Peter Pan não vem ajudar. Wendy se perdendo no barco dos piratas por causa do pó mágico.

Wendy Darling tinha vinte anos e um corpo que já não conseguia mais esconder. Seios pesados, cintura fina, quadris largos e uma boceta que, nos últimos tempos, latejava à noite com desejos que ela nunca ousara nomear.

Quando Tinker Bell apareceu brilhando na janela, o coração de Wendy disparou.

— Wendy! Peter precisa de você! Ele está ferido, chamou seu nome várias vezes! Rápido!

“Peter… ferido?” O pensamento a atravessou como uma flecha. Apesar de tudo, ela ainda se importava. Vestiu o vestido branco às pressas e seguiu a fada pela floresta escura.

Enquanto corria, Wendy pensava: “Se ele está machucado, eu vou ajudá-lo… vou cuidar dele como sempre fiz.”

Mas no momento em que pisou na clareira, os piratas surgiram. Mãos brutas a agarraram pelos braços. Wendy lutou, confusa.

— Soltem-me! Peter precisa de mim!

Tinker Bell pairava no ar, rindo com malícia.

— Peter não precisa de você, sua idiota. Ele nem está na ilha. Eu só queria que você fosse pega.

Wendy sentiu o mundo girar.

— Você… me traiu? Por ciúme? Tinker Bell, como pôde?!

A fada cuspiu no chão.

— Porque você sempre rouba tudo que é meu! Peter olha para você com aqueles olhos idiotas! Eu odeio você!

Wendy foi arrastada até o Jolly Roger chorando de raiva e decepção.
No camarote do capitão, Hook observava a jovem com um sorriso lento e predatório. Tinker Bell foi capturada logo depois, ainda rindo da própria traição.

— Vejo que cresceu...hummm. Virou uma bela mulher. Acho que pode ser não apenas uma isca para aquele verme, mas também uma bela diversão nesse navio.

Hook abriu um baú com objetos antigos e com aparência de mágicos ou melhor amaldiçoados.

Hook usou primeiro o artefato antigo. Um clarão. Tinker Bell cresceu até virar uma mulher humana pequena, loira, nua da cintura para cima, com tatuagens brilhantes no lugar das asas. Seu corpo era delicado, seios pequenos e empinados, boceta rosada já visível sob a saia de folhas.

Depois, ele soprou o Pó da Verdadeira Felicidade em Wendy.

O pó invadiu sua pele. Imediatamente um calor insuportável se espalhou pelo ventre dela. Seus mamilos endureceram dolorosamente. A boceta ficou encharcada em segundos, latejando com uma necessidade quase cruel.

— Ah… não… o que é isso? — Wendy gemeu, apertando as coxas. — Meu corpo… está queimando… eu… eu preciso…

Hook sorriu, elegante e cruel.

— Você precisa ser fodida, Wendy Darling. Seu corpo finalmente quer o que Peter nunca te deu. O que apenas um homem pode te dar, ou mais de um.

Com um movimento preciso do gancho, ele rasgou o vestido de cima a baixo. O tecido caiu aos pés dela.

Wendy ficou completamente nua pela primeira vez na vida na frente de um homem — e não era qualquer homem.

Ela sentiu dezenas de olhos imaginários já queimando sua pele, mesmo antes de ser levada ao convés. Seus seios grandes e pesados subiam e desciam com a respiração rápida. Os mamilos rosados estavam duros como pedrinhas. A boceta lisa brilhava, os lábios inchados e molhados abertos de excitação forçada. Suas coxas tremiam.

— Olhem só para isso, cavalheiros — disse Hook em voz alta, arrastando-a para o convés iluminado por lanternas. — A doce Wendy Darling, nua como veio ao mundo. Vejam esses peitos maravilhosos… pesados, macios, feitos para serem apertados. E essa bocetinha virgem… já está pingando no chão do meu navio.

Toda a tripulação — vinte piratas sujos e excitados — formou um círculo apertado. Assobios, risadas e comentários explodiram:

— Caralho, que peitos! Olha o tamanho disso! — A mocinha de Londres … olha como a xota dela tá brilhando! — Nunca vi uma virgem tão molhada na vida! Tá escorrendo pelas coxas! — Mostra a bunda, garota! Gira pra gente ver!

