Polegarzinha: O final feliz que Nunca Existiu

Todos conhecem a fábula de Polegarzinha: a menina nascida de uma flor, raptada por um sapo, salva por uma andorinha, coroada rainha das fadas. Mas as fadas mentem. E os contos que as avós sussurram ao pé do fogo omitem as páginas manchadas de terra e desejo, aquelas em que a tinta é feita de lágrimas, não de sonhos.

Pois saibam: a rã nunca chegou ao pântano.

Entre juncos que se curvavam como vassalos e águas negras que engoliam os gemidos, um comerciante de relíquias profanas avistou o monstro anfíbio, sua língua viscosa já enlaçando a donzela minúscula. Com um golpe de faca enferrujada — a mesma que usava para cortar os dedos dos ladrões — decapitou a criatura.

E então, virou os olhos para a presa.

Sobre uma folha de lírio, Polegarzinha jazia. Não maior que um dedo, mas com todos os atributos de uma mulher em miniatura: seios como pétalas de rosa úmidas de orvalho, quadris que caberiam na concha de uma noz, e entre as coxas, a promessa escarlate que faz os santos fechar os olhos e os devassos lamberem os lábios. Seu rosto, porém, era o de uma criança assustada — os olhos, dois lagos de terror; os lábios, entreabertos em uma prece que ninguém ouviria.

— Pelos chifres de Bafômet! — exclamou o comerciante, ajoelhando-se com um estalar de ossos velhos. Seu hálito cheirava a vinho azedo e alho podre, e suas mãos, cravadas de cicatrizes, tremiam não de emoção, mas de cobiça pura.

— Que achado! Uma donzela em escala de boneca, com curvas que fariam até um eunuco sonhar com pecado!

Polegarzinha recuou, seus pés minúsculos afundando na carne mole da folha.
— Senhor, por piedade! — sua voz era um fio de prata prestes a se romper.

— Sou apenas uma filha perdida... Não me olheis como se eu fosse uma coisa para ser vendida!
O comerciante riu, um som úmido e gutural, como o arrastar de um cadáver pelo lodo.


Com um gesto brusco, arrancou o fio de teia de aranha que lhe servia de vestido, deixando-a nua sob o céu cinzento. Ela tentou cobrir-se com as mãos, mas ele as afastou com um dedo, como quem remove as asas de um inseto antes de esmagá-lo.

— As coisas, pequena flor, são o que mais vale neste mundo. E tu, com teus seios que mal encheriam uma colher de chá e tua buceta rosada como o interior de uma concha, vales mais que todas as pérolas do Oriente.
— Não te envergonhes, joia minha. — Sua voz era um mel envenenado.

— A vergonha é para as mulheres que têm escolha. Tu és apenas o que os homens quiserem que sejas.

E assim, sem mais cerimônias, depositou-a numa redoma de cristal, cujo vidro, fechado com um tampa de chumbo como as janelas de uma catedral maldita, distimia sua imagem, transformando-a em algo ainda mais obsceno: uma mulher-boneca, uma santa profanada.

— Aqui ficarás — murmurou ele, pendurando a redoma no pescoço, onde antes repousava um dente de lobisomem — até que eu decida se te vendo a um nobre devasso... ou se te uso até que não sobre nada além de um suspiro.

E Polegarzinha, presa no cristal como um inseto em âmbar, entendeu, pela primeira vez, que alguns contos não têm finais felizes. Apenas finais.

A taverna onde se hospedaram fedia a cerveja azeda, suor de mercadores e musgo entre as tábuas podres. O ar era espesso como sopa de ervilha, e as velas, gotejando cera sobre mesas marcadas por facas e unhas, projetavam sombras que dançavam como demônios.

Sobre o balcão, uma redoma de cristal repousava sobre um pano de veludo carmesim, manchado por vinho derramado ou algo mais escuro. Dentro dela, Polegarzinha estava encolhida, seus joelhos pressionados contra o peito, os braços cruzados sobre os seios minúsculos — como se a nudez pudesse ser escondida por dedos que mal cobriam seus mamilos cor-de-rosa. Seus olhos, duas esmeraldas rachadas pelo medo, fitavam a multidão que se aglomerava, bocas entreabertas, línguas lambendo lábios gretados.
— Senhores! — berrou o comerciante, batendo com um martelo de leiloeiro na mesa.

— Contemplem a maravilha que trouxe das terras além dos pântanos! Uma donzela em miniatura, tão perfeita que até o Diabo choraria de inveja!

