Como corrompi meu sobrinho!

Eu sempre soube que o Lucas me secava. Desde os 18 anos dele, quando começou a vir mais pra casa, o moleque não tirava os olhos dos meus peitos, da minha bunda, das minhas coxas grossas que eu adorava mostrar com aqueles shorts curtinhos só pra provocar. Ele tinha 21 agora, corpo musculoso de quem malha todo dia, peito largo, braços definidos, e uma pica que eu imaginava grossa só de ver o volume no short de basquete que ele vivia usando. Meu marido, o safado, adorava isso. Toda vez que a família vinha visitar, ele me sussurrava no ouvido: - Vai, amor, exibe essa buceta molhada pra eles, depois eu como você pensando nisso. E eu ficava ensopada mesmo, a calcinha grudando na carne quente, o grelinho inchado roçando no tecido fino. Mas com o Lucas era diferente. Era proibido. Era errado. E era exatamente por isso que eu não parava de pensar em cruzar a linha.
Meu marido viajou pra trabalho essa semana, ia ficar uns dias fora. Eu liguei pro Lucas pedindo ajuda pra trocar umas lâmpadas altas da sala, coisa que eu podia fazer sozinha mas usei como desculpa. Ele chegou rapidinho, todo suado do treino, short preto colado nas coxas fortes, camiseta regata marcando os mamilos duros. Eu estava com uma blusa velha de botão, sem sutiã, os peitos pesados balançando livres, mamilos já durinhos só de imaginar o que ia rolar. A gente conversava na cozinha, ele bebendo água, eu encostada no balcão abrindo as pernas um pouquinho pra ele ver a curva da minha buceta por baixo do shortinho.
- Tia, essas lâmpadas são altas mesmo, hein? – ele disse, rindo, mas os olhos já descendo pro meu decote.
Eu sorri, sentindo o calor subir entre as pernas. A buceta pulsando, molhando a calcinha fina. - Pois é, sobrinho, mas você tá forte agora, né? Olha esses braços... me ajuda aí que eu recompenso.
Ele subiu na escada, eu embaixo fingindo ajudar, mas na verdade só olhando aquela bunda dura dele. Quando ele desceu, eu já não aguentava mais. O tesão era uma coisa viva dentro de mim, latejando. Meu marido tinha me deixado louca com as provocações antes de viajar: - Imagina o Lucas te comendo, amor, aquela pica jovem enchendo sua buceta gulosa. Eu ri na hora, mas agora era real. Eu tirei a blusa devagar, botões abrindo um a um, e deixei os peitos caírem livres. Dois melões pesados, mamilos marrons duros como pedra, balançando na frente dele.
O Lucas parou. Olhos arregalados, boca aberta, sem dizer porra nenhuma. O pau dele já marcando o short, inchando rápido. Eu entendi aquilo como o sim que eu precisava. Fui até ele devagar, rebolando, sentindo a buceta escorrendo suco pelas coxas. Me ajoelhei ali mesmo na cozinha, chão frio contra os joelhos, e puxei o short dele pra baixo num só movimento. A pica saltou pra fora, meio dura ainda, grossa, veias saltadas, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Uns 20 centímetros fáceis, pesada, cheirando a homem jovem, suor e tesão puro.
- Porra, tia... – ele murmurou, voz rouca, mas não se mexeu pra parar.
Eu sorri pra ele, olhando nos olhos enquanto pegava aquela rola quente na mão. - Shhh, querido, deixa a tia cuidar de você. Olha que pica gostosa... tá dura pra mim há anos, né? Agora vai gozar na minha boca.
Abri a boca e engoli devagar, sentindo a cabeça grossa forçando meus lábios, o gosto salgado na língua. Chupei fundo, até bater no fundo da garganta, babando tudo, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos peitos. Ele gemeu alto, mãos no meu cabelo, mas sem forçar. Eu subia e descia a cabeça ritmado, língua rodando na cabeça, sugando as bolas pesadas uma de cada vez. A pica inchava mais na minha boca, pulsando, quase explodindo. Eu senti ele perto, o corpo tremendo.