Wendy cobriu os seios com os braços amarrados, lágrimas de vergonha escorrendo.

— Por favor… não olhem… eu nunca… eu nunca fiquei nua na frente de ninguém… — sua voz tremia, mas o pó a traía, fazendo sua boceta contrair visivelmente. — Meu Deus… todos estão me vendo… vendo tudo… eu me sinto tão… exposta… tão suja…

Hook riu baixo.

— Exposta é pouco, querida. Você está completamente nua, boceta aberta, mamilos duros, e toda a minha tripulação está olhando para a sua virgindade pingando. Sinta o olhar deles. Sinta como eles querem te foder.

Tinker Bell, já transformada e também nua, foi jogada ao lado dela. O pó foi soprado nela também. A fada gemeu, odiando o próprio corpo que reagia.

— Eu te odeio… — Tink rosnou para Wendy, olhos cheios de ciúme. — Olha o que você me fez… eu queria que você sofresse, não que eu acabasse assim!

Hook ordenou:

— Agora as duas vão se foder uma à outra bem aqui, no meio do convés, para o divertimento de todos. E vocês vão falar. Quero ouvir cada gemido, cada palavra.

Ele empurrou as duas para o centro.

Wendy caiu de joelhos, pernas tremendo. Seus pensamentos eram um turbilhão:

“Eles estão todos olhando… meus seios balançando… minha boceta exposta… eu nunca me senti tão humilhada… e mesmo assim… eu quero tanto gozar…”

Tink montou nela, ainda rosnando de ciúme.

— Sua vadia… por sua causa eu sempre fui segundo lugar! — Ela apertou os seios grandes de Wendy com força, torcendo os mamilos. — Olha esses peitos… sempre odiei como eles são maiores que os meus!

Wendy gemeu alto, arqueando as costas.

— Ahh! Tinker… dói… mas… não para… eu… eu preciso… — Ela olhou para cima, olhos marejados, vendo todos os piratas ao redor. — Eles estão vendo tudo… vendo você apertar meus peitos… vendo minha boceta aberta… eu me sinto uma puta… uma puta nua no meio de piratas…

Os piratas vibraram:

— Isso! Aperta mais os peitos da londrina! — Olha como ela geme! A virgem tá gostando! — Fada, enfia os dedos nessa xota gulosa!

Tink desceu a mão e enfiou dois dedos na boceta encharcada de Wendy, fodendo-a com raiva e desejo.

Wendy gritou de prazer:

— Ahhh! Tinker… seus dedos… estão tão fundo… eu… eu nunca senti isso… todos estão olhando enquanto você me fode com os dedos… eu vou gozar… na frente de todo mundo… como uma vadia…

Elas se esfregaram desesperadamente, bocetas molhadas escorregando uma contra a outra. Clitóris inchados se chocavam. Wendy não parava de falar, voz rouca:

— Eu odeio você por ter me traído… mas… meu corpo quer tanto… olha pra mim… sendo usada por você… todos os homens vendo minha boceta pingar… eu me sinto tão suja… tão exposta… e eu amo… eu amo que eles estejam vendo…

Tink gozou primeiro, tremendo, gritando insultos:

— Sua puta de peitos grandes! Eu te odeio! — mas seu corpo traía, jorrando na coxa de Wendy.

Wendy gozou logo depois, gritando alto:

— Estou gozando! Ahh! Todos estão vendo… vendo eu gozar como uma prostituta… meu Deus… eu sou uma vadia agora…

Hook aplaudiu devagar.

— Muito bem, meninas. Agora é minha vez.

Ele pegou Wendy primeiro. Deitou-a de costas no convés frio e abriu suas pernas bem abertas, expondo-a completamente para a tripulação.

— Vejam bem, homens. A doce Wendy perdendo a virgindade no convés do Jolly Roger.

