A chuva fina batia contra a janela de vidro do apartamento antigo que Mariana e Juliana dividiam perto do campus. No chão da sala, cercadas por apostilas de Teoria Literária, canetas marca-texto e duas garrafas vazias de cerveja barata, as três tentavam focar na matéria da prova do dia seguinte.
Erika, com os cabelos castanhos presos num coque frouxo e vestindo um moletom cinza folgado que escondia seu corpo esguio, batia a ponta do lápis no caderno, inquieta. Sua mente estava longe dali. O namoro com Thiago — o garoto de sorriso fácil e jaqueta jeans do terceiro semestre — completava quatro meses. Ele era fofo, atencioso, mas o sexo no quarto dele, com a porta trancada e a luz apagada, deixava Erika com uma sensação permanente de vazio. Faltava a faísca. Faltava a adrenalina de ser o centro das atenções, o calor que Carlos e aquela plateia mascarada haviam gravado a ferro em sua memória.
— Cara, se o professor cobrar essa parte de semiótica, eu tô solenemente ferrada — reclamou Juliana, jogando-se para trás no tapete, os cabelos curtos bagunçados. — Minha cabeça já virou geleia.
Mariana riu, dando o último gole na sua lata de cerveja.
— Geleia a sua tá desde o trote, Ju. Pelo menos a Erika tá ali, toda certinha, concentrada. Né, Erika? Ô, terra chamando!
Erika piscou, saindo do transe. Um sorriso tímido surgiu em seus lábios.
— Desculpa, meninas. Eu estava... pensando em outra coisa.
— No Thiago, certeza — provocou Juliana, sentando-se de pernas cruzadas, com os olhos brilhando de fofoca. — Aliás, vocês dois estão muito fofos. Em três semestres eu nunca vi um cara tão focado. Mas me conta... o santinho da Economia dá conta do recado? Porque ele tem uma cara de quem pede desculpa depois de transar...
Mariana jogou uma almofada em Juliana, rindo.
— Para de ser ridícula, Ju! Deixa a garota em paz. A Erika é toda reservada, não é igual a você que faz boletim informativo de tudo o que faz.
Erika sentiu as bochechas queimarem. O rubor familiar subiu pelo pescoço, mas, em vez de se encolher, ela sentiu um formigamento elétrico entre as pernas. Era a brecha perfeita. O coração começou a martelar contra o peito, tão forte que ela achou que as amigas pudessem ouvir.
— Não... ele é legal — começou Erika, a voz um pouco mais baixa, os dedos brincando com a bainha do moletom cinza. — Mas... às vezes eu acho que falta alguma coisa. Sabe? Uma voltagem diferente.
Juliana e Mariana se entreolharam, surpresas pela abertura da amiga "tímida". Elas largaram as canetas e se inclinaram para mais perto.
— Como assim, amiga? Falta o quê? Ele é muito previsível? — perguntou Mariana, genuinamente curiosa.
— Não é o desempenho dele — Erika mordeu o lábio inferior, as lágrimas de nervoso ameaçando surgir nos olhos, misturadas com uma excitação crescente. — É que... eu tenho umas fantasias meio... diferentes. Que eu nunca tive coragem de comentar com o pessoal do campus.
— Mentira! — Juliana abriu a boca, chocada. — A nossa CDF da Literatura esconde um lado sombrio? Conta agora! Prometo que a gente não julga. O que é?
Erika respirou fundo, o peito subindo e descendo sob o moletom. Ela olhou para as duas amigas, que pareciam adolescentes prestes a ouvir o maior segredo do colégio.
— Eu não sinto prazer fazendo as coisas no escuro, escondida como se fosse um crime. Eu... eu sinto muita excitação quando sei que estou sendo vista. — A confissão saiu num sussurro corajoso. — Meu sonho... minha maior fantasia hoje... era me entregar pro Thiago sabendo que tem alguém olhando. Alguém real, que me conhece.
