Minha esposa Erika na faculdade. Momentos deliciosos com o motorista de táxi em uma noite de chuva.

Esse é mais um relato da minha esposa antes de nos conhecer. O conto é sobre sua vida longe de casa e iniciando a faculdade.
Erika saiu da sala de aula com o caderno apertado contra o peito, as anotações ainda frescas na memória. Usava uma blusa branca de algodão, justinha, que abraçava seus seios médios e firmes, e uma calça jeans escura, moldada ao corpo esguio, destacando o bumbum redondo e durinho. Nos pés, tênis brancos, práticos para correr entre os corredores da universidade. O cabelo castanho, longo e levemente ondulado, estava preso em um rabo de cavalo despojado, mas alguns fios soltos emolduravam seu rosto, dando um ar juvenil e descontraído.

Os colegas nem imaginavam o que aquela garota já tinha feito. O jeito tranquilo e tímido dela fazia o pessoal até questionar que nunca tinha namorado.

O ar estava pesado, carregado de umidade, e as primeiras gotas de chuva começaram a cair enquanto ela caminhava. Erika acelerou o passo, mas em segundos já sentia a blusa colada ao corpo, o tecido fino revelando os contornos dos seios e a silueta dos mamilos, endurecidos pelo frio repentino. Os fios de cabelo que escapavam do rabo de cavalo grudaram em seu rosto, e ela os afastou com um gesto rápido, rindo baixinho da própria pressa.

— Merda, nem pensei em levar um guarda-chuva — murmurou, olhando para o céu escuro.

Foi quando avistou o táxi parado no sinal, com a luz amarela acesa. Sem pensar duas vezes, correu em direção ao carro, a mochila batendo nas costas, os seios balançando levemente com o movimento.

O motorista, um homem de cerca de 50 anos, cabelos grisalhos bem cortados e um sorriso tranquilo, olhou para ela pelo retrovisor enquanto ela entrava, sacudindo a água dos braços.

— Boa noite, moça. Destino? — perguntou ele, com uma voz grave e acolhedora.

— Rua das Flores, número XXX, por favor, — respondeu Erika, ainda ofegante, tentando secar o rosto com as costas da mão. A chuva havia transformado sua blusa branca em uma segunda pele, transparente o suficiente para revelar o sutiã preto de renda que usava por baixo. Ela cruzou os braços sobre o peito, instintivamente, sentindo o olhar do motorista demorar-se um segundo a mais em seu corpo.

— Com essa chuva, vai demorar um pouco, — comentou ele, ajustando o retrovisor para vê-la melhor. — Sou o Antônio, prazer.

— Erika, — respondeu ela, tentando disfarçar o rubor que subia pelo pescoço. A blusa molhada colava-se aos seios, e ela sentiu os mamilos endurecerem ainda mais, traídos pelo frio e pela excitação inesperada.

Antônio ligou o rádio em uma estação de jazz, e a música suave preencheu o silêncio. Erika olhou pela janela, vendo a cidade iluminada pelos faróis dos carros, as gotas de chuva escorrendo pelo vidro como lágrimas. Sentia o corpo quente, apesar da blusa molhada, e um formigamento estranho entre as coxas.

— Você é daqui? — perguntou Antônio, quebrando o silêncio.
— Não, estou na universidade. Morava em outra cidade, — respondeu ela, passando os dedos pelos fios de cabelo molhados, que agora caíam soltos sobre os ombros, enquadrando seu rosto de maneira sensual. Gotas de água escorriam pela nuca, descendo pela clavícula, e ela estremeceu, não só pelo frio, mas pela sensação de estar sendo observada.

Erika sempre gostou de atenção, e a situação inesperada era algo que a agradava e excitava. Não era culpa dela a chuva e ter sido pega de surpresa, mas não era obrigatório o olhar do motorista pelo retrovisor.

— Ah, entendi. Estudante, então. O que estuda? — continuou ele, os olhos brilhando no retrovisor.

— Literatura, — disse ela, sorrindo. — Mas às vezes acho que deveria ter escolhido algo mais prático.

Antônio riu, um som quente que a fez sentir-se à vontade.

— Literatura é lindo, moça. Livros são portas pra outros mundos. Eu sempre gostei de ler, mas a vida me levou pra outras coisas.

