Minha irmã mais velha: uma aventura incestuosa lésbica!
Eu não conseguia tirar os olhos da minha irmã mais velha enquanto ela andava pela sala de casa naquele dia quente de verão. Ela tem uns dez anos a mais que eu e sempre foi a gostosa da família, corpo cheio de curvas que faz qualquer uma babar. A blusa fina e folgada que ela usava grudava no suor da pele e os mamilos dela marcavam o tecido o tempo todo, dois pontinhos duros que subiam e desciam com cada respiração. Quando ela se abaixava pra pegar o controle remoto caído no chão ou pra arrumar as almofadas do sofá, a blusa abria um pouco e eu via tudo, as tetas pesadas balançando livres, os bicos rosados e inchados roçando o ar. Meu coração batia forte e lá embaixo minha buceta começou a latejar como se tivesse vida própria. Senti meu grelinho inchando rápido, duro feito uma mini pica, pulsando contra a calcinha fina que eu usava. Era uma ereção enorme no meu clitóris, latejando tanto que eu precisava apertar as coxas pra não gemer ali mesmo. Ela percebeu. Claro que percebeu. Eu estava sentada no sofá fingindo olhar o celular mas meus olhos grudavam nela o tempo todo. A cada vez que ela se virava, dava uma olhadinha rápida pra minha cara corada e depois descia o olhar pro meio das minhas pernas, onde eu já devia estar com uma mancha úmida na shortinho. Nós sempre tivemos um relacionamento aberto pra caralho, conversávamos sobre tudo, sobre os caras que comiam mal, sobre as garotas que nos deixavam molhadas, sobre orgasmos que não vinham. Mas nunca tínhamos falado sobre a gente. Hoje eu queria que ela falasse. Queria que ela dissesse alguma sacanagem, que pedisse pra ver minha buceta molhada ou que confessasse que também estava com a bucetinha coçando só de me ver babando nela. - Ei mana, tá tudo bem aí? Você tá com a cara vermelha pra caralho e não para de me olhar. Tá sentindo calor ou é outra coisa que tá te deixando assim? A voz dela saiu baixa, maliciosa, enquanto ela se aproximava do sofá e sentava bem do meu lado. O perfume dela misturado com suor invadiu meu nariz e minha buceta contraiu sozinha, soltando mais um fiozinho de mel que escorreu pra calcinha. Eu engoli seco e respondi tremendo. - Não sei não, mana. É que essa blusa sua tá marcando tudo e quando você se abaixa eu vejo suas tetas balançando soltas. Me deixou com o grelinho duro pra porra, latejando que nem uma pica pequena querendo gozar. Ela riu baixinho, mas não se afastou. Pelo contrário, chegou mais perto e colocou a mão na minha coxa, os dedos quentes subindo devagar. - Olha só pra você confessando assim de uma vez. Sempre soube que você me achava gostosa, mas ouvir isso saindo da sua boca tá me deixando molhada também. Quer ver melhor? Quer que eu tire a blusa pra você olhar direito essas tetas que te deixam com ereção no clitóris? Eu fiz que sim com a cabeça, sem conseguir falar. Ela puxou a blusa por cima da cabeça num movimento lento e as tetas pularam livres, pesadas, os mamilos duros apontando pra mim. Eram maiores do que eu imaginava, aureolas largas e rosadas, brilhando de suor. Ela pegou uma teta na mão e apertou, fazendo o bico ficar ainda mais duro. - Tá vendo? Eles ficam assim o dia todo quando eu tô sem sutiã. E agora que você admitiu que tá com a buceta molhada por causa deles, eu quero ver a sua também. Tira esse shortinho e mostra pra mana como seu grelinho tá inchado. Minhas mãos tremiam enquanto eu tirava o short e a calcinha de uma vez. Minha buceta apareceu inchada, os lábios grandes e vermelhos, mel escorrendo pela bunda e molhando o sofá. Meu grelinho estava enorme, vermelho, pulsando no ar como uma pica minúscula pedindo pra ser chupada. Ela olhou fixo e mordeu o lábio. - Caralho mana, que buceta linda e molhada. Olha o tanto de creme que tá saindo daí. Seu grelinho tá duro feito pica, latejando pra mim. Posso tocar? Quero sentir se tá tão quente quanto parece. - Pode sim, mana. Toca aí, por favor. Eu tô louca pra gozar desde que vi você se abaixando hoje. Esfrega meu grelinho enquanto eu olho suas tetas. Ela não esperou segunda vez. Os dedos dela deslizaram pela minha fenda, abrindo os lábios e espalhando o mel todo. Quando o polegar encostou no meu grelinho inchado eu gemi alto, o corpo arqueando. Ela começou a rodar devagar, circulando o pontinho duro, apertando de leve como se estivesse masturbando uma pica de verdade. - Assim mana? Tá gostoso? Olha como seu cu tá piscando também, todo molhadinho. Quer que eu enfie um dedo aí enquanto eu esfrego essa pica de clitóris que você tem? - Quero, mana. Enfia no meu cu, vai fundo. Eu adoro sentir o cu apertado sendo fodido enquanto o grelinho leva pressão. Ela cuspiu na mão, molhou dois dedos e levou até minha bundinha. O primeiro entrou fácil, escorregando pro fundo do meu cu quente e apertado. O