Eu sempre soube que minha tia Ana me excitava demais, de um jeito que ia além do normal. Desde moleque eu já sentia aquele fogo quando ela chegava pra visitar a família, com aquele sorriso safado e o corpo que parecia feito pra foder. Agora, adulto, com 28 anos, nada mudou. Ela continuava sendo a gata dos meus sonhos, a tia casada que eu queria comer todo dia. O fato de ela ser irmã da minha mãe e ter o tio Carlos em casa só deixava minha pica latejar mais forte. Eu não conseguia olhar pra ela sem imaginar chupando aqueles peitos grandes, lambendo a bunda redonda e enfiando minha rola dura bem fundo na buceta molhada dela. Todo fim de semana eu ia pra casa dela ajudar com alguma coisa, só pra ter a chance de encostar, apertar aquela bunda por baixo da roupa e sentir o cheiro dela. Assistia pornô de incesto toda noite pensando nela, batendo punheta imaginando o dia que eu ia foder minha tia como se ela fosse minha puta particular. Aquele sábado foi diferente. O tio Carlos tinha viajado pra uma obra no interior e só voltava na semana seguinte. Eu cheguei na casa dela de manhã, fingindo que ia consertar o computador que estava travando. Tia Ana abriu a porta de shortinho jeans justo e uma blusinha fina, sem sutiã, os mamilos marcando o tecido. Porra, meu pau já deu sinal de vida só de ver ela ali, sorrindo como sempre. - Oi, meu sobrinho lindo, entra aí. Que bom que você veio ajudar a tia. O computador está uma merda hoje. Eu entrei, sentindo o perfume dela no ar, aquele cheiro de mulher madura que me deixava doido. Ela se abaixou pra pegar o cabo do mouse e eu não resisti, encarei aquela bunda empinada, as coxas grossas apertadas no short. Meu coração batia forte, a pica inchando na calça. A gente foi pro escritório, ela sentou na cadeira e eu fiquei atrás, fingindo mexer no teclado. Mas minha mão escorregou, sem querer, e roçou na cintura dela. Ela deu um suspiro baixo, mas não disse nada. Eu apertei de leve, sentindo a pele quente. - Cuidado aí, hein, não vai me bagunçar toda. Eu ri, mas por dentro estava explodindo. Continuei mexendo no PC, mas minha outra mão desceu e apertou a bunda dela por cima do short. Era macia, redonda, perfeita pra eu enfiar o rosto e lamber o cu. Ela congelou por um segundo, virou o rosto e me olhou com aqueles olhos castanhos que misturavam surpresa e desejo. - Ei, o que você está fazendo? Isso não é certo, meu filho. Mas ela não afastou minha mão. Eu apertei mais, sentindo a carne ceder entre meus dedos, e respondi baixinho, a voz rouca de tesão. - Tia, eu não aguento mais fingir. Você me excita pra caralho desde sempre. Eu quero te comer, quero lamber sua buceta, enfiar minha pica dura em você até você gozar gritando meu nome. Ela respirou fundo, os peitos subindo e descendo rápido, os mamilos agora bem duros marcando a blusa. Eu vi o conflito no rosto dela, ela me via como filho, mas também me achava gostoso, tinha confessado isso uma vez depois de umas taças de vinho. A mão dela tremeu no mouse. - Não, meu sobrinho... você é como um filho pra mim. Seu tio... isso é errado pra cacete. Para com isso antes que a gente se arrependa. Mas eu não parei. Desci a mão pro meio das pernas dela, por cima do short, e senti o calor da buceta. Ela estava molhada, o tecido úmido. Eu esfreguei devagar, circulando o grelinho que já inchava. Tia Ana soltou um gemido baixo, as pernas abrindo um pouco contra a vontade. - Ai, meu Deus... para... mas... continua um pouquinho. Eu sorri, virei a cadeira dela pra mim e me ajoelhei entre as pernas. Puxei o short pra baixo junto com a calcinha, revelando a buceta peladinha, rosada, brilhando de tesão. O grelinho estava inchado, pedindo boca. O cheiro dela subiu forte, doce e safado, me deixando louco. - Olha só essa