A noite na casa estava quieta e abafada, só o som baixo da televisão ecoando no quarto de Renata. Luiz Carlos, com seus vinte anos de corpo jovem e tesão sempre à flor da pele, estava deitado ao lado da mãe na cama grande. Renata, aos trinta e sete, era uma mulher bem cheinha mesmo, baixa com uns um metro e cinquenta e sete, quadris largos, barriga macia e aquele bundão enorme, redondo, que balançava a cada passo que ela dava. Os dois assistiam a um filme qualquer, rindo de vez em quando, até que depois de uns quarenta e cinco minutos ela se levantou, foi até o banheiro e voltou carregando um fardo inteiro de seis garrafas de Smirnoff Ice geladas. Ela viu o olhar dele nas bebidas e já foi logo falando. - Não, Luiz, isso aqui não é pra você não. Ele deu de ombros e respondeu rápido. - Também não quero, mãe, fica tranquila. Voltaram pro filme. Quando o filme terminou, Renata já tinha quase acabado a quarta ou quinta garrafa, o rosto corado, os olhos brilhando de leve, o corpo relaxado e quente pelo álcool. Ela se mexeu na cama, deitou de bruços de novo, a bunda enorme empinada naturalmente, as coxas grossas abertas um pouco. Ficou ali um tempo, respirando fundo, até virar a cabeça pro lado e pedir com a voz manhosa. - Luiz, vem cá me dar uma massagem nas costas? Você faz tão gostoso, filho. E você sabe o quanto eu adoro. Ele não pensou duas vezes. Subiu na cama, montou bem em cima dos quadris dela, o peso do corpo dele pressionando aquelas nádegas macias por baixo da camisola fina. As mãos dele começaram a trabalhar nos ombros dela, descendo devagar pelas costas, apertando a carne cheinha, sentindo o calor da pele dela que já estava suada por causa da cerveja e do quarto quente. Mas logo ele percebeu que Renata levantava os ombros ritmicamente toda vez que as mãos dele subiam. Era como se ela estivesse se esfregando de propósito. E a virilha dele, exatamente em cima daquele bundão gigante, sentia cada movimento. A bunda dela subia e descia devagar, roçando direto na pica dele por cima da calça de moletom fina. Não deu tempo de nada. A pica de Luiz Carlos começou a inchar, crescendo grossa e dura dentro do tecido, pressionando forte contra as nádegas macias da mãe. Ele tentou disfarçar, mas o volume estava ali, latejando, e ele sabia que ela sentia cada centímetro. Renata continuou o movimento, agora mais lento e deliberado, empinando o bundão contra ele, esfregando as duas metades gordas bem em cima da cabeça da pica dele. O calor dela atravessava a roupa, o cheiro de Smirnoff misturado com o suor doce dela subia no ar. Depois de uns minutos ela soltou um gemidinho baixo e falou com a voz rouca. - Hummm, filho… o que é isso aí tão duro esfregando no meu bundão? Tá sentindo minha bunda te provocando, é? Ele engoliu seco, mas o tesão já estava dominando tudo. - Mãe… desculpa… você tá se mexendo assim e eu não consegui segurar. Sua bunda é tão grande e macia, porra… minha pica ficou dura pra caralho. Renata riu baixinho, um riso safado, e empinou mais o quadril, fazendo a bunda subir e descer com força agora, esfregando a pica dele entre as nádegas como se estivesse masturbando ele por cima da roupa. - Não precisa pedir desculpa, Luiz Carlos. Eu tô sentindo sua pica latejando inteira contra meu cu. Tá grossa, hein? Deixa a mamãe te provocar mais um pouquinho… fica aí montado e continua massageando enquanto eu rebolo nesse volume todo. As mãos dele continuavam descendo, agora apertando a carne da cintura dela, sentindo os rolos macios de gordura, enquanto a pica dele pulsava cada vez mais forte. Renata virou o rosto de lado, os cabelos bagunçados, e gemeu mais alto. - Aiiii filhão, que delícia… sua pica tá babando pré-gozo na minha bunda, eu sinto o molhado atravessando a calça. Tira essa merda de moletom, filho. Deixa a mamãe sentir essa pica dura pele com pele. Luiz obedeceu rápido, puxou o moletom pra baixo junto com a cueca, a pica saltou pra fora, grossa, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Ele montou de novo, agora direto na pele quente da bunda dela. A pica dele encostou bem no meio das nádegas, deslizando entre elas enquanto Renata rebolava devagar. - Nossa, que pica linda e grossa você tem, meu garotão. Tá latejando toda… esfrega ela no meu cu, vai… faz pressão bem no meu cuzinho apertado. Ele começou a mexer o quadril, a pica escorregando pra cima e pra baixo entre as nádegas gordas, a cabeça roçando o cuzinho dela que piscava de tesão. O cheiro de buceta molhada já começava a subir no ar. Renata estava encharcada. Depois de uns minutos ela se virou de repente, ficando de barriga pra cima, os peitos grandes balançando dentro da camisola fina, os mamilos duros marcando o tecido. Os olhos dela estavam vidrados de desejo. - Vem cá, filho. Beija a mamãe de um jeito bem safado. Luiz desceu o rosto e os dois se beijaram com fome, línguas se enrolando, o gosto de Smirnoff Ice misturado com saliva quente. As mãos dele subiram direto pros peitos dela, apertando aquelas tetas cheias, sentindo o peso macio. Renata gemeu na boca dele. - Isso… aperta as tetas da sua mãe… chupa elas agora, Luiz. Quero sentir sua boca