O silêncio caiu na sala, quebrado apenas pelo som da chuva lá fora. Mariana piscou várias vezes, processando, enquanto Juliana parecia paralisada com a lata de cerveja no meio do caminho.
— Pera... tipo... voyeurismo? — Mariana perguntou, a voz num tom misto de choque e fascínio. — Você quer que... pessoas assistam vocês dois?
— Sim — Erika confirmou, o rosto ardendo de vergonha, mas os mamilos já endurecendo sob o sutiã pelo impacto de verbalizar o desejo. — Eu queria que fossem pessoas que eu gosto e confio. Tipo... vocês duas.
— Gente do céu... — Juliana soltou o ar, os olhos arredondados. — Você tá falando sério, Erika? Você quer transar com o Thiago aqui? Com a gente assistindo?
— O Thiago sabe disso? — Mariana interveio rapidamente, a mente de estudante tentando organizar a logística da loucura.
— Não. Ele não sabe — Erika confessou, os olhos castanhos brilhando com intensidade. — Ele vai vir aqui mais tarde me buscar para jantar. Minha ideia era... puxar ele pro quarto de vocês. O quarto tem aquele closet com a porta de correr vazada, não tem? E a penumbra do corredor é perfeita. Vocês podiam ficar lá dentro, no escuro. Assistindo. Ele vai achar que estamos sozinhos, mas eu... eu vou saber que vocês estão ali. Vendo cada detalhe.
Mariana levou a mão à boca, o corpo inteiro arrepiado.
— Cara, isso é muito louco... Muito sem noção — Mariana murmurou, mas havia um sorriso nervoso surgindo em seus lábios. — Se ele descobre, o menino tem um infarto.
— Mas ele não vai descobrir! — Juliana quebrou o próprio choque, a curiosidade e o espírito de cumplicidade da juventude falando mais alto. — Meu Deus, Erika... eu tô passada com esse seu lado. Você tem essa cara de menina que pede licença pra respirar, e por dentro é uma devassa! Mariana... cara... você teria coragem?
Mariana olhou para Erika. Viu a vulnerabilidade no rosto da amiga, as mãos trêmulas, mas também viu a determinação de uma mulher que sabia exatamente o que a fazia vibrar. O tabu da faculdade estava prestes a ruir.
— Eu... eu acho que eu teria — Mariana confessou, a voz rouca pela quebra da própria inibição. — Quero dizer... dá um frio na barriga monstruoso só de imaginar a cena.
— Então vocês aceitam? — Erika perguntou, a voz quase sumindo, a intimidade natural já pulsando e umedecendo o algodão da calcinha.
— Se você tiver peito pra ir até o fim sem travar... por mim, fechou — Juliana riu alto, uma risada cúmplice e excitada. — Vai ser o nosso maior segredo desse semestre. Ninguém nunca pode saber disso.
— Nunca — Mariana concordou, os olhos fixos em Erika. — Mas ó... a gente só vai olhar, tá? Em absoluto silêncio. No escuro do closet.
Antes que Erika pudesse responder, o som do interfone do apartamento ecoou pela sala, fazendo as três darem um pulo. Erika olhou para o relógio na parede: eram sete da noite.
— É ele — Erika sussurrou, a adrenalina correndo nas veias numa voltagem que ela não sentia há muito tempo.
— Vai lá — Juliana empurrou as apostilas para o lado. — A gente vai arrumar o quarto, deixar a luz do abajur acesa estrategicamente e entrar no closet. Quando você trouxer ele pra dentro, a gente já vai estar posicionada.
Erika levantou-se. Enquanto caminhava até o interfone para liberar a entrada de Thiago, ela puxou o elástico do cabelo, deixando os fios castanhos e longos caírem ondulados sobre os ombros. Ela tirou o moletom cinza e pesado, revelando a regata branca de algodão justinha que desenhava seus seios firmes e a calça jeans escura que moldava seu bumbum redondo. Ela respirou fundo, sorrindo para as amigas que corriam em direção ao quarto. O teatro do desejo estava pronto para começar.
