Papai dirigindo e abrindo o jogo pra mim!

Eu tinha acabado de fazer 18 anos e aquela noite parecia comum no começo, só eu e meu pai voltando de uma viagem longa pela estrada escura. O carro era velho, o banco do passageiro bem colado no dele, e eu estava usando aquele vestido decotado que eu tinha escolhido de propósito, o tecido fino colando no corpo e mostrando bastante do meu peito, os mamilos já marcando de leve porque o ar da noite entrava pela janela entreaberta. Meu pai dirigia concentrado, uma mão no volante e a outra descansando na coxa, mas eu sentia o clima mudar devagar, como se ele estivesse esperando o momento certo pra soltar aquela história que ele vinha segurando.
De repente ele pigarreou e começou a falar baixo, a voz rouca misturada com o barulho do motor. - Sabe, filha, minha pica é uma parada que eu não controlo direito não. Ele é grande pra caralho, grosso, veiaço, e quando fica duro é como se tivesse vida própria, latejando forte e querendo meter em qualquer buraco quente que aparecer na frente.
Meu coração deu um pulo dentro do peito. Eu estava sentada bem pertinho dele, nossa pernas quase se encostando no espaço apertado, e só de ouvir aquilo minha buceta reagiu na hora, um calor subindo devagar e deixando tudo molhado lá embaixo. O vestido subia um pouco nas coxas e eu sentia o tecido roçando na pele arrepiada. Tentei disfarçar a voz, mas a curiosidade e o tesão me fizeram abrir a boca. - Peraí, pai, como assim? Conta mais, eu não entendi direito essa história da sua pica ficar dura do nada.
Ele deu um sorrisinho de canto de boca, sem tirar os olhos da estrada escura, mas eu vi o volume na calça dele crescer um pouquinho só de falar. - Ah, é isso mesmo, filha. Imagina uma pica enorme inchando dentro da calça, cabeça grossa, pesada, pulsando e babando pré-gozo quando eu penso em uma buceta apertadinha, molhada, querendo levar vara. Mas eu não posso controlar, sabe? Ela endurece e fica latejando, querendo foder sem parar.
Eu me mexi no banco, aproximando mais o corpo, o joelho roçando na perna dele. Minha buceta já estava encharcada, o grelinho inchando e latejando contra a calcinha fina, e eu sentia o cheiro do meu próprio tesão misturado com o dele no ar fechado do carro. O coração batia tão forte que parecia que ele ia ouvir. - Mas pai, você tá dizendo que ela fica assim agora, pensando em buceta? E como ela é de verdade? Grande mesmo? Me conta direito, eu quero saber.
Ele riu baixo, aquele riso safado que me deixava ainda mais molhada, e deu uma olhada rápida pro meu decote, vendo os meus peitos subindo e descendo com a respiração acelerada. - Digamos que ela é bem maior que a média, filha. Quando endurece fica com uns vinte e cinco centímetros fácil, grossa como meu pulso, e a cabeça inchada brilha de tanto tesão. Eu tento esconder, mas ela empurra a calça e fica marcando tudo. E quando eu fico perto de uma garota como você, com esse vestido mostrando tudo, ela reage na hora, lateja e quer meter fundo.
Eu não aguentei e apertei as coxas uma contra a outra, sentindo o líquido escorrendo da minha buceta e molhando a calcinha até o vestido. O carro parecia menor, o ar mais pesado, e eu queria mais, queria que ele parasse de enrolar. - Peraí, pai, você tá me provocando né? Dizendo que sua pica fica dura por minha causa? Eu tô aqui do lado, coração disparado, buceta toda molhada só de ouvir você falar assim. Conta mais, por favor, eu não aguento essa indireta toda.
Ele soltou o volante com uma mão e passou devagar na própria coxa, bem perto do volume que agora estava bem evidente na calça. O sorrisinho dele não saía do rosto. - Talvez eu esteja testando, filha. Vendo até onde você vai. Porque minha pica não mente, ela tá dura agora só de imaginar metendo nessa bucetinha apertada que você tem aí embaixo do vestido. Mas eu recuo se você não quiser, hein? É só dizer.
Eu estava tremendo de tesão, a buceta pulsando, o grelinho tão inchado que doía de tão sensível. Meu vestido estava úmido no meio das pernas e eu me inclinei mais pra ele, o peito quase encostando no braço dele. - Eu quero, pai. Eu quero ver essa pica grande que você tá descrevendo. Tira ela pra fora, deixa eu tocar. Eu tô molhada pra caralho aqui, olha só.