Wendy olhou para o pau grosso de Hook e gemeu, pensamentos acelerados:

“Ele vai me foder… na frente de todos… meu primeiro pau… e todos vão ver meu rosto quando eu for penetrada…”

— Capitão… por favor… seja gentil… — ela pediu, mas sua boceta pulsava pedindo o contrário.

Hook enterrou-se nela devagar, rompendo o hímen. Wendy gritou, mistura de dor e prazer:

— Ahhh! Está entrando… está tão fundo… eu sinto todo mundo olhando… olhando meu rosto enquanto sou fodida… olhando minha boceta engolindo seu pau…

Hook começou a estocar forte, o gancho frio beliscando seus mamilos.

— Isso, Wendy. Geme para eles. Diz o que está sentindo.

— Eu… eu estou sendo fodida… como uma puta… na frente de vários homens… minha virgindade… acabou… e eu… eu quero mais… mais fundo… me usem…

Depois de foder Wendy até ela gozar duas vezes, Hook virou Tinker Bell de quatro e a penetrou com força, enquanto obrigava Wendy a beijar a boca da fada e apertar seus seios.

Por fim, Hook gozou dentro de Tink com um grunhido.

Mas ele não parou.

— Agora, meus homens… elas são de vocês. Usem-nas até cansarem.

Os piratas avançaram como lobos.

Wendy foi pega primeiro por um pirata enorme. Ele a colocou de quatro e enfiou o pau grosso na boceta ainda sensível dela.

— Não… espera… ahh! — Wendy gemeu, mas logo começou a falar entre estocadas: — Ele é tão grande… está me abrindo toda… todos estão vendo meu corpo balançar… vendo meus peitos balançando enquanto sou fodida… eu sou uma vadia agora… uma vadia do navio…

Outro pirata enfiou o pau na boca dela. Wendy chupava, lágrimas escorrendo, pensamentos girando:

“Estou chupando pau enquanto sou fodida… nua… exposta… todos olhando… e eu não consigo parar de gozar…”

Tinker Bell, ao lado, era usada por três ao mesmo tempo — um na boceta, um na boca, um entre os seios pequenos. Ela gritava de ciúme e prazer:

— Eu te odeio, Wendy! Olha o que você causou! — mas gozava sem parar.

Durante horas, as duas foram passadas de homem em homem. Wendy perdeu a conta de quantas vezes gozou. Seu corpo estava coberto de suor e porra, boceta inchada e vermelha, seios marcados por mordidas e tapas.

Em um momento, enquanto dois piratas a fodiam ao mesmo tempo (um na boceta, outro na bunda), Wendy pensou, gemendo alto:

“Eu era uma boa menina… agora sou só um buraco para piratas… e mesmo assim… eu nunca me senti tão viva…”

Quando o dia amanheceu, Wendy e Tinker Bell estavam deitadas no convés, nuas, exaustas, cobertas de sêmen, bocetas escorrendo, respirando pesado.

Hook se aproximou, limpando o gancho.

— Bem-vindas ao mundo adulto, minhas queridas. Peter nunca vai entender o que vocês se tornaram esta noite.

Tinker Bell ainda olhou para Wendy com ciúme queimando nos olhos.

Wendy, voz rouca, apenas sussurrou:

— Eu… eu odeio você por ter me traído, Tink… mas… meu corpo… nunca mais vai esquecer isso.

Foto 1 do Conto erotico: Peter Pan não vem ajudar. Wendy se perdendo no barco dos piratas por causa do pó mágico.

Foto 2 do Conto erotico: Peter Pan não vem ajudar. Wendy se perdendo no barco dos piratas por causa do pó mágico.

Foto 3 do Conto erotico: Peter Pan não vem ajudar. Wendy se perdendo no barco dos piratas por causa do pó mágico.

Foto 4 do Conto erotico: Peter Pan não vem ajudar. Wendy se perdendo no barco dos piratas por causa do pó mágico.

Foto 5 do Conto erotico: Peter Pan não vem ajudar. Wendy se perdendo no barco dos piratas por causa do pó mágico.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Peter Pan não vem ajudar. Wendy se perdendo no barco dos piratas por causa do pó mágico.

Codigo do conto:
257749

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
24/03/2026

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