Eu, Sofia, 21 anos, acordava todo dia ao lado do Lucas, meu namorado de 18, e fingia que estava tudo perfeito. Três anos juntos, eu amava ele de verdade, o jeito carinhoso, as risadas bobas, o café na cama. Mas na cama mesmo... caralho, era outra história. A pica dele era pequena, um pauzinho fofo de uns 10 centímetros quando estava duro pra valer, e por mais que eu tentasse, aquilo não preenchia nada. Eu tinha uma libido que parecia um vulcão, sempre molhada, sempre querendo mais, e ainda por cima aqueles fetiches que ele odiava: diferença de tamanho, pica branca enorme, garganta sendo fodida até engasgar. Ele tentava, coitado, metia rapidinho, gozava em dois minutos e me deixava lá, buceta latejando, grelinho inchado pedindo mais. Eu fingia o orgasmo, gemia baixinho - Ai Lucas, que gostoso... - mas por dentro só pensava: porra, isso não é nada. Tudo mudou naquele dia maldito, ou bendito, sei lá. Entrei no quarto do Davi, meu irmão mais velho de 23, sem bater, achando que ele estava no banho. Ele estava deitado na cama, coberta até a cintura, mão mexendo por baixo do tecido. Eu vi o volume. Meu Deus, aquilo não era pau, era um tijolão. A coberta subia e descia como uma tenda armada, o contorno grosso, venoso, cabeça inchada marcando o pano. Davi parou na hora, ficou vermelho, mas eu já tinha visto o suficiente. Saí correndo, coração disparado, buceta pulsando como nunca. Desde então, toda vez que eu ficava excitada, assistia pornô no Reddit com aqueles BWC monstros esticando bucetas pequenas, minha mente traidora trocava o ator pelo Davi. Eu me masturbava pensando no tijolão dele, dedos enfiados na minha buceta molhada, imaginando como seria engolir aquilo tudo pela garganta até as bolas baterem no meu queixo. Culpa? Sim, muita. Mas eu gozava tão forte que convencia a mim mesma: só pensar, só imaginar, só dessa vez. Lucas dormia do meu lado, pica pequena descansando mole entre as pernas, e eu lá, mão na buceta, olhos fechados, sussurrando mentalmente - Davi... enfia esse pauzão em mim, irmão... rasga minha bucetinha apertada... - Gozava mordendo o travesseiro, corpo tremendo, mas depois vinha o peso. Eu não queria terminar com o Lucas. E transar com o irmão? Nem pensar. Era só fantasia. Até que não foi mais. Uma noite quente de sexta, Lucas tinha bebido demais na festa dos amigos e apagou cedo, roncando como um bebê. Eu não conseguia dormir. Buceta latejando, grelinho duro só de lembrar do volume que vi no quarto do Davi semanas atrás. Levantei devagar, só de camisola fina, sem calcinha, e fui pro corredor. A porta do Davi estava entreaberta, luz azul do celular iluminando o quarto. Entrei devagar, coração na boca. Ele estava deitado, sem camisa, short largo, mão dentro da cueca mexendo devagar. O tijolão já estava semi-duro, marcando o tecido como um cano grosso. Ele me viu. - Sofia? Que porra você tá fazendo aqui a essa hora, mana? Eu congelei, mas minha buceta traiu, molhando a coxa inteira. A voz dele era rouca, safada, como se já soubesse. - Eu... não consigo parar de pensar no seu pau, Davi. Desde aquele dia... aquele tijolão que você tentou esconder. Eu me masturbo pensando nele todo dia. Culpa pra caralho, mas minha buceta fica encharcada só de imaginar. Ele sentou na cama, short caindo um pouco, cabeça da pica enorme aparecendo por cima da cintura. Rosada, grossa, veia pulsando. Meu Deus, era maior que o meu antebraço. - Porra, mana... você tá falando sério? Eu também não consigo esquecer sua carinha quando viu. Fico batendo punheta imaginando essa bocetinha apertada engolindo meu pauzão. Vem cá. Para de sofrer sozinha. Eu me aproximei como hipnotizada. Ele puxou a camisola pra cima, mãos grandes apertando minhas coxas. Meu grelinho já estava inchado, buceta pingando melzinho na coxa. - Olha só isso, irmão... minha bucetinha tá toda molhada pra você. O Lucas nunca me deixa assim. A pica dele é tão pequena que mal sinto quando ele mete. Mas a sua... caralho, olha o tamanho desse tijolão. Davi riu baixo, puxou o short pra baixo. A pica saltou, pesada, batendo na barriga dele com um ploc surdo. Vinte e três centímetros fáceis, grossa como meu pulso, bolas cheias penduradas. Cabeça inchada, brilhando de pré-gozo. - Então é isso que você quer, mana? Uma pica de verdade pra esticar essa bucetinha gulosa? Vem, ajoelha aqui. Vamos começar pela garganta, já que você curte engasgar com a pica. Eu ajoelhei rápido, boca salivando. Segurei o pau com as duas mãos, ainda assim não fechava em volta. Cheiro forte, masculino, suor e desejo. Lambi a cabeça, língua girando no freninho. - Caralho, Davi... que pica deliciosa. Grossa pra caralho. Vou engolir tudo. Ele