Erika sentiu algo estremecer dentro dela. A voz dele, calma e grave, lembrava-a de Carlos — não no rosto, mas na presença, naquela mistura de autoridade e gentileza que a fazia se sentir segura e, ao mesmo tempo, excitada. Ela cruzou as pernas, sentindo o tecido da calça jeans roçar sua bucetinha, já úmida.

— Você tem filhos? — perguntou ela, curiosa, enquanto observava as mãos dele no volante, fortes e cuidadas.

— Tenho uma filha, mas ela mora com a mãe, em outro estado. Às vezes sinto falta, sabe? — respondeu ele, com um suspiro. — Mas a vida é assim, né? A gente vai seguindo.

Erika assentiu, sentindo o coração bater um pouco mais rápido. A chuva parecia não dar trégua, e o trânsito estava cada vez mais lento. Ela olhou para Antônio pelo retrovisor e flagrou-o observando-a, os olhos demorando-se em seus seios, visíveis através da blusa molhada.

— Você tem namorado, Erika? — perguntou ele, a voz um pouco mais rouca.

— Não, — respondeu ela, sentindo o rosto esquentar. — Estou focada nos estudos.

— Ah, entendi. Uma moça bonita como você, sozinha… deve ter muitos pretendentes, — disse ele, com um sorriso malicioso.

Erika riu, nervosa, mas também lisonjeada. Ela sentiu o corpo formigar, a bucetinha pulsando levemente.
— Não sei se "muitos", mas… obrigada, — respondeu, baixando os olhos para as mãos, que brincavam com a bainha da blusa.

Ela não se cobria mais, deixava a transparência da roupa bem visível para o motorista.

— Não é elogio, é constatação, — respondeu ele, olhando-a pelo retrovisor. — Você tem um sorriso lindo. E esses olhos… parece que têm história.
Erika sentiu o calor subir pelo corpo. A chuva, o carro fechado, a música suave… tudo isso criava uma atmosfera íntima, quase íntima demais. Ela cruzou as pernas novamente, sentindo a umidade entre as coxas aumentar.

Ela queria explorar mais aquela situação, então tentou provocar um pouco o motorista.

— Você já… já fez algo louco, Antônio? — perguntou ela, sem saber bem por que estava indo por aquele caminho.

Ele riu, baixo e rouco.

— Ah, moça, loucura a gente faz quando é jovem. Agora, com a idade, a gente aprende a curtir as coisas com mais calma. Mas… — ele olhou para ela pelo retrovisor, — às vezes a gente se surpreende.
Erika sentiu o corpo tremer. Ela sabia que estava flertando com o perigo, mas não conseguia — nem queria — parar. A lembrança de Carlos, da primeira vez que se expôs, da sensação de ser desejada… tudo isso voltava como uma onda.

Agora com ele longe, precisava de outra coisa, ou alguém para se sentir viva.

— E você? — perguntou ele, a voz mais baixa. — Já fez algo que te deixou… sem fôlego?

Erika mordeu o lábio, sentindo o calor subir pelo pescoço. Ela olhou para as mãos, que tremiam levemente.

— Talvez, — respondeu ela, olhando para ele pelo retrovisor.

Antônio sorriu, como se soubesse exatamente o que ela estava pensando.

— Às vezes a vida nos coloca em situações que a gente não esperava, né? — disse ele, enquanto o carro parava em um sinal. — E a gente tem que decidir: Onde e com quem quer ir.

Erika engoliu em seco. Ela sabia que não estava falando só do trânsito.
A chuva engrossou virando um belo temporal.

Depois de mais alguns minutos, Antônio suspirou, olhando pela janela.

— Moça, sinto muito, mas essa rua aqui tá completamente alagada. Não tem outro acesso pra onde você precisa ir. — Ele apontou para a água que cobria o asfalto, refletindo as luzes dos postes. — Se a gente tentar passar, o carro pode atolar.

Erika olhou pela janela, sentindo o coração acelerar. A chuva não dava sinais de que ia parar, e ela não conhecia ninguém na cidade além dos colegas de universidade.

— Não tem problema, — respondeu ela, tentando disfarçar a ansiedade. — O que a gente faz agora?

Antônio coçou a nuca, pensativo.