buceta linda, tia. Toda molhada pra mim. Eu sonhei tanto com isso. Ela tentou fechar as pernas, mas eu segurei e enfiei o rosto. Minha língua lambeu devagar do cu até o grelinho, saboreando o gosto salgado e quente. Ela arqueou as costas, segurando minha cabeça. - Ahhh... que delícia... lambe mais, meu sobrinho safado. Chupa o grelinho da tia, vai... não para. Eu chupei com fome, sugando o clitóris inchado, enfiando a língua na buceta apertada que pingava mel. Meu dedo entrou no cu dela, girando devagar, sentindo o anel apertado piscar. Tia Ana gemia alto agora, rebolando na minha cara. - Isso, enfia o dedo no meu cu... ai, porra, você é melhor que seu tio. Chupa minha buceta toda, eu quero gozar na sua boca. Eu acelerei, dois dedos na buceta, um no cu, língua no grelinho sem parar. Ela tremeu toda, apertou minha cabeça e gozou forte, jorrando na minha língua, o suco quente escorrendo no meu queixo. Eu lambi tudo, não desperdicei uma gota. - Boa, tia. Agora é minha vez. Eu levantei, tirei a calça e mostrei minha pica dura, latejando, a cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Ela olhou com olhos arregalados, a mão tremendo ao tocar. - Meu Deus, que pica grossa... maior que a do seu tio. Vem, deixa a tia chupar. Ela se ajoelhou no chão do escritório, pegou minha rola com as duas mãos e enfiou na boca quente. Chupou com vontade, lambendo as bolas, enfiando fundo até a garganta, babando tudo. O som molhado enchia o quarto. - Chupa gostoso, tia. Engole essa pica toda. Eu vou foder sua boca como uma puta. Ela gemeu com a boca cheia, acelerando, uma mão massageando minhas bolas. Eu segurei o cabelo dela e meti mais fundo, fodendo a garganta dela. Lágrimas de tesão escorriam no rosto dela, mas ela não parava. - Isso... engole... vou gozar na sua boca se você quiser. Mas ela tirou a pica, ofegante, e me puxou pra cima. - Não, eu quero você dentro de mim. Me fode agora, meu sobrinho. Enfia essa pica na buceta da tia. Eu levantei ela, tirei o resto da roupa e joguei na mesa. Os peitos grandes balançaram, mamilos escuros duros. Eu chupei um, mordendo de leve, enquanto enfiava dois dedos na buceta encharcada. Ela rebolava, pedindo mais. - Mete logo, por favor. Eu estou louca pra sentir você me rasgando. Eu posicionei a cabeça da pica na entrada molhada e empurrei devagar, sentindo a buceta apertada me engolir centímetro por centímetro. Quente, molhada, sugando. Quando estava todo dentro, comecei a meter forte, batendo fundo, as bolas estalando na bunda dela. - Ai, que delícia... fode mais forte, meu amor. Rasga a buceta da tia com essa pica grossa. Eu metia sem parar, segurando a bunda dela, os dedos afundando na carne. O suor escorria nos corpos, o som de pele batendo ecoava. Eu virei ela de quatro na mesa, lambi o cu de novo, enfiando a língua fundo enquanto metia os dedos na buceta. - Olha esse cu gostoso, tia. Um dia eu vou foder ele também. Ela empinou mais, gemendo. - Hoje não... mas fode minha buceta até eu gozar de novo. Mete fundo, enche a tia de porra. Eu voltei a meter, agora mais rápido, segurando o cabelo dela como rédea. A buceta apertava minha pica, o grelinho roçando no meu pau a cada estocada. Ela gozou de novo, gritando, as paredes pulsando em volta de mim. - Estou gozando... ai, porra... não para! Eu não parei. Continuei fodendo até sentir as bolas apertarem. Gozei forte dentro dela, jorrando porra quente, enchendo a buceta até escorrer pelas coxas. - Toma, tia... toda a porra do sobrinho na sua buceta casada. Nós caímos no chão, ofegantes, mas o tesão não acabou. Depois de uns minutos eu levantei ela e levei pro quarto. Tirei o resto da roupa dela e nós entramos no banheiro. Debaixo do chuveiro quente eu lavei a buceta dela com a língua de