Encontrando minhas calcinhas no quarto de meu filho!

Meu nome é Franciele, tenho 35 anos e sempre mantive as coisas leves em casa. Sexo nunca foi tabu, a gente zoa, faz piada sem ninguém surtar. Mas com o Vitor, meu filho de 18 anos, eu queria ser próxima pra caralho. Tipo amiga mesmo. Só que umas duas ou três semanas atrás comecei a notar que minhas calcinhas mais bonitas, aquelas de renda preta ou vermelha que eu uso pra me sentir gostosa, estavam sumindo do cesto de roupa suja. Não falei nada em voz alta, mas meu cérebro já tava piscando alerta. Aí o Vitor começou a mudar. Abraços mais apertados, demorados, beijo na bochecha que durava um segundo a mais, olhar que descia pro meu decote quando eu tava de shortinho em casa. Ele também passou a usar aquelas camisetas coladas no corpo e shorts apertados, marcando o volume da pica dele. Eu me pegava olhando e sentindo um calor subir pela buceta. Meu próprio filho, caralho? Só o pensamento já fazia minha calcinha molhar.
Avançando uns cinco dias. Ele saiu pra academia e eu precisava daquele carregador que emprestei pra ele. Entrei no quarto do Vitor, procurei na mesa, na gaveta, embaixo da cama. Nada. Aí cavei mais fundo, empurrei uns tênis velhos e... fudeu tudo. Uma camiseta branca velha, toda encrostada de manchas grossas, amareladas e brancas, camadas e camadas de porra seca, cheirando forte a sêmen jovem. Meu coração disparou. Continuei mexendo e achei três pares das minhas calcinhas preferidas, mais um sutiã de renda vermelha, todos melados de esperma. Um par ainda tava molhado, viscoso, o tecido grudando nos meus dedos. Meu cu apertou de nervoso, as mãos tremendo, mas eu não conseguia parar de olhar. Imaginei o Vitor ali, de pau duro, enrolando minha calcinha na pica grossa dele e batendo uma punheta louca, gozando jato atrás de jato em cima da minha buceta de pano.
Não aguentei. Coloquei tudo de volta exatamente como tava, saí correndo pro meu quarto, tranquei a porta e me joguei na cama. Tirei o short e a calcinha num segundo, abri as pernas e enfiei dois dedos na buceta já encharcada. - Ah porra... meu filho... você tá cheirando minhas calcinhas e gozando nelas... - murmurei sozinha, esfregando o grelinho inchado com o polegar enquanto os dedos entravam e saíam fazendo barulho molhado. Pensei na pica dele, dura, latejando, as veias marcadas, gozando quente na minha lingerie. Gozei forte, o corpo tremendo, suco escorrendo pela bunda, mas ainda não tava satisfeita. Fiquei ali deitada, ofegante, a buceta pulsando, decidida que ia confrontar aquilo. Ou melhor, ia aproveitar.
Quando o Vitor chegou da rua, suado da academia, camiseta colada no peito definido, eu tava na cozinha de robe curto, sem nada por baixo. Ele me deu um beijo na bochecha demorado, como sempre agora. - Oi mãe, cheguei. Tá tudo bem? - perguntou, o olhar descendo pro meu colo onde o robe abria um pouco. Eu sorri, sentindo a buceta latejar de novo. - Vem cá no meu quarto rapidinho, filho. Preciso falar uma coisa séria com você.
Ele seguiu, curioso. Fechei a porta, sentei na cama e puxei ele pra sentar do meu lado. - Vitor, eu fui pegar o carregador no seu quarto hoje. E achei umas coisas... - falei baixo, olhando nos olhos dele. Ele ficou vermelho na hora. - Mãe... eu... desculpa, eu não... - gaguejou. Eu coloquei a mão na coxa dele, subindo devagar. - Calma, meu amor. Eu não tô brava. Na verdade... eu fiquei molhada pra caralho quando vi minhas calcinhas todas meladas da sua porra. Você tá batendo punheta pensando na sua mãe, né? Usando minha buceta de pano pra gozar?
O pau dele endureceu na hora dentro do short, marcando grosso. - Mãe... porra... eu não consigo parar... você é tão gostosa... toda vez que você anda de shortinho eu fico com a pica dura o dia inteiro. Eu roubei suas calcinhas pra cheirar o cheiro da sua buceta... e gozei tanto nelas... - confessou, a voz rouca. Eu abri o robe devagar, mostrando os peitos grandes, mamilos duros, e a buceta lisinha, já brilhando de tesão. - Então vem, filho. Cheira de verdade agora. Mamãe tá louca pra sentir essa pica que você usa pra me foder no pensamento.
Ele se ajoelhou na minha frente, tremendo, e enfiou o rosto entre minhas pernas. O nariz roçando meu grelinho. - Caralho mãe... sua buceta tá cheirosa pra porra... molhada assim por minha causa? - murmurou antes de dar uma lambida longa, da entrada do cu até o clitóris. Eu gemi alto, segurando a cabeça dele. - Isso filho, lambe a buceta da mamãe... chupa meu grelinho com força... ahhh porra que língua gostosa... você aprendeu isso nas pornôs que vê pensando em mim, né safado?
