Sendo consolado por uma evangélica gostosa!

Renato chegou na casa de Lilian já passava das quatro da manhã, o coração batendo forte no peito enquanto batia na porta devagar. A noite estava fria pra cacete, e ele ainda sentia o gosto amargo da briga com a esposa. A porta se abriu devagar e lá estava ela, Lilian, com aquele sorriso evangélico de sempre, mas o corpo... nossa, o corpo dela era uma tentação ambulante. Saia curta colada nas coxas grossas, bunda enorme empinada naturalmente por causa dos agachamentos na academia, blusinha fina marcando os peitos pesados.
- Ola – ela disse baixinho, olhando pra ele com aqueles olhos castanhos inocentes que não combinavam com o rabão que ela carregava.
Renato entrou rápido, fechando a porta atrás de si.
- Tudo bem, amiga? Desculpe chegar nesse horário te chamando, mas posso entrar?
- Oi, tudo sim. Claro, pode entrar. Aconteceu alguma coisa?
Ele suspirou, passando a mão no cabelo bagunçado.
- Aii amiga, é que minha esposa tá impossível. A gente acabou discutindo por agora e ela me trancou do lado de fora. Aí não tive outra opção a não ser vim aqui, sabe?
Lilian fechou a porta com cuidado, o marido dela dormindo pesado no quarto lá em cima. Ela era a crente modelo da igreja, mas aquele bundão redondo e firme que ele tinha visto na academia fazia qualquer homem perder o juízo.
- Ah sim, entendi. Quer passar a noite aqui?
- Se não for incomodar você e seu marido.
- Sim, ele tá dormindo. Mas fica tranquilo, pode deitar aqui na sala. Vou pegar um cobertor e um travesseiro pra você.
Enquanto ela ia até o armário, Renato não conseguia tirar os olhos daquela bunda balançando a cada passo. A saia subia um pouco, mostrando a curva perfeita, a pele morena brilhando de leve com o suor da noite quente debaixo do cobertor fino que ela usava em casa. Ela voltou com o cobertor, travesseiro e um copo de água gelada.
- Pronto, acho que dá pra voce passar a noite aqui, vou deixar a água aqui em cima. Podemos conversar sim.
Ele se sentou no sofá, e ela ficou ali parada, braços cruzados por baixo dos peitos, apertando eles sem querer.
- Olha, primeiramente não sei nem como te agradecer por tudo que faz por mim, desde a época que nos conhecemos lá na igreja. Você e seu marido são pessoas extremamente caridosas.
- Imagina, não tem o que agradecer. Estamos aí pra isso, pra ajudar os irmãos.
Renato começou a desabafar, a voz baixa pra não acordar ninguém.
- Então irmã, deixa eu te dizer, minha esposa tá cada vez pior por causa do ciúme doentio dela.
- O que aconteceu dessa vez?
- Acredita que ela disse que eu tava indo pra igreja por causa de sua pessoa, porque ela te viu na academia e viu que você tá com o bumbum enorme?
Lilian riu baixinho, mas corou um pouco, mordendo o lábio.
- Aii, sério? Não acredito nisso. Ela ficou com ciúmes pq me viu na academia então.
- Sim sim, eu ainda disse que você é uma mulher que se dá ao respeito e que se você tá assim é porque gosta de se cuidar e tal.
- Jamais tive segundas intenções com você ou com alguém da igreja. Peço até desculpas por ter causado esse problema com vocês e ela também tem o corpo lindo e não vejo motivos pra ela ter tanto ciúmes assim.
- Eu sei irmã, ela que é louca. Relaxe minha querida, você não causou problema nenhum, ela que tá impossível. Tem sim e eu aprecio demais o corpo dela. Ela sabe disso.
Ele continuou, a voz ficando mais rouca.
- Ela dizendo que os caras na academia estavam todos babando olhando pra ti, enquanto fazia agachamento.
Lilian sentiu um frio subir pela espinha, mas não era só frio. A sala estava gelada mesmo.
- Irmão, posso pegar esse cobertor? Tô morrendo de frio aqui.