Ele respirou fundo, deu uma olhada no retrovisor pra ver se não tinha ninguém na estrada deserta, e puxou o carro pro acostamento, parando no escuro total. O motor desligou e o silêncio caiu, só nossa respiração pesada. Ele abriu o zíper devagar, a calça descendo e revelando a pica enorme, grossa, veias saltadas, cabeça vermelha inchada babando um fio de pré-gozo brilhante. - Olha aqui, filha. Essa é a pica que eu tava falando. Tá vendo como ela tá latejando por você? Toca nela, vai, não tem volta agora.
Eu me joguei pra frente, a mão tremendo pegando aquela vara pesada, sentindo o calor, o pulsar forte na palma. Meu vestido subiu até a cintura, mostrando a calcinha encharcada colada na buceta inchada. - Caralho, pai, ela é enorme mesmo, grossa pra caralho. Eu tô toda molhada, olha minha buceta pingando só de segurar sua pica.
Ele gemeu baixo e puxou meu vestido pra baixo, expondo meus peitos, os mamilos duros como pedra. A boca dele veio direto, chupando um mamilo enquanto a mão descia e puxava minha calcinha pro lado, dedos grossos abrindo meus lábios molhados. - Porra, filha, sua buceta tá encharcada, o grelinho tá inchado pra caralho. Deixa o papai sentir como você tá apertada.
Eu gemi alto, a mão subindo e descendo na pica dele, espalhando o pré-gozo na cabeça grossa. - Chupa meu peito, pai, mete os dedos na minha buceta. Eu quero sua pica toda dentro de mim, fode sua filha bem gostoso.
Ele enfiou dois dedos fundo na minha buceta, o som molhado ecoando no carro, o polegar roçando meu grelinho sem parar. Eu me contorcia no banco, a buceta sugando os dedos dele, gozo escorrendo pela coxa. - Isso, filha, goza na mão do papai. Sua buceta tá apertando meus dedos, tá pedindo pica grossa.
Eu não aguentei mais. Me ajoelhei no banco, abaixei a cabeça e enfiei a pica dele na boca, chupando com fome, a língua girando na cabeça inchada, engolindo até bater na garganta. O gosto salgado do pré-gozo me deixava louca. - Mmm, pai, sua pica é deliciosa, grossa, enche minha boca toda. Chupa meu cu também depois, eu quero tudo.
Ele segurou minha cabeça e fodeu minha boca devagar, a pica entrando e saindo babada de saliva. - Caralho, filha, você chupa gostoso pra porra. Engole fundo, isso, deixa o papai foder sua garganta.
O carro estava embaçado, o cheiro de sexo tomando tudo. Ele me puxou pra cima, me virou de costas e me colocou de quatro no banco, o vestido todo embolado na cintura. A pica dele esfregou na entrada da minha buceta, a cabeça grossa abrindo meus lábios encharcados. - Agora eu vou meter, filha. Sua buceta vai levar toda essa pica até o fundo.
Ele empurrou devagar no começo, centímetro por centímetro, me abrindo toda, a buceta esticando ao redor da grossura dele. Eu gemi alto, o prazer misturado com dor gostosa. - Ai pai, mete tudo, rasga minha buceta com essa pica enorme. Fode forte, eu tô toda molhada pra você.
Ele segurou meus quadris e começou a meter fundo, o som de pele batendo em pele, a buceta fazendo barulho molhado a cada estocada. A pica batia no fundo, roçando meu ponto mais sensível, meu grelinho roçando no banco a cada movimento. - Porra, filha, sua buceta é apertada pra caralho, mama minha pica toda. Eu vou encher você de porra.
Eu gozei pela primeira vez, a buceta apertando e esguichando um jato quente na pica dele, o corpo tremendo inteiro. - Gozei, pai, gozei na sua pica grossa. Não para, mete mais, fode sua filha até eu gozar de novo.
Ele acelerou, metendo como um animal, o carro balançando no acostamento. Suor escorrendo nos nossos corpos, o cheiro de buceta molhada e pica latejando preenchendo tudo. Ele puxou a pica pra fora, virou meu corpo e me sentou no colo dele, a pica entrando de novo na buceta enquanto eu cavalgava. Meus peitos pulando na cara dele, ele chupando os mamilos com força. - Cavalgue no papai, filha, rebola nessa pica. Sua buceta tá sugando tudo.
Eu rebolava rápido, o grelinho roçando na base da pica dele a cada descida, o prazer subindo de novo. - Pai, eu amo sua pica, ela me enche toda. Mete no meu cu agora, eu quero sentir no cu apertado.
