O sol batia forte na piscina da casa de praia da família naquele domingo preguiçoso. Todo mundo rindo, mergulhando, bebendo cerveja gelada. Eu, com meus vinte e poucos anos, me sentia à vontade pra caralho ali. Sempre fui assim, sem frescura com os meus. O biquíni que escolhi era daqueles bem safados, quase um fio dental preto que mal cobria minha bucetinha depilada e deixava minha bunda redonda e empinada praticamente nua. A parte de cima apertava meus peitos firmes, os bicos já durinhos só de sentir o vento e a água fria. Eu tinha nadado um tempão, o corpo molhado brilhando, gotas escorrendo entre os seios e descendo até o umbigo. Resolvi dar uma pausa. Saí da piscina, me sequei rapidinho com a toalha e olhei pro lado. Meu pai estava lá, sentado numa cadeira de praia debaixo do guarda-sol, só de sunga azul fininha, tomando sua cerveja e rindo de alguma coisa que meu tio falava. Ele sempre foi um homem forte, peito largo, braços musculosos do trabalho na obra, uns quarenta e poucos anos bem conservados. E eu? Desde pequena eu sentava no colo dele. Não era novidade nenhuma. Era nosso ritual bobo, carinhoso. Mas hoje... hoje eu tava com um tesãozinho estranho na cabeça, talvez pela cerveja, talvez pelo calor, sei lá. Fui andando devagar, rebolando sem querer, e parei na frente dele. - Pai, posso sentar um pouquinho? Tô cansada de nadar. Ele sorriu largo, abriu os braços. - Claro, filha, vem cá. Sempre cabe meu colo pra você. Eu ri, virei de costas e sentei devagarinho bem no meio das coxas dele. Meu cu quase nu encostou direto na sunga fina. Senti o calor do corpo dele imediatamente, as pernas grossas me envolvendo. Meu celular na mão, fingi que tava mexendo no Instagram, mas na verdade meu coração já tava acelerado. No começo foi normal. Ele passou um braço pela minha cintura, me puxou mais pra perto, como sempre fazia. A gente conversava besteira sobre o dia, sobre a família nadando ali perto. Mas aí... uns dois minutos depois... eu senti. Primeiro um inchaço quente, depois uma pressão firme subindo bem entre minhas nádegas. A pica do meu pai tava endurecendo. Devagar, latejando, crescendo dentro daquela sunga ridiculamente fina. Não tinha cueca por baixo, eu sabia porque a sunga dele era daquelas de praia, quase transparente quando molhada. O pau dele era grosso, eu sentia o formato perfeito: a cabeça inchada roçando bem no meu cu, subindo e descendo devagarinho, como se ele estivesse se ajeitando... ou se esfregando de propósito. Meu Deus... era enorme. Maior do que eu imaginava. Eu congelei no celular, mas minha buceta traiu na hora. Começou a latejar, a ficar molhadinha, o grelinho inchando contra o tecido fino do biquíni. Eu não mexia, mas ele sim. A pica dele pulsava, roçava mais forte agora, subindo e descendo entre minha bunda, separando as nádegas devagar. A sunga mal segurava, dava pra sentir a veia grossa batendo contra meu cu. Eu tava excitada pra porra. Mesmo sabendo que era meu pai, a sensação era deliciosa demais. Quente, dura, viva. Meu cu piscava involuntariamente, querendo mais contato. Fiquei ali uns cinco minutos eternos. Meu pai respirava mais pesado atrás de mim, o peito subindo e descendo contra minhas costas. A família toda ali perto, rindo, ninguém olhando. Ele fingia que tava normal, mas a pica dele não parava de esfregar. Agora mais intencional, eu jurava. Subia devagar até a cabeça roçar meu grelinho por cima do biquíni, depois descia, apertando entre as minhas nádegas. Minha buceta já tava encharcada, o fio dental molhado não só de piscina, mas de tesão puro. Eu mordia o lábio, fingia digitar no celular, mas por dentro eu tava derretendo. Quando não aguentei mais, me levantei devagar. Meu cu deixou um rastro úmido na sunga dele, dava pra ver o pau marcando forte, a cabeça quase saindo pela perna da sunga. Me virei rápido e olhei pra cara dele. Ele tava vermelho, os olhos grudados na minha bunda, lambendo os lábios sem perceber. - Tá tudo bem, filha? perguntou, a voz rouca. Eu sorri safada, sem conseguir esconder. - Tá sim, pai... só tô com calor. Ele olhou pra baixo rápido, viu o volume enorme na sunga e corou mais ainda. Mas não falou nada. O dia seguiu, mas eu não conseguia parar de pensar. À noite, todo mundo foi dormir. Eu fiquei na sala, fingindo ver TV. Meu pai desceu pra pegar água na cozinha, só de short folgado. Eu fui atrás. A casa tava escura, só a luz da piscina lá fora. - Pai... posso falar uma coisa? Ele parou, me olhou. - Claro, meu amor. O que foi? Eu me aproximei, o coração batendo na garganta. - Hoje... quando eu sentei no seu colo... eu senti sua pica dura. Bem dura. Roçando no meu cu. Ele engoliu seco, os olhos arregalados. - Filha... eu... não foi de propósito, eu juro. Você tava ali, tão quentinha, tão... - Tão o quê, pai? Fala. Eu cheguei mais perto, encostei meu corpo no dele. Meus peitos roçando no peito dele. - Tão gostosa. Tão mulher. Tua bunda é perfeita, filha. Eu não consegui controlar. Desculpa. Eu sorri, mordendo o lábio. Minha buceta já pingando de novo. - Não