- Pode sim irmã, se quiser pode encostar também pois calor humano afasta o frio.
Ela hesitou só um segundo, depois se aproximou. Sentou ao lado dele no sofá e, devagar, encostou o corpo no dele de conchinha. A bunda enorme dela encostou direto na virilha de Renato, a saia subindo e deixando só a calcinha fina separando a pele quente.
- Vou aceitar o convite do calor humano, aqui na sala tá muito frio.
- Certo irmã, vem então, encosta aqui e eu te abraço, tá?
Assim que ela se aninhou, Renato sentiu o pau começar a inchar dentro da bermuda. Ele roçou devagar, bem devagar, a pica semi-dura pressionando entre as nádegas macias e grossas dela. Cheirou o pescoço de Lilian, aquele cheiro de shampoo evangélico misturado com suor feminino.
- Nossa, que delícia, irma. Assim faz o varão ficar em alerta– ele murmurou no ouvido dela.
Lilian empinou a bunda um pouco mais, sentindo a rola crescer contra o cu dela por cima da calcinha.
- É isso aqui que sua esposa tem ciúmes?
- Claramente sim. Como é que pode ela sentir tanto ciúmes de uma mulher tão gostosa como você, mas evangélica e de família?
- Eu não consigo entender irmão. Mas já que ela sente ciúmes, vamos dar um motivo pra ela rs.
- Eu também não consigo entender. Vamos sim, vamos fazer jus ao julgamento dela.
Renato virou o rosto dela com a mão e colou a boca na dela. O beijo começou quente, línguas se enrolando, saliva trocando enquanto ele roçava a pica dura pra valer agora, a cabeça da rola escapando pela barra da bermuda e babando na bundinha dela. Lilian gemia baixinho, o corpo tremendo.
- Você é tão gostosa, uma delícia de mulher.
- Nossa, que delícia. Não quer tirar essa roupa irmão?
- Vem cá, vamos fazer melhor. Eu levanto e você mesmo tira meu short e minha cueca, pode ser?
- Melhor ainda então. Vamos falar baixinho pra não acordar meu marido.
Renato ficou de pé na frente dela. Lilian se ajoelhou devagar no chão da sala, olhos brilhando de tesão. Puxou o short pra baixo, depois a cueca, e quando a pica saltou pra fora – 19 centímetros grossos, veias pulsando, cabeça roxa e inchada – ela quase gemeu alto.
- Caralho, que delícia. Lilian ficou fascinada pela textura, tamanho e grossura da rola de Renato.
A rola quase bateu no rosto dela, pesada, balançando.
- Fica à vontade irmã, ele é todo seu. Grande e pesado, do jeito que a crente gosta rs.
- Acho que vou me lambuzar inteirinha com ele, irmão.
- Será que essa crente fogosa vai aguentar com esse varão?
- Eu vou fazer o meu melhor com esse varão. E será que esse varão aguenta com a varoa? Rs.
- Essa varoa com um rabão desses vai acabar comigo, mas vamos que vamos, estou doido pra experimentar rs.
Lilian lambeu a cabeça da pica devagar, língua rodando no prepúcio, chupando o gosto salgado enquanto a mão dela massageava as bolas pesadas. Renato segurou o cabelo dela, gemendo baixo.
- Vem comer o bucetao da crente, vem.
- Um pedido desses não tem nem como pensar duas vezes. Fica de quatro e empina bem esse rabo gostoso vai.
Lilian se virou rápido, ficou de quatro no sofá, empinando aquele bundão enorme. A saia subiu toda, calcinha puxada pro lado, mostrando a buceta inchada, melada, lábios grossos brilhando de tesão, grelinho durinho apontando pra fora, e o cu rosado piscando logo acima.
- Toda empinadinha pra você, o que acha?
Renato se ajoelhou atrás, esfregou a cabeça da pica na entrada da buceta dela, pirraçando, espalhando o melzinho que escorria.
- Como é que o varão resiste a essa varoa?
A buceta dela toda molhadinha, melando a rola inteira antes mesmo de entrar. Ele deu um tapa forte na bunda direita, o som ecoando baixo na sala.
