Exposição no Corredor: Entre o Pânico e o Prazer de estar nua e presa na frente de dois.


Mariana tinha 28 anos e um corpo esculpido por anos de pilates e ioga: 1,72m de altura, pele morena-dourada que brilhava como mel sob a luz do corredor. Sua cintura fina se alargava em quadris generosos e redondos, e suas pernas longas e tonificadas terminavam em tornozelos delicados. Seus seios, firmes e cheios, tinham mamilos rosados e hipersensíveis, que endureciam ao menor sopro de ar. Entre as coxas, à mostra uma buceta rosada e inchada, sempre úmida quando excitada.

Sua pele brilhava não só pela umidade do banho, mas também por um leve suor que começava a se formar devido ao calor do corpo e à tensão da situação. Gotículas de água ainda escorriam dos fios soltos dos cabelos, criando trilhas brilhantes entre os seios e pelas costas, até desaparecerem na curva dos quadris.

Ela havia acabado de tomar banho e, enrolada apenas em uma toalha felpuda branca, decidiu levar o lixo para fora do apartamento. O corredor estava escorregadio pela limpeza recente. Dois passos foram suficientes: seu pé deslizou, e ela caiu de costas com um baque surdo. A toalha escorregou para dentro do apartamento, e a porta, impulsionada pela mola, fechou com um estalo seco, prendendo seus cabelos úmidos na dobradiça.

Nua, de joelhos no chão frio, com as pernas abertas e a bunda empinada, Mariana sentiu o ar-condicionado gelado bater em sua pele molhada. Seus mamilos endureceram instantaneamente, e seus lábios vaginais, inchados e úmidos, ficaram completamente expostos. Seus seios pesados balançavam levemente a cada respiração ofegante, e ela sentiu a umidade entre as coxas aumentar. O cheiro doce e salgado de seu excitamento misturava-se ao aroma do sabonete, criando uma fragrância intoxicante que só ela — e agora eles — podiam perceber.

Seus joelhos afundavam levemente no piso frio do corredor, as coxas tremendo não só pelo frio, mas pela tensão de estar completamente exposta. Os dedos das mãos cravavam-se no chão, como se buscassem algo para se agarrar, enquanto os dos pés se curvavam, tentando aliviar a dor dos cabelos presos. Seus lábios, entreabertos, deixavam escapar respirações curtas e trêmulas, e seus olhos, entre a vergonha e o desejo, evitavam olhar diretamente para os dois homens.

O grito abafado de Mariana ecoou pelo corredor. O síndico, Sr. Almeida — um homem de 55 anos, cabelos grisalhos penteados para trás, óculos de aro fino e um terno impecável — subiu as escadas apressado, seguido por Rafael, seu auxiliar de 25 anos, magro, de cabelo preto e sorriso malicioso. Ao dobrarem a esquina, depararam-se com a cena:

Mariana, de joelhos no chão, completamente nua. O dorso nu arqueado pela posição forçada, a bunda redonda voltada para eles, os seios balançando a cada respiração. A umidade entre suas coxas brilhava sob a luz fluorescente do corredor.

— Meu Deus, senhorita Mariana! — Sr. Almeida exclamou, a voz trêmula, tirando os óculos para limpá-los com um lenço. Seus olhos, por trás das lentes, evitavam fixar-se em qualquer parte específica do corpo dela, como se temesse ser flagrado olhando. — O que aconteceu aqui?

Mariana sentiu o rosto queimar. — Sr. Almeida, por favor... — sua voz saiu quebrada. — Não chame ninguém. Só... só me ajudem a me soltar.

Rafael, ao contrário, não desviou o olhar. Seus olhos percorreram cada curva de Mariana, demorando-se nos seios, na buceta inchada, nas coxas úmidas. — Vou tentar, senhorita — ele disse, ajoelhando-se ao lado dela, a voz cheia de uma ironia que só ela percebeu. — Mas vai doer um pouco.

Rafael pegou a chave de fenda e começou a mexer na dobradiça. Cada movimento puxava os cabelos de Mariana, arrancando gemidos abafados. Ela viu o volume na calça de Rafael enquanto ele se movia, e não conseguiu evitar um arrepio. Ele estava excitado. A vergonha a consumia, mas uma umidade quente escorria entre suas pernas, traindo seu corpo.

— Ai! — ela gritou baixinho, as unhas cravando no chão.

— Desculpe, senhorita — Rafael disse, sem tirar os olhos do corpo dela. — Mas precisa ser assim.

Sr. Almeida ficou de guarda, bloqueando a visão de qualquer um que pudesse passar, mas não conseguia evitar olhares furtivos para o corpo nu de Mariana. Seu rosto estava vermelho, e ele pigarreou, claramente desconfortável.

— O que aconteceu, senhorita? — Rafael perguntou, finalmente, enquanto trabalhava. — Como a senhora ficou assim, presa e... nua?

Mariana sentiu o rosto queimar ainda mais. — Eu... eu escorreguei — ela gaguejou. — A toalha caiu dentro do apartamento, e a porta fechou com meus cabelos presos.

Nesse momento, o som do elevador subindo ecoou pelo corredor. Mariana congelou, os olhos arregalados de pânico. — Alguém está vindo! — ela sussurrou, desesperada.

Sr. Almeida se posicionou rapidamente, bloqueando a visão. — Não se preocupe, senhorita — ele disse, a voz firme, mas com um tom de urgência. — Rafael, rápido, tente abrir logo.
— Perdão seu Almeida, mas fica difícil aqui embaixo trabalhar sem topar com o sei...com dona Mariana.
Sr. Almeida se aproximou de Mariana, posicionando-se atrás dela. Ele segurou firmemente seus quadris, puxando-a para cima com um movimento brusco, mas controlado. As nádegas de Mariana pressionaram-se contra ele, e ela sentiu o calor do corpo do síndico através da calça do terno. A posição era íntima e humilhante: se alguém passasse, pareceria que ele estava se esfregando nela por trás, ou pior, que estava aproveitando-se da situação.

— Seu Almeida, o que está....

— Fique quieta, senhorita — Sr. Almeida murmurou, a voz baixa e rouca, enquanto ajustava a posição dela. — Assim o Rafael consegue trabalhar melhor. Não podemos demorar, é arriscado para você ser pega.

Apesar disso, ela tentou relaxar e esperar abrir a porta.

Então Mariana sentiu as mãos de Almeida deslizando dos quadris para a trás, até que os dedos roçaram nos pelos macios de sua buceta. Ela congelou, mas não disse nada. O toque era leve, quase imperceptível, mas suficiente para fazê-la tremer. Sr. Almeida percebeu que ela não protestou, então começou a descer mais até chegar nos lábios e começar a massagear bucetinha com movimentos circulares, usando a ponta dos dedos para explorar cada curva úmida.

Ela soltou um gemido que por sorte Rafael confundiu com dor.

— Desculpe, senhorita — Rafael disse, ainda concentrado na dobradiça, sem perceber o que acontecia atrás de Mariana. — Quase lá.

Sr. Almeida não respondeu. Em vez disso, introduziu um dedo dentro dela, fazendo um movimento de vai e vem, lento e profundo. Mariana mordeu o lábio com força, cravando as unhas na própria palma para não gemer. Seu corpo tremia, e a respiração ficou ofegante, enquanto a umidade entre suas pernas aumentava.

— A senhora tem namorado, senhorita? — Rafael perguntou, tentando distraí-la com uma conversa descontraída.

Mariana balançou a cabeça negativamente, os olhos fechados, as sobrancelhas franzidas de prazer e tensão. — N-não... — ela gaguejou. — Tenho... noivo.

— Ah, tá — Rafael riu baixinho, ainda alheio ao que acontecia. — Se ele estivesse aqui, acho que já teria te soltado faz tempo. Ou .... deixa pra lá.

Sr. Almeida sorriu discretamente, introduzindo um segundo dedo e acelerando levemente os movimentos. — Seu noivo tem sorte, Mariana. Você é uma mulher muito bonita.

Mariana sentiu um calor intenso invadi-la. Aquelas palavras, ditas enquanto ele a tocava, a deixaram ainda mais excitada. Ela mordeu o lábio com força, tentando não gemer, enquanto os dedos dele continuavam a explorá-la.
Ele foi aumentando o movimento sem dó.

Mariana pensou: — Ele realmente quer me fazer gozar aqui, com o Rafael sentindo meu hálito. Isso é loucura.

Mariana não aguentou. O orgasmo a atingiu como uma descarga elétrica, fazendo seu corpo tremer violentamente. Ela arqueou as costas, as nádegas pressionando ainda mais contra Sr. Almeida, enquanto tentava desesperadamente abafar os gemidos com os lábios apertados. As unhas afundaram na própria palma, e ela sentiu as lágrimas escorrerem pelo rosto, misturando vergonha e prazer.

Mas, enquanto ainda tremia com os últimos espasmos, sentiu algo diferente.
Rafael, embaixo dela, finalmente conseguiu soltar a dobradiça. — Puta merda, essa porca tá mais apertada do que eu pensava — ele resmungou, ainda agachado, a chave de fenda escorregando em suas mãos. — **Tô tendo que fazer força pra desparafusar aqui, senhorita. Mais um pouquinho…

— Tem razão Rafa, ás vezes precisamos força.

Sr. Almeida não perdeu tempo. Com um movimento lento e firme, abriu a calça silenciosamente e posicionou a ponta do pau contra a entrada de Mariana, já molhada e latejante. Ela tentou se mover, mas suas pernas estavam fracas, e a posição a mantinha presa.

— N-não… — ela sussurrou, mas sua voz foi abafada pelo som da chave de fenda rangendo.

— Shhh — Sr. Almeida sussurrou, empurrando a cabeça do pau contra ela. — Fique quieta, ou ele vai perceber.
Mariana sentiu a pressão aumentar, e então ele penetrou-a por trás, devagar, centímetro por centímetro, enquanto Rafael continuava concentrado na dobradiça.

Ela não acreditava que o sindico estava comendo ela. A dor do cabelo era nada comparado com o que sentia com essa situação.

— Pronto! — Rafael anunciou, finalmente soltando a dobradiça. — **Agora só falta…

Mas antes que pudesse terminar a frase, Sr. Almeida já estava dentro dela, movendo-se em um ritmo lento e profundo. Mariana mordeu o lábio até quase sangrar, sentindo o pau dele entrando e saindo, cada movimento fazendo seu corpo tremer.

— Nossa, essa porta tá uma merda, chefe — Rafael continuou, sem desconfiar de nada. — **Acho que vai precisar trocar a dobradiça toda. A senhora vai ter que…

Sr. Almeida não parou. Enquanto penetrava Mariana com movimentos lentos e profundos, introduziu o polegar no cuzinho dela, massageando em círculos. Ela quase gritou, mas mordeu a própria mão para se calar.
— Ai, meu Deus… — ela gemeu baixinho, sentindo o corpo tremer com a dupla penetração.

— Mais um tempinho dona Mariana, falou Rafael sem perceber o motivo dela falar.

— Isso, gosta, não é? — Sr. Almeida sussurrou, acelerando levemente o ritmo. — Você adora ser uma putinha bem aqui, no corredor, com o Rafael tão perto.

Mariana sentiu o segundo orgasmo se aproximar, mais forte e avassalador do que o primeiro. Seu corpo se contraiu, e ela teve que cravar as unhas nas próprias coxas para não gritar. O pau de Sr. Almeida batia fundo dentro dela, enquanto o polegar continuava a massagear seu cuzinho, e Rafael, sem desconfiar de nada, ainda resmungava sobre a porta.

— Acabou, senhorita — Rafael sorriu, finalmente se levantando. — Agora a senhora tá livre.
Sr. Almeida deu os últimos empurrões em Mariana, fazendo-a tremer em silêncio, antes de se retirar devagar. Ela sentiu o líquido quente escorrendo pelas coxas, prova do que tinha acontecido.

Eles se despediram.

— Isso fica entre nós — ele sussurrou, ajustando a calça. — Mas se quiser repetir, sabe onde me encontrar.
Mariana não conseguiu responder. Apenas assentiu, ainda ofegante e com as pernas trêmulas.

Rafael achou que era uma piada, pois não sabia o que realmente Almeida estava falando.

Mariana entrou no apartamento rapidamente, fechando a porta atrás de si. O coração ainda batia descompassado, e o corpo tremia levemente. Ela se encostou na parede, respirando fundo, enquanto revivia cada segundo do que tinha acontecido.

As mãos ainda tremiam quando ela as levou até a buceta, que ainda latejava de prazer. Fechou os olhos e imaginou os dedos do Sr. Almeida dentro dela, o pau dele penetrando-a enquanto Rafael estava tão perto. Sua mão começou a se mover, repetindo os mesmos movimentos, enquanto um suspiro escapava de seus lábios.

— Meu Deus... — ela sussurrou, sentindo o prazer voltar a crescer dentro dela.

Ela se tocou com mais intensidade, imaginando a cena novamente: Sr. Almeida a penetrando, o polegar no seu cuzinho, enquanto Rafael trabalhava embaixo dela, alheio a tudo. O orgasmo a atingiu mais uma vez, dessa vez com mais força, e ela mordeu o lábio para não gritar, enquanto as pernas fraquejavam.

Quando finalmente se acalmou, Mariana abriu os olhos e olhou ao redor do apartamento. Nada havia mudado no apartamento, mas tudo havia mudado dentro dela.

Ela se encostou na parede, ainda ofegante, e sentiu o líquido quente escorrendo pelas coxas. Pensou em como gostaria que ele tivesse gozado dentro dela. A ideia a excitou ainda mais, e ela levou os dedos até a buceta, imaginando como seria sentir Sr. Almeida encher ela por completo, marcando-a por dentro.

Foto 1 do Conto erotico: Exposição no Corredor: Entre o Pânico e o Prazer de estar nua e presa na frente de dois.

Foto 2 do Conto erotico: Exposição no Corredor: Entre o Pânico e o Prazer de estar nua e presa na frente de dois.

Foto 3 do Conto erotico: Exposição no Corredor: Entre o Pânico e o Prazer de estar nua e presa na frente de dois.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Exposição no Corredor: Entre o Pânico e o Prazer de estar nua e presa na frente de dois.

Codigo do conto:
252033

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
13/01/2026

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