Ajudando uma desconhecida. O office-boy e a Madura rica sozinhos no apartamento.

A Rua Oscar Freire estava quase deserta quando as primeiras gotas começaram a cair. Carlos, office-boy de cabelos castanhos e camisa social amassada, corria com uma pasta de documentos sob o braço, tentando escapar da chuva que ameaçava desabar. O céu estava escuro como breu, e o ar cheirava a terra molhada e ozônio, aquele cheiro que antecede as tempestades paulistas.

Foi então que ele a viu. Uma mulher, entre 45 e 50 anos, cabelos negros com fios prateados, corpo esbelto e curvas que o vestido justo não conseguia esconder. Ela lutava com sacolas de compras, uma delas rasgando-se, espalhando maçãs, uma garrafa de vinho e um pacote de café no chão.

Ele sempre foi atencioso e sempre disposto a ajudar as pessoas, então quando via alguém precisando de ajuda era quase que automática a ação dele.

— Deixa eu ajudar! Carlos ajoelhou-se, recolhendo as compras enquanto as gotas de chuva começavam a cair com mais força, molhando seus cabelos e a camisa.

— Obrigada, meu bem. A voz dela era rouca e sensual, como um uísque envelhecido. — Você é um anjo.

Ele sentiu o cheiro do perfume dela — algo doce e amadeirado, com um toque de tabaco — e não conseguiu evitar olhá-la de cima a baixo. Porra, que mulher.

— Eu moro ali na Cardeal do Arco Verde. Ela apontou para um prédio elegante, com fachadas de mármore. — Se puder, pode me acompanhar e levar as compras. Essa chuva vai virar um dilúvio e tenho medo de ter um novo acidente no percurso.

Carlos carregou as compras como podia. Mas então um relâmpago cortou o céu, seguido por um trovão ensurdecedor, e a chuva desabou de vez, encharcando-os em segundos.

— Vamos! Ela gritou, puxando-o pela mão, enquanto a água formava riachos na calçada, molhando-os até os ossos. Praticamente o dia virou noite. A senhora convidou Carlos para subir até que a tempestade terminasse.

— Você não deve ficar aqui fora, irá se resfriar.

Realmente ele estava tremendo e aceitou.

O apartamento dela era luxuoso e escuro, com móveis de madeira maciça e quadros modernos nas paredes. Assim que entraram, pingos de água caíam dos cabelos e roupas deles, formando poças no chão de mármore.

— Você tá encharcado, meu amor. Ela passou a mão pelo ombro dele, sentindo a camisa colada à pele. — Vai tomar um banho. Deixa suas roupas aqui que eu coloco na secadora.

— Mas… Carlos olhava para ela, desconfortável e excitado ao mesmo tempo.

— Não tem problema, filho. Ela sorriu, um sorriso que prometia coisas que ele não ousava imaginar. — Confia em mim.

Carlos tentou ficar mais tranquilo, afinal era uma mulher com a idade ou até um pouco mais velha que a mãe dele. Não deveria entender errado.

Ele entrou no banheiro, o chuveiro quente aliviando o frio. Mas então, a luz acabou.

— Merda! Ele xingou, enxaguando o shampoo com água fria, sentindo a pele arrepiar.

Ele, da porta do banheiro, perguntou se ela tinha alguma coisa para ele vestir.

— Não tenho nada masculino pra você vestir. Ela explicou, os olhos percorrendo o corpo dele. — Meu ex-marido levou tudo quando se separou. Mas você pode ficar com a toalha. Ou… Ela fez uma pausa, passando a língua pelos lábios. — Pode ficar... deixa pra lá.

Carlos sentiu o pau endurecer instantaneamente. Aquela frase sem término deixou a imaginação dele viajar. Quando saiu, foi direto para a sala, sentando no sofá. Ela trouxe um prato de sanduíches e uma garrafa de vinho.

Carlos ficou vidrado na roupa dela, um babydoll de tecido leve, quase que transparente. Enquanto ela andava, parecia que o tempo tinha diminuído de velocidade.

— Desculpa não ter nada melhor, mas sem luz… Ela serviu o vinho, os dedos roçando nos dele de propósito.