- Aiin... a varoa tá prontinha pra receber pica desse varão.
- Ah é? Então toma, toma vai.
Ele segurou a cintura fina dela e meteu devagar no começo, a cabeça grossa abrindo os lábios da buceta, depois um tapa seco e a pica inteira afundou até o fundo. Lilian mordeu o travesseiro pra não gritar, o cu piscando enquanto a rola esticava ela toda.
- Toma toda, sua crente safada. Olha como essa buceta engole minha pica.
Renato começou a socar forte, ritmo frenético, a barriga batendo na bunda enorme dela, fazendo as nádegas tremerem como gelatina. Os peitos de Lilian balançavam pra frente e pra trás, mamilos duros roçando no sofá. Ela olhava por cima do ombro, olhos revirados de prazer.
Cada estocada fazia um barulho molhado, ploc ploc ploc, a buceta dela esguichando um pouco de tesão toda vez que a pica saía quase toda e voltava batendo no fundo. Renato apertava a bunda dela, abrindo as nádegas pra ver o cu piscando, e enfiou o dedo ali devagar, sentindo o cuzinho apertado sugar.
- Olha esse cu guloso, querendo pica também, hein? Depois eu vou furar ele também, sua puta evangélica.
Lilian empinava mais, rebolando contra ele, a voz saindo em sussurros roucos.
- Socaaa mais forte, Renato... quebra minha buceta com essa vara grossa. Meu marido tá dormindo e eu aqui levando pica de outro irmão da igreja... que delícia ser safada assim.
Ele acelerou, suor escorrendo pelos dois, o sofá rangendo baixo. Tirou a pica de repente, virou ela de frente, abriu as pernas grossas dela e meteu de novo, agora olhando nos olhos. Os peitos pularam pra fora da blusinha, e ele chupou os mamilos duros enquanto socava sem parar.
- Olha esses peitões balançando, caralho. Sua esposa nunca vai imaginar que eu tô aqui comendo a buceta molhada da irmãzinha dela da igreja.
Lilian cravou as unhas nas costas dele, pernas tremendo.
- Meu grelinho tá latejando... voooou gooozar, vai, não para... ai meu Deus, que pica deliciosa, tô me acabando gostoso.
Ela gozou forte, buceta apertando a rola dele como um punho, esguichando um jato quente que molhou a barriga de Renato. Ele não parou, continuou metendo mais rápido, sentindo o cu dela contrair também.
- Toma meu leite agora, sua varoa gostosa.
Renato puxou a pica pra fora no último segundo, jorrou jatos grossos e brancos em cima da buceta aberta dela, cobrindo os lábios, o grelinho, escorrendo pro cu. Lilian passou os dedos no esperma, lambeu devagar, olhos cheios de tesão.
- Ainda quero mais, irmão... deita aí que agora eu vou sentar nessa pica dura até meu marido acordar ou até você não aguentar mais.
Eles continuaram a noite toda, trocando de posição, ele comendo ela de lado, depois por cima, depois de novo de quatro enquanto ela sussurrava sacanagens baixinho pra não acordar ninguém. A buceta dela inchada, vermelha, cheia de porra, o cu lambuzado de saliva e dedo, os peitos marcados de chupão. Renato sentia que nunca tinha comido uma mulher tão gulosa e apertada, e Lilian, a crente rabuda, descobria que o ciúme da esposa dele tinha motivo pra caralho.
No fim, quando o sol já ameaçava subir, eles se abraçaram suados no sofá, cobertor em cima, coração acelerado. Lilian beijou o peito dele e murmurou:
- Amanhã você volta, né? Porque essa buceta agora é viciada na sua pica, irmão.
Renato sorriu, apertando aquela bunda enorme uma última vez.
- Volto sim, sua safada. E da próxima vez vou comer esse cu também até você pedir arrego.
E assim a noite terminou, com dois corpos quentes, cheios de tesão proibido, e o segredo guardado entre a sala fria e a igreja que nunca imaginaria o que rolava ali. Fim... mas só por enquanto.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Sendo consolado por uma evangélica gostosa!

Codigo do conto:
257462

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
21/03/2026

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