O som dos passos de Thiago no corredor parecia sincronizado com as batidas violentas do coração de Erika. Ela abriu a porta com um sorriso tímido, mantendo a fachada perfeita da namorada dedicada da faculdade. Thiago entrou sacudindo os ombros, algumas gotas de chuva brilhando em sua jaqueta jeans.
— Oi, linda. Que temporal lá fora — disse ele, puxando-a pela cintura para um beijo rápido e carinhoso na boca. — As meninas estão aí? O cheiro de café está ótimo.
— Elas... elas foram ao mercado rapidinho, comprar umas coisas para o jantar — mentiu Erika, a voz saindo macia, mas com uma vibração que Thiago, in sua ingenuidade, não percebeu. — Deixaram a chave comigo. Entra.
Enquanto Thiago tirava a jaqueta e a pendurava na cadeira da sala, Erika olhou de relance para a fresta da porta do quarto de Mariana. Tudo estava escuro lá dentro, exceto pela luz âmbar e fraca de um abajur de cabeceira que projetava sombras longas no tapete. Elas já estavam lá. Escondidas atrás da porta de correr vazada do closet, Juliana e Mariana eram agora a sua plateia secreta. A eletricidade daquele pensamento atingiu o ventre de Erika como um choque.
— Thiago... vem cá um minuto — chamou ela, caminhando devagar em direção ao quarto das amigas. — Quero te mostrar um livro que a Mari me emprestou para a prova de amanhã. Está lá na mesa dela.
Thiago, sorrindo, a seguiu. Assim que ele cruzou o batente do quarto, Erika fechou a porta atrás dele, deixando o trinco correr com um estalo suave. O ambiente era puro magnetismo.
— Ué, mas a luz está apagada... — Thiago começou a dizer, virando-se para ela, mas foi interrompido quando Erika deu um passo à frente, colando o corpo ao dele.
Ela não queria apenas transar; ela queria dar um espetáculo de pura devassidão. Sabendo exatamente onde ficava o ângulo de visão do closet, Erika empurrou Thiago suavemente até que ele se sentasse na beira da cama de casal. Ela permaneceu de pé, bem no centro do feixe de luz do abajur, oferecendo-se inteira para os olhos famintos que a observavam na escuridão.
— Esquece o livro — sussurrou Erika, a voz rouca, os olhos castanhos fixos nos dele, mas a mente totalmente consciente da plateia. — Eu estava com tanta vontade de você hoje... uma vontade que não cabe em mim.
Thiago arregalou os olhos, surpreso com a audácia repentina da namorada "tímida".
— Erika... aqui? No quarto das meninas? Elas podem voltar a qualquer momento... — ele gaguejou, o que só aumentou a excitação dela. O risco era o melhor tempero.
— Não importa se alguém chegar. Eu quero agora. E quero que você me olhe — comandou ela, com uma autoridade que aprendeu no passado.
— Preciso tanto do seu pau.
Erika deu um passo para trás, garantindo que Juliana e Mariana vissem cada movimento através das frestas da madeira. Com os dedos trêmulos de adrenalina, ela segurou a barra da regata branca de algodão. Devagar, com uma lentidão provocativa, ela começou a puxar o tecido para cima, arqueando as costas e empinando os seios de forma lenta, rebolando os quadris milimetricamente enquanto subia a blusa. Primeiro revelou a barriga lisa, depois as costelas, subindo o pano centímetro por centímetro numa dança hipnotizante, até que a blusa cobriu seu rosto e foi jogada no chão com um movimento suave de cabeça.
No escuro do closet, Juliana prendeu a respiração, cutucando o braço de Mariana. Ver a amiga tímida se despindo daquela forma tão coreografada, com tanta intenção e malícia pura, fez o sangue delas correr mais rápido.
