O cortejo real aguardava nos portões do castelo, as bandeiras do império tremulando ao vento. Entre os estandartes dourados e os guardas em armaduras polidas, uma carruagem preta aproximava-se, puxada por cavalos brancos como a neve. Dentro dela, Isabele, a filha do imperador, retornava após dois anos de ausência.
Ela tinha dezoito anos agora, uma jovem mulher com os cabelos negros como a noite, longos e sedosos, que caíam em ondas até sua cintura. Seus olhos, verdes como esmeraldas, herdados da mãe, brilhavam com uma mistura de curiosidade e apreensão. Sua pele, pálida e macia como mármore, contrastava com os lábios rosados e cheios, que tremiam levemente enquanto a carruagem parava.
Isabele usava um vestido de seda azul escuro, bordado com fios de prata, que acentuava suas curvas suaves — os seios firmes, a cintura fina, os quadris arredondados que balançavam levemente enquanto ela descia da carruagem. Seu corpo havia amadurecido nos últimos dois anos, e ela sabia disso. As freiras que a criaram no retiro da mãe ensinaram-lhe modéstia, mas também ensinaram-lhe a observar, a entender os desejos dos homens — mesmo que nunca tivessem falado abertamente sobre isso.
E agora, ela voltava para o pai.
Um pai que, ela sabia, andava nu.
Darius esperava no alto das escadarias do castelo, nu como sempre, seu corpo bronzeado e forte brilhando sob o sol da tarde. Seu membro, semiereto, pendia entre suas coxas, como se fosse a coisa mais natural do mundo. Ele sorria, mas seus olhos — dourados e penetrantes — observavam a filha com uma intensidade que a fazia corar.
Isabele baixou os olhos assim que o viu, como lhe haviam ensinado. Mas não pôde evitar. Seu olhar deslizou por um segundo sobre o corpo do pai, sobre aquele membro grosso e veioso, que parecia pulsar com uma vida própria. Ela sentiu um calor estranho entre as coxas, uma coceira, uma curiosidade doentia que a fez morder o lábio inferior.
— Isabele. — A voz de Darius era profunda e suave, como mel derramado sobre pedra quente. — Finalmente, você voltou.
Ela levantou os olhos, forçando-se a olhar para o rosto dele, e não para o que estava abaixo.
— Pai. — Sua voz tremia levemente. — Sinto muito pela mãe.
Darius assentiu, mas seu sorriso não vacilou.
— Ela era uma grande mulher. — Ele desceu os degraus, aproximando-se dela. Isabele recuou instintivamente, mas ele segurou suas mãos, puxando-a para perto. — Mas você... você é a cópia dela. Cada traço, cada gesto.
Isabele sentiu o cheiro dele — um misto de sândalo, suor e algo mais primitivo, algo que a fez tremer. Seu corpo reagiu de uma forma que ela não entendia, uma onda de calor subindo por sua barriga.
— Você cresceu. — Ele passou os dedos por seu rosto, traçando a linha de sua mandíbula. — E ficou ainda mais linda do que sua mãe.
Isabele engoliu em seco, sentindo o toque dele queimar sua pele.
— Obrigada, pai. — Ela tentou sorrir, mas seus lábios tremiam.
Darius sorriu, e então, sem aviso, passou a mão por suas costas, puxando-a contra si. Isabele sentiu a dureza dele pressionar sua barriga, e seu coração disparou.
— Venha. — Ele disse, guiando-a para dentro do castelo. — Há muito o que conversar.
Nos dias que se seguiram, Isabele tentou se acostumar com a vida no castelo. Mas era difícil.
Difícil ignorar o corpo nu do pai, que andava pelos corredores como se fosse a coisa mais natural do mundo.
Difícil não olhar quando ele passava por ela, seu membro balançando levemente com cada passo.
Difícil não sentir aquele calor estranho entre as pernas toda vez que seus olhos ousavam deslizar sobre ele.
As freiras lhe haviam ensinado a baixar os olhos, a ser modesta, a não ceder aos desejos da carne. Mas nunca lhe haviam ensinado o que fazer quando o próprio pai despertava aqueles desejos.
Uma tarde, enquanto Darius lia relatórios no salão principal, Isabele passou por ele, carregando um livro que havia pegado emprestado da biblioteca. Ela tentou não olhar, mas seus olhos traíram-na.
Seu olhar deslizou sobre as coxas musculosas do pai, sobre a cicatriz prateada que cortava sua clavícula — um vestígio de uma batalha antiga —, e então, sem querer, sobre aquele membro grosso, que agora repousava semi-ereto sobre sua coxa.
