Eu já era grandinho, mas ainda morava em casa, e naquele dia era o aniversário dela. Resolvi fazer uma surpresa de verdade, daqueles abraços apertados que só filho sabe dar. Empurrei a porta do quarto devagarinho, sem acender a luz, e lá estava ela: de bruços na cama, pijama fino de algodão colado no corpo, a bunda enorme empinada pra cima como se estivesse me chamando. Caralho, que visão. Mesmo coberta, aquela bunda parecia duas melancias maduras, redonda, pesada, com a calcinha marcando o rego bem no meio. Meu pau acordou na hora, latejando dentro da cueca, inchando tanto que doía. Fiquei parado uns segundos só olhando, sentindo o cheiro dela no ar – aquele perfume misturado com sono quente, pele de mulher madura. Engoli seco e entrei debaixo das cobertas, de conchinha, colando meu peito nas costas dela. - Feliz aniversário, mãe... eu te amo pra caralho – sussurrei no ouvido dela, acordando devagar. Ela gemeu baixinho, ainda sonolenta, virou o rosto e sorriu. - Ai, meu filho... que surpresa gostosa. Vem cá, me abraça direito. Eu me grudei mais. Minha cabeça afundou entre os peitos enormes dela, aqueles dois melões macios, quentes, com os bicos já meio duros roçando minha bochecha por cima do pijama. Minha mão esquerda escorregou direto pra bunda, apertando devagar, sentindo a carne transbordar entre meus dedos. Era pesada, macia, quente pra porra. Apertei de novo, mais forte, e meu pau – já duro como pedra – encostou na coxa grossa dela. Pulsava sem parar, latejando contra a pele quente, deixando um rastro de pré-porra na cueca. Ficamos assim uns dez minutos longos, eu apertando aquela bunda, esfregando devagar, sentindo o calor dela subir. Meu coração batia na garganta. Ela respirava mais fundo, o peito subindo e descendo contra minha cara. De repente ela mudou de posição. Pegou minha mão esquerda e colocou direto nos peitos, apertando minha palma contra um bico duro. - Aperta aqui também, filho... mamãe gosta – murmurou com a voz rouca de sono. E então veio o golpe: ela empinou a bunda pra trás e colou bem no meu pau. Começou a fazer círculos lentos, esfregando aquela bunda gigante contra minha pica dura. Eu sentia cada detalhe – o tecido fino do pijama, o rego quente, a carne macia engolindo minha rola por cima da cueca. Meu pau pulsava forte, babando pré-gozo, e ela não parava. Cinco minutos inteiros de esfrega-esfrega, círculos, vai e vem, como se estivesse testando o tamanho. Eu estava louco, respirando pesado no pescoço dela, apertando o peito e a bunda ao mesmo tempo. - Mãe... sua bunda tá me deixando louco – eu gemi baixinho. Ela riu rouca, ainda esfregando. - Sente como tá dura, filho? Essa pica do meu menino tá pulsando tanto... mas agora eu vou fazer o café da manhã, tá? Fica à vontade aí na cama. Ela se levantou devagar, o pijama colado no corpo suado. Quando ficou de pé, olhou direto pro meu pau – que estava armando uma barraca enorme na cueca, cabeça inchada vazando. Sorriu de lado, os olhos brilhando. - Fica à vontade, filho. Vou fazer o café. Você dorme mais um pouco. Mas eu não dormi. Fiquei lá, pau latejando, mão ainda com o cheiro da bunda dela. Comecei a bater punheta devagar, lembrando da esfregada, imaginando aquela buceta madura molhada. Cinco minutos depois ela voltou, bandeja na mão com café fumando, só de pijama mesmo. Parou na porta e me pegou no flagra: mão na pica, puxando o prepúcio, cabeça vermelha brilhando de porra. - Olha só o que o meu filho tá fazendo... – disse baixinho, fechando a porta com o pé. – Tá pensando na mamãe, né? Colocou a bandeja na mesinha e veio devagar pra cama. Sentou na beirada, olhos fixos na minha pica. - Deixa eu ver direito essa rola dura, filho. Tira a cueca. Eu tirei rápido. Meu pau pulou pra fora, veias saltadas, cabeça roxa babando fio de pré-gozo. - Caralho, mãe... olha o tamanho – eu disse, voz tremendo. Ela lambeu os lábios. - Que pica linda, filho. Grossa, longa, cheia de veia... mamãe tá molhada só de olhar. Quer que eu cuide dela? - Quero, mãe... por favor, chupa essa pica do seu filho. Ela não esperou. Abaixou a cabeça e engoliu metade da minha rola de uma vez. Boca quente, língua girando no grelinho, sugando forte. Eu gemi alto. - Ahhh, mãe... que boca gulosa... chupa mais fundo, vai. Ela desceu até a garganta, engasgando um pouco, baba escorrendo pelo pau. Subia e descia, lambendo as bolas, chupando o saco inteiro enquanto a mão masturbava a base. Eu apertava os peitos dela por cima do pijama, beliscando os bicos. - Tira esse pijama, mãe... quero ver essa buceta. Ela parou só pra tirar tudo. Peitos enormes caíram livres, bicos marrons duros. Virou de quatro na cama, empinou aquela bunda gigante e abriu as pernas. - Olha aqui, filho. Buceta da mamãe tá encharcada pra você. Eu me ajoelhei atrás. Separei as nádegas com as mãos – cu rosado piscando, buceta inchada, lábios grossos brilhando de tesão, grelinho duro pra fora. Cheiro forte de mulher excitada me subiu no nariz. Passei a língua devagar no cu primeiro, lambendo em círculos. - Mmm, filho... lambe o cu da mamãe... isso, bem gostoso. Depois desci pra buceta. Suguei o grelinho, mordi de leve, enfiei a língua dentro do buraco quente e molhado. Ela tremia, empinando mais. - Ahhh, caralho... que língua boa, filho. Chupa minha bucetinha... mama o grelinho da mamãe. Eu enfiei dois dedos na buceta, mexendo rápido, enquanto lambia o cu. Ela gozou pela primeira vez, jorrando na minha boca, pernas tremendo. - Tô gozando, filho! Porra, que delícia... Levantei e bati a cabeça da pica na buceta dela. - Agora eu vou foder você, mãe. Vou meter essa pica toda na sua buceta quente. - Mete, filho... rasga a buceta da mamãe. Me fode como um homem de verdade. Empurrei devagar. A buceta dela era apertada pra caralho, quente, molhada, engolindo minha pica centímetro por centímetro. Quando bati fundo, ela gritou. - Ai, que pica grossa... tá me abrindo inteira, filho... vai, mete forte! Comecei a socar. Ploc ploc ploc, bolas batendo na bunda, suor escorrendo. Peguei os cabelos dela, puxei pra trás. - Gosta da pica do filho, hein, vadia? Fala. - Gosto pra caralho... fode sua mãe gostosa... mete mais fundo, enche minha buceta de porra! Mudei de posição. Deitei ela de lado, levantei uma perna e meti de novo, olhando aqueles peitos balançando. Depois pus ela por cima, cavalgando. Ela subia e descia, bunda batendo nas minhas coxas, peitos pulando na minha cara. Eu chupava os bicos enquanto ela rebolava. - Rebola nessa pica, mãe... faz esse cu gordo dançar. - Tá gostando, filho? Mamãe cavalgando sua rola dura... olha como tá molhada. Ela gozou de novo, apertando minha pica com a buceta, leite escorrendo pelas bolas. - Gozei de novo... agora quero no cu, filho. Me fode no cu. Cuspi na mão, passei no cu dela e no meu pau. Empurrei devagar. O cu era apertado pra porra, mas ela empinou e engoliu tudo. - Ai, que cu guloso... vai, filho, soca o cu da mamãe. Eu meti forte, mãos na bunda, dedos afundando na carne. Ploc ploc no cu, ela gemendo alto. - Fode meu cu, filho... rasga esse cuzinho... tô sentindo sua pica latejando. Depois de uns minutos eu não aguentava mais. - Mãe... tô quase gozando... onde quer a porra? - Dentro do cu, filho... enche o cu da mamãe de leitinho quente! Eu explodi. Jatos grossos de porra enchendo o cu dela, escorrendo quando tirei a pica. Ela virou, abriu a boca e chupou o resto, limpando tudo. - Delícia, filho... porra do meu menino é tão gostosa. Ficamos abraçados, suados, ofegantes. Ela passou a mão no meu pau mole. - Hoje é meu aniversário, mas o presente foi pra mim, né? Agora toda vez que quiser, filho... a buceta, o cu e a boca da mamãe são seus. Eu sorri, já sentindo o pau endurecendo de novo. - Então prepara, mãe... o dia mal começou. E assim continuou o dia inteiro – mais uma rodada na cozinha, ela debruçada na pia enquanto eu metia por trás, outra no banho, água caindo nos corpos, pica entrando no cu molhado. Ela não parava de falar sacanagem: - Olha essa pica subindo de novo... mamãe adora quando o filho fica duro pra ela. - Mete mais, filho... quebra minha buceta. Foi o aniversário mais safado da vida dela. E o meu também. A partir dali, toda manhã eu acordava grudadinho naquela bunda enorme, pronto pra mais uma foda gostosa com a mulher que me pariu.
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