A noite já tinha caído pesada, o céu escuro e sem estrelas. Renato mandou a mensagem com o coração acelerado, o pau já meia bomba só de imaginar a Ana saindo de casa sem calcinha. - Boa noite meu amor. Ana respondeu rápido, o emoji de risada na tela. - Boa noite garoto. - Garoto é? kkk. - Kkkkkkkk. Meu garoto. - Todinho seu kkk. - Que honra. - A honra é toda minha. - É né. - E o que mais é toda minha? - Hmmmm, literalmente tudo de tudo mesmo. - Então tô indo aí pegar o que é meu por direito kk. - Ahhhh, vai falar o que pro seu querido cunhado? - Ele não precisa saber, pois ele ainda acha que usa o que é meu também né? - Kkkkkkkkk. Tem esse porém. - Pois é, acha que eu fico como, sabendo que todo dia ele come a bucetinha que é por direito minha hein? kkk. - Todo dia? bom que fosse mesmo. - Então quer dizer que ele deixa minha princesa passando fome de pica é? - Eu quero e prefiro passar. - E por que quando minha pica tá por aí, você não me dá sossego? kkk. - Kkkkkkkkv. Você é um caso a parte. Renato riu sozinho no sofá, o pau latejando dentro da bermuda. - Então faz o seguinte por esse caso a parte, pede pro meu cunhadinho ir comprar uma pizza, diz que vou aí levar um jogo pra ele, daí você vai tá usando um vestido e sem calcinha viu, pois enquanto ele tiver fora, vou matar a vontade e saudade de comer essa xoxotinha. - Hoje seu cunhadinho tá tão estressado. Que eu prefiro sair. - Então pegue um Uber, venha aqui em casa, mas de vestidinho e sem calcinha viu? - Vamos sair, eu e meu garoto? - Vamos então amor. - Tá, você passa aqui então? - Tô indo com o carro, pois sem que você tem medo da moto. Sim sim. Passo sim. - Tenho medo de andar com você. Totalmente diferente. - Tem problema não, eu gosto de te causar essa sensação. Ele pegou o carro, acelerou até a casa dela e chegou buzinando sem parar, o som ecoando na rua quieta. Ana terminava de se arrumar no quarto, o vestido florido leve colando no corpo, sem calcinha nenhuma, a buceta raspadinha já umedecendo só de pensar. Ouviu as buzinas, riu e desceu correndo, abriu a porta de casa ainda rindo. Renato viu ela vindo sorridente, o vestido balançando nas coxas grossas, os peitos marcando levemente o tecido. - Muito bem, do jeito que eu pedi, agora me fala, tá sem calcinha mesmo? Ana abriu a porta do carro e sentou, fechando devagar. - Descobre com o tempo. - Haha miserável. Vamos por ali. - Aonde vai me levar em? Renato pegou a estrada em direção a um beco escuro, um pouco longe da casa, o lugar deserto, só postes velhos e mato alto. Entrou no beco, desligou o carro e virou pra ela, os olhos queimando de tesão. - Primeiro vamos ali rapidinho, depois vamos comer um japa haha. - Ali né. - Sim sim. - Amor… levanta o vestido vai, me mostra se tá mesmo sem calcinha. Ana olhou pros lados, o coração acelerado, subiu o vestido devagar até a cintura, revelando a buceta raspadinha, inchada, já brilhando de mel no escuro do carro. Renato babou de desejo na hora, a mão foi direto, alisando o grelinho inchado enquanto encostava a boca na dela devagar. Ana sentiu o dedo grosso dele circulando a rachinha quente, o mel escorrendo. Beijou de volta, a língua enrolando na dele. Renato tirou a mão devagar, mas Ana já subia pro colo dele, sentando bem em cima do pau duro sob a bermuda. Ele suspendeu o vestido, alisou a bunda redonda e continuou beijando a boca dela com fome. Ana se arrumou no colo, deu reboladas gostosas, o tecido da bermuda roçando na buceta molhada. Renato beijou com muita vontade, sentindo ela rebolar em cima dele, abriu a bunda com as duas mãos e passou o dedo na bucetinha por trás, molhando tudo. Ana soltou um suspiro fundo, desceu os beijos pro pescoço dele, falando baixinho no ouvido. - Tá do seu agrado? Renato socou o dedo e molhou na bucetinha da irma, em seguida foi passando ele cuzinho dela e forçando a ponta, enquanto continuou recebendo seus beijos no pescoço. - Aii está sim, você me deixa louco, sabia? Ana desceu a mão no peitoral dele, alisou o abdômen por baixo da camisa, depois olhou pra bermuda marcada. - É, tô percebendo mesmo. - Ele fica assim quando tá perto de você. - Só perto de mim? - Quando tá dentro de sua bucetinha também. Ana riu, mordendo os lábios. - Eu sei que você quer ele, então tira vai. Ela desceu a mão até a bermuda, apertou o volume por cima, em seguida foi deslizando a mão pra dentro da bermuda e soltando a pica do irmão pra fora. O pau escapou duro, cabeça e corpo inchados, veias pulsando, pré-gozo