A redoma foi destampada. Um cheiro de pele limpa e medo fresco invadiu o ar, misturado ao fedor de tabaco e carne podre. Polegarzinha tremia não só pelo frio, mas pela centena de olhares que, de repente, a devoravam como lobos a uma cordeira. Um nobre gordo, com anéis de ouro em dedos que mais pareciam salsichas, inclinou-se, sua respiração ofegante embaçando o cristal.
— Pelos chifres de Lúcifer... — sussurrou ele, sua língua saindo entre os dentes podres como uma lesma.

— É real? Ou um truque de feira?

— Tão real quanto o ouro que vão me pagar para vê-la dançar — riu o comerciante, erguendo Polegarzinha pela cintura com dois dedos sujos. Ela se debateu, seus pés minúsculos chutando o ar, mas sua voz — um piar desesperado — foi abafada pelos gritos de excitação da plateia.
— Mostra-nos, pequena! — gritou um mercador de escravos, sua barba encardida tremendo de luxúria.

— Dança! Mostra que és de carne e osso, não de cera!

O comerciante depositou-a sobre a mesa, onde manchas de vinho seco formavam um mapa de pecados passados. Com um dedo áspero como casca de árvore, empurrou-a para o centro, onde a luz da vela ampliava sua sombra até torná-la um monstro nas paredes.
— Dança, minha joia — ordenou ele, soprando-lhe no rosto um hálito que cheirava a alho e desejos não lavados.

— Ou juro por todas as chagas de Cristo que te darei a um rato para ser devorada viva.

Polegarzinha obedeceu.

Seus pés, menores que uma unha, pisavam a madeira como se fosse brasas. Seus seios, balançando a cada movimento, atraíam olhares famintos. Um homem com um olho de vidro e cicatrizes de varíola aproximou-se, uma lupa de latão na mão, e ajustou o foco até que seus mamilos parecessem duas luas cheias.
— Por Deus, vejam como eles se eriçam! — exclamou o homem, sua boca baba escorrendo pelo queixo.

— É como se soubessem que estão sendo observados!

— Claro que sabem! — riu o comerciante, passando um dedo pela barriga dela, fazendo-a estremecer.

— Eles sabem, e adoram. Não é, minha florzinha?

Polegarzinha fechou os olhos, mas seu corpo parecia ter vida própria, contorcendo-se como se dançasse para demônios. Um gemido escapou de seus lábios — não de prazer, mas de uma vergonha tão profunda que parecia queimar por dentro.

A plateia gritava, aplaudia e se acotovelava par vê-la.

— Mais rápido! — uivou o marquês, sua mão livre esfregando a protuberância em suas calças.

— Quero ver essa bundinha se mexer!

Ela acelerou, seus quadris girando em círculos desesperados, enquanto os nobres batiam na mesa, gritando como animais.
— Agora toca-te! — ordenou o visconde, sua voz um grasnado.

— Esfrega essa bucetinha até molhar! Queremos ver!

Polegarzinha hesitou, mas quando o marquês pegou uma faca de prata e pressionou a lâmina contra sua coxa, a arma tinha quase o tamanho dela, então ela obedeceu.

Ela sentou-se em um dedal e abriu bem as pernas. Seus dedos deslizaram entre suas pernas, e um gemido escapou de seus lábios — não de prazer, mas de uma vergonha tão profunda que parecia queimar por dentro.

A plateia amou, alguns homens berrando impropérios.
— Isso! Isso mesmo! — o marquês ofegava, sua mão movendo-se freneticamente sobre si mesmo.

— Faz-te gozar, minha pequena puta! Quero ver teu corpinho tremer!

Ela fechou os olhos com força, mas seus dedos continuaram, esfregando-se com uma urgência que não era sua. E quando o clímax a atingiu, foi como se sua alma fosse arrancada do corpo, deixando para trás apenas uma casca vazia, um brinquedo para homens cruéis.

A sala explodiu em aplausos e risadas sujas. Moedas choveram sobre a mesa, algumas caindo no chão, onde criados as disputavam como cães.

Quando a taverna esvaziava e apenas o rangido dos ratos e o cheiro de cerveja azedada permaneciam, o comerciante levava Polegarzinha para seu quarto nos fundos — um cubículo com paredes cobertas de mapas de tesouros nunca encontrados e uma cama que rangia como um navio à deriva.

Era lá que ele a usava de verdade.

Com mãos que cheiravam a tabaco e sangue seco, o comerciante despiu-se, revelando um corpo peludo como um urso, com uma barriga que balançava como um saco de moedas e, entre as pernas, um membro tão grosso e longo que Polegarzinha, ao vê-lo, recuou até bater na parede da redoma.
— Não temas, minha flor — disse ele, segurando-a pela cintura e aproximando-a de seu pau, que pulsava como um animal vivo, a cabeça inchada e úmida, gotejando um líquido espesso como mel podre.

