Ola pessoal, esse conto é como se fosse uma prequela do conto que publiquei há poucos intantes: Consolado por uma evangélica gostosa. Então, diante disso se quiserem podem ler esse primeiro e depois o outro ou vice versa, fica a critério de vocês. Então, vamos ao que interessa: Era um domingo ensolarado de manhã na igreja evangélica do bairro, aquele templo grande com bancos de madeira polida e o ar cheirando a incenso misturado com perfume barato das irmãs. Renato chegou de mãos dadas com Tainara, a esposa dele, uma morena magrinha mas com corpo bem feito, peitos médios e bunda pequena que balançava pouco na saia longa. Eles eram casados fazia uns cinco anos, frequentavam fielmente, e todo mundo ali os via como o casal perfeito. Mas naquele dia algo mudou. No banco da frente, bem na terceira fila, sentava Lilian com o marido dela, um cara calado chamado Marcos, daqueles que só abria a boca pra cantar hino. Lilian... nossa, Lilian era outra história. Rabuda pra cacete, coxas grossas apertadas na saia jeans que mal dava conta de conter aquele bundão redondo e empinado, resultado de meses na academia. Blusa branca fina marcando os peitos pesados, mamilos escuros quase aparecendo quando o ventilador batia. O cabelo preto solto, lábios carnudos pintados de rosa suave, e aquele sorriso de crente pura que escondia uma safadeza danada. Renato sentou no banco ao lado com Tainara e, sem querer, o olhar dele cruzou com o de Lilian. Foi só um segundo, mas ele sentiu um calor subir pela espinha. Ela sorriu de leve, baixou os olhos pro hinário, mas depois olhou de novo, mais demorado. Tainara não viu nada, estava concentrada na música. Marcos também não, olhos fechados cantando alto. O pastor começou o culto, voz ecoando no microfone falando de fidelidade e tentação, ironia do caralho. Renato tentou prestar atenção, mas toda vez que Lilian mexia as pernas, aquela bunda se ajustava no banco e ele imaginava apertando ela. Durante o louvor, ela se levantou pra cantar, empinou o corpo todo e o olhar dele desceu direto pro rabão balançando de leve. Lilian sentiu, virou o rosto só um pouquinho e piscou rápido, como quem diz “eu vi”. O pau de Renato deu uma latejada dentro da calça social, ele cruzou as pernas pra disfarçar. Semanas se passaram assim. Todo domingo a mesma coisa. Renato e Tainara chegavam cedo, Lilian e Marcos já sentados na frente. Os olhares foram ficando mais ousados. Durante a pregação, quando o pastor falava alto sobre “resistir à carne”, Renato olhava pra Lilian e ela mordia o lábio inferior, apertando as coxas uma na outra como se estivesse molhando a calcinha ali mesmo. Uma vez, no intervalo pro café, Tainara foi cumprimentar outras irmãs e Marcos saiu pra fumar lá fora. Lilian ficou perto do bebedouro. Renato se aproximou, fingindo pegar água. - Irmã Lilian, que bênção ver você aqui de novo – ele disse baixinho, olhos descendo pro decote da blusa onde os peitos subiam e desciam com a respiração. - Irmão Renato, a bênção é toda nossa. Sua esposa tá linda hoje – ela respondeu, voz doce, mas o olhar dela fixo na virilha dele por um segundo. Tainara voltou e os dois se separaram rápido, mas o pau dele já estava meio duro só com aquele olhar. Em casa, Renato fodia Tainara pensando na bunda da Lilian, e ela nem imaginava. Lilian, do outro lado, quando Marcos dormia, enfiava dois dedos na buceta molhada imaginando a pica que ela via marcando na calça do Renato todo domingo. A tensão foi crescendo devagar, como fogo baixo. Um culto de avivamento à noite, luzes mais baixas, muita gente. O pastor no púlpito pregando forte, hinos altos. Lilian sentou na fileira de trás dessa vez, sozinha porque Marcos estava ajudando na porta. Renato e Tainara na frente, mas ele virou o pescoço várias vezes. Lilian cruzou as pernas, saia subindo um pouco, e abriu elas devagar quando ninguém olhava, mostrando a coxa grossa brilhando. Renato sentiu o suor escorrer na nuca. Tainara cantava de olhos fechados. Lilian passou a mão no próprio pescoço, desceu pro colo, apertou o peito por cima da blusa como se estivesse com calor. O olhar deles se encontrou de novo e ficou ali, segundos longos, ele imaginando chupando aqueles mamilos, ela imaginando a rola grossa abrindo a buceta dela. Depois de uma hora de culto, Renato não aguentou mais. O pau latejava dolorido na cueca. Ele sussurrou pra Tainara. - Amor, vou ao banheiro rapidinho, tô muito apertado. Tainara só acenou, olhos no pastor. Renato saiu pelo corredor lateral, coração batendo forte. Entrou no banheiro masculino dos fundos, aquele pequeno com uma pia e um vaso, porta com tranca fraca. Ele trancou, abriu a calça e puxou a pica dura