segurou meu cabelo, empurrou devagar. A cabeça passou meus lábios, encheu minha boca, bateu no fundo da garganta. Eu engasguei, lágrimas nos olhos, mas não parei. Engoli mais, nariz encostando na barriga dele, bolas batendo no meu queixo. Gosma grossa escorrendo pelos cantos da boca. - Isso, mana... engole o tijolão do irmão. Olha que garganta gulosa. O Lucas nunca vai te foder assim, né? Essa pica pequena dele não chega nem na metade. Engole mais fundo, porra... assim... que delícia. Eu gemia com a boca cheia, buceta escorrendo no chão. Ele fodia minha garganta com estocadas longas, baba escorrendo até meus peitos. Eu tocava meu grelinho, dedos girando rápido, gozando pela primeira vez só de chupar. Corpo tremendo, gemidos abafados na pica dele. - Gozou só de mamar meu pau, mana? Que puta safada. Levanta agora. Quero ver essa buceta. Ele me jogou na cama, abriu minhas pernas. Minha buceta estava inchada, lábios vermelhos, grelinho protuberante brilhando. Ele cuspiu na cabeça da pica e esfregou na entrada. - Olha o contraste, Sofia. Minha pica enorme contra essa bucetinha pequena. Vai rasgar todinha. Tá pronta pra levar o tijolão do irmão? - Sim, Davi... mete tudo. Rasga minha buceta. Eu preciso sentir como é ser preenchida de verdade. O Lucas nunca... Ele empurrou. A cabeça entrou com dificuldade, esticando meus lábios ao máximo. Eu gritei de prazer e dor misturados. - Aaaahhh caralhooo! Que pica grossa! Tá abrindo minha buceta inteira, irmão! Mais fundo... enfia tudo! Ele meteu devagar, centímetro por centímetro, até as bolas baterem na minha bunda. Minha barriga inchou visivelmente com o volume dele dentro de mim. Eu sentia cada veia pulsando contra minhas paredes. - Porra, mana... que buceta apertada. Tá me espremendo como luva. Olha só sua barriguinha marcada pelo meu pauzão. O Lucas caberia aqui e ainda sobraria espaço. Agora aguenta firme. Ele começou a estocar forte, cama rangendo, ploc ploc ploc molhado ecoando no quarto. Meu grelinho era esfregado toda vez que ele entrava fundo. Eu gozava sem parar, jatos saindo, molhando a barriga dele. - Tô gozando de novo, Davi! Sua pica enorme tá me destruindo... aaaahhh... mais forte, irmão! Fode essa buceta traidora! Ele virou meu corpo, me colocou de quatro. Segurou minha cintura e meteu tudo de uma vez. Meu cu piscava exposto, ele cuspiu ali e enfiou o dedo grosso enquanto a pica martelava minha buceta. - Olha esse cuzinho apertado, mana. Um dia vou foder ele também. Mas hoje é a buceta que vai levar porra até transbordar. Tá sentindo as bolas batendo? Isso é pra lembrar que meu pau é muito maior que o do seu namoradinho. Eu empinava a bunda, rebolando, gemendo alto. - Sim, irmão... fode meu cu com o dedo enquanto rasga minha buceta. Eu sou sua puta agora. O Lucas nunca vai saber que a namorada dele tá levando tijolão do irmão. Ele acelerou, suor pingando nas minhas costas. Eu gozava pela terceira vez, pernas tremendo, buceta contraindo tanto que ele gemeu. - Caralho, Sofia... vou encher essa buceta de porra. Toma tudo, mana! Ele gozou forte, jatos quentes batendo fundo, enchendo tanto que escorria pelas minhas coxas misturado com minha lubrificação. Eu desabei na cama, corpo mole, buceta aberta, vermelha, latejando. Mas não acabou. Ele me virou, pica ainda meio dura, e enfiou na minha boca de novo, fazendo eu limpar tudo. - Chupa a mistura, mana. Sente o gosto da sua buceta no meu tijolão. Amanhã vamos fazer de novo. E depois de amanhã. Você não vai conseguir parar de vir atrás dessa pica enorme. Eu lambia, olhos vidrados de tesão. - Não vou parar mesmo, Davi. Com culpa ou não, eu preciso disso. O Lucas pode ficar com o carinho... mas minha buceta, meu cu e minha garganta são seus agora. Ele sorriu safado, mão apertando meu grelinho inchado mais uma vez, me fazendo gemer. - Então tá combinado, mana. Toda noite que o Lucas apagar, você vem pro quarto do irmão chupar, engolir e levar porra até não aguentar mais. E quem sabe um dia a gente faz ele assistir escondido... ver como uma pica de verdade fode a namorada dele. Eu gozei de novo só de imaginar, dedos no meu cu agora, buceta ainda vazando porra dele. A culpa ainda existia, mas o prazer era maior. Muito maior. E toda vez que eu via o Lucas dormindo, pica pequena descansando, eu sorria por dentro. Porque eu tinha o tijolão do Davi esperando do outro lado do corredor. E assim começou minha vida dupla. De dia, namorada carinhosa. De noite, puta do irmão. Buceta sempre cheia, garganta sempre fodida, grelinho sempre latejando. E eu nunca mais me masturbei só imaginando. Agora era real. Cru. Enorme. Irresistível.
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