— Vais aprender a adorá-lo. Como todas as outras.

Ela choramingou, seus braços minúsculos tentando empurrar a carne monstruosa, mas ele apenas riu, segurando-a com mais força. O pau tinha quase o tamanho dela.
— Primeiro, lamba — ordenou, aproximando-a da glande, que brilhava à luz da vela como uma cereja envenenada.

— Quero sentir tua linguinha, tão macia quanto as pétalas que te geraram.

Polegarzinha fechou os olhos, mas obedeceu. Sua língua, não maior que uma gota d’água, tracou um caminho hesitante pela pele áspera, onde veias saltadas como cordas de um instrumento torto pareciam latejar sob seus lábios. O gosto era salgado e amargo, como ferrugem e pecado.

— Isso... assim... — gemeu o comerciante, seu dedo livre descendo para tocar seus seios, enquanto com os dedos da outra mão, guiava sua cabeça para cima e para baixo.

— Agora abraça-o. Sim, assim... envolve-o com teus bracinhos, como se fosse teu amante.

Ela fez o que ele mandou, seus braços minúsculos mal dando a volta no membro, mas ele não se importava. Com um grunhido animal, pressionou-a contra si, fazendo com que seu corpo deslizasse para cima e para baixo, como se ela fosse uma luva viva.
— Mexe as perninhas, minha puta — rosnou ele, sua voz tão grossa que parecia rasgar o ar.

— Esfrega essa bucetinha nele. Quero sentir teu calor, mesmo que seja só por fora. Tenta escalar ele com seu corpo nu.

Ela obedeceu, enlaçando-o com as coxas, seus pés mal tocando a base do pau, enquanto ele a movia como um boneco de pano. Cada vez que ela deslizava para baixo, a cabeça úmida esmagava-se contra seu ventre, deixando um rastro de umidade que brilhava como prata. Havia dificuldade de não escorregar do membro, pois ele pulsava e um pouco de sêmen que caía da base o transformava em um pau de sebo.

— Assim... assim, minha joia... — seus quadris começaram a sacudir, e Polegarzinha sentiu o membro inchar ainda mais, como se fosse explodir.

— Vais me fazer gozar, e depois... depois vou te encher com meu leite, até que não sobre nada de puro em ti.

Ela chorava agora, lágrimas caindo sobre a carne que a violava, mas seu corpo continuava a se mover, traído por instintos que não entendia.

E então, com um urro que abalou as vigas podres do teto, ele gozou.

Jatos quentes e espessos atingiram-na como uma tempestade, cobrindo seus seios, seu rosto, seus cabelos, grudando-se em seus cílios e entre suas coxas. Ela tossiu, engasgou, tentando limpar os olhos, mas sua pele já estava coberta, como se tivesse sido mergulhada em mel podre.

— Linda — suspirou o comerciante, passando um dedo por seu rosto, espalhando o sêmen como um ungüento sagrado. — Agora sim, és minha de verdade.

E enquanto ela desmaiava de exaustão, ele a recolocou na redoma, onde seu corpo minúsculo brilhava, coberto por uma crosta de vergonha.

— Amanhã faremos de novo — prometeu ele, pendurando a redoma no pescoço. — E desta vez, talvez eu te deixe provar um pouco do meu vinho antes. Dizem que o álcool faz as mulheres esquecerem que já foram puras.
O Rei dos Anjos das Flores

Anos se passaram.

O comerciante envelheceu, seu corpo curvado pelo peso de seus pecados, suas mãos tremendo como folhas secas ao vento. Polegarzinha, porém, permaneceu a mesma — pequena, perfeita, intocada pelo tempo. Sua pele ainda brilhava como pétalas ao amanhecer, seus olhos ainda guardavam um brilho que não era de inocência, mas de algo mais profundo, mais escuro.

Foi então que ele chegou.

Uma noite, enquanto o comerciante roncava em sua cama de palha podre, uma luz dourada invadiu o quarto, suave como o toque de uma pena, mas tão intensa que parecia queimar. Polegarzinha, presa em sua redoma de cristal, levantou os olhos e viu-o.

O Rei dos Anjos das Flores.

Sua forma era alta e esguia, como um galho de salgueiro, e sua pele brilhava como a lua sobre um lago. Seus cabelos, longos e prateados como fios de seda, caíam sobre ombros vestidos com pétalas tecidas. Seus olhos, verdes como florestas primaveris, fitaram Polