Minha irmã partiu pra cima de mim!

Sempre fomos muito próximos, eu e ela. Mais do que irmãos de sangue, parecíamos melhores amigos que dividiam tudo. Ela era uns dois anos mais velha, aquela mentora que me ensinava o caminho em tudo na vida. Todo filme bom que eu assistia era ela que indicava, com aquela cara de quem já sabia o final e queria me ver surpreso. Lembro como se fosse ontem da primeira vez que vi os peitos dela de verdade. Tinha acabado de sair do banho, a toalha enrolada no corpo molhado, e ela simplesmente deixou cair no meio do quarto que a gente dividia na época. Os seios balançavam livres, pesados, mamilos rosados e arrepiados do ar frio, gotas d’água escorrendo pela pele clara. Não era nada sexual na hora, só a naturalidade de casa, mas agora, pensando nisso anos depois, meu pau lateja só de recordar o jeito que eles tremiam quando ela se mexia pra pegar a calcinha.
O primeiro namorado dela tinha o mesmo nome que eu, e a gente zoava pra caralho com isso nas festas de família. - Ei, irmão, se ele te trair eu te dou cobertura, tá? – eu brincava, e ela ria jogando o travesseiro na minha cara. Quando o cara terminou com ela do nada, ela ficou destruída. Chorava no quarto, não comia direito, os olhos inchados de tanto sofrimento. Eu não aguentei ver aquilo. Liguei pra ela e disse - Vem, mana, vamos sair pra beber hoje. Só nós dois, pra esquecer essa porra. Ela topou na hora, voz rouca de choro. A gente foi pra um barzinho simples, daqueles com mesas de madeira e cerveja gelada saindo direto do freezer. Pedimos uma rodada atrás da outra, rimos das lembranças idiotas de infância, choramos juntos quando ela falou do namorado, e o álcool foi subindo, misturando tudo — dor, carinho, e algo mais quente que eu ainda não sabia nomear.
A noite já estava alta quando voltamos pra casa de táxi. O motorista nem olhou pra trás, só dirigia. Ela encostou a cabeça no meu ombro, mão na minha coxa, apertando de leve como se precisasse de apoio. Chegamos, eu a acompanhei até a porta do quarto dela no corredor escuro. - Boa noite, mana. Dorme bem, amanhã melhora – falei baixinho, já virando pra ir pro meu quarto. Mas ela não deixou. Segurou meu braço com força, me puxou pra dentro num movimento rápido, fechou a porta com o pé e me encostou na parede. Os olhos dela estavam vermelhos de bebida e lágrimas, mas brilhando de algo novo, urgente. - Não vai embora não, irmão. Eu preciso de você agora. De verdade.
Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, ela colou a boca na minha. O beijo foi bruto, faminto. Língua invadindo, dentes mordendo meu lábio inferior, mãos descendo direto pro meu cinto. - Caralho, eu tô molhada desde o bar, pensando nessa pica que você esconde aí – ela sussurrou no meu ouvido, voz rouca de tesão misturado com álcool. Eu tava duro pra caralho, a calça esticada. Ela abriu o zíper com pressa, puxou minha pica pra fora e segurou com as duas mãos, apertando a base grossa. - Olha só essa pica do meu irmão… grossa, pesada, cabeça inchada brilhando de pré-gozo. Sempre soube que você era bem dotado, mas sentir assim… porra, me deixa louca.
Ela se ajoelhou ali mesmo, no carpete do quarto, e enfiou na boca sem aviso. Chupou fundo, garganta engolindo até a metade, saliva escorrendo pelo meu pau e pingando nas bolas. A língua girava no grelinho da cabeça, lambendo o buraco, sugando como se quisesse tirar minha alma. - Hmmm… gosto de pau de irmão é diferente, salgado e quente – ela gemeu com a boca cheia, olhando pra cima com aqueles olhos molhados. Eu segurei o cabelo dela, empurrando devagar, fodendo a boca devagarinho. Os sons molhados enchiam o quarto: gluck gluck gluck, a saliva batendo na minha pele. Ela tirou pra respirar, cuspiu na pica e esfregou com a mão, olhando pra mim. - Me chupa também, vai. Quero sentir essa língua no meu grelinho.