— Bom, eu poderia te deixar em algum lugar seguro, um café ou uma lanchonete, mas com essa chuva, não sei se vai ter algo aberto e acho que só vai poder voltar amanhã — Ele olhou para ela pelo retrovisor, os olhos sérios. — Você tem algum outro lugar pra ir? Um amigo, um parente?

Erika mordeu o lábio, olhando pela janela. Foi quando viu o letreiro piscando no meio da tempestade: "Motel Paraíso".

Ela hesitou por um segundo, mas então apontou.

— Tem um motel ali, — disse ela, a voz trêmula. — Se você não se importa… a gente poderia… esperar a chuva passar lá.

Antônio olhou para o motel e depois para ela, pelo retrovisor. Havia um brilho nos olhos dele, uma mistura de surpresa e cautela.

— Você tem certeza, moça? — perguntou ele, a voz firme, como se quisesse ter certeza de que não estava interpretando errado. — Eu posso te deixar na porta, se você preferir. Não quero que você pense que…

Erika sentiu o coração disparar. A ideia de entrar naquele motel com aquele homem, que ela mal conhecia, era ao mesmo tempo aterrorizante e excitante. Era como se o destino estivesse repetindo o passado, mas de uma forma nova, inesperada.

— Não, — respondeu ela, a voz firme, apesar do tremor. — Com essa chuva, você não vai conseguir voltar pro ponto. E você disse que eu era a última passageira… — ela olhou para ele, desafiadora. — Não quer entrar comigo?

Antônio respirou fundo, os olhos fixos nos dela pelo retrovisor. Havia um conflito visível em seu olhar — desejo e responsabilidade.

— Você sabe o que tá pedindo, moça? — perguntou ele, a voz mais rouca. — A gente mal se conhece.

Erika sorriu, tímida, mas cheia de intenção.

— Acho que sim, — respondeu ela, baixando os olhos por um segundo, antes de encará-lo novamente. — E você?

Antônio estacionou o carro no estacionamento do motel, desligando o motor. A chuva batia no teto com força, criando uma cortina de água entre eles e o mundo exterior. Ele olhou para Erika, que ainda tremia levemente, os cabelos molhados colados ao rosto, os seios visíveis através da blusa transparente.

— Vamos? — perguntou ele, a voz baixa.

Erika assentiu, engolindo em seco. Eles saíram do carro e correram até a recepção, protegidos apenas pela marquise. O rapaz atrás do balcão, um jovem de cabelos desgrenhados e olhos curiosos, levantou a cabeça quando eles entraram. Seus olhos percorreram Erika de cima a baixo, demorando-se em seus seios molhados e nas pernas justas da calça jeans.

— Boa noite, — disse Antônio, com uma voz firme. — Precisamos de um quarto.

O rapaz assentiu, os olhos ainda fixos em Erika, que sentiu o rubor subir pelo pescoço. Ela baixou os olhos, mas não conseguiu evitar notar o modo como o funcionário a observava — com uma mistura de admiração e desejo.

— Quarto 12, — disse o rapaz, entregando a chave a Antônio. — Fica no fundo.

Antônio pegou a chave, e Erika sentiu o coração bater mais rápido quando os dedos dele roçaram os seus. Eles caminharam pelo corredor estreito, a chuva ainda caindo forte do lado de fora. Antônio abriu a porta do quarto, e Erika entrou, sentindo o cheiro de limpeza e o ar condicionado frio.

O quarto era simples, mas aconchegante: uma cama de casal com lençóis vermelhos, um espelho grande na parede oposta, e uma luz amarela que dava um tom íntimo ao ambiente. Antônio fechou a porta atrás deles, e o som da chuva ficou abafado, como se estivessem em uma bolha.

Erika ficou parada no meio do quarto, as mãos tremendo, o coração batendo tão forte que parecia ecoar nas paredes. Antônio se encostou na porta, os braços cruzados, observando-a com um olhar intenso.
— Bem Erika, estamos aqui agora, como vai ser? — perguntou ele, a voz baixa, mas firme. — Faz tempo que não fico com alguém especialmente tão mais jovem que eu.

Ela engoliu em seco, sentindo o calor subir pelo corpo. A vergonha e o desejo lutavam dentro dela, mas o desejo era mais forte.
— Quero ser vista, — respondeu ela, a voz um sussurro. — Quero… sentir isso de novo. Ser desejada, ser vista. — Ela olhou para ele, desafiadora. — Você não quer?

Antônio sorriu, lento e provocador.

— Desde que você entrou no carro, não consegui tirar os olhos de você, — admitiu ele, aproximando-se devagar. — Mas não quero que você pense que isso é… só isso.

Erika sentiu o corpo formigar. Ela sabia que estava cruzando uma linha, mas não conseguia — nem queria — parar.

— Não é só isso, — respondeu ela, a voz firme. — Mas… — ela mordeu o lábio, — quero que seja do meu jeito.

Antônio assentiu, os olhos brilhando. Ele se sentou na beira da cama, observando-a com uma mistura de admiração e desejo.

— Como você quiser, — disse ele, a voz rouca.

Erika respirou fundo e começou a dançar. Não era uma dança ensaiada, mas um movimento lento, sensual, como se estivesse se despir não só da roupa, mas de todas as inibições. Ela tirou a blusa primeiro, puxando-a pela gola e revelando o sutiã preto de renda, que abraçava seus seios firmes, os mamilos já endurecidos pela excitação. Antônio observava, imóvel, os olhos fixos nela, a respiração pesada.

— Você é linda, — murmurou ele, a voz rouca.

Erika sorriu, tímida, mas cheia de confiança. Ela desabotoou a calça jeans, deixando-a cair no chão, revelando uma calcinha combinando com o sutiã, justinha, que moldava seu bumbum redondo. Antônio aproximou-se um pouco mais, mas não tocou nela. Ainda não.

— Continua, — pediu ele, a voz um sussurro.

Ela tirou o sutiã, deixando os seios à mostra, os mamilos rosados e duros, sensíveis ao ar frio do ar-condicionado. Antônio respirou fundo, os olhos devorando cada detalhe.

— Porra, Erika… — murmurou ele, a voz carregada de desejo.

Ela não parou. Com os dedos trêmulos, deslizou a calcinha pelas coxas, revelando sua bucetinha, já úmida, os pelos naturais fazendo um contraste com a pele clara. Antônio engoliu em seco, os olhos fixos entre as pernas dela.

— Você é… perfeita, — disse ele, a voz quase um gemido.
Erika girou devagar, deixando que ele visse cada curva, cada detalhe. O bumbum firme, os seios balançando levemente, a bucetinha exposta, úmida, convidativa. Ela sentiu o calor subir pelo corpo, a vergonha misturada com um desejo avassalador.
Era a primeira vez que ficava nua na frente de alguém fora da casa de swing e sem seu padrinho.

— E agora? — perguntou ela, a voz trêmula.

Antônio não respondeu com palavras. Ele se aproximou, os olhos escuros de desejo, e a puxou para perto, beijando-a com uma fome que a fez gemer.

O beijo foi intenso, quase violento, como se Antônio estivesse segurando aquele desejo há horas. Erika respondeu com a mesma intensidade, as mãos explorando o corpo dele, sentindo os músculos sob a camisa, o cheiro de homem maduro, de suor e colônia barata. Ele a empurrou suavemente para a cama, e ela caiu de costas, os seios balançando, a bucetinha pulsando de desejo.

Antônio ajoelhou-se na frente dela, os olhos fixos entre as pernas.

— Você é uma tentação, moça, — murmurou ele, a voz rouca.

Erika abriu as pernas, sem vergonha, oferecendo-se. Antônio não perdeu tempo. Ele enterrou o rosto entre as coxas dela, a língua quente encontrando sua bucetinha úmida. Erika gritou, as mãos agarrando os lençóis, o corpo arqueando de prazer.

— Ai, meu Deus… — gemeu ela, a voz entrecortada. — Não para…

Antônio não parou. Ele lambeu, chupou, explorou cada dobra, cada sensação, enquanto Erika se contorcia de prazer, os gemidos enchendo o quarto. Ele sugava os lábios vaginais com maestria. Ela sentiu o orgasmo se aproximando, uma onda de calor que a consumia por dentro.

— Vou gozar… — avisou ela, a voz um suspiro.

Antônio não se afastou. Ele continuou, a língua trabalhando sem piedade, até que Erika explodiu, o corpo tremendo, os gemidos abafados pela mão que cobriu a boca. O prazer a dominou, intenso, avassalador, como se todo o desejo reprimido estivesse saindo de uma vez.

