Professora dando aula on-line. Gozando na frente dos alunos sem eles saberem.

Ana era uma professora de literatura de 39 anos, com uma carreira sólida em uma escola particular de São Paulo. Alta, com cabelos castanhos ondulados que caíam até os ombros, olhos verdes penetrantes e um corpo curvilíneo que ela mantinha em forma com corridas matinais, ela sempre foi admirada por seus alunos pela inteligência afiada e pelo sorriso cativante. Mas por trás dessa fachada profissional, Ana escondia um segredo que a consumia: um relacionamento proibido com sua sobrinha, Sofia.

Sofia, de 19 anos, era uma jovem vibrante e rebelde, com cabelos pretos curtos e bagunçados, pele morena herdada da família materna, e um corpo atlético moldado por anos de vôlei na faculdade. Ela havia se mudado para a casa de Ana no início da pandemia, em março de 2020. Os pais de Sofia – irmã de Ana e o cunhado – moravam no interior e, com o lockdown rigoroso, decidiram que era mais seguro ela ficar com a tia na capital, onde poderia continuar os estudos online sem interrupções. Ana, solteira e morando sozinha em um apartamento amplo, aceitou de bom grado. No começo, era só uma convivência familiar: jantares juntos, séries na TV, conversas sobre livros e a loucura do mundo lá fora.

Mas a proximidade forçada pela quarentena mudou tudo. As noites isoladas, o tédio do confinamento e o vinho que fluía nas conversas profundas revelaram atrações reprimidas. Uma noite, após uma discussão acalorada sobre um romance erótico que Ana recomendara, Sofia se aproximou demais no sofá. Seus lábios se tocaram acidentalmente – ou não – e o que começou como um beijo tímido evoluiu para uma paixão avassaladora. Ana, que sempre se considerara hétero, descobriu um desejo incontrolável pela sobrinha. Sofia, bissexual assumida mas discreta, confessou que fantasiava com a tia desde a adolescência. Elas juraram sigilo: ninguém poderia saber, especialmente a família. O caso se intensificou nos meses seguintes – toques furtivos na cozinha, noites de sexo intenso no quarto de Ana, onde Sofia aprendia a mapear cada centímetro do corpo da tia, descobrindo como fazê-la gemer baixinho para não acordar os vizinhos.

Agora, em meados de 2021, as aulas online eram a norma. Ana dava aulas de literatura para o ensino médio via Zoom, com a câmera focada apenas no rosto e nos ombros, sentada à mesa do home office. Ela usava uma blusa branca simples, profissional o suficiente para os alunos, mas por baixo da mesa, apenas uma calcinha fina de algodão rosa – um luxo da privacidade pandêmica. Sofia, que estudava design gráfico em casa, adorava provocá-la nesses momentos, sabendo que Ana não poderia reagir abertamente.

Naquela manhã de quinta-feira, a aula era sobre "Dom Casmurro" de Machado de Assis. Ana ajustou a câmera, certificando-se de que só seu rosto aparecia, e iniciou a chamada.

— Bom dia, turma! Hoje vamos discutir o ciúme em Bentinho. Quem quer começar?
Sua voz era firme, autoritária, mas com um tom acolhedor que os alunos adoravam. Vinte rosto de adolescentes piscavam na tela, alguns bocejando, outros anotando.

Por regra, ninguém poderia fechar a câmera, nem mesmo Ana.

Sofia, que estava no sofá da sala assistindo TV baixinho, sorriu maliciosamente ao ouvir a voz da tia. Ela se esgueirou silenciosamente para o quarto adjacente ao home office, vestindo apenas um short curto e uma regata solta, sem sutiã – seus seios firmes balançando levemente a cada passo. Ana não a viu entrar; estava focada na tela. Sofia rastejou por baixo da mesa, o coração acelerado com a adrenalina do risco. Seus dedos delicados roçaram as coxas nuas de Ana, que se sobressaltou ligeiramente, mas manteve o compostura.