Eu a levantei, tirei a blusa dela rápido, os seios pularam livres, mamilos duros como pedra. Joguei ela na cama, abri as pernas e rasguei a calcinha pro lado. A buceta tava encharcada, inchada, lábios brilhando de melado, o grelinho protuberante pedindo atenção. Cheiro forte de mulher excitada subiu no ar, misturado com o perfume dela e o cheiro de cerveja no hálito. Eu enfiei a cara ali, língua lambendo do cu até o clitóris. Chupei o grelinho com força, sugando, mordiscando de leve enquanto dois dedos entravam na buceta quente e apertada. Ela se contorcia, mãos no meu cabelo. - Isso, irmão… chupa esse grelinho da sua irmã… porra, tá me fazendo gozar já! – gritou baixinho, voz abafada no travesseiro.
Ela gozou na minha boca, buceta pulsando, jorrando um pouco de squirt que molhou meu queixo. Corpo tremendo, pernas apertando minha cabeça. - Caralho, nunca gozei tão forte… vem, sobe aqui. Quero essa pica dentro de mim agora. Me fode como se eu fosse sua puta particular.
Eu subi, pica latejando, cabeça roçando na entrada molhada. Empurrei devagar, sentindo a buceta apertar centímetro por centímetro. Quente, molhada, sugando. - Porra, mana… sua buceta é um paraíso… tão apertada, me engolindo todo – gemi, começando a meter fundo. Ela cravou as unhas nas minhas costas. - Mais forte, irmão! Enfia essa pica grossa até o fundo… me rasga essa buceta! Eu quero sentir suas bolas batendo no meu cu.
Eu acelerei, metendo com força, a cama rangendo, pele batendo em pele. O quarto cheirava a sexo: suor, buceta molhada, porra pré-gozo. Virei ela de quatro, segurei os quadris e meti de novo, olhando o cu piscando enquanto a pica entrava e saía da buceta inchada. Passei o dedo no cu dela, molhado de melado, e enfiei devagar. - Quer no cu também, mana? – perguntei, voz rouca. Ela empurrou a bunda pra trás. - Quero tudo, caralho! Enfia no meu cu… devagar primeiro, depois me fode gostoso.
Tirei da buceta, cuspi no cu e empurrei a cabeça da pica. Entrou apertado, quente, o anelzinho cedendo aos poucos. Ela gemeu alto. - Ai, porra… tá abrindo meu cu… continua, irmão… me enche toda! Comecei a foder o cu devagar, depois mais rápido, uma mão no grelinho esfregando enquanto a outra segurava o cabelo. Ela gozou de novo, cu apertando minha pica como um punho. - Goza dentro, vai… enche o cu da sua irmã de porra quente!
Eu não aguentei. Gozei jorrando, jatos grossos enchendo o cu dela, escorrendo pelas coxas quando tirei. Caímos na cama, suados, ofegantes. Ela virou, me beijou de novo, mais calmo agora. - Não fala nada hoje, tá? Só… aconteceu. A gente aceita e segue.
Depois do sexo a gente não conversou mesmo. Só ficamos ali um tempinho, respirando juntos, depois eu saí pro meu quarto em silêncio. No dia seguinte foi como se nada tivesse mudado por fora — café da manhã normal, risadas, mas por dentro tudo tinha virado de cabeça pra baixo. O cheiro dela na minha pele ainda durou dias. A gente nunca tocou no assunto de novo. Viramos adultos, cada um com sua família, casamentos, filhos. Mas eu penso nisso toda noite. Quando tô deitado ao lado da minha mulher, de olhos fechados, minha mão desce pro pau e eu lembro da boca dela engolindo, da buceta apertando, do cu pulsando em volta da minha pica. Lembro do jeito que ela partiu pra cima naquela porta, sem pedir permissão, só tomando o que precisava. E toda vez que penso, gozo forte, sozinho, imaginando que um dia a gente repete. Porque aquela noite foi mais que sexo entre irmãos. Foi a coisa mais real e quente que já vivi.