brilhando na ponta. - Que issooo? - Uma pica de verdade doida pra entrar em sua bucetinha. - Uma pica bem gostosa. - Você quer ela onde, hein? Ana não respondeu com palavras. Levantou um pouco do colo, encaixou devagar a cabeça da pica na buceta quente e sentou todo o pau de uma vez, engolindo até as bolas. Ela trocou beijos leves, sentando no pau todo, subindo e descendo devagar. Renato gemeu entre os beijos, segurando a bunda dela e dando tapas leves. Ana se segurou no banco, subiu e desceu mais devagar no pau, rebolando no fundo. - Assim, assim sua putinha, faz assim faaz. Ana sentiu os tapas, sentou devagar, gemendo baixo. - Aiiii bebê, que bucetinha gostosa é essa, eu não aguento contigo. - Todinha pra você. - Entao senta gostoso e delira vai. Que essa pica é toda sua. Ela subiu e desceu mais rápido, lábios próximos, conversando no meio dos gemidos. O pau inchou mais dentro da buceta molhada, a medida que Ana subia e descia. Renato beijava com vontade. - Bate bem gostoso nessa bunda. Renato surrava a bunda forte, o som de tapa ecoando no carro, enquanto o pau entrava e saía freneticamente. Ana sentou com mais firmeza, sentindo os tapas arderem gostoso e Renato abria sua bunda, enquanto macetava forte e aproveitando a oportunidade socou um dedo no cuzinho da irmã. Ela mordeu os lábios, delirando no colo dele. - Aperta a bucetinha no meu pau vai, deixa ela parada e rebola bem gostoso sentindo a cabeça da pica roçar na ponta do útero. - Que homem gostoso. Ana rebolou devagar no pau todo, apertando com a buceta. - Que mulher deliciosa e gostosa. Aiii assim eu não vou aguentar. Rebola, rebola apertando a buceta no meu pau vaaai. Ela deu sentadas e reboladas fortes, apertando o pau com a buceta gulosa. - Acaba com essa pica vai, mostra pra mim quem é que fode bem gostoso uma buceta no pau, vai cachorra. Renato socou forte de baixo pra cima, rápido pra caralho. Ana se soltou do banco, jogou o corpo pra trás, costas roçando no volante enquanto o irmão segurava suas pernas, arreganhando elas enquanto metia forte sem parar. - Aiiiiii essa socada é tão gostosa. Segurando as pernas dela bem abertas, buceta arreganhada, meteu firme e forte, o pau entrando e saindo freneticamente, barulho molhado de ploc ploc enchendo o carro. - Isso, fode sem parar vai. Metendo forte, sem parar, pica entrando e saindo da buceta molhada enquanto mordia os lábios dela. Ana subiu e desceu contra as socadas com o pau dele entrando e saindo, ele sentindo sua bucetinha extremamente molhada, fazendo aquele barulhinho gostoso de ploc ploc. Renato não aguentou e começou a macetar com raiva, enquanto as costas de Ana estava roçando no volante. - Assim vai, fode tudinho com força. Macetando e metendo forte sem parar, sentindo a buceta dela se contrair. Ana se ajeitou no colo ,rebolando bem gostoso e bem forte, enquanto Renato apertava sua cintura com força, pegou as mãos dele e passou em volta da cintura. Ela rebolou, sentada, delirando. - Você sabe como me enlouquece né. - Sei sim amor, você me enlouquece bem gostoso também. A pica contraiu dentro da buceta, Renato sentiu que não ia aguentar mais. - Da uma socada firme, pra eu gozar nesse pau. Segurou a cintura dela, tirou o pau todo pra fora e deu uma metida forte, depois outra ainda mais forte, socando fundo. Ana soltou um grito de prazer, mordeu os lábios e começou a gozar no pau, mel jorrando ao redor da pica. - Isso, isso sua putinha, tava sentindo falta de você gozar assim delirando na minha pica. Sentindo ela gozando, Renato socou mais forte na buceta gulosa de sua irmã safada. Ana tremia devagar no colo dele, pernas tremendo. Enquanto tremia, Renato prendeu o pau dentro da buceta e deu uns tapinhas fortes na bunda, sentindo a pica contrair e começar a gozar forte dentro dela, jatos grossos de porra quente enchendo o útero até transbordar. Ana alisou o rosto dele, ouvindo a respiração ofegante. - Que delícia de gozada… encheu tudo, amor… agora vamos comer aquele japa com sua porra escorrendo na minha buceta o tempo todo. Eles ficaram ali mais uns minutos, corpos suados colados, o carro embaçado, o beco escuro testemunhando tudo. Depois ligaram o carro, rindo baixo, e seguiram pra comer japonês, a buceta da Ana ainda latejando com a porra do irmão dentro, o vestido florido escondendo o segredo safado. O corno em casa nem sonhava que a esposa tinha acabado de gozar gritando no pau do cunhado num beco qualquer.
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