Desde que completara 18 anos, minha esposa Erika nutria um desejo secreto, uma curiosidade que queimava dentro dela como uma brasa: a liberdade de se expor, de ser desejada sem julgamentos. Foi com Carlos, seu padrinho e dono de uma misteriosa casa de swing, que ela encontrou coragem para explorar essa fantasia. Na primeira visita, entre olhares curiosos e toques hesitantes, Erika descobriu o prazer de ser observada, de se masturbar sob o comando de Carlos e de se entregar a um orgasmo intenso, enquanto a vergonha e a excitação dançavam em seu corpo. Mas, naquela noite, ela soube que queria mais: perder a virgindade de forma memorável, em um ambiente onde fosse admirada, desejada e guiada por mãos experientes. E agora, esse momento havia chegado.
Era quase um mês após o primeiro dia que entrou naquele prédio.
A porta da sala se abriu com um suspiro suave, revelando um ambiente envolto em luzes âmbar e sombras dançantes. No centro, uma cama redonda, coberta por lençóis de seda preta, era cercada por seis cadeiras de couro, ocupadas por figuras mascaradas. Os olhos deles — curiosos, intensos — brilhavam sob a penumbra, fixos na entrada, como se aguardassem algo precioso.
Carlos, ao lado de Erika, apertou sua mão com uma firmeza que era ao mesmo tempo reconfortante e possessiva. Ele se inclinou, os lábios roçando o ouvido dela, o hálito quente enviando arrepios pela sua espinha.
— Erika, — sussurrou ele, a voz grave, mas suave, — antes de entrarmos, preciso saber: você tá mesmo pronta pra isso? — Ele virou o rosto dela para si, os olhos procurando os dela com uma seriedade que a fez engolir em seco. — Não tem problema se não estiver. Podemos esperar, ou até desistir. Isso aqui é só pra te fazer feliz, não pra te assustar.
Erika sentiu o coração bater descompassado, como se quisesse escapar do peito. A incerteza a invadia, uma onda fria que contrastava com o calor entre as pernas. Ela olhou para os rostos mascarados, para a cama, para as mãos de Carlos, que seguiam firmes nas suas. Será que ela estava pronta? A pergunta ecoava em sua mente, misturada ao medo de decepcionar, de não ser suficiente, de se arrepender.
— Padrinho…, — começou ela, a voz trêmula, os dedos apertando os dele como se fossem uma tábua de salvação. — Eu… eu tenho medo. Medo de doer, de não saber o que fazer, de todo mundo me julgar. — As lágrimas começaram a formar-se nos cantos dos olhos, não de tristeza, mas de uma vulnerabilidade que a deixava exposta. — Mas é um sonho que eu sempre tive. Desde que eu era pequena, eu imaginava… ser desejada assim, ser livre. Não quero desistir.
Carlos sorriu, um sorriso que era ao mesmo tempo paternal e carregado de desejo. Ele limpou uma lágrima com o polegar, o toque quente enviando um arrepio pela sua pele.
— Minha pequena corajosa, — murmurou ele, a voz baixa, mas firme. — O medo é normal. Você tá prestes a cruzar uma fronteira que nunca cruzou antes. Mas lembra: você não tá sozinha. Eu tô aqui, e essas pessoas também. Eles não vão te julgar, só te admirar. — Ele apontou para a plateia, onde os olhos brilhavam com uma mistura de curiosidade e respeito. — Eles sabem que isso é especial pra você. E se em qualquer momento você quiser parar, é só dizer. Prometo.
Erika respirou fundo, o peito subindo e descendo rapidamente. Ela olhou para a cama novamente, imaginando-se ali, nua, exposta, sendo tocada por mãos desconhecidas. O medo era real, mas o desejo — aquele fogo que queimava dentro dela desde que era adolescente — era mais forte.
— Eu quero, — disse ela, a voz ainda trêmula, mas com uma determinação que surpreendeu até a ela mesma. — Quero sentir isso. Quero perder minha virgindade aqui, com você olhando, com eles me vendo. Mas… padrinho, por favor, não me solta. Fica do meu lado.
Carlos beijou sua testa, os lábios demorando-se na pele, como uma promessa.
— Nunca, — respondeu ele, a voz rouca. — Agora, tira a roupa, devagar. Deixa eles te verem.
As mãos de Erika tremiam ao puxar o vestido preto, a seda escorregando pela pele como uma carícia. Cada centímetro revelado era uma batalha: a vergonha de expor seus seios pequenos, mas firmes; o medo de que seu bumbum não fosse perfeito o suficiente; a insegurança de que os pelos naturais entre as pernas a fizessem parecer menos desejável. Mas, quando o vestido caiu aos seus pés, e ela ficou apenas de calcinha, os olhares da plateia não eram de julgamento — eram de admiração.
