, e um calor subiu do ventre até o peito como se eu tivesse tomado um gole de cachaça pura. Eu tava viciada pra caralho em buceta viciada no cheiro forte e doce que sobe quando a gente tá excitada, no gosto salgado misturado com doce que gruda na língua, na textura macia e quente dos lábios se abrindo sob a lambida. E o pior: ainda não tinha provado a gozada dela de verdade. Só umas lambidinhas de provocação ontem, só o melzinho inicial que me deixou louca de vontade, mas nunca a inundação grossa e quente que eu sabia que ela soltava quando gozava forte. Aquilo era tortura, e agora ali, de joelhos na cozinha da minha própria casa, com meu filho na sala do lado assistindo TV, eu não conseguia mais pensar em nada além de saciar aquela fome que queimava por dentro.
Me inclinei pra frente devagar, o nariz quase encostando na pele quente das coxas dela. Primeiro veio o cheiro: intenso, cru, uma mistura de suor do dia inteiro, perfume que ela usava e o aroma pesado de buceta molhada, aquele cheiro que faz a cabeça girar e a buceta contrair sozinha. Inspirei fundo, sentindo o ar quente entrar pelas narinas, e minha língua saiu antes mesmo de eu mandar: uma lambida longa e lenta, da entrada apertada até o clitóris inchado. O gosto me acertou como um tapa: salgado no começo, como suor fresco, depois doce como mel de abelha misturado com um toque azedo de excitação acumulada. Os lábios dela eram macios, quentes, escorregadios; o mel grudava na minha língua e escorria pelo queixo, pingando gotinhas quentes no chão da cozinha. Passei a língua de novo, mais devagar, sentindo cada dobrinha se abrir, o clitóris pulsar contra a ponta da minha língua como um coraçãozinho acelerado. O som era obsceno: o som molhado da minha saliva misturando com o mel dela, meus gemidinhos abafados contra a carne quente, os suspiros baixos da Larissa que faziam meu cu piscar de tesão.
Mas aí... o gosto mudou sutilmente. Ficou mais grosso, mais viscoso, mais salgado de um jeito que eu conhecia muito bem, um salgado que não era só dela. Era familiar pra cacete, igual ao gosto que eu sentia quando lambia meus próprios dedos depois de me masturbar pensando em rola grossa. Mais denso, mais cremoso, grudando no céu da boca como se tivesse sido deixado ali há pouco tempo. Hesitei por um segundo, a língua parada no meio da lambida, o coração disparando enquanto a ficha caía devagar.
Larissa percebeu na hora. Soltou uma risadinha baixa e safada, enfiando os dedos no meu cabelo e puxando minha cabeça mais pra dentro.
“Tá sentindo, né, Helena? Tá sentindo o gostinho da porra fresquinha do seu filho ainda guardadinha aqui dentro da minha buceta?”
“Meu Deus do céu!”, exclamei, levantando de supetão, percebendo que tava lambendo a gozada do Lucas da buceta da namorada dele.
“Tá tudo bem aí, mãe?”, Lucas gritou da sala.
Gaguejei, enquanto Larissa me empurrava de volta pros joelhos: “Tá sim, filho. A Larissa só contou uma piada nojenta.”
“Tá bom”, ele respondeu.
“Volta a lamber, sua puta”, Larissa ordenou, agarrando minha nuca e enfiando minha cara de novo na buceta melada.
Atordoada, confusa, mortificada, voltei a lamber, mesmo com a buceta pegando fogo de tesão. O gosto da porra do meu filho misturada com o mel dela me deixava tonta, salgado, viscoso, quente.
“Aposto que você ia adorar ter a rola dele no seu cu e a porra dele escorrendo pela sua garganta”, ela provocou.
Soltei um gemido involuntário, imaginando a rola grossa do Lucas enterrada no meu cu, pulsando e gozando fundo.
Ela riu: “Você é mesmo uma puta safada, né?”
Não respondi. Cada palavra que eu falava me afundava mais naquela submissão sexual que eu já não controlava.
“Responde, vadia”, ela mandou, puxando minha cabeça pra trás pelos cabelos.
Eu não sabia a verdade. Se a rola do meu filho aparecesse na minha frente agora, será que eu chuparia? Tava confusa pra caralho com meus sentimentos depois das últimas 24 horas. Chupar buceta de novo? Isso eu aceitava, era natural, tava reacendendo um fogo antigo. Mas transar com meu filho...
Isso era errado pra cacete.
Mas eu tinha fantasiado com isso ontem à noite, e agora tava provando a porra dele na buceta da minha Mestra.
A linha entre certo e errado tinha sumido.
Por fim, respondi desviando: “Sou sua vadia, Mestra.”
“Mas é uma mamãe vadia?”
Evitei de novo: “Sou mãe e sou vadia, então sim, sou uma mamãe vadia.”
“Você tá fugindo da pergunta”, ela suspirou, se afastando e baixando a saia, escondendo a buceta como num truque cruel. “Então nada de gozada de buceta pra você hoje.”
Fiquei olhando ela sair enquanto eu continuava de joelhos, zonza e confusa.
Levantei devagar, terminei de fazer o jantar pensando na pergunta de verdade que ela tinha feito.
Eu chuparia meu filho?
Engoliria a porra dele?
Deixaria ele gozar na minha cara com aquela rola dura?
Deixaria ele me foder com esse pauzão?
Me curvaria e levaria no cu pra ele?
Seria a mamãe puta dele?
A buceta pegando fogo, assim que enfiei a lasanha no forno, fui pro quarto pra cuidar do meu próprio “forno”. Tranquei a porta (ou achei que tranquei), deitei na cama e enfiei os dedos na buceta encharcada.
Mal tinha começado a me esfregar quando a porta abriu de repente.
Tirei os dedos rápido e olhei: Larissa parada ali, sorrindo, com um pepino enorme na mão. Ela fechou a porta: “Melhor botar uma tranca nessa porta, hein.”
“Por favor, Larissa, preciso voltar pro jantar”, implorei.
Ela veio até a cama: “Eu vim fazer a salada.”
“Não”, falei, já sabendo o que ela ia fazer.
“Abre essas pernas agora, vadia”, ela mandou, separando minhas coxas com força, sem me dar tempo de obedecer.
Eu tava tão louca de tesão que nem fingi resistir. Meu corpo inteiro tremia, a buceta pulsando forte, escorrendo mel pelas coxas internas, a calcinha já jogada no chão e as pernas abertas como se eu fosse uma puta oferecida na própria cama. Larissa segurou o pepino firme, grande, grosso, casca verde escura ainda gelada da geladeira, e encostou a ponta na entrada da minha buceta encharcada. O contraste me acertou como um choque: o frio da casca roçando os lábios quentes e inchados, a textura áspera e ligeiramente rugosa contra a carne macia e sensível. Soltei um gemido longo e rouco, as costas arqueando sozinhas contra o colchão.
Ela empurrou devagar, girando um pouco pra abrir caminho. A casca fria escorregou centímetro por centímetro, esticando as paredes internas quentes e meladas, o frio se espalhando como uma onda gelada que contrastava com o fogo que queimava lá dentro. Cada veia da casca roçava nas dobrinhas sensíveis, mandando choques de prazer misturado com um arrepio gelado que subia pela espinha. Minha buceta apertou em volta do pepino involuntariamente, como se quisesse sugar ele inteiro, o mel escorrendo e facilitando a entrada, pingando no lençol em gotas quentes e viscosas. O cheiro subiu forte: meu próprio tesão misturado com o aroma fresco e vegetal do pepino, criando uma combinação estranha e suja que só aumentava o tesão.
“Aaaaah, porra...”, gemi alto, as mãos agarrando os lençóis, os quadris se mexendo sozinhos pra cima, querendo mais fundo.
“Quer gozar levando pepino, sua vadia?”, Larissa perguntou com voz baixa e provocante, começando a bombear devagar, entrando e saindo em movimentos longos e controlados.
“Quero... quero pra caralho...”, respondi entre gemidos, a voz tremendo. O orgasmo já tava subindo rápido, uma bola de fogo se formando no ventre, apertando tudo por dentro. Cada estocada do pepino fazia o clitóris roçar na base grossa da mão dela, o frio da casca contrastando com o calor da minha carne, criando uma sensação de dilatação gelada que virava prazer puro. Minha buceta se contraía em espasmos, os músculos internos apertando e soltando o pepino como se fosse uma rola viva, o mel escorrendo em fios grossos pelas coxas
Ela acelerou o ritmo, empurrando mais forte, girando o pepino dentro de mim pra roçar em pontos diferentes, na parede frontal, batendo direto no ponto G inchado e sensível. Cada giro mandava uma onda de prazer que subia pelas costas, fazia os mamilos endurecerem doloridos sob a blusa, o corpo inteiro suando, tremendo. O som era molhado e obsceno: o pepino entrando e saindo da buceta encharcada, meus gemidos virando choramingos desesperados, a respiração dela ofegante de excitação ao me ver assim.
“Vou cortar esse pepino todo melado da sua gozada e por ele salada, Helena. O Lucas vai comer a gozada da própria mãe sem saber.”
“Eu sei...”, gemi, a imagem doentia só acelerando tudo. A vergonha queimava, mas o tesão era mais forte, imaginava o Lucas mastigando a salada, provando meu mel misturado com o pepino que tava me fodendo agora. Minha buceta apertou forte em volta do vegetal, os músculos internos convulsionando, o clitóris latejando como se fosse explodir.
“E você topa issoa?”
“Sim... sim, caralho... topa tudo...”, falei quase chorando de tesão, tão perto do gozo que via estrelas. O pepino entrava até o fundo agora, batendo no colo do útero, o frio se misturando com o calor intenso, a pressão crescendo, crescendo...
“Pode gozar, minha vadia. Goza forte nesse pepino que vai alimentar seu filho.”
A permissão foi o gatilho. Meu corpo inteiro travou por um segundo, depois explodiu. A buceta contraiu violentamente em volta do pepino, espasmos fortes e ritmados que sugavam o vegetal pra dentro, o mel jorrando em golfadas quentes, escorrendo pelas coxas, pingando no colchão. “Aaaaahhh, porraaaa! Siiiiim caralhoooo!”, gritei abafado, mordendo o próprio braço pra não gritar alto demais. Ondas de prazer subiam e desciam, o clitóris pulsando descontrolado, as pernas tremendo tanto que as meias escorregavam um pouco nas coxas suadas. O orgasmo durou segundos longos, o corpo convulsionando, a visão embaçando, o ar faltando nos pulmões enquanto eu gozava como uma puta possuída, o pepino ainda enterrado fundo, gelado e grosso, prolongando cada contração.
Larissa tirou o pepino devagar, o som de sucção molhado ecoando no quarto, e eu fiquei ali deitada, corpo mole, ofegante, a buceta ainda pulsando em espasmos leves, o mel escorrendo devagar, o cheiro forte de sexo e gozo preenchendo o ar. Mortificada, envergonhada, mas saciada pra caralho.
Fiquei deitada na cama gozando forte, corpo mole, incapaz de me mexer. De novo mortificada, envergonhada das minhas ações; de novo eufórica com o prazer que corria pelas veias.
Eventualmente levantei, me recompus e voltei pra cozinha. A salada já tava pronta na mesa. Suspirei.
Caralho!