— Sim, Pedro, o ciúme é irracional, como Bentinho com Capitu. Alguém discorda?

Debaixo da mesa, Sofia não perdeu tempo. Seus lábios beijaram a parte interna da coxa de Ana, subindo devagar, sentindo a pele arrepiar. Ana apertou as pernas instintivamente, mas Sofia as separou com gentileza insistente, suas unhas curtas arranhando levemente a pele sensível.

— Professora, o que você acha do final ambíguo?

Perguntou uma aluna, Maria. Ana engoliu em seco, sentindo o calor subindo.

— Ah, Maria, é genial... Machado deixa o leitor decidir.

Enquanto respondia, Sofia puxou a calcinha de Ana para o lado com um dedo, expondo sua bucetinha depilada, já úmida de expectativa. O aroma musgado encheu o ar confinado sob a mesa, e Sofia lambeu os lábios, faminta.

A primeira lambida foi lenta, da base até o clitóris, com a língua plana e quente pressionando contra os lábios inchados. Ana mordeu o lábio inferior, fingindo ajustar os óculos.

— Continuando... Bentinho vê traição em tudo.

Sofia acelerou, lambendo em círculos ao redor do clitóris, sugando gentilmente o ponto sensível, fazendo Ana contrair os músculos abdominais para não gemer. A sobrinha enfiou a língua mais fundo, explorando a entrada úmida, saboreando o gosto salgado e doce que conhecia tão bem. Ana sentiu um tremor percorrer seu corpo; suas mãos tremiam no mouse.

— João, sua vez. O que o ciúme revela sobre o personagem?

Enquanto João divagava sobre inseguranças, Sofia intensificou. Ela enfiou um dedo médio devagar na bucetinha escorregadia de Ana, sentindo as paredes quentes se contraírem ao redor dele. Lambia o clitóris ao mesmo tempo, alternando entre sucções fortes e lambidas rápidas, como se estivesse devorando uma fruta suculenta. Ana cruzou os braços sobre o peito, escondendo os mamilos endurecidos que pontuavam a blusa. Seu rosto corou levemente; ela tossiu para disfarçar um suspiro.

— Interessante, João. Mas e as evidências? São reais ou projeções?
Sofia adicionou um segundo dedo, curvando-os para cima, massageando o ponto G com precisão cirúrgica – ela sabia exatamente onde tocar, depois de tantas noites praticando. Seus movimentos aceleraram: dedos entrando e saindo em um ritmo constante, língua chicoteando o clitóris inchado, sugando com mais força agora, o som úmido abafado pela mesa. Ana sentia o orgasmo se aproximando como uma onda inevitável. Seus quadris se mexiam involuntariamente, empurrando contra a boca da sobrinha. Nesses movimentos Sofia aproveitou para remover a calcinha da tia.

— Turma, vamos pausar para uma atividade rápida. Anotem suas interpretações.

Mas era tarde. Sofia não parou; ela acelerou os dedos, fodendo Ana com eles enquanto mordiscava levemente o clitóris, lambendo vorazmente os sucos que escorriam. Ana agarrou a borda da mesa, os nós dos dedos brancos. Seu corpo convulsionou: o orgasmo a atingiu como um raio, ondas de prazer explodindo de seu centro, fazendo-a arquear as costas. Um gemido escapou, mas ela o transformou em um grito fingido:

— Ai! Desculpem, turma, acabei de bater o dedo na quina da mesa. Que dor!

Ela riu nervosamente, limpando uma lágrima de prazer disfarçada de dor. Os alunos riram, solidários:

— Cuidado, prof! Toma um gelo.

Sofia, ainda debaixo da mesa, sorriu contra a pele úmida de Ana, lambendo devagar para limpá-la, prolongando as contrações pós-orgasmo. Ana desligou o microfone por um segundo, sussurrando:

— Sua safada... quase me pegam.

Mas seu tom era de puro êxtase. A aula continuou, com Ana mais relaxada agora, o segredo delas intacto, mas o fogo entre elas só crescendo.

Ana tentava manter a compostura, mas o suor começava a molhar sua testa enquanto explicava o ciúme obsessivo de Bentinho.

— Turma, lembrem-se: o narrador é pouco confiável. Isso muda tudo na interpretação.

Sua voz soava um pouco mais aguda do que o normal, mas os alunos pareciam não notar. Exceto por uma: Laura, uma aluna de 18 anos, curiosa e sempre participativa, que ergueu a mão virtual no Zoom. Laura era daquelas estudantes que devoravam livros e questionavam tudo, com cabelos loiros longos e um olhar penetrante que, em outra vida, poderia até lembrar Sofia.

— Professora Ana, mas e se o ciúme for justificado? Tipo, Capitu realmente traiu? Eu acho que há pistas sutis no texto.

Ana sorriu forçado para a câmera, sentindo a língua de Sofia dançando vorazmente em seu clitóris inchado.

— Boa pergunta, Laura. Vamos debater isso. O que os outros acham?

Debaixo da mesa, Sofia não dava trégua. Seus dedos – dois agora, médio e indicador – penetravam ritmicamente na bucetinha encharcada de Ana, curvando-se para acertar o ponto G com precisão cruel. O som molhado era abafado, mas Ana sentia cada investida como um choque elétrico. Sofia lambia com fome, sugando o clitóris entre os lábios, rodopiando a língua em círculos rápidos, alternando com lambidas longas e planas que cobriam toda a extensão dos lábios íntimos.

Mas Sofia queria mais. Ela sabia o que enlouquecia Ana – o proibido, o inesperado. Com a mão livre, ela umedeceu o polegar nos sucos que escorriam, e devagar, pressionou contra o cuzinho apertado da tia. Ana enrijeceu, seus olhos se arregalando por um segundo na tela.

— Professora, você tá bem? Parece que viu um fantasma!

Comentou Laura, rindo inocentemente, inclinando a cabeça na câmera como se tentasse decifrar o mistério.

— Ah, nada, Laura... só uma dorzinha no dedo ainda. Continue, por favor. Quais pistas você vê?

Ana respondeu, a voz trêmula, enquanto Sofia enfiava o polegar devagar no cuzinho dela, sentindo a resistência inicial ceder para um aperto quente e pulsante. Sofia gemia baixinho contra a bucetinha, o som vibrando através da carne sensível:

— Tia, você tá tão apertadinha aqui... adoro sentir você se abrindo pra mim.

As palavras eram sussurradas, quase inaudíveis, mas Ana as ouvia perfeitamente, o que só aumentava o tesão. Sofia coordenava os movimentos: dedos na frente acelerando, fodendo com mais força, enquanto o polegar no cuzinho entrava e saía em um ritmo sincronizado, massageando as paredes internas.

Ana mordia o interior da bochecha para não gritar. Seu corpo traía: os quadris se mexiam sutilmente, empurrando contra a boca e os dedos da sobrinha.

— Sim, Laura, as olhadas de Capitu... podem ser interpretadas de várias formas.

Outro aluno, Pedro, interveio:

— Eu acho que Bentinho é paranoico!

Mas Ana mal ouvia; o prazer se acumulava como uma tempestade. Sofia intensificou: enfiou um segundo dedo no cuzinho – o indicador agora se juntando ao polegar –, esticando Ana de forma deliciosamente dolorosa, enquanto sua língua chicoteava o clitóris sem piedade.

— Vai, tia... goza pra mim... imagina se eles soubessem que tô te comendo aqui embaixo.

Sussurrou Sofia, sua voz rouca de desejo, lambendo os sucos que pingavam em sua língua.

— Você gosta de sentir prazer com o pessoal podendo te pegar, né, tia? Seus alunos ali na tela, sem ideia de que tô te enchendo os buracos...

Acrescentou Sofia, provocativa, acelerando os dedos.

O orgasmo veio como uma avalanche. Ana sentiu primeiro um formigamento nos dedos dos pés, subindo pelas pernas como fogo. Seus músculos internos se contraírem violentamente ao redor dos dedos de Sofia – na bucetinha e no cuzinho –, pulsando em ondas ritmadas que faziam seu corpo inteiro tremer. O prazer explodia em camadas: o clitóris latejava sob a sucção incessante, os dedos no cuzinho a enchiam de uma sensação de plenitude proibida, e os na frente acertavam o ponto G repetidamente, prolongando o êxtase. Ana arqueou as costas, as unhas cravadas na mesa, e um gemido gutural escapou, transformado em um grito abafado:

— Ai! Meu Deus! Desculpem, turma, estou com cólicas hoje!

Lágrimas de puro prazer rolavam por seu rosto, disfarçadas como dor. Seu corpo convulsionava, as contrações internas sugando os dedos de Sofia como se quisessem prendê-los para sempre. O orgasmo durou o que pareceram minutos: ondas sucessivas, cada uma mais intensa, fazendo sua visão embaçar e o ar faltar.

Laura franziu a testa na tela, curiosa como sempre:

— Professora, sério, você tá pálida. Quer que a gente pause a aula? Parece que tá sofrendo mesmo.

Ana riu ofegante, limpando o suor da testa.

— Não, Laura, obrigada pela preocupação. É só... uma dor, mas passa. Vamos continuar. O que mais sobre o ciúme?

Debaixo da mesa, Sofia retirava os dedos devagar, lambendo-os um a um com um sorriso safado, sussurrando:

— Delícia, tia... você gozou tanto que molhou tudo. Mais tarde eu te como direito, com a língua no seu cuzinho inteiro.
— Aposto que você ama o risco, tia... gozando enquanto eles te olham, achando que é só uma dorzinha.

— Será que um deles desconfia que você está gozando na frente deles?

Provocou Sofia, adicionando mais lenha ao fogo.

A aula prosseguiu, mas Ana mal se concentrava, o corpo ainda zumbindo de pós-orgasmo. Sofia saiu sorrateiramente, piscando para a tia antes de desaparecer. Naquele momento, o segredo delas parecia mais perigoso – e mais excitante – do que nunca. Laura, a aluna curiosa, continuou questionando, alheia ao furacão erótico que acabara de acontecer. Mas para Ana, cada palavra da aula agora carregava um duplo sentido, um lembrete do prazer proibido que Sofia lhe dava.

Ana ainda tremia do orgasmo avassalador, tentando focar na tela enquanto Laura, a aluna curiosa, insistia no debate.

— Professora, mas e se Capitu fosse inocente? Bentinho projetando seus medos... não é como na vida real, quando as pessoas veem traição onde não tem?

Laura perguntou, inclinando-se para a câmera com um brilho nos olhos, como se estivesse desvendando um mistério pessoal.

Ana engoliu em seco, sentindo Sofia ainda debaixo da mesa, os dedos agora se movendo devagar, prolongando o prazer residual.

— Exato, Laura... é uma crítica à sociedade machista da época.

Sua voz saía rouca, e ela pigarreou, fingindo ajustar o microfone. Sofia, com um sorriso diabólico que Ana não via mas imaginava, lambia os lábios úmidos dos sucos da tia. Ela enfiou novamente os dois dedos na bucetinha sensível de Ana, girando-os devagar, enquanto o polegar e o indicador no cuzinho apertado esticavam e massageavam as paredes internas.

— Tia, você tá pulsando tanto aqui... adoro sentir seu cuzinho me apertando assim, como se quisesse me prender pra sempre.

Sussurrou Sofia, sua respiração quente contra a pele arrepiada das coxas de Ana.

Ana apertou os lábios, respondendo a Laura:

— Sim, e isso nos faz questionar... nossa própria percepção.

Mas sua mente estava longe; o sussurro de Sofia ecoava em sua cabeça, enviando ondas de tesão renovado. Sofia acelerou levemente os dedos no cuzinho, fodendo com movimentos curtos e profundos, enquanto lambia o clitóris inchado com toques leves da ponta da língua.

— Imagina se eu enfiasse minha língua no seu cuzinho agora, tia... te abrindo toda, te deixando molhadinha dos dois lados. Você ia gozar de novo, né? Gritando pro mundo inteiro ouvir.

Outro aluno, Miguel, interveio:

— Professora, o livro é baseado em fatos reais?

Ana riu forçado, o corpo traindo com um tremor.

— Não, Miguel, é ficção... mas tão real quanto nossas vidas.

Sofia riu baixinho, o som vibrando contra a bucetinha dela.

— Ficção? Como nós duas, tia? Eu te chupando aqui embaixo enquanto você finge ser a prof certinha. Aposto que seus alunos iam pirar se soubessem que tô fazendo no cu e na xota ao mesmo tempo.

Ela enfiou os dedos mais fundo no cuzinho, curvando-os para pressionar contra a parede que separava dos da frente, criando uma sensação de dupla penetração que fazia Ana ver estrelas.

— Você adora isso, né? O perigo de ser pega, com eles todos te olhando na tela...

Provocou Sofia, sussurrando mais.

Laura não desistia:

— Professora, você parece distraída hoje. Tá tudo bem mesmo?

A preocupação inocente de Laura só aumentava o risco, e Ana sentiu um novo pico de excitação.

— Obrigada, Laura, mas... ai!

Ela fingiu novamente que era a cólica, mas era Sofia mordiscando levemente o lábio interno, sugando depois com força.

— Tá molhada pra caralho, tia... seu cuzinho tá piscando pros meus dedos. Goza mais uma vez pra mim? Imagina eu te fodendo com um plug depois da aula, te deixando plugadinha o dia todo.

Ana não aguentava mais. Os sussurros safados de Sofia – cheios de promessas sujas e detalhes cruéis – a levavam ao limite novamente. Seus músculos se contraíam, o prazer intenso e proibido: os dedos no cuzinho esticando e preenchendo, e na bucetinha a língua lambendo voraz.

— Vai, tia safada... goza sussurrando meu nome, mas não pode, né? Tem que fingir pros seus aluninhos inocentes.
— Você gosta de sentir prazer com o pessoal podendo te pegar, confessa... gozando na aula, toda certinha por cima, safada por baixo. Você está amando isso.

Sussurrou Sofia, intensificando as provocações.

O orgasmo veio sutil dessa vez, um tremor interno que a fez fechar os olhos por um segundo, mordendo o lábio até sangrar levemente.

— Desculpem, turma... essa dor tá me matando hoje. Vamos encerrar por aqui?

Sofia saiu de debaixo da mesa minutos depois, quando a aula acabou, lambendo os dedos com um olhar predatório.

— Pronta pra retribuir, tia? Quero sua boca no meu cuzinho agora.

Ana puxou-a para um beijo feroz, o segredo delas mais inflamado do que nunca, alimentado por aqueles sussurros que ecoavam em sua mente como um vício irresistível. Naquela noite, elas celebrariam – como sempre, em segredo, com corpos entrelaçados e promessas sussurradas.

Foto 1 do Conto erotico: Professora dando aula on-line. Gozando na frente dos alunos sem eles saberem.

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Comentários


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casualsomente Comentou em 12/01/2026

Uma literatura muito bem lecionada q professora magnífica

foto perfil usuario gatabisolteira

gatabisolteira Comentou em 12/01/2026

Que delícia de transa!




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Ficha do conto

Foto Perfil historiadordossonh
historiadordossonh

Nome do conto:
Professora dando aula on-line. Gozando na frente dos alunos sem eles saberem.

Codigo do conto:
251863

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
12/01/2026

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2

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5