Erika estava apenas de sutiã rendado preto. A umidade do ar e o calor da própria excitação mudaram seu corpo; seus mamilos endureceram imediatamente, empurrando a renda. Erika levou as duas mãos aos cabelos, soltando-os totalmente em um movimento lento de pescoço, jogando a cabeça para trás e deixando que as ondas castanhas caíssem sobre os ombros nus, espalhando seu perfume pelo quarto. Ela olhou de relance para o closet; o leve reflexo nos olhos das amigas na penumbra confirmou que elas estavam assistindo. Erika se sentia deliciosamente exposta, uma verdadeira putinha brincando com o perigo.
— Meu Deus, Erika... você está linda — Thiago murmurou, a voz sumindo, o pênis já reagindo sob a calça. Ele tentou levantar-se para tocá-la, mas ela colocou a mão no peito dele, empurrando-o de volta para a cama.
— Não. Só olha por enquanto — ordenou.
Dando as costas para Thiago — e ficando de frente para o closet —, Erika levou as mãos ao botão da calça jeans escura. Ela abriu o zíper com um som fustigante que ecoou no quarto silencioso. Curvando-se ligeiramente para a frente, empinando o bumbum redondo e durinho diretamente na direção do closet, ela começou a rebolar de lado, descendo o jeans muito devagar pelas pernas compridas, deslizando o tecido pela pele de forma provocativa, fazendo cada movimento parecer um convite visual.
Quando ficou apenas de calcinha de algodão e sandálias, ela não se cobriu. Pelo contrário. Sabendo que as amigas sabiam do seu maior segredo — a falta de depilação —, Erika fez questão de exibir sua autenticidade selvagem. Ela segurou as laterais da calcinha e a puxou para baixo com os polegares, bem devagar, descendo os quadris em um rebolado curto que destacava a curva do seu bumbum e, ao se virar de frente para o closet, revelou sua bucetinha totalmente natural, já visivelmente brilhante e úmida de desejo. Ela abriu um pouco as pernas, exibindo-se diretamente para a escuridão do closet, deixando o pudor universitário morrer ali mesmo.
No closet, Mariana sentiu um calor fluxo subir pelas coxas. Ver a intimidade exposta daquela forma, sob a luz âmbar, com Erika controlando cada detalhe daquela nudez teatral e quebrando toda a pose de boa menina da faculdade, era quase hipnotizante. Juliana levou a mão à própria boca para abafar um suspiro chocado; a devassidão de Erika era real.
Erika girou devagar, os seios médios balançando levemente, e subiu na cama. Em vez de se deitar, ela se ajoelhou na frente de Thiago, que ainda estava de calça, perplexo.
— Abre pra mim — pediu ela, a voz grave.
Ela mesma ajudou a abrir o cinto e os botões dele, puxando a cueca para baixo até que o pênis de Thiago saltasse, rígido e latejando. Erika se curvou sobre o membro dele, mas antes de colocar na boca, ela cravou os olhos diretamente na fresta escura do closet. Erika ficou olhando fixamente para o closet enquanto iniciava o sexo oral, sustentando o olhar na direção exata das amigas. Apesar de não conseguir enxergá-las na escuridão, ela encarou o ponto exato onde elas estavam, abrindo um leve e provocador sorrisinho de canto de boca para as duas, deixando claro que sabia que elas estavam assistindo e que aquele show era para elas. Essa encarada direta e o sorriso cúmplice deixaram as três completamente mexidas: Thiago na cama, e as duas amigas no armário. Erika começou o sexo oral com uma fome agressiva. Ela engoliu a cabeça do pênis dele, fazendo um som úmido de sucção que preencheu o quarto. Ela descia os lábios até a base, usando a língua para contornar as veias saltadas, sem desviar os olhos da fresta escura do armário por um segundo sequer. Ela queria que as amigas testemunhassem sua habilidade, sua boca trabalhando sem nenhuma vergonha.