Ele me levantou um pouco, cuspiu na mão e passou no meu cu, a cabeça da pica pressionando o anel apertado. Empurrou devagar, abrindo meu cu centímetro por centímetro, a dor virando prazer puro. - Caralho, filha, seu cu é apertado pra porra, mama a pica do papai no cu.
Eu desci devagar até sentir as bolas dele batendo, o cu esticado ao redor da grossura toda. Comecei a subir e descer, gemendo alto. - Fode meu cu, pai, mete fundo, rasga esse cu gostoso. Eu tô gozando de novo só com sua pica no cu.
Ele metia pra cima, as mãos apertando minha bunda, dedos abrindo mais o cu enquanto a pica entrava e saía. O som molhado, a porra dele misturada com meu gozo escorrendo. Eu gozei mais uma vez, o cu apertando forte na pica dele. - Gozei no cu, pai, agora goza dentro, enche o cu da sua filha de porra quente.
Ele rosnou, segurou forte e meteu fundo, a pica pulsando e jorrando porra grossa dentro do meu cu, jato atrás de jato, quente e pegajoso. - Toma toda a porra do papai, filha, enche esse cu apertado.
Ficamos ali, ofegantes, a pica ainda dentro do cu, a porra escorrendo devagar pelas minhas coxas. Ele me beijou na boca, a língua enroscada na minha. - Foi bom pra caralho, filha. Sua buceta e seu cu são perfeitos pra minha pica. A gente vai fazer isso de novo sempre que quiser.
Eu sorri, ainda sentada no colo dele, a buceta e o cu latejando de tanto prazer. - Eu quero mais, pai. Vamos pra casa e você me fode na cama agora. Minha buceta ainda tá molhada querendo outra rodada.
Ele ligou o carro de novo, a estrada escura à frente, mas o ar entre nós estava carregado de tesão novo. Durante o resto do caminho eu ficava com a mão na pica dele, masturbando devagar, contando como eu queria chupar de novo, como eu queria que ele lambesse meu grelinho até eu esguichar na cara dele. Ele respondia com mais safadeza. - Quando chegar em casa eu vou comer sua buceta de quatro, filha, e depois meter no cu de novo até você não aguentar mais andar.
Chegamos em casa e a noite não terminou ali. No quarto dele eu tirei o vestido todo, me deitei na cama de pernas abertas, buceta inchada e brilhando de porra e gozo. Ele veio por cima, pica dura de novo, e meteu na buceta de uma vez, fundo e forte. - Toma de novo, filha, papai vai foder essa buceta até amanhecer.
Eu gemia, unhas cravadas nas costas dele. - Mete, pai, fode sua filha como uma puta. Chupa meu grelinho enquanto mete, eu quero gozar na sua boca.
Ele desceu, língua girando no meu grelinho inchado enquanto a pica entrava e saía da buceta, dedos no cu. Eu gozei forte, esguichando na cara dele. - Gozei, pai, lambuza sua cara com meu gozo.
Depois ele me virou, me fodeu de lado, pica no cu de novo, mão no meu peito apertando o mamilo. A porra dele jorrou mais uma vez, enchendo meu cu até transbordar. - Você é minha agora, filha. Essa buceta e esse cu são só pra pica do papai.
A gente dormiu grudado, corpos suados e pegajosos, mas eu sabia que ia acordar querendo mais. No dia seguinte, no café da manhã, ele me olhou com aquele sorrisinho e disse baixo. - Hoje à noite a gente repete no carro de novo, filha. Eu quero ver você cavalgando minha pica no banco de trás.
Eu sorri, já sentindo a buceta molhar de novo só de pensar. - Pode apostar, pai. Eu vou sentar nessa pica grossa e rebolar até você encher meu cu de porra mais uma vez.
E assim começou nossa história secreta, cheia de noites no carro, no quarto, onde quer que a gente pudesse meter sem ninguém ver. Toda vez que ele contava alguma indireta sobre a pica dele, eu já ficava molhada, pronta pra abrir as pernas e pedir pra ele foder minha buceta e meu cu sem dó. Era intenso, sujo, proibido, e eu amava cada segundo, cada estocada, cada jato de porra quente me enchendo. Nunca mais fui a mesma depois daquela noite no carro, e toda vez que entro num carro com ele à noite, meu coração dispara e minha buceta fica encharcada só de lembrar.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Papai dirigindo e abrindo o jogo pra mim!

Codigo do conto:
257738

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
24/03/2026

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