A casa em Delhi ainda cheirava a curry e incenso mesmo depois da covid ter passado. Era 2023, eu com 22 anos, preso naquela rotina de faculdade online e trabalho remoto, e ela, minha mãe Priya, 46 anos, viúva desde os 40, andando pela sala de sari vermelho apertado no corpo curvilíneo que Deus parecia ter feito só pra me torturar. Ela era desi até o osso: pele morena dourada, cabelo preto longo até a cintura, seios grandes e pesados que balançavam quando ela se inclinava pra pegar algo no chão, bunda redonda e empinada que o sari mal conseguia esconder. Desde o lockdown eu não conseguia parar de olhar. Começou inocente, ou pelo menos eu fingia que era. Mas virou obsessão. Toda noite eu batia punheta pensando nela, imaginando aquela buceta madura e peluda me engolindo. Priya sabia. Ela sempre soube. Sorria de canto quando me pegava encarando, passava a mão no meu ombro “sem querer” roçando os peitos no meu braço. - Beta, você tá crescendo tanto... olha esses ombros largos – ela dizia baixinho quando estávamos só nós dois em casa. Eu respondia com a voz rouca: - Mãe, a senhora que tá linda demais, esse sari tá apertado hoje, hein? Ela ria, mas os olhos brilhavam safados. Um dia quente de maio, o ar-condicionado quebrado, suor escorrendo pelo corpo dela. Eu estava no sofá jogando no celular quando ela chegou da cozinha com um copo de água gelada. O sari grudado na pele, os mamilos escuros marcando o tecido fino. - Beta, minha coluna tá doendo tanto hoje... você pode me dar aquela massagem que eu gosto? – pediu ela, já se sentando de costas pra mim no sofá. Meu coração disparou. - Claro, mãe. Deita aqui no meu colo que eu faço direitinho. Ela obedeceu, deitou de bruços com a cabeça no meu colo, o rosto virado pro lado, respirando quente na minha coxa. Minhas mãos começaram nos ombros, por cima do sari, mas logo desceram. Apertei os músculos, senti a pele quente por baixo do tecido. - Tá gostoso assim, mãe? – perguntei, a voz já grossa. - Hummm... continua, beta... mais embaixo – ela murmurou. Desci as mãos até a lombar, os dedos roçando a curva da bunda. Ela não reclamou. Eu fiquei mais ousado, massageei as nádegas por cima do sari, apertando devagar. Meu pau já tava duro pra caralho, latejando contra a cabeça dela. Priya sentiu. Virou o rosto um pouco e sorriu. - Beta... você tá excitado né? Eu sinto sua pica dura aqui no meu rosto. Não precisa esconder, filho. Eu sei que você quer a mamãe há muito tempo. Eu engoli seco. - Mãe... eu não aguento mais. Desde a covid eu só penso na sua buceta, nesses peitos grandes... me deixa tocar de verdade hoje? Por favor. Ela ficou em silêncio uns segundos, depois virou de lado, olhando direto nos meus olhos. - Então toca, beta. Mas devagar... a mamãe também tá molhada faz tempo. Minhas mãos tremiam quando puxei o sari pra cima. A calcinha preta de renda apareceu, já com uma mancha molhada no meio. Afastei o tecido e vi a buceta dela: lábios grossos, peluda, o grelinho inchado brilhando de tesão. - Caralho, mãe... que buceta linda e madura... tá encharcada pra mim? – sussurrei, passando o dedo devagar na fenda. Ela gemeu alto. - Sim, beta... sua mamãe tá molhada toda vez que você me olha. Enfia o dedo, filho... sente como a buceta da mamãe aperta. Enfiei dois dedos devagar. Quente, escorregadia, os músculos sugando meus dedos como se quisessem mais. Ela rebolava devagar no meu colo. - Ai, beta... assim... mexe no grelinho da mamãe... ele tá tão sensível hoje. Meu pau tava babando pré-gozo na cueca. Tirei ele pra fora, 20 centímetros grossos, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando. Priya olhou e mordeu o lábio. - Que pica enorme, meu filho... maior que a do seu pai. Vem, deixa a mamãe chupar. Ela se virou, abriu a boca e engoliu a cabeça da minha pica de uma vez. - Hummmm... gosto de porra jovem... – murmurou com a boca cheia. Chupava gulosa, lambendo as bolas, descendo a língua até o cu. Eu segurava o cabelo dela e fodia sua boca devagar. - Mãe... que boca quente... chupa mais fundo, engole a pica do seu filho inteiro. Depois de minutos babando, ela tirou e subiu em cima de mim, tirando o sari todo. Os peitos pularam livres: mamilos escuros, grandes, duros. - Mama os peitos da mamãe, beta. Morde eles. Chupei um mamilo enquanto apertava o outro, ela gemendo alto. - Ai, filho... assim... a buceta tá