Eu sempre soube que podia comer minha mãe se quisesse. Ela é viúva de si mesma há anos, desde o divórcio com meu pai, e mora sozinha naquela casa grande e quieta. Não come um pinto de verdade faz tempo pra caralho. Eu sinto isso toda vez que vou lá. Ela me abraça apertado, gruda o corpo mole e quente no meu, e eu dou aquela encostadinha “sem querer” na bunda gorda dela. Aquela bunda pesada, redonda, que balança quando ela anda de shortinho de algodão pela casa. Meu pau já endurece só de sentir o calor dela contra mim. Hoje eu decidi que ia passar do ponto. Peguei umas calcinhas dela no cesto de roupa suja ontem mesmo. Uma preta de renda, ainda com o cheiro forte de buceta velha, suada do dia todo. Botei na cara, lambi o fundinho onde o cu dela encostou, e bati uma punheta gostosa pensando nela gemendo meu nome. Gozei tanto que sujou tudo. Guardei a calcinha no bolso pra levar hoje. Cheguei na casa dela no fim da tarde, sol ainda quente, suor escorrendo nas costas. Ela abriu a porta de shortinho curto e blusa fina sem sutiã, os peitos grandes balançando livres, bicos marcando o tecido. - Oi meu filho, que saudade! Entra, tá calor pra burro hoje. Eu abracei ela forte, como sempre. Mas dessa vez não disfarcei. Minha mão desceu direto na bunda gorda, apertei com vontade, senti a carne macia transbordando entre meus dedos. Ela não se afastou. Pelo contrário, grudou mais, encostou a barriga na minha pica que já estava meia dura dentro da bermuda. - Nossa, você tá bem forte, hein? – ela riu baixinho, mas a voz saiu rouca. – Vem, escolhe o filme que eu faço pipoca. Sentamos no sofá da sala, luz baixa, só a TV iluminando. O filme era uma merda qualquer de ação, mas ninguém tava prestando atenção. Eu botei a mão na coxa dela, subi devagar, sentindo a pele quente e lisa. Ela abriu um pouquinho as pernas, sem falar nada. Meu coração batia forte. Cheguei no meio das coxas e toquei a buceta por cima do shortinho. Tava molhada pra caralho. O tecido já grudado na carne. - Mãe... você tá molhada assim por minha causa? – perguntei baixinho, apertando o grelinho dela com o dedo. Ela virou o rosto, olhos brilhando de tesão, respiração pesada. - Filho... eu esperei tanto tempo por isso. Faz anos que não sinto uma pica dura dentro de mim. Toca mais, vai... Eu enfiei a mão dentro do shortinho. A buceta dela era peluda, quente, molhada pra porra. Os lábios grossos escorregavam no meu dedo. Achei o grelinho inchado e comecei a rodar devagar. Ela gemeu baixo, jogou a cabeça pra trás. - Ai meu Deus... isso... mexe no grelinho da mamãe, filho. Tá tão bom... Eu tirei o shortinho dela de uma vez. A buceta apareceu toda aberta, brilhando de tesão, os pelos pretos molhados. A bunda gorda espalhada no sofá. Meu pau tava latejando dentro da bermuda. Tirei ele pra fora, grandão, cabeça vermelha, veias pulsando. Ela olhou e lambeu os lábios. - Que pica linda, filho... grossa, pesada. Vem, deixa a mamãe chupar. Ela se ajoelhou no chão na minha frente, pegou minha pica com as duas mãos e meteu na boca quente. Chupou com fome, lambendo a cabeça, descendo até o saco, sugando minhas bolas peludas. Eu segurava a cabeça dela, enfiando mais fundo na garganta. Ela babava tudo, cuspe escorrendo pelo queixo, olhos lacrimejando de tanto gosto. - Chupa gostoso, mãe... engole a pica do seu filho inteiro. Isso, assim... que boca gulosa da porra. Ela tirou um segundo pra respirar. - Filho, eu sonhei com isso tantas noites... quero teu gozo na minha boca primeiro. Eu fodi a boca dela mais rápido, segurando o cabelo, até sentir o gozo subindo. Jorreu forte, enchendo a garganta dela. Ela engoliu tudo, nem derrubou uma gota, lambendo depois a cabeça pra limpar. - Delicioso... agora vem, me come. Quero essa pica na buceta da mamãe. Eu deitei ela no sofá, abri as pernas grossas dela. A buceta piscava, molhada, aberta. Cuspi na mão, passei na cabeça da pica e meti devagar. A buceta dela era apertada pra caralho, quente como forno. Entrei até o fundo, senti o útero batendo na cabeça. Ela gritou de prazer. - Ai filho... que pica grande... tá me rasgando toda... mete mais fundo! Eu comecei a estocar forte, o sofá rangendo, a bunda gorda dela batendo contra minhas coxas. Cada metida fazia um barulho molhado de buceta sendo fodida. Eu pegava os peitos dela, apertava os bicos duros, chupava um enquanto metia. Ela gemia alto agora. - Mais rápido, filho! Fode a buceta da mamãe! Eu sou tua puta agora... me usa! Eu virei ela de quatro, bunda empinada pra mim. A bunda gorda tremia. Eu abri as nádegas, vi o cu rosadinho piscando. Lambi ali primeiro, língua fundo no cuzinho dela. Ela tremeu inteira. - Ai que delícia... lambe o cu da mamãe... ninguém nunca fez isso. Depois meti a pica na buceta de novo, segurando a cintura, socando forte. O barulho era obsceno: ploc ploc ploc, pele contra pele, porra e melado escorrendo pelas coxas dela. Eu bati na bunda gorda, deixei marca vermelha. - Toma, mãe... toma essa pica grossa no teu cu também depois. Hoje eu vou comer os dois buracos. Ela virou o rosto, olhos vidrados. - Come meu cu também, filho... eu quero sentir tudo. Sou tua vadia. Eu tirei da buceta, cuspi no cu dela, empurrei a cabeça da pica devagar. O cu apertou, resistiu, depois engoliu tudo. Quente, apertado pra caralho. Comecei a foder o cu dela com força, bolas batendo na buceta molhada. Ela gritava de prazer misturado com dor. - Ai porra... tá me arrombando o cu... mais fundo, filho! Goza dentro! Eu meti mais uns minutos, sentindo o cu apertar minha pica. Gozei de novo, enchendo o cu dela de porra quente. Ela gozou junto, buceta jorrando melado no sofá, corpo tremendo inteiro. A gente ficou ali ofegante. Mas não acabou. Eu peguei a calcinha que tinha roubado do cesto e mostrei pra ela. - Olha, mãe... eu roubei essa ontem. Bati punheta cheirando tua buceta suada. Ela riu safada, pegou a calcinha e esfregou na própria buceta ainda escorrendo porra. - Então você já tava louco por mim faz tempo... que filho safado. Vem, vamos pro quarto. Quero mais. No quarto dela, cama grande, cheiro de mulher madura. Eu deitei e ela subiu em cima, sentou na minha pica ainda dura. Cavalgou devagar primeiro, depois rápido, os peitos grandes balançando, bunda gorda batendo nas minhas coxas. Eu apertava o grelinho dela enquanto ela rebolava. - Monta gostoso, mãe... rebola essa buceta no pau do filho. Isso... que vadia gulosa. Ela gozou de novo, esguichando na minha barriga. Depois eu pus ela de lado, levantei uma perna e meti na buceta de novo, fundo, devagar, sentindo cada centímetro. Beijei a boca dela, línguas se enrolando, saliva misturada. - Eu te amo, filho... mas agora eu quero ser tua puta todo dia – ela sussurrou entre gemidos. - Você é minha puta agora, mãe. Toda vez que eu vier aqui, vou te encher de porra nos três buracos. A gente fodeu a noite toda. Eu comi a buceta, o cu, a boca. Gozei na cara dela, nos peitos, dentro da buceta de novo. Ela lambia tudo, pedia mais. De madrugada, exaustos, suados, grudados um no outro, ela falou baixinho: - Filho, na viagem de três noites que vamos fazer... eu quero que você me foda em todo lugar. No hotel, na praia, no carro... quero acordar com tua pica dentro de mim todo dia. Eu sorri, apertando a bunda gorda dela. - Pode deixar, mãe. Vou te encher tanto que você vai vazar porra a viagem inteira. No dia seguinte, antes de ir embora, eu ainda dei mais uma rapidinha na cozinha. Ela encostada na pia, shortinho abaixado, eu metendo por trás enquanto ela lavava a louça. Gozei dentro da buceta de novo e deixei escorrendo pela perna dela. - Agora vai pra casa pensando em mim, filho. E traz mais calcinhas minhas pra você cheirar. Eu saí dali com o pau dolorido de tanto foder, mas com o maior tesão da vida. A viagem de verão tá chegando. Três noites inteiras com ela. Imagina só: hotel com cama king, piscina, praia deserta. Eu vou comer essa buceta e esse cu o dia todo, fazer ela gritar meu nome, encher de porra até ela implorar pra parar. E toda vez que eu abraçar ela agora, não vai ser mais encostadinha leve. Vai ser mão na bunda, pica dura encostando, sussurrando no ouvido: - Hoje à noite eu vou te arrombar de novo, mãe. Ela vai sorrir, apertar minha pica por cima da calça e responder: - Vem logo, filho. A buceta da mamãe já tá molhada só de pensar. Essa é a nossa nova vida. Eu e minha mãe, fodendo como animais toda vez que der. E o melhor: ninguém nunca vai saber. Só eu, ela, e essa pica que agora é dela pra sempre.
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