pra fora, 19 centímetros pulsando, cabeça roxa babando pré-gozo. Começou a bater punheta devagar, pensando na Lilian. De repente a porta do banheiro feminino ao lado abriu e fechou rápido. Passos leves no corredor. Lilian tinha se levantado no meio do louvor, dito pra uma irmã que ia ao banheiro também. Ninguém ligou, o culto estava no auge, pastor gritando “aleluia” e todo mundo batendo palma. Ela olhou pros lados, viu que Renato tinha entrado ali, e entrou no banheiro masculino rapidinho, trancando a porta atrás de si. Renato quase gozou do susto, mas sorriu safado. - Irmã... você aqui? Lilian encostou na porta, olhos brilhando de tesão puro, mão já subindo a saia. - Não aguento mais esses olhares, irmão. Toda semana você me fode com os olhos e eu saio de casa com a buceta encharcada. Hoje eu quero a pica de verdade. Ela se aproximou, empurrou ele contra a pia, caiu de joelhos e puxou a calça dele pra baixo. A rola saltou grossa na cara dela, veias saltadas, cheiro de macho misturado com perfume. - Caralho, que pica enorme... do jeito que a crente gosta. Lilian abriu a boca e engoliu metade da pica de uma vez, chupando gulosa, língua rodando na cabeça, saliva escorrendo pro queixo. Renato segurou o cabelo dela, metendo devagar na boca quente. - Sua boca é quente pra porra, Lilian... chupa mais fundo, vai, engole esse varão enquanto o pastor prega lá fora. Ela engasgou um pouco, cuspe escorrendo, mas não parou, mão massageando as bolas pesadas. O som do culto chegava abafado pela parede: hinos altos, palmas, pastor gritando “glória a Deus”. Lilian levantou rápido, virou de costas, empinou aquele bundão enorme contra ele, puxou a calcinha pro lado. A buceta apareceu inchada, lábios grossos melados, grelinho durinho apontando, cu rosado piscando logo acima. - Come minha buceta agora, Renato. Socaaa rápido antes que alguém venha. Renato cuspiu na mão, passou na cabeça da pica e enfiou tudo de uma vez. A buceta dela engoliu a rola inteira, apertada e quente, mel escorrendo pelas coxas. Ele segurou a cintura e começou a meter forte, ploc ploc ploc, o barulho molhado ecoando no banheiro pequeno. - Toma, sua safada evangélica... olha como essa buceta gulosa mama minha pica toda. Seu marido tá lá na porta e você aqui levando vara alheia no meio do culto. Lilian empinava mais, rebolando, uma mão no grelinho esfregando rápido. - Aiii que delícia... soca fundo, quebra meu cu com essa rola grossa. Meu grelinho tá explodindo... mete mais, vai, me faz gozar enquanto o pastor fala de santidade. Ele metia frenético, uma mão dando tapa na bunda enorme, a outra apertando o peito dela por baixo da blusa. Os peitos balançavam soltos, mamilos duros. O cu dela piscava toda vez que a pica entrava fundo, roçando nas paredes da buceta. Lilian mordia o braço pra não gritar, mas gemidos baixos escapavam. - Tô gozando... aiii porra, tô gozando no seu pau, irmão Renato! A buceta dela apertou forte, esguichou um jato quente que molhou as bolas dele e escorreu pro chão. Renato não parou, virou ela de frente, levantou uma perna grossa dela na pia e meteu de novo, olhando nos olhos. - Olha pra mim enquanto goza de novo, sua puta. Essa buceta é minha agora. Ele socou mais fundo, dedo enfiando no cu dela ao mesmo tempo, sentindo o cuzinho apertado sugar. Lilian revirou os olhos, gozou pela segunda vez, corpo tremendo inteiro, buceta contraindo como um punho. - Porra, Renato... enche minha buceta de leite quente! Renato puxou a pica no último segundo, jorrou jatos grossos e brancos na cara dela, nos peitos, escorrendo pros mamilos e pingando na buceta aberta. Lilian lambeu o que conseguiu, passou a mão na porra e enfiou no cu dela mesma, gemendo. - Caralho que delícia... ainda quero mais, mas o culto tá acabando. Eles se arrumaram rápido, ela limpando a porra com papel, ele guardando a pica ainda meia dura. Lilian saiu primeiro, voltou pro banco com o rosto corado e um sorriso inocente. Renato voltou dois minutos depois, sentou ao lado de Tainara como se nada tivesse acontecido. Tainara nem desconfiou, só apertou a mão dele. Marcos também não viu nada. O pastor terminou o culto com um “amém” forte e todo mundo se levantou pra abraçar. Mas dali em diante, todo domingo tinha aquele olhar cúmplice entre Renato e Lilian. A tensão só crescia, os encontros rápidos no banheiro viraram rotina escondida, buceta sempre molhada, pica sempre pronta pra socar enquanto o hino rolava alto. Ninguém nunca soube que a crente rabuda e o irmão casado estavam fodendo loucamente no banheiro da igreja, gozando pra caralho com o som do púlpito como trilha sonora.
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