— Caralho, Erika... — Thiago grunhiu, jogando a cabeça para trás, as mãos cravando nos lençóis da cama de Mariana. — Onde você aprendeu a fazer isso desse jeito? Nossa... você tá me enlouquecendo hoje.
Erika tirou o membro da boca por um instante, deixando um fio de saliva brilhar no queixo, e disse em voz alta, de forma audível para o quarto todo:
— Eu só quero que todo mundo veja o quanto eu posso ser uma boa menina, Thiago... — falou ela, com um tom de voz que Thiago achou que era só um jogo de fetiche, mas que foi uma provocação direta para as duas amigas escondidas.
No closet, Juliana estava com os olhos arregalados, o coração batendo na garganta e o corpo tremendo todo com a encarada e a frase de Erika. Ver a amiga de joelhos, prestando aquele sexo oral profundo e devasso sob a luz morna, quebrou todas as suas defesas. Involuntariamente, a mão de Juliana desceu até o próprio short, sentindo a própria intimidade começar a umedecer diante do espetáculo proibido. Mariana estava estática, com a respiração curta, devorando cada movimento dos lábios de Erika, completamente impactada pelo sorrisinho que a amiga tinha dado.
Erika parou o boquete antes que Thiago chegasse ao limite. Ela queria mais. Queria que o show fosse completo. Ela empurrou Thiago para trás na cama, deixando-o deitado, e se posicionou de costas para ele, ficando de quatro, com o bumbum redondo empinado exatamente na direção do closet.
— Thiago, me pega por trás. Agora — exigiu ela, olhando por baixo do braço diretamente para as amigas escondidas.
Thiago, completamente dominado pelo desejo, puxou os quadris dela. Quando ele guiou o pênis duro e o empurrou para dentro de sua vagina, Erika soltou um gemido alto, agudo, que reverberou pelo closet. Thiago começou a estocá-la com força, os quadris batendo com força contra as nádegas dela, produzindo um som carnal que denunciava o ritmo frenético.
A cada investida, os seios de Erika balançavam livres. Ela mantinha os olhos fixos na fresta da porta de correr, sustentando o voyeurismo das amigas. Ela queria parecer o mais sem vergonha possível. Mas Erika não queria apenas o convencional. A lembrança de sua iniciação e a necessidade de chocar sua plateia universitária falaram mais alto.
Durante as estocadas, Erika esticou o braço para trás, alcançou a mão de Thiago e a guiou para baixo, tirando o membro de sua vagina.
— O outro lado, Thiago... bota no outro lado — sussurrou ela, a voz lasciva, cheia de malícia. — Me fode no cuzinho... eu quero que doa, vai.
Thiago parou por um segundo, arfando pesado, os olhos arregalados de surpresa com o pedido. Ele segurou firme nos quadris dela e comentou, a voz rouca de surpresa:
— No cuzinho, Erika? Mas... essa vai ser a primeira vez que você dá, não é? Tem certeza? Você nunca me deixou chegar perto aí...
Erika olhou para trás por cima do ombro, sorrindo de forma devassa, e provocou o namorado, elevando o tom de voz de propósito para que cada palavra ecoasse com nitidez absoluta dentro do closet, torturando e provocando as amigas:
— Tenho certeza, Thiago... coloca tudo aí. O que você acha do meu cuzinho? Ele é bem apertadinho, não é? Olha bem para ele... vê como ele tá todo empinado para você colocar esse pau enorme dentro de mim. Entra logo e me rasga, faz as meninas ouvirem o barulho da sua piça batendo na minha bunda se elas estivessem aqui!
Thiago engoliu em seco, com o cérebro completamente nublado pelo tesão e pela audácia das palavras dela. Ele não entendeu a menção às meninas, achando que era apenas uma fantasia suja de Erika, e aquilo o deixou ainda mais selvagem. Com uma estocada firme e guiada pelo toque de Erika, ele empurrou a cabeça do pênis, começando a penetrar o seu bumbum. Erika soltou um grito rasgado, uma mistura de dor e um prazer absurdo amplificado pelo exibicionismo. Suas lágrimas de pura adrenalina brilharam sob o abajur.