novo, chupando meu próprio gozo misturado com o dela. Ela gemeu, segurando minha cabeça. - Você é louco... mas eu adoro. Chupa tudo, limpa a tia. Depois eu a encostei na parede do box, levantei uma perna dela e enfiei a pica de novo, agora devagar, sentindo cada dobra molhada. A água escorria nos corpos, misturando com suor e porra. - Fode devagar agora... deixa eu sentir cada centímetro dessa pica. Eu meti assim por minutos, beijando a boca dela, chupando a língua, apertando os peitos. Depois virei ela de costas, enfiei de novo e comecei a estocar enquanto lambia o pescoço. - Olha como sua buceta engole tudo. Você é minha puta agora, tia. Só minha. Ela rebolava contra mim. - Sim... eu sou sua puta. Fode a tia quando quiser. Seu tio nunca me comeu assim. Nós gozamos juntos de novo no chuveiro, eu enchendo ela mais uma vez. Depois secamos e fomos pra cama. Ali eu a fiz deitar de bruços, abri a bunda grande e lambi o cu com calma, enfiando a língua fundo, sentindo o gosto proibido. Ela gemia no travesseiro. - Ai, que safadeza... lambe meu cu, meu sobrinho. Enfia a língua toda. Eu lambi até ela estar babada, depois enfiei dois dedos, abrindo devagar. Minha pica já dura de novo encostou no cu. - Hoje eu quero foder esse cu também. Deixa? Ela hesitou, mas o tesão venceu. - Vai devagar... eu nunca deixei ninguém fazer isso. Eu cuspi na rola, na bunda dela, e empurrei a cabeça devagar. O cu apertado cedeu, engolindo minha pica centímetro por centímetro. Quente, apertado pra caralho. Quando estava todo dentro eu parei, deixando ela acostumar. - Respira... agora eu vou meter. Comecei devagar, depois mais forte, fodendo o cu da minha tia enquanto ela gemia alto. - Ai, que gostoso... fode o cu da tia... mete mais fundo. Eu metia com força, uma mão no grelinho dela, esfregando rápido. Ela gozou de novo, o cu apertando minha pica como um torno. Eu não aguentei e gozei dentro do cu, enchendo de porra quente. - Toma no cu também... toda a porra. Nós ficamos abraçados na cama, suados, o quarto cheirando a sexo. Ela virou o rosto e me beijou. - Isso foi loucura... mas foi o melhor sexo da minha vida. Você me comeu melhor que qualquer um. Eu sorri, acariciando a bunda dela. - Vai ser nosso segredo, tia. Toda vez que o tio viajar eu venho aqui e fodo você de novo. Ela riu baixinho, já com tesão de novo. - Combinado. Agora descansa um pouco... daqui a pouco eu quero chupar essa pica até você ficar duro de novo. E assim foi o resto da tarde. Nós fodemos mais duas vezes: uma na cozinha, eu sentado na cadeira e ela cavalgando minha pica, rebolando o grelinho no meu pau enquanto eu chupava os peitos; outra no sofá, eu deitado e ela sentando na minha cara, esfregando a buceta molhada na minha língua enquanto chupava minha rola em 69. Eu lambi tudo, chupei o cu de novo, enfiei dedos em todos os buracos. Ela gritava meu nome, chamava de sobrinho safado, pedia porra, pedia pra eu encher os dois buracos. No final do dia, quando o sol já baixava, ela me levou até a porta, ainda só de robe aberto, a buceta vermelha e inchada, o cu brilhando de porra seca. - Volta amanhã, meu amor. A tia já está com saudade dessa pica. Eu apertei a bunda dela uma última vez e saí, a cabeça cheia de imagens dela gemendo, gozando, tomando minha porra. De agora em diante, minha tia não era mais só fantasia. Era minha amante secreta, a buceta e o cu que eu ia comer sempre que pudesse. E toda noite eu ia dormir pensando no próximo encontro, batendo punheta relembrando o gosto dela. O que começou como um conserto de computador virou o dia mais safado da minha vida. E eu sabia que ia repetir muito mais. Porque agora eu tinha provado a buceta da tia Ana, e nada mais ia ser igual.
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