Ele chupava como louco, enfiando a língua fundo na minha buceta, sugando o suco que escorria, depois descendo pro cu e rodando ali também. Meu corpo inteiro tremia, eu apertava os peitos, beliscando os mamilos. - Ai Vitor... me come com a boca... mamãe vai gozar na sua cara... - gritei, e explodi, jorrando na boca dele, as pernas apertando a cabeça do meu filho. Ele lambeu tudo, subindo o rosto melado. - Mãe, você gozou tanto... sua buceta tá pulsando... agora deixa eu te mostrar minha pica.
Ele tirou o short e a cueca, e a pica pulou pra fora, grossa, veias saltadas, cabeça inchada brilhando de pré-gozo, uns 20 centímetros fáceis, bolas cheias balançando. Eu segurei ela na mão, sentindo o calor. - Meu Deus filho... que pica enorme... mais grossa do que eu imaginava... vem, deixa a mamãe chupar essa rola que você usa pra gozar nas minhas calcinhas. - Abri a boca e engoli devagar, sentindo o gosto salgado, descendo até engasgar, babando tudo. Ele segurou meu cabelo. - Porra mãe... sua boca tá quente pra caralho... chupa mais fundo... eu sonhei tanto com isso...
Eu mamava com fome, mão nas bolas massageando, língua rodando na cabeça, subindo e descendo rápido, fazendo barulho de sucção molhado. Ele gemia, quadril mexendo. - Mãe... para senão eu gozo agora... quero foder você... quero enfiar essa pica na buceta que eu tanto cheirei...
Eu deitei de costas, abri as pernas bem abertas, mostrando tudo. - Vem filho, enfia essa pica grossa na buceta da mamãe... me fode como você merece... - Ele se encaixou, a cabeça roçando minha entrada molhada, e empurrou devagar, abrindo meus lábios. - Ahhhhh caralho... que buceta apertada... quente... molhada pra porra... - gemeu enquanto entrava até o fundo, as bolas batendo no meu cu. Eu cravei as unhas nas costas dele. - Isso Vitor... me arromba... fode a mamãe com força... mete tudo... sinto sua pica batendo no meu útero...
Ele começou a bombear, rápido, forte, o quarto enchendo de som de pele batendo, buceta molhada fazendo barulho squish squish. Eu rebolava embaixo, apertando ele por dentro. - Mais forte filho... quebra minha buceta... você é meu macho agora... goza dentro de mim... - Ele acelerou, suor pingando, peitos dele roçando meus mamilos. - Mãe... sua buceta tá me sugando... vou gozar... toma toda minha porra quente... - E explodiu, jatos grossos enchendo meu útero, transbordando pela buceta. Eu gozei junto, gritando, corpo convulsionando.
Mas não acabou. Ele saiu de dentro, pica ainda dura, e me virou de quatro. - Agora o cu, mãe... eu sempre quis foder esse cuzinho apertado que você senta no sofá... - cuspiu na mão, espalhou no meu cu e enfiou devagar. Eu gemi de dor e prazer misturado. - Ai porra... devagar filho... seu pau é grosso demais pro meu cu... mas continua... arromba o cuzinho da mamãe... - Ele metia fundo, mão no meu grelinho esfregando ao mesmo tempo. - Caralho que cu guloso... aperta minha pica... vou encher esse rabo de porra também...
Fodemos assim por horas, trocando de posição, eu cavalgando ele, peitos balançando, ele chupando meus mamilos enquanto eu subia e descia na pica. Depois de lado, ele me comendo por trás, mão no meu cabelo puxando. - Diz que você é minha puta agora mãe... diz que ama a pica do filho... - - Eu sou sua puta filho... amo essa pica grossa me destruindo... goza de novo... me enche toda... - Gozamos mais duas vezes, porra escorrendo pela buceta, pelo cu, pelos peitos. No final, deitados suados, ele ainda dentro de mim, eu beijei a boca dele. - Isso foi só o começo, Vitor. Amanhã eu quero de novo... e depois... todo dia. Suas calcinhas não vão sumir mais... porque mamãe vai dar a buceta de verdade.
Ele sorriu, pica latejando de novo. - Pode deixar mãe... vou te foder até você não aguentar andar...
E assim virou nossa rotina secreta, intensa, suja e perfeita. Eu nunca me senti tão viva, tão cheia, tão fodida do jeito certo. O quarto dele virou nosso ninho de sacanagem, calcinhas espalhadas, porra por todo lado, gemidos ecoando quando ninguém tava em casa. E toda vez que eu via ele de short apertado, minha buceta molhava na hora, pronta pra mais uma rodada daquela pica que agora era só minha.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Encontrando minhas calcinhas no quarto de meu filho!

Codigo do conto:
257341

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
20/03/2026

Quant.de Votos:
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