Eu ainda sinto o gosto dela na língua quando fecho os olhos. Naquela noite, depois do primeiro gozo, a gente não parou. Ela rolou pra cima de mim, montou na minha pica ainda dura e começou a cavalgar devagar. Os seios balançando na minha cara, mamilos roçando minha boca. - Chupa eles, irmão… morde esses bicos enquanto eu sento nessa pica toda – ela mandou, voz baixa e safada. Eu obedeci, sugando um mamilo enquanto apertava o outro, e ela rebolava, buceta engolindo meu pau até as bolas, mel escorrendo e molhando minhas coxas. O barulho era obsceno: ploc ploc ploc da buceta molhada batendo. Ela acelerou, mãos no meu peito. - Tá sentindo como minha buceta mama sua pica? É só pra você agora… fode sua irmã gostoso, me faz gozar de novo.
Eu segurei a bunda dela, dedos abrindo as nádegas, e enfiei um dedo no cu enquanto ela cavalgava. Ela gemeu mais alto. - Isso… deda meu cu enquanto eu quico na sua pica, seu safado… porra, tô quase lá! Gozamos juntos de novo, eu enchendo a buceta de porra quente, ela tremendo inteira, unhas cravadas no meu peito. Depois rolamos pro lado, mas o tesão não baixou. Eu a virei de lado, levantei uma perna dela e meti por trás, devagar, sentindo cada dobra da buceta. - Olha como você me toma todo, mana… sua buceta foi feita pra minha pica, encaixa perfeitamente – sussurrei no ouvido dela. Ela virou o rosto e me beijou, língua molhada. - Continua metendo… quero sentir você fundo no meu útero… goza mais uma vez dentro de mim.
A gente fodeu por horas. Troquei de buraco de novo: tirei da buceta, enfiei no cu enquanto esfregava o grelinho dela com dois dedos. Ela gozou três vezes só naquela posição, cu apertando tanto que eu quase gozei na hora. - Me enche o cu de porra de novo, irmão… quero sentir escorrendo quando eu sentar amanhã – ela implorou, voz quebrada de prazer. Quando finalmente gozei pela terceira vez, meu pau tava latejando, bolas vazias, e ela tava uma bagunça de suor, porra escorrendo da buceta e do cu, lábios inchados, grelinho vermelho de tanto esfregar.
A gente ficou ali deitado, corpos colados, respiração pesada. Nenhum de nós falou sobre o que tinha acontecido. Só um olhar longo, um beijo na testa, e eu saí. No outro dia, café normal, ela me servindo suco como se nada. Mas eu sabia. E ela sabia. Anos depois, com famílias formadas, eu ainda me masturbo pensando nisso. Lembro do cheiro da buceta dela molhada, do gosto salgado da pica na boca dela, do jeito que o cu piscava quando eu tirava. Às vezes, quando tô sozinho no banheiro, fecho os olhos e repito mentalmente os diálogos: - Me fode mais forte, irmão… enfia essa pica no meu cu! E gozo jorrando no chuveiro, pensando que talvez, um dia, ela me puxe pra dentro do quarto de novo.
Essa foi a noite que minha irmã partiu pra cima. E eu nunca esqueci. Nunca vou esquecer. O tesão de irmão pra irmã que virou realidade numa porta de quarto, depois de cerveja e lágrimas. A coisa mais proibida e mais gostosa da minha vida.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha irmã partiu pra cima de mim!

Codigo do conto:
257317

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
19/03/2026

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