pingando no seu pau agora. Ela desceu, posicionou a cabeça da minha pica na entrada da buceta e sentou devagar. - Uhhhhh... que pica grossa abrindo a buceta da mamãe... tá esticando tudo, beta... – gemeu, descendo centímetro por centímetro até eu estar todo enterrado. A buceta dela era apertada pra caralho, quente, molhada, sugando minha pica como um vácuo. Comecei a meter pra cima, segurando aquela bunda grande. - Mãe... que buceta gulosa... tá me apertando tanto... vou te foder todo dia agora. Ela cavalgava forte, os peitos balançando na minha cara, suor escorrendo entre nós. - Sim, beta... fode a mamãe... mete essa pica fundo na buceta da sua mãe desi... eu sou sua puta agora, filho. Gozei primeiro, enchendo ela de porra quente. Ela continuou rebolando até gozar também, tremendo, apertando minha pica com espasmos. - Ai, beta... a mamãe tá gozando na pica do filho... tá saindo tanto melzinho... Não paramos aí. Levantei ela, coloquei de quatro no sofá. A bunda empinada, o cu piscando. Passei a língua no cu dela primeiro, lambendo o gosto salgado. - Mãe... esse cu é meu também. Vou comer ele hoje. Ela olhou pra trás, olhos cheios de tesão. - Come o cu da mamãe então, beta... enfia essa pica grossa no meu cuzinho apertado. Cuspi na rola, empurrei devagar. O cu dela resistiu no começo, depois abriu e engoliu tudo. - Caralho... que cu apertado... tá me esmagando, mãe... – gemi, metendo devagar no começo, depois mais forte. Ela gritava de prazer. - Mais forte, filho... rasga o cu da mamãe... eu adoro pica no cu... mete tudo, beta! Fodi o cu dela por uns 15 minutos, trocando de buraco às vezes: tirava do cu e enfiava na buceta, depois voltava. Ela gozou de novo, jorrando squirt no sofá. - Beta... a mamãe tá molhando tudo... continua... enche o cu da mamãe de porra! Gozei pela segunda vez, enchendo o cu dela até transbordar. Depois caímos no sofá, suados, abraçados. Mas a noite tava só começando. No dia seguinte, acordei com ela chupando meu pau de novo na cama. - Bom dia, meu amor... a mamãe acordou com saudade dessa pica – disse ela, lambendo a cabeça. Passei o dia inteiro fodendo ela pela casa: na cozinha, enquanto ela cozinhava, levantei o sari e meti por trás, gozando na buceta enquanto ela mexia o dal. - Mãe... tô gozando dentro de novo... segura a porra na buceta pra mim. - Sim, beta... a buceta da mamãe é só pra guardar a porra do filho. À noite, no quarto dela, fizemos 69 por horas. Eu chupando o grelinho inchado, enfiando a língua na buceta e no cu, ela engolindo minha pica até a garganta. - Mãe... seu melzinho é o melhor gosto do mundo... vou lamber essa buceta todo dia. Ela respondia com a boca cheia: - E eu vou mamar essa pica jovem até você não aguentar mais, filho. Viramos amantes de verdade. Toda vez que meu pai (que na verdade já tinha morrido anos antes, mas na cabeça dela era o fantasma da culpa) não tava, a gente se pegava. Eu massageava ela, mas agora sem roupa, dedos na buceta, língua no cu. Ela me provocava o dia inteiro: - Beta, olha como a mamãe tá sem calcinha hoje... quer sentir? E eu sentia, metia os dedos, chupava o grelinho até ela gozar de pé na sala. Uma vez, no banheiro, ela me chamou pra tomar banho junto. Água quente caindo, eu ensaboei aqueles peitos enormes, depois enfiei a pica entre eles e fodi os peitos dela. - Mama, que tetas macias... vou gozar nos seus peitos. Ela abriu a boca pra pegar o jato. - Joga tudo na boca da mamãe, beta... quero beber a porra do meu filho. A obsessão virou vício. Eu vivia com o pau duro só de pensar nela. E ela, a mãe desi tradicional por fora, puta safada por dentro, me dava tudo: buceta, cu, boca, peitos. Nunca mais teve culpa. Só tesão puro. Meses depois, numa noite quente, ela deitou de costas na cama, pernas abertas. - Vem, beta... fode a mamãe devagar hoje... quero sentir cada centímetro. Entrei devagar, olhando nos olhos dela. - Mãe... eu te amo pra caralho... e amo essa buceta apertada. Ela sorriu, apertando os músculos. - Eu também te amo, meu filho... agora mete fundo e enche a mamãe de porra mais uma vez. E eu meti. Forte, fundo, apaixonado. Gozamos juntos, corpos colados, suor e porra misturados. Era nosso segredo. Delhi dormia lá fora, mas dentro de casa, a mãe e o filho viviam o prazer mais intenso que alguém pode imaginar.
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