mamando bem gostoso. Ele puxou a camisola pra cima, os peitos enormes saltaram pra fora, mamilos marrons e duros. Luiz abocanhou um, chupando forte, lambendo em círculos, mordendo de leve enquanto a mão apertava o outro. Renata arqueava as costas, gemendo alto. - Aiiiii porra… que boca quente… chupa mais forte, filho… mamou na minha teta quando era bebê e agora tá chupando de homem… delícia… Enquanto ele mamava, a mão dela desceu e agarrou a pica dele, apertando o cabo grosso, masturbando devagar, espalhando o pré-gozo pela cabeça. - Que pica dura… tá babando tanto… quero sentir ela na minha boca agora. Renata sentou na cama, empurrou o filho pra trás e se ajoelhou entre as pernas dele. A boca dela envolveu a cabeça da pica num gole só, quente e molhada, descendo até o fundo da garganta. Ela engasgou um pouco mas não parou, subindo e descendo com vontade, saliva escorrendo pelos cantos da boca, fazendo barulho molhado de chupada. - Glub… glub… hummm… que pica gostosa… tá enchendo minha boca inteira… Luiz segurou os cabelos dela, fodendo a boca da mãe devagar. - Mãe… que boca safada… chupa mais fundo… engole minha pica toda… Ela tirou a pica da boca só pra falar, babando. - Agora é minha vez, filho. Deita aí e come a buceta da mamãe com essa língua. Renata tirou a calcinha molhada, abriu as pernas grossas, revelando a buceta inchada, lábios gordos brilhando de tesão, grelinho duro e vermelho no topo. Luiz desceu o rosto, cheirou o aroma forte de buceta molhada e enfiou a língua direto no grelinho, lambendo rápido em círculos. - Ahhh porra… isso… lambe o grelinho da mamãe… chupa ele… enfia a língua na minha buceta agora… Ele enfiou dois dedos na buceta apertada dela enquanto chupava o grelinho, sentindo as paredes quentes pulsando, o mel escorrendo pela mão. Renata segurava a cabeça dele, rebolando na cara do filho. - Isso, Luiz… deda gostoso a bucetinha da mamãe, deda… tá me fazendo gozar… ai que delícia… gozei na boca do meu filho… Ela tremeu forte, gozando na língua dele, jorrando um pouco de squirt quente. Luiz subiu, a pica dura encostando na entrada da buceta molhada. - Mãe… posso meter agora, não tô aguentando mais? Quero sentir sua buceta engolindo minha pica. Renata abriu mais as pernas, puxou ele pra perto. - Mete tudo, filho. Rasga a buceta da sua mãe com essa pica grossa. Enfia devagar primeiro pra eu sentir cada veia. A cabeça da pica pressionou os lábios gordos, entrou devagar, centímetro por centímetro, abrindo a buceta quente e encharcada. Quando estava todo dentro, Luiz começou a bombear, fundo e forte, as bolas batendo na bunda dela. O barulho molhado de pica entrando e saindo enchia o quarto. - Ploc… ploc… ploc… aiiiii porra… que buceta apertada e molhada… tá me sugando inteiro, mãe… Renata cravava as unhas nas costas dele, gemendo alto. - Meteee, mete mais forte, meteee… fode a buceta da mamãe… tá tão fundo… bate no meu útero… goza quando quiser, enche tudo de porra quente… Ele acelerou, suado, o corpo batendo contra o dela, os peitos dela balançando a cada estocada. Renata gozou de novo, a buceta apertando a pica dele como um punho. - Aiiiiii que delícia… gozei de novo… agora goza você… joga sua porra dentro da buceta da sua mãe… Luiz não aguentou, deu mais três estocadas profundas e explodiu, jorrando porra quente e grossa bem fundo, enchendo a buceta dela até transbordar. Os dois ficaram ofegantes, abraçados, suor misturado. Mas Renata não tinha terminado. Ela virou de quatro, empinou aquele bundão enorme, a buceta pingando porra e a bundinha piscando. - Agora vem pro meu cu, filho. Quero sentir essa pica abrindo meu cuzinho apertado. Usa sua própria porra pra lubrificar. Luiz cuspiu na mão, misturou com o mel que escorria da buceta dela e pressionou a cabeça da pica no cuzinho. Entrou devagar, o cu dela apertando forte no começo, depois engolindo tudo. - Aiiii devagar… isso… agora mete fundo no meu cu… adoro pica no cuzinho… fode o cu da mamãe bem gostoso, fode… Ele segurou os quadris gordos e começou a foder o cu dela com força, as bolas batendo, o bundão tremendo a cada estocada. O cheiro de sexo enchia tudo. Renata rebolava pra trás, gemendo. - Isso… rasga meu cuuu… tá tão fundo… goza de novo dentro do meu cuzinho… enche o cu da sua mãe de porra… Luiz fodeu mais rápido, sentiu o cu dela apertar e gozou pela segunda vez, jorrando porra quente direto no intestino dela. Renata gozou mais uma vez só de sentir a porra enchendo o cu. Os dois caíram na cama, exaustos, corpos colados, a porra escorrendo da buceta e do cu dela. Depois de um tempo ela virou o rosto, sorriu safada e falou baixinho. - Vamos tomar mais uma Smirnoff e repetir tudo de novo, filho? Sua pica ainda tá meia dura… a noite é longa e a mamãe tá com muita fome de porra. Luiz riu, já sentindo a pica começar a endurecer de novo só de imaginar. - Pode deixar, mãe. Eu vou te foder a noite inteira… buceta, cu, boca… tudo seu é meu agora. E assim a noite seguiu, cheia de gemidos, porra, suor e sacanagem sem fim, mãe e filho entregues ao tesão mais proibido e gostoso que já sentiram na vida.
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