- Tia, eu... porra, vou gozar... – ele avisou, voz falhando.
Eu fiz boquinha apertada, olhos fixos nos dele, e chupei mais forte. A primeira jato quente bateu direto na garganta, grosso, quente, salgado. Engoli tudo, cada gota, sem perder nenhuma, garganta trabalhando pra sugar mais. Ele gozou forte, uns seis jatos longos, gemendo meu nome baixinho. Eu lambi a pica toda, limpando até a última gotinha, e olhei pra cima com a boca cheia de porra ainda.
- E aí, querido? – perguntei, voz rouca, lambendo os lábios.
Ele tava ofegante, pica ainda semi-dura na minha mão, mas já endurecendo de novo. - Tia... isso foi... caralho, você é louca.
Eu ri, levantando, tirando o shortinho e a calcinha encharcada de uma vez. Minha buceta depilada brilhava, lábios inchados, grelinho protuberante, suco escorrendo pela perna. - Louca por essa pica, sobrinho. Agora vem, me fode. Meu marido tá longe, e eu tô molhada pra caralho desde que você chegou.
Levei ele pra sala, empurrei no sofá. Subi em cima, abri as pernas e desci devagar, sentindo a cabeça da pica forçando minha buceta quente. Escorregou tudo de uma vez, me preenchendo, esticando as paredes molhadas. - Aaaahhh, que pica grossa... me rasga, Lucas... fode a buceta da tia!
Ele segurou minha bunda, dedos afundando na carne, e começou a meter forte pra cima. Ploc ploc ploc, o som da carne batendo, minha buceta engolindo tudo, suco espirrando a cada estocada. Meus peitos balançavam na cara dele, ele mamava os mamilos, mordendo, chupando enquanto eu rebolava. O grelinho roçava na base da pica dele, me fazendo ver estrelas.
- Tia, sua buceta é tão quente... tão apertada... porra, eu sonhei com isso – ele disse, metendo mais fundo.
- Sonhou, né, seu safado? Sonhou em comer a buceta da tia enquanto batia punheta? Agora mete tudo, enche de porra!
Eu cavalgava rápido, suor escorrendo entre os peitos, bundas batendo nas coxas dele. Gozei primeiro, forte, buceta apertando a pica, jorrando suco na barriga dele. Gritei, unhas cravando no peito musculoso. Mas não parei. Desci, virei de quatro no sofá, bunda empinada, cu piscando pra ele.
- Agora fode o cu da tia também, vai. Eu quero tudo hoje.
Ele cuspiu na mão, passou na cabeça da pica e pressionou contra meu cu apertado. Entrou devagar no começo, queimando gostoso, depois fundo, me abrindo toda. - Porra, tia, seu cu é guloso... engole minha pica inteira!
Eu empinava mais, mão no grelinho mexendo rápido enquanto ele metia no cu. Ploc ploc, bolas batendo na buceta molhada. Ele puxava meu cabelo, dava tapas na bunda, me chamando de vadia, de puta da família. Eu adorava.
- Isso, me chama de puta! Fode o cu da puta da tia, Lucas! Goza dentro!
Ele acelerou, pica inchando no cu, e gozou de novo, enchendo meu cu de porra quente, jatos grossos pingando quando ele tirou. Eu gozei junto, dedo no grelinho, corpo tremendo inteiro.
A gente não parou ali. Fomos pro quarto, eu deitada de pernas abertas, ele lambendo minha buceta toda melada de porra e suco. Língua no grelinho, sugando, dois dedos no cu ainda aberto. - Tia, você tá cheia da minha porra... que delícia chupar isso.
- Chupa tudo, sobrinho... limpa a buceta da tia com essa língua gostosa.