Quando o orgasmo arrefeceu, Erika olhou para Antônio, os olhos brilhando de desejo. Ela queria mais. Precisava de mais.

— Agora é minha vez, — disse ela, a voz rouca, empurrando-o suavemente para a cama.

Antônio não resistiu. Ele sentou-se, e Erika ajoelhou-se entre as pernas dele, os dedos tremendo ao desabotoar a calça. Quando o pênis dele saltou, duro e grosso, ela sentiu um arrepio de excitação. Ela o segurou com uma mão, admirando o tamanho, a veia pulsante, a cabeça úmida.

— Você é lindo, — murmurou ela, olhando para ele, antes de baixar a cabeça.

Erika começou devagar, a língua roçando a ponta, sentindo o gosto salgado, a pele quente. Antônio gemeu, as mãos agarrando os lençóis, os olhos fixos nela.

— Porra, moça… — grunhiu ele, a voz rouca. — Sua boca é… perfeita.

Ela sorriu, os lábios envolvendo a cabeça do pênis, a língua circulando, explorando cada detalhe. Antônio gemeu novamente, os quadris se movendo levemente, como se não conseguisse se controlar.

— Você faz isso muito bem, — murmurou ele, os dedos enfiados nos cabelos dela. — Tão bem…

Erika aumentou o ritmo, a boca deslizando para cima e para baixo, as mãos massageando as bolas dele, sentindo-o endurecer ainda mais. Antônio respirava pesado, os gemidos ficando mais altos, até que, de repente, ele a puxou para cima, beijando-a com fome.

— Agora eu quero você, — disse ele, a voz rouca.

Erika não resistiu. Ela se posicionou sobre ele, guiando o pênis até sua entrada. Antônio gemeu quando ela começou a descer, devagar, sentindo-se esticar, preencher. Era uma mistura de dor e prazer, de vergonha e desejo.

— Porra, você é apertada… — grunhiu ele, as mãos nos quadris dela.

Erika começou a se mover, devagar no início, depois mais rápido, os seios balançando, o bumbum batendo contra os quadris dele. Antônio a observava, os olhos fixos nos seios dela, nas curvas, na maneira como ela se entregava ao prazer.

— Mais forte, — pediu ela, a voz um gemido.

Antônio não se fez de rogado. Ele a virou, colocando-a de quatro, e entrou nela por trás, as mãos apertando seus quadris. Erika gritou, o prazer avassalador, o corpo tremendo a cada investida.

— Você é uma deusa, — murmurou ele, a voz rouca, enquanto batia nela com força.

Erika sentiu o orgasmo se aproximando novamente, uma bola de fogo no ventre. Ela se tocou, os dedos no clitóris, enquanto Antônio a fodía sem piedade. Quando o prazer explodiu, ela gritou, o corpo convulsionando, as paredes do quarto ecoando seus gemidos.

Antônio não demorou. Com um último empurrão, ele gozou dentro dela, o calor do sêmen enchendo-a, prolongando seu próprio orgasmo. Erika desabou na cama, exausta, feliz, o corpo leve como uma pena.

Por alguns minutos, eles ficaram em silêncio, ofegantes, o som da chuva ainda batendo no telhado. Antônio rolou para o lado, puxando Erika para perto, os dedos desenhando círculos na pele dela.

— Você é incrível, — murmurou ele, beijando seu ombro.

Erika sorriu, tímida, mas satisfeita.

— Eu também não sou de ferro, — respondeu ela, rindo baixo.

Antônio riu, o som quente, reconfortante.

— O que você acha que vai acontecer agora? — perguntou ele, depois de um tempo.

Erika olhou para o teto, pensando.

— Acho que… a chuva vai passar, — respondeu ela, virando-se para encará-lo. — E a gente vai seguir em frente. Mas… — ela sorriu, maliciosa, — acho que eu vou guardar essa noite pra sempre.

Antônio sorriu de volta, os olhos brilhando.

— Eu também, moça. Eu também.

Foto 1 do Conto erotico: Minha esposa Erika na faculdade. Momentos deliciosos com o motorista de táxi em uma noite de chuva.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha esposa Erika na faculdade. Momentos deliciosos com o motorista de táxi em uma noite de chuva.

Codigo do conto:
251673

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
10/01/2026

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