— Linda, — murmurou uma voz feminina, vinda de uma mulher de cabelos prateados. — Tão natural, tão pura.
Erika sentiu o rubor subir pelo pescoço, as bochechas queimando. Ela hesitou ao tocar a calcinha, os dedos tremendo. E se eles rissem? E se seu corpo não fosse bom o suficiente? Mas então, ela lembrou das palavras de Carlos: "Eles não vão te julgar, só te admirar."
Com um suspiro trêmulo, ela deixou a calcinha cair.
Nua, ela sentiu o ar condicionado acariciar sua pele, os mamilos endurecendo instantaneamente, a bucetinha úmida traindo sua excitação. A vergonha era uma tempestade dentro dela, mas o desejo — aquele fogo que queimava entre as pernas — era um farol que a guiava.
Algumas vezes ela ficou nua na casa de swing, mas sempre tinha alguma outra pessoa e não existia algo além de ser admirada. Era apenas mais uma no grupo, mas naquele momento, ela era protagonista na frente daqueles estranhos.
— Gira pra eles, pequena, — instruiu Carlos, a voz baixa, mas audível. — Deixa eles verem cada curva sua.
Ela obedeceu, o corpo tremendo, as lágrimas escorrendo enquanto girava lentamente. Os olhares da plateia eram como toques invisíveis, acariciando sua pele, fazendo seus mamilos latejarem e a bucetinha pulsar. A mulher de cabelos prateados levou a mão à boca, os olhos fixos no corpo de Erika, enquanto um homem de barba escura ajustou-se discretamente na cadeira, os olhos escuros brilhando com desejo.
— Perfeita, — disse Carlos, a voz rouca, os olhos percorrendo cada detalhe dela. — Agora, senta na cama. Eles vão se juntar a você.
Carlos bateu as mãos duas vezes e a porta se abriu novamente. Dois homens entraram: Lucas, loiro, de ombros largos e sorriso confiante; e Rafael, moreno, de olhos escuros e postura serena. Ambos usavam máscaras, mas a familiaridade com que cumprimentaram Carlos deixou claro que eram amigos de longa data.
— Erika, esses são o Lucas e o Rafael, — apresentou Carlos, a voz calma, mas carregada de intenção. — Eles vão te guiar nessa primeira vez. Mas lembra: você manda o ritmo. Se doer, se você não gostar, é só dizer.
Lucas aproximou-se primeiro, os olhos fixos nos dela, a voz suave:
— Você é ainda mais linda do que o Carlos descreveu, Erika, — disse ele, estendendo a mão para roçar os dedos nos ombros dela. — Tão jovem, tão pura…
Erika sentiu o coração acelerar, o medo e a excitação se misturando em um turbilhão. Será que ela conseguiria? Será que doeria muito? Mas, quando Rafael sentou-se na beira da cama, os olhos escuros brilhando com uma mistura de desejo e respeito, ela sentiu uma onda de coragem.
— Venha aqui, Erika, — convidou ele, a voz grave. — Sente-se no meu colo. Vamos começar devagar.
Ela hesitou, mas Carlos a encorajou com um aceno de cabeça. Com pernas trêmulas, Erika aproximou-se de Rafael, sentando-se em seu colo, a pele nua tocando a roupa dele. O contato a fez arfar, o calor do corpo dele penetrando sua pele, aumentando a umidade entre suas coxas.
Rafael beijou-a com uma lentidão que a deixou tonta, os lábios macios, mas exigentes. Erika gemeu baixinho, a vergonha dando lugar a uma necessidade urgente. Enquanto isso, Lucas ajoelhou-se na frente dela, os olhos no nível da bucetinha úmida.
— Deixa eu te provar também, Erika, — disse ele, a voz rouca. — Abre as pernas pra mim.
Ela hesitou, mas Rafael segurou seus quadris, ajudando-a a abrir as coxas. O ar fresco tocou sua bucetinha, fazendo-a estremecer. E se ela não gostasse? E se fosse estranho demais? Mas, quando a língua de Lucas roçou seus lábios úmidos, ela gritou, o prazer tão intenso que suas unhas cravaram nos ombros de Rafael.
— Ai, meu Deus…, — gemeu ela, a voz entrecortada, as lágrimas escorrendo. — Tô… tô com vergonha, mas… ahn… não consigo parar.
— Não precisa parar, pequena, — disse Carlos, a voz baixa, mas audível. — Deixa eles te fazerem sentir bem. Você tá linda assim, toda molhada, toda nossa.
Aquele foi o primeiro toque no sexo dela.
Lucas continuou, a língua agora circulando o clitóris, enquanto Rafael beijava seu pescoço, as mãos explorando seus seios. Erika se contorcia, o corpo em chamas, a vergonha se dissolvendo no prazer. Ela olhou para a plateia: a mulher de cabelos prateados tocava-se, os dedos entre as coxas; o homem de barba escura masturbava-se lentamente, os olhos fixos nela.
— Padrinho…, — ela choramingou, a voz um fio. — Eles tão me vendo… tô gozando… ahn… não consigo…
— Gozar é bom, Erika, — respondeu Carlos, a voz carregada de desejo. — Deixa eles verem como você é linda quando goza. Não segura.
O orgasmo a atingiu como uma onda, o corpo convulsionando, os gemidos ecoando pela sala. Lucas não parou, a língua trabalhando sem piedade, enquanto Rafael beliscava seus mamilos, prolongando o prazer. Erika sentiu-se flutuar, o mundo reduzido ao toque deles, aos olhares famintos da plateia, à voz de Carlos, que a guiava como um farol.
Quando o clímax arrefeceu, Rafael posicionou-se atrás dela, o pênis duro roçando sua entrada. Erika sentiu o medo, mas também uma necessidade urgente de ser preenchida.
— Vai doer, pequena, — disse Carlos, agora ao lado dela, a mão em seu rosto. — Mas é uma dor que vai se transformar em prazer. Respira.
Com um empurrão suave, Rafael começou a entrar, esticando-a, fazendo-a gemer contra o pênis de Lucas.
— Ai…, — ela choramingou, as lágrimas escorrendo. — Tá doendo… mas… ahn… não para.
— Respira, pequena, — disse Carlos, a voz calma. — Deixa ele te abrir. Você tá segura.
Rafael avançou lentamente, até que Erika sentiu-se completamente preenchida, o corpo esticado ao redor dele. A dor misturava-se com um prazer profundo, uma sensação de completude que a deixou tonta. Ela começou a mover os quadris, instintivamente, enquanto continuava a chupar Lucas, os gemidos abafados pela boca cheia.
A sensação de perder a virgindade com dois desconhecidos, na frente daqueles estranhos era uma fantasia que antigamente ela nunca imaginaria realizar.
— Meu Deus, ela é apertada, — grunhiu Rafael, as mãos apertando os quadris dela. — Tão molhada… tão perfeita.
A plateia observava em silêncio, os olhos brilhando, alguns se tocando, outros apenas admirando a cena com uma intensidade que aumentava a excitação de Erika. Ela sentiu-se poderosa, mesmo em sua vulnerabilidade, como se estivesse no centro de um ritual sagrado.
— Agora, Rafael, — disse Carlos, a voz baixa, — faz ela gozar de novo. Quero ver essa bucetinha virgem explodir.
Rafael aumentou o ritmo, os quadris batendo contra o bumbum dela, enquanto Lucas segurava sua cabeça, fodendo sua boca com mais força. Erika sentiu o prazer crescer, uma bola de fogo em seu ventre, até que explodiu em outro orgasmo, o corpo tremendo, os gemidos abafados pelo pênis de Lucas.
Quando finalmente desabou na cama, exausta, os dois homens ao seu lado, a plateia aplaudiu suavemente, os olhos cheios de admiração. Carlos ajoelhou-se ao lado dela, beijando sua testa.
— Você foi incrível, pequena, — sussurrou ele, os olhos brilhando. — Agora você não é mais virgem… e olha quantas pessoas te viram se tornar uma mulher.
Erika sorriu, as lágrimas secando, o corpo leve, como se tivesse voado. A vergonha ainda estava lá, mas agora era apenas um tempero no banquete de sensações que havia experimentado. Ela olhou para a plateia, para os dois homens que a haviam iniciado, e para Carlos, seu padrinho, que a guiara por tudo.
— Obrigada, — murmurou ela, a voz rouca. — Por me mostrarem… que eu posso ser livre.
E, pela primeira vez, ela acreditou nisso.





Com puta não tem essa de SE DOER, tem que aguentar tudo que os machos façam e implorar por mais, quem dá não pode se recusar a nada. Meu padrasto adestrou minha mãe que virou uma PUTA deliciosa, agora, ela dá pra quem ele mandar, não importa quantos caras sejam, ela ama dar pra vários machos ao mesmo tempo e terminar arregaçada, cuspida, esporrada e mijada, que é como os machos marcam sua propriedade, agora , meu padrasto me deixa armar pros meus amigos foderem ela,são dps, dps anais e vaginais.