— Caralho, você é muito apertada... puta que pariu, Erika! — Thiago exclamou, sentindo a pressão do músculo contra o seu membro enquanto afundava mais um pouco.
— Vai, continua... bota tudo, me fode como se eu fosse uma qualquer! Eu sou sua putinha hoje, me bota de quatro e faz o que quiser comigo nesse quarto! — Erika respondia aos gritos, provocando o namorado e fazendo a mente das amigas no closet explodir.
No closet, o choque foi absoluto. Mariana cobriu o rosto com as duas mãos, mas manteve os dedos abertos para não perder um milímetro da cena. Ouvir Erika falar do próprio cuzinho apertado e pedir para ser fodida daquela forma na frente delas era algo que ultrapassava qualquer limite que elas conheciam na faculdade. Juliana já esfregava os dedos com força contra a própria calcinha através do tecido do short, completamente entregue à excitação daquele voyeurismo extremo. A santinha da faculdade era, na verdade, uma deusa depravada e audaciosa.
Thiago aumentou o ritmo no sexo anal, batendo com violência. Erika se contorcia, apoiando os cotovelos no colchão, mantendo o bumbum empinado e a intimidade natural totalmente exposta para o closet, escorrendo o suor e os fluidos do ato anterior. Ela começou a se masturbar freneticamente, os dedos trabalhando no clitóris enquanto o namorado a fodía por trás sem piedade.
— Olha pra mim, Thiago... olha como eu tô gostosa pra você... me usa! — ela gritava, palavras sujas que alimentavam o transe de Thiago e incitavam as amigas na escuridão.
O quarto estava abafado, o som da carne colidindo e os gemidos ecoavam pesados. Erika sentiu a onda do clímax definitivo subindo pelo ventre. Saber que Juliana e Mariana estavam testemunhando toda aquela humilhação prazerosa e luxúria selvagem, ouvindo cada diálogo provocativo, foi o gatilho mental definitivo.
— Eu vou gozar! Vai, Thiago, me quebra! — ela berrou, o corpo inteiro entrando em espasmos mecânicos enquanto seus dedos aceleravam no clitóris.
Thiago deu as últimas três estocadas brutais no bumbum dela e, com um urro grave, gozou, retirando-se e deixando o sêmen escorrer quente pela pele clara dela, sob a luz direta do abajur. Erika desabou de lado no colchão, o corpo tremendo em tremores pós-orgásmicos, a respiração cortada.
Ela cobriu o rosto com os fios de cabelo castanho para recuperar o fôlego, mas seus olhos, vitoriosos e brilhantes, travaram diretamente na escuridão do closet.
Eles ficaram ali por alguns minutos, sob o som da chuva que continuava a desabar lá fora. Thiago rolou para o lado, exausto e anestesiado, puxando o lençol para cobri-los, sem ter a menor ideia de que havia sido o ator principal do espetáculo mais depravado daquele campus. Erika sorria na penumbra. Ela havia transformado o pacato apartamento das amigas em seu próprio palco de libertação, provando que a essência exibicionista que Carlos despertara continuava viva, faminta e indomável.





Obrigado pelo comentário lozo. Existe um outro relato da minha esposa sobre o que aconteceu depois quando as amigas saíram do closet, vou ver se publico um dia.
Nossa que maravilha de conto, intenso, profundo (e bota profundo nisso) delicioso, muitíssimo bem escrito e gostoso de ler. Realmente, toda menina/mulher tem esse desejo de ser vista e desejada, amada, bem fodida e gozar e gozar muito com isso, e, esse relato retrata tudo isso. Adoraria saber as possíveis e deliciosas consequências de virão. votado e aprovado