Ele lambeu até eu gozar na boca dele, jorrando mais suco. Depois me fodeu de lado, pica entrando na buceta devagar, depois forte, mão no meu peito apertando. Falamos mais safadeza que nunca:
- Sua buceta é minha agora, tia. Toda vez que o tio viajar, eu venho comer você.
- Vem mesmo, amor. Vem foder essa buceta e esse cu até eu não aguentar andar. Eu quero sempre ser sua putinha.
A gente transou mais duas vezes naquela noite. Uma no chuveiro, água quente caindo enquanto ele me comia contra a parede, pica batendo fundo na buceta, meus gritos ecoando. Outra na cama, eu por cima de novo, rebolando devagar, sentindo cada veia da rola, até ele gozar pela terceira vez, enchendo tudo.
No final, deitados suados, porra escorrendo da minha buceta e do cu, eu olhei pra ele e sorri. - Agora você tá corrompido de vez, né, querido?
Ele riu, mão na minha coxa. - Totalmente, tia. E eu quero mais.
Eu sabia que ia ter muito mais. Meu marido ia adorar saber depois, mas por enquanto era só nosso segredo safado. O Lucas tinha virado meu amante jovem, musculoso, de pica sempre dura pra mim. E eu, a tia que finalmente cruzou a linha e nunca mais ia voltar atrás.
A gente dormiu assim, corpos colados, cheiro de sexo no ar. No dia seguinte acordei com a pica dele já dura contra minha bunda. Acordei ele com uma chupada lenta, engolindo tudo de novo, e a gente fodeu mais uma vez antes do café. Minha buceta latejava de tanto uso, mas eu queria mais. Muito mais. Porque agora que eu corrompi meu sobrinho, não tinha volta. Era só pica, buceta, cu e porra o dia inteiro.
E foi assim que começou nossa loucura. Todo dia ele aparecia “pra ajudar”, e eu abria as pernas, mostrava os peitos, chupava aquela rola até ele implorar pra foder. Às vezes na varanda, risco de vizinho ver, eu de quatro tomando no cu enquanto ele tapava minha boca pra eu não gritar. Outras vezes na cozinha, me comendo enquanto eu preparava o almoço, pica entrando e saindo da buceta molhada, suco pingando no chão. Eu ensinava ele tudo: como mexer no grelinho pra me fazer jorrar, como lamber o cu antes de meter, como segurar o gozo pra foder mais tempo. Ele aprendia rápido, o safado. E eu gozava como nunca, corpo inteiro tremendo, chamando ele de meu garanhão particular.
Uma tarde ele trouxe um amigo sem avisar, mas eu já tava tão safada que deixei os dois me comerem. Um na buceta, outro na boca, depois trocaram, porra enchendo todos os buracos. Mas isso é outra história. O principal é que o Lucas virou meu vício. Meu marido voltava em dois dias, mas eu já planejava como continuar escondido. Porque agora aquela pica jovem era minha, e eu ia mamar, foder e engolir até cansar.
No último dia antes do marido chegar, a gente passou a tarde inteira na cama. Eu cavalgando devagar, sentindo a pica latejar dentro, peitos na cara dele, ele chupando mamilos enquanto eu rebolava. - Tia, eu te amo assim... sua puta gostosa.
- Eu também, sobrinho. Agora goza pra tia, enche essa buceta de porra quente.
Ele gozou forte, eu junto, suco misturado escorrendo. Depois deitamos, ofegantes, corpos brilhando de suor. Eu passei o dedo na buceta cheia, lambi e dei pra ele provar. - Prova o que você fez, amor.
Ele lambeu meu dedo, olhos brilhando. - Delícia. Quero mais amanhã.
E ia ter. Porque eu corrompi meu sobrinho de vez. E ele me corrompeu também. Agora éramos só dois safados loucos por pica e buceta, sem limites, sem vergonha. E eu não me arrependia de nada. Nem um pouco.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Como corrompi meu sobrinho!

Codigo do conto:
257207

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
18/03/2026

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