precisa pedir desculpa. Eu gostei. Gostei pra caralho. Sua pica é enorme, pai. Latejava no meu cu... me deixou molhadinha. Ele respirou fundo, as mãos tremendo. - Porra, filha... você não pode falar essas coisas. Eu sou seu pai. - E eu sou sua filha safada. E tô louca pra sentir de novo. Agora. Sem sunga no meio. Ele não resistiu. Me puxou pela cintura, me encostou na parede da cozinha. As mãos grandes desceram direto pra minha bunda, apertando as nádegas por cima do shortinho que eu tava usando. - Caralho, filha... tua bundinha é macia demais. Eu sempre quis tocar assim. Desde que você cresceu. Eu gemi baixinho. - Então toca, pai. Toca minha buceta também. Ele deslizou a mão por baixo, encontrou o biquíni ainda molhado do dia. Puxou o fio dental pro lado e enfiou dois dedos grossos direto na minha buceta encharcada. - Ai, porra... tá toda molhada, filha. Tua bucetinha tá pingando pra mim. Eu arqueei as costas. - É pra você, pai. Dedilha meu grelinho. Ele obedeceu, o polegar girando no meu grelinho inchado enquanto os dedos entravam e saíam fazendo barulhinho molhado. - Que buceta apertada... quente... minha filha safada. Eu desci a mão e puxei o short dele pra baixo. A pica saltou pra fora, grossa, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Uns bons 22 centímetros latejando no ar. - Meu Deus, pai... que pica linda. Eu segurei, comecei a masturbar devagar. A pele macia deslizando na mão. Ele gemeu alto. - Filha... chupa pra mim. Por favor. Eu ajoelhei ali mesmo na cozinha, abri a boca e engoli a cabeça da pica dele. O gosto salgado, o cheiro masculino forte. Desci até onde deu, engasgando um pouco, saliva escorrendo. - Isso, filha... mama a pica do papai. Que boca gulosa. Eu subia e descia, lambendo as bolas pesadas, chupando o pau até o fundo da garganta. Ele segurava minha cabeça, fodia minha boca devagar. Depois de minutos babando, ele me levantou. - Vem, vamos pro meu quarto. Sua mãe tá dormindo lá em cima, mas a gente vai quietinho. Me carregou no colo, como quando eu era pequena, só que agora minha buceta roçava direto na pica dura dele. No quarto, me jogou na cama de casal. Tirou minha roupa toda. Me deixou pelada, pernas abertas. - Olha essa buceta linda... toda lisinha, toda molhada pro pai. Ele se ajoelhou, abriu minhas pernas e enfiou a língua direto. Lambeu meu grelinho, chupou os lábios, enfiou a língua dentro da buceta. - Hummm... gosto de filha é o melhor do mundo. Eu gemia, rebolando na cara dele. - Chupa meu cu também, pai. Ele subiu, lambendo o caminho até meu cu piscando. Enfiou a língua ali, rodando, enquanto dois dedos voltavam pra buceta. - Que cu apertadinho... vou comer ele depois. Eu tava louca. - Me fode, pai. Enfia essa pica grossa na minha buceta. Ele se levantou, posicionou a cabeça na entrada. Empurrou devagar. A pica abriu meus lábios, entrou centímetro por centímetro, esticando tudo. - Aaaah... filha... tua buceta tá me engolindo. Tão quente, tão molhada. Eu gemia alto, mas baixinho pra não acordar ninguém. - Mais fundo, pai. Me arromba. Ele meteu tudo, as bolas batendo no meu cu. Começou a foder forte, ritmado. A cama rangendo baixinho. Cada estocada fazia meus peitos balançarem. Ele segurava minha cintura, olhava nos meus olhos. - Eu te amo, filha... mas agora eu te quero como mulher. Como minha putinha particular. Eu virava de lado, de quatro. Ele metia por trás, uma mão no meu cabelo, outra no meu grelinho. - Rebola essa bunda no pau do pai, safada. Eu rebolava, sentindo a pica bater fundo, roçando meu ponto G. Meu cu piscava, querendo atenção. - Agora meu cu, pai. Ele cuspiu na mão, molhou a cabeça e empurrou devagar no meu cu virgem. Doeu no começo, mas virou prazer puro. - Porra... que cu apertado. Tá me esmagando a pica. Ele meteu devagar, depois mais rápido. Eu masturbava minha buceta ao mesmo tempo, dois dedos no grelinho. Gozei pela primeira vez assim, o cu piscando na pica dele, esguichando na cama. Ele não parou. Me virou de novo, meteu na buceta de novo, agora selvagem. - Vou gozar dentro, filha. Tá bom? - Goza, pai. Enche minha bucetinha de porra quente. Ele grunhiu, estocou fundo e explodiu. Jatos grossos, quentes, enchendo tudo. Eu sentia cada pulsada, cada jato batendo no fundo. Gozei junto, minha buceta apertando a pica dele, sugando tudo. Depois, deitados, suados, ele me abraçou. - Filha... isso foi errado... mas foi a melhor coisa da minha vida. Eu sorri, beijei o peito dele. - Não foi errado, pai. Foi perfeito. E amanhã... a gente repete na piscina. Sentada no seu colo de novo... mas dessa vez sem parar no roçar. Ele riu baixo. - Você é minha putinha agora. Minha filha safada pra sempre. A gente dormiu assim, a pica dele ainda meio dura encostada na minha bunda. E eu sabia que aquele dia na piscina tinha mudado tudo. Cada olhada, cada toque, cada gemido ia virar nossa rotina secreta. E eu não via a hora de sentar no colo dele de novo... e sentir aquela pica enorme abrindo caminho pra dentro de mim mais uma vez.
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