Ela parou, os lábios entreabertos, o calor subindo por seu corpo. Por um segundo, imaginou como seria tocá-lo, e essa ideia a fez tremer.
— Isabele — A voz de Darius a fez pular.
Ela virou-se rapidamente, o rosto queimando.
— Sim, pai? — Sua voz saiu trêmula.
Darius levantou os olhos dos relatórios, observando-a com um sorriso conhecedor.
— Você está bem? Sua pele está... rubra. — Ele deixou a frase no ar, como se soubesse exatamente o que ela estava sentindo.
Isabele mordeu o lábio, sentindo o coração bater forte.
— É só... o calor, pai. — Ela mentiu, evitando seu olhar.
Darius sorriu, e então, deliberadamente, ajustou-se, fazendo com que seu membro pulsasse levemente.
— Cuidado, filha. — Ele disse, baixo e suave. — O castelo pode ser quente, mas há coisas aqui que podem queimar muito mais do que o sol.
Isabele sentiu um arrepio percorrer sua espinha. Ela sabia que ele sabia. E isso a excitava e aterrorizava ao mesmo tempo.
Naquela noite, Isabele sonhou.
Sonhou com mãos grandes em sua pele, com lábios quentes em seu pescoço, com uma voz profunda sussurrando coisas que faziam seu corpo arder.
Ela acordou suada, as coxas úmidas, os seios pesados. E quando abriu os olhos, soube que nunca mais seria a mesma.
Porque algo havia mudado.
E esse algo tinha um nome.
Desejo.
Uma noite. O castelo estava silencioso, exceto pelo crepitar das chamas nas lareiras e o eco distante dos passos dos guardas nos corredores de pedra. Isabele, caminhava pelos corredores mal iluminados, carregando uma bandeja de prata com uma jarra de água fresca e uma taça de cristal. Seu vestido de linho branco, fino e quase transparente, colava-se levemente à sua pele devido ao suor da noite quente. O tecido delicado deixava pouco à imaginação: os seios pequenos e arredondados balançavam suavemente a cada passo, a cintura fina realçada pela faixa de seda que amarrava o vestido, e as coxas macias que se roçavam uma na outra enquanto ela andava.
Ela respirava fundo, tentando acalmar o coração acelerado. Era a primeira vez que estava ia visitar o quarto do pai, à noite e sozinha, e isso a deixava nervosa. Não pelo medo, mas por algo que não conseguia nomear.
Ao chegar à porta do quarto de Darius, Isabele bateu levemente, esperando permissão para entrar.
— Entre. — A voz de Darius era profunda e relaxada, como se já a esperasse.
Ela empurrou a porta, e o que viu a fez congelar.
Darius estava sentado em uma poltrona de couro escuro, uma taça de vinho na mão, o corpo nu como sempre, iluminado pela luz dourada das velas. O fogo da lareira dançava em sua pele, destacando cada músculo, cada veia, cada detalhe que fazia Isabele engolir em seco.
Mas não era só isso.
Entre suas coxas, seu membro estava ereto, grosso e veioso, pulsando levemente, como se tivesse vida própria. Isabele sentiu um calor estranho invadir seu corpo, uma onda quente que começou entre suas pernas e subiu até seu rosto, queimando suas bochechas.
— Isabele. — Darius sorriu, sem nenhuma vergonha, seus olhos dourados fixos nela. — Entre e feche a porta.
Ela obedeceu, os dedos tremendo enquanto colocava a bandeja em uma mesa próxima. O som da porta fechando ecoou como um aviso. Agora, estavam sozinhos.
— Sente-se. — Darius apontou para a cadeira em frente a ele, sem tirar os olhos dela.
Isabele hesitou, mas obedeceu, sentando-se com as pernas levemente apertadas, tentando esconder o tremor que percorria seu corpo. O vestido subiu um pouco, revelando mais de suas coxas, e ela corou ainda mais, puxando-o para baixo com discrição.
Darius tomou um gole de vinho, observando-a por sobre a taça. Seus olhos desceram lentamente pelo corpo dela, como se estivessem despindo-a com o olhar.
— Você está linda esta noite. — Sua voz era suave, quase um sussurro, mas carregada de algo que a fez tremer. — O linho branco lhe cai bem. Realça sua pele... e suas curvas.
Isabele baixou os olhos, mas não pôde evitar. Seu olhar deslizou para baixo, para aquele membro grosso e ereto, que agora parecia ainda maior. Ela sentiu a respiração ficar mais rápida, o peito subindo e descendo em um ritmo acelerado.
— Obrigada, pai. — Ela murmurou, mas sua voz soou fraca, quase inaudível.
Darius sorriu, como se soubesse exatamente o que ela estava sentindo. Ele ajustou-se na poltrona, fazendo com que seu membro pulsasse, chamando ainda mais a atenção.
— Você parece... nervosa. — Ele comentou, tomando outro gole de vinho. — Há algo errado?
Isabele mordeu o lábio inferior, sentindo o calor entre as pernas aumentar. Ela tentou olhar para qualquer lugar menos para ele, mas seus olhos voltavam, como se fossem puxados por um ímã.
— Não, pai. Só... só está quente. — Ela mentiu, mas sua voz tremia, traindo-a.
Darius riu baixinho, um som que resonou em seu corpo como um toque.
— Quente, é? — Ele deixou a taça de lado e inclinou-se para frente, apoiando os cotovelos nos joelhos. Agora, seu membro ficava ainda mais evidente, quase ao nível dos olhos dela. — Eu também estou sentindo calor.
Isabele engoliu em seco, os olhos presos naquela parte de seu corpo. Ela sentia um formigamento nas pontas dos dedos, uma vontade doentia de estendê-los, de tocar, de sentir. Mas não podia. Não deveria.
— Pai, eu... eu deveria ir. — Ela tentou se levantar, mas suas pernas tremiam.
Darius estendeu a mão, tocando levemente seu joelho. O contato queimou sua pele, fazendo-a congelar.
— Fique. — Não era um pedido. Era uma ordem. — Você mal chegou. E eu gosto de sua companhia.
Isabele sentou-se novamente, o coração batendo tão forte que ela tinha certeza de que ele podia ouvir. Seu olhar voltou a deslizar para baixo, e dessa vez, não conseguiu desviar. Aquele membro parecia hipnotizá-la, como se fosse a coisa mais fascinante e proibida que já tinha visto.
— Você está olhando, Isabele. — Darius sorriu, sua voz suave, mas firme.
Ela corou violentamente, mas não negou. Não podia.
— Desculpe, pai. Eu não...
— Não minta para mim. — Ele interrompeu-a, sua voz agora mais baixa, mais íntima. — Você está olhando. E não é a primeira vez, é?
Isabele sentiu as lágrimas ardendo em seus olhos. Não de tristeza, mas de vergonha e desejo.
— Não. — Ela admitiu, sussurrando.
Darius sorriu, e então, deliberadamente, passou a mão sobre si mesmo, acariciando sua ereção. Isabele prendeu a respiração, seus olhos seguindo cada movimento.
— Você quer tocar? — Ele perguntou, sua voz rouca.
Isabele sentiu o corpo inteiro tremer. Sim. Ela queria. Mais do que qualquer coisa. Mas...
— Não posso. — Ela sussurrou, as lágrimas finalmente escorrendo. — Você é meu pai. E... e marido da mamãe.
Darius assentiu, como se entendesse. Mas seu sorriso não desapareceu.
— Eu sei. — Ele disse, suave. — Mas isso não muda o que você sente, não é?
Isabele fechou os olhos, mas não pôde negar. Não novamente.
— Não. — Ela admitiu, em um sussurro quase inaudível.
Darius estendeu a mão, tocando seu rosto, enxugando suas lágrimas com o polegar.
— Então toque. — Ele ordenou, suave, mas firme. — Se é isso que você quer.
Isabele tremeu, mas não resistiu. Sua mão estendeu-se lentamente, os dedos tremendo enquanto se aproximavam. Quando finalmente tocou, sentiu a pele quente e macia, a dureza por baixo, e um arrepio percorreu seu corpo.
Darius gemou baixinho, seus olhos fechando-se por um momento.
— Isso. — Ele sussurrou. — Agora você sabe como é.
Isabele sentiu algo dentro dela — algo quente e molhado, algo que a fazia querer mais. Mas ao mesmo tempo, uma onda de culpa a invadiu, tão forte quanto o desejo.
Ela retirou a mão, como se tivesse sido queimada.
— Não posso. — Ela disse, sua voz quebrada. — Isso está errado.
Darius abriu os olhos, observando-a com um sorriso conhecedor.
— Talvez. — Ele concordou. — Mas você já tocou. E agora... — Ele pegou sua mão, guiando-a de volta. — Agora, você não vai conseguir parar de pensar nisso.
Darius não soltou a mão de Isabele. Em vez disso, guiou seus dedos com uma firmeza suave, ensinando-a a envolver seu membro com uma pressão que fazia seu próprio corpo tremer. A pele dele era quente e macia, mas por baixo, uma dureza pulsante que respondia ao toque dela como se tivesse vida própria.
— Sente? — Sua voz era um sussurro rouco, os lábios quase tocando sua orelha. — Sente como está quente? Como pulsa?
Isabele arquejou, os dedos tremendo enquanto exploravam aquele território proibido. Era a primeira vez que tocava um homem, e era seu pai. A culpa queimava dentro dela, mas não conseguia soltar. Não queria soltar.
— Sim... — Ela admitiu, a voz trêmula e ofegante. Cada batida do coração dela ecoava entre as pernas, onde uma umidade quente começava a se formar.
Darius guiou sua mão mais para baixo, até que seus dedos encontraram o saco, pesado e macio.
— Massageie. — Ele ordenou, sem pressa. — Assim. Devagar.
Isabele obedeceu, sentindo a textura aveludada da pele, a maneira como tudo se contraía levemente sob suas mãos. Era estranho. Era errado. Mas era intoxicante.
— Sua mãe fazia assim. — Darius murmurou, os olhos semicerrados de prazer. — Ela sabia como me tocar. Como me fazer sentir bem.
Isabele sentiu um nó na garganta. A menção à mãe deveria esfriar seu desejo, mas em vez disso, a excitação só aumentou. Imaginar a mãe fazendo a mesma coisa a excitava de uma forma doentia.
— Você... você gosta? — Ela perguntou, os dedos ainda se movendo, obedientes. — Do que estou fazendo?
Darius gemou baixinho, a cabeça inclinada para trás.
— Sim. — Ele respondeu, ofegante. — E você? Gosta do que sente?
Isabele mordeu o lábio, sentindo o calor subir por seu corpo. Não deveria gostar. Não deveria querer mais. Mas queria.
— Sim. — Ela admitiu, em um sussurro quase inaudível.
Darius sorriu, satisfeito.
— Bom. — Ele passou a mão por seu cabelo, puxando-a levemente para mais perto. — Porque agora, você vai provar.
Isabele arregalou os olhos, o coração disparando.
— Provar? — Ela repetiu, incrédula.
— Sim. — Darius assentiu, seu olhar queimando nela. — Coloque na boca. Suge como se fosse uma fruta doce.
Ela hesitou, mas só por um segundo. A curiosidade era mais forte que a vergonha. Com as mãos ainda tremendo, Isabele inclinou-se para frente, os lábios se abrindo enquanto se aproximava.
O primeiro contato foi elétrico.
A ponta quente e salgada tocou sua língua, e ela arquejou, surpresa com a sensação. Darius gemou, a mão ainda em seu cabelo, guiando-a.
— Assim. — Ele sussurrou. — Use a língua. Movimentos suaves.
Isabele fechou os olhos, concentrando-se no gosto, no calor, na maneira como ele enchia sua boca. Era estranho, mas não ruim. Na verdade, era intenso. Seu corpo respondia, uma onda de prazer percorrendo sua espinha.
— Estou fazendo certo? — Ela perguntou, pausando por um segundo, insegura.
Darius respirou fundo, os dedos apertando levemente seu cabelo.
— Perfeito. — Ele murmurou. — Exatamente como sua mãe fazia.
Isabele sentiu uma pontada de culpa, mas não parou. Movimentou a cabeça para frente e para trás, aprendendo o ritmo, ouvindo os gemidos baixos de Darius como um guia. A cada movimento, sentia-o pulsar, e isso a excitava ainda mais.
O gosto salgado encheu sua boca, misturado com algo doce e proibido. Sua língua explorava, e ela sentia o calor dele contra seus lábios, a dureza deslizando entre eles. Era errado. Era seu pai. Mas não conseguia parar.
Depois de alguns minutos, Darius puxou-a para cima, seus olhos brilhando com uma intensidade que a assustou.
— Agora, fique de pé. — Ele ordenou, sua voz firme.
Isabele congelou, o corpo tenso.
— O quê?
— Tire a roupa. — Ele repetiu, sem deixar espaço para discussão. — Quero ver você. Toda você.
Isabele sentiu o rosto queimar. Nunca tinha ficado nua na frente de ninguém. Mas os olhos de Darius não davam escolha.
— Pai, eu não...
— Tire. — Ele insistiu, suave, mas implacável.
Com mãos trêmulas, Isabele pegou a barra do vestido e puxou-o para cima, revelando suas pernas longas e pálidas, depois a cintura fina, os seios firmes e arredondados, coroados por mamilos rosados e duros. Finalmente, o vestido caiu no chão, deixando-a totalmente nua diante dele.
Darius observou-a, os olhos percorrendo cada centímetro de seu corpo.
— Linda. — Ele murmurou, admirado. — Você é ainda mais bela do que sua mãe.
Isabele instintivamente tentou cobrir-se, mas Darius segurou seus pulsos, impedindo-a.
— Não. — Ele disse, a voz rouca. — Deixe-me ver.
Ela obedeceu, embora seu corpo tremesse de vergonha e desejo. Seus seios eram cheios e firmes, os mamilos duros, a pele macia e pálida como leite. Seu ventre era liso, com uma leve curva que levava aos quadris arredondados. Entre as coxas, uma penugem clara e fina cobria sua fenda úmida, onde o desejo brilhava como orvalho.
— Perfeita. — Darius passou a mão por sua cintura, puxando-a para mais perto. — Agora, você vai virar mulher.
Isabele sentiu o coração bater descompassado. Sabia o que isso significava. Sabia que não deveria querer. Mas queria. Mais do que qualquer coisa.
Darius puxou-a para seu colo, e Isabele instintivamente tentou resistir, mas sua força não era páreo para a dele. Quando seus lábios se encontraram, foi como um raio.
O primeiro beijo dela.
E era com seu pai.
Seus lábios eram quentes e exigentes, e Isabele sentiu um calor se espalhar por todo o corpo. A princípio, ela ficou rígida, mas então, cedeu. Abriu os lábios, deixando-o explorar, sentindo a língua dele invadir sua boca com uma fome que a deixava tonta.
Darius gemiu contra seus lábios, as mãos descendo por suas costas até agarrar seu bumbum, apertando com força. Isabele arquejou, mas não resistiu mais. Seu corpo respondia, traindo-a.
— Isabele... — Ele murmurou contra sua boca, ofegante. — Sente isso?
Ela assentiu, os olhos fechados, enquanto ele guiava seu quadril, posicionando-a sobre seu membro.
— Vai doer. — Ele avisou, suave. — Mas só no começo.
Isabele engoliu em seco, sentindo a ponta quente pressionar sua entrada. Ela tentou relaxar, mas quando ele a baixou, uma dor aguda a fez gritar contra seus lábios.
— Shhh... — Darius sussurrou, beijando-a novamente. — É só o início. Depois, vai ser bom.
Ela sentiu algo quente escorrer por suas coxas. Sangue. Sua virgindade, perdida.
Mas a dor passou rapidamente, substituída por uma sensação de plenitude, de pertencimento. Darius segurou seus quadris, ajudando-a a se mover, para cima e para baixo, cada movimento fazendo o prazer crescer dentro dela.
— Assim. — Ele murmurou, os lábios agora em seus seios, chupando e mordiscando seus mamilos. — Você foi feita para isso.
Isabele gemia, as unhas cravando em seus ombros, enquanto o ritmo ficava mais intenso. Cada vez que descia, sentia-o preencher ela por completo, cada vez que subia, uma onda de prazer a fazia tremer.
As mãos de Darius apertavam seu bumbum, os dedos afundando em sua carne macia, enquanto seus lábios exploravam seu pescoço, seus seios, sua boca. Era demais. Era tudo.
E então, Darius gemiu profundamente, seu corpo tensionando antes de liberar-se dentro dela, quente e pulsante.
Isabele arquejou, sentindo-o encher ela, enquanto seu próprio corpo tremia com um prazer que nunca havia conhecido.
Quando finalmente pararam, ela permaneceu abraçada a ele, ofegante, o corpo coberto de suor, a mente uma confusão de culpa e êxtase.
Darius passou a mão por seu cabelo, beijando sua testa.
— Agora, você é uma mulher. — Ele sussurrou, satisfeito.
Eles continuaram com aquela relação incestuosa por meses.
Até que um dia, verificou mudanças no corpo de Isabele. O imperador entendeu. Ela estava grávida.
Para evitar um escândalo ele precisava se livrar dela.
Na manhã seguinte, Isabele foi levada de volta ao mesmo convento de onde viera.
Enquanto a carruagem se afastava do castelo, Isabele olhou pela última vez para as torres douradas, onde Darius provavelmente já havia esquecido dela.
Ela pressionou a mão contra a barriga, sentindo a vida que crescia dentro de si.
— Eu não vou esquecer. — Ela sussurrou, uma promessa para si mesma. — E um dia, ele vai pagar por isso.