segundo foi junto e ela começou a foder devagar, entrando e saindo enquanto o polegar não parava de esfregar meu grelinho. Eu estava babando, os olhos fixos nas tetas dela balançando com o movimento do braço. Minha buceta soltava mais creme, escorrendo pelos dedos dela e pingando no sofá. - Goza pra mim mana. Deixa eu ver essa buceta contraindo e jorrando. Imagina que é minha língua chupando esse grelinho duro feito pica. Eu gozei forte, o corpo tremendo inteiro, o cu apertando os dedos dela e a buceta espirrando um jato fino de porra que molhou a mão toda. Ela não parou, continuou fodendo meu cu e esfregando até eu parar de tremer. - Boa garota. Agora é minha vez. Tira minha calcinha e me mostra o que você sabe fazer com essa boca safada. Eu me ajoelhei no chão entre as pernas dela e puxei a calcinha pra baixo. A buceta da minha irmã apareceu linda, lábios carnudos, grelinho grande e inchado, todo brilhando de tesão. O cheiro era doce e forte, me deixou com água na boca. Eu abri as pernas dela mais e enfiei a cara ali, lambendo da bundinha até o grelinho. - Caralho mana, sua buceta tá deliciosa. Tão molhada e quente. Vou chupar esse grelinho até você gozar na minha boca. - Chupa mana, vai fundo. Lambe meu cu também, enfia a língua lá dentro enquanto eu aperto minhas tetas pra você. Eu obedeci. Minha língua rodava no grelinho dela, chupando forte como se fosse uma pica, sugando o pontinho inchado enquanto dois dedos meus entravam na buceta apertada dela. Depois desci e lambi o cu, furando a linguinha no buraquinho enrugado e sentindo ela gemer alto. Ela segurava minhas orelhas e rebolava na minha cara, molhando meu nariz e queixo todo. - Isso mana, come meu cu com a língua. Agora volta pro grelinho e enfia três dedos na minha buceta. Quero gozar jorrando na sua cara. Eu enfiei três dedos fundo, fodendo rápido enquanto chupava o grelinho sem parar. Ela gozou gritando, a buceta apertando meus dedos e soltando um jato grosso que molhou minha boca e peito. Eu engoli tudo que pude, lambendo até limpar cada gota. A gente não parou por aí. Ficamos ali no sofá, suadas e meladas, respirando pesado. Ela me puxou pro colo e começou a beijar minha boca, sentindo o gosto da própria buceta na minha língua. - Mana, você me deixou louca. Nunca pensei que ia querer tanto comer a buceta da minha irmãzinha. Mas agora eu quero mais. Quero que a gente se masturbe olhando uma pra outra o dia todo. Traz aquele vibrador que você tem escondido no quarto e vamos foder nossos cus e bucetas juntas. Eu corri pro quarto e voltei com o vibrador grosso, daqueles que tem formato de pica real, com veias e tudo. Ela pegou e ligou na velocidade média, passando na própria buceta primeiro. - Olha mana, vou enfiar essa pica de borracha na minha buceta enquanto você esfrega seu grelinho. Depois trocamos. Ela abriu as pernas e enfiou o vibrador devagar, gemendo enquanto a buceta engolia tudo. Eu sentei de frente, abrindo minha buceta com os dedos e esfregando o grelinho duro com dois dedos. - Tá vendo mana? Meu grelinho tá de novo duro feito pica por causa de você. Olha como ele pulsa enquanto eu vejo você fodendo sua buceta com essa pica grande. - Sim mana, continua. Agora enfia um dedo no seu cu e outro no meu enquanto eu aumento a velocidade. Quero ver nós duas gozando ao mesmo tempo. A gente ficou assim por minutos, dedos invadindo cus apertados, vibrador entrando e saindo da buceta dela fazendo barulho molhado, meus dedos no meu grelinho rodando rápido. O cheiro de buceta e suor enchia a sala. Eu gozei primeiro de novo, o cu piscando e a buceta jorrando no chão. Ela veio logo depois, tirando o vibrador e deixando a buceta contrair no ar, soltando mais porra que escorreu pela bunda. Depois disso a gente deitou no sofá, corpos colados, tetas contra tetas, bucetas ainda latejando uma contra a outra. Ela passou a mão no meu cabelo e sussurrou. - Mana, isso foi só o começo. Amanhã eu quero que você me foda com esse vibrador enquanto eu chupo seu grelinho. E depois vamos experimentar enfiar coisas no cu uma da outra até não aguentar mais. Você me deixa com vontade de gozar o tempo todo também. Eu sorri, ainda sentindo o mel escorrendo entre minhas pernas. - Pode deixar mana. Eu sou sua pra sempre agora. Minha buceta, meu cu e meu grelinho duro são todos seus. A gente ficou ali abraçada, corpos melados, respirando o cheiro de sexo no ar, sabendo que dali pra frente cada dia ia ser uma nova sacanagem entre irmãs. Meu coração batia forte só de imaginar todas as vezes que eu ia ver aqueles mamilos marcando a blusa e saber que logo mais ela ia me pedir pra chupar, lamber, foder e gozar juntas de novo. Era o começo de uma loucura deliciosa que eu nunca mais ia conseguir parar de pensar.
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