— Eu me chamo Carlos. Ele disse, nervoso e excitado.

— Eu sou Clara. Ela sorriu. — Tenho um filho da sua idade. Mora nos Estados Unidos. Você me faz lembrar os amigos dele… Seu olhar desceu para a toalha, onde o volume do pau dele era evidente. — Sempre achei eles muito bonitos.

Carlos engoliu em seco. — Ah, é?

— É. Ela tomou um gole de vinho, os olhos fixos nele. — Às vezes, quando eles vinham aqui, eu sentia coisas… coisas erradas. Afinal, sou velha o suficiente pra ser mãe deles. Ela riu, baixinho e sensual. — Mas você não acha que uma mulher da minha idade ainda pode sentir tesão?

Ele não respondeu. Não conseguia.

— Você acha errado? Ela se aproximou, o babydoll deslizando levemente sobre os seios, revelando os pelos escuros sob os braços, os mamilos duros sob o tecido. — Achar os amigos do meu filho gostosos? Sonhar com eles? Me tocar pensando neles?

Carlos sentiu o coração bater forte. — Não sei…

— Eu sei. Ela encostou a mão na coxa dele, os dedos subindo devagar, até roçar na toalha, onde o pau dele pulsava. — E sabe o que é pior? Ver você aqui, assim… Ela tocou a toalha, sentindo o pau duro. — Dá uma vontade danada de ver o que você esconde aqui.

Ela, com o dedo indicador, pressionava a ponta do pau, ainda coberto pela toalha. Quando soltava, ele subia e ficava pulsando, como se acompanhasse a respiração de Carlos.

— Nossa, como está durinho e não para de mexer. Estou tão curiosa de ver.

Ele não resistiu. Deixou a toalha cair.

Clara arregalou os olhos, mas não desviou o olhar. — Meu Deus… Ela passou os dedos pelo comprimento dele, admirada. — Você é lindo. E tão jovem… Sua voz era um sussurro rouco, cheio de necessidade. — Posso… tocar?, quero dizer... saciar minha curiosidade.

Carlos assentiu, ofegante. Ela enrolou os dedos em torno do pau dele, massageando devagar. — Tão grosso… Ela suspirou, os olhos brilhando.

Clara massageava, olhando com muita atenção, o decote do babydoll quase deixava ele ver os mamilos dela.

Ele apreciava o jeito que ela sorria e fazia biquinho. Ela tinha vontade quando disse:

— Posso… Ela olhou para ele. — Posso chupar?

Ele não conseguiu dizer não.

Clara abaixou a cabeça, a língua lambendo a ponta do pau dele antes de engoli-lo devagar. Carlos sentiu a boca quente e úmida dela, a língua fazendo círculos na cabeça, a saliva escorrendo.

— Porra… Ele gemeu, as mãos se fechando nos cabelos dela.

— Mmm… Ela gemeu, olhando para ele com os olhos cheios de tesão. — Você é tão gostoso…

A boca dela fazia o pau inteiro entrar, mesmo as namoradinhas e putas que já tinha saído, não conseguiam fazer com a mesma qualidade.

De repente, ela parou, mas continuou massageando com a mão.

— Você já me ajudou com as compras, ficou todo molhado… Ela olhou para ele, os lábios inchados. — Mas será que faz uma boa ação pra essa senhora aqui na sua frente? Deixa ela subir no seu pau? Tenho tanta vontade… Sua voz era um sussurro rouco, cheio de necessidade. — Desculpa, sei que não é correto, mas... Só um pouquinho…

Carlos não aguentou. Puxou-a para cima de si, e ela tirou a calcinha, montando nele com um gemido. Ele sentiu a buceta dela molhada e quente, os pelos macios roçando em sua pele.

— Ahhh, meu Deus… Ela arqueou as costas, os seios balançando sob o babydoll. — É tão bom…

Ele segurou os quadris dela, fodendo-a com força, enquanto ela arrancava o babydoll, jogando-o longe. Os seios dela bateram no rosto dele, e ele abocanhou um mamilo, chupando com voracidade.

— Isso, meu garoto… Ela gemeu, as unhas cravando nas costas dele. — Me come como se eu fosse sua…

Era tão intenso e gostoso que logo ele explodiu dentro dela.

Clara desceu do pau dele e voltou a abocanhar. Ela não queria que ele ficasse mole.

O carinho dela e a juventude dele fizeram com que ficasse pronto para a próxima etapa.

— Tem uma coisa que meu marido nunca quis fazer comigo… Ela se virou, ficando de quatro no tapete, a bunda empinada. Os pelos escuros da buceta brilhavam com a umidade, e o cuzinho apertado pedia por atenção. — Ele dizia que era coisa de mulher da vida. Mas eu sempre sonhei… Ela olhou para ele por cima do ombro, os olhos cheios de desejo. — Você… você faria isso comigo?

Carlos não hesitou. Cuspiu na mão e passou no cuzinho dela, preparando-a devagar.

— Vai doer? Ela perguntou, enquanto ele pressionava a entrada apertada.

— Um pouco…

Ela mordeu o lábio. — Mas eu quero. Por favor…

Ele entrou devagar, sentindo a resistência do corpo dela. Clara gritou, mas não pediu para parar.

— Isso… Ela ofegou, as mãos se fechando no tapete. — Me come, meu garoto. Me come como uma vadia.

Ele obedeceu, fodendo o cu dela com força, enquanto ela gemia e choramingava.

O som da chuva e dos relâmpagos eram os amigos que evitavam que o prédio ouvisse aquela luxúria dos dois.

Carlos estava maravilhado, tirando a virgindade anal de uma mulher mais velha.

O movimento se tornou natural e gostoso, até que não aguentou mais e gozou dentro dela novamente. Depois disso, ela o levou para o quarto e dormiram abraçados em silêncio.

Na manhã seguinte, a luz voltou. Clara secou as roupas dele na máquina enquanto Carlos tomava um banho quente no chuveiro. Ela entrou sem avisar, nua, os pelos da buceta ainda úmidos da noite anterior.

— Posso te lavar? Ela perguntou, pegando o sabonete e passando nas costas dele.

Carlos sentiu as mãos dela deslizando pelo seu corpo, a espuma escorrendo pelos músculos. Quando ela abaixou a mão e segurou seu pau, ele já estava duro novamente.

— Você é insaciável, hein? Ele riu, virando-se para encostá-la na parede do chuveiro.

— Com você, sim. Ela sorriu, passando a perna em torno da cintura dele, a buceta molhada roçando em seu pau. — Você me faz sentir jovem novamente.

Ele a penetrou ali mesmo, a água quente do chuveiro caindo sobre eles, enquanto ela gemia e se contorcia, as mãos cravadas nas costas dele.

— Goza dentro de mim, meu garoto. Ela sussurrou, os lábios colados no ouvido dele. — Quero sentir você me encher.

E ele obedeceu, gozando com um gemido, enquanto a água levava embora os últimos vestígios da noite anterior.

Enquanto Carlos se vestia, Clara passou os dedos pelos cabelos dele, olhando-o com um sorriso malicioso.

— Você pode vir me visitar quando quiser, meu garoto. Ela disse, beijando-o na boca. — A porta sempre estará aberta para você.

Ele sorriu, sentindo o gosto do beijo dela. — Vou lembrar.

No elevador, ele encontrou um homem com uma mala enorme.

— Que bom que voltou a luz hoje, hein? Imagina levar essa mala na escada. Carlos comentou, educado.

O homem olhou para ele, confuso.

— Não faltou luz ontem, não. Você olhou o quadro de luz? Cada apartamento tem o seu, pode ter dado algum problema nele.

Carlos congelou. Ela desligou a luz de propósito.
E quando o elevador fechou, ele sorriu, sabendo que aquela não seria a última vez.

Foto 1 do Conto erotico: Ajudando uma desconhecida. O office-boy e a Madura rica sozinhos no apartamento.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Ajudando uma desconhecida. O office-boy e a Madura rica sozinhos no apartamento.

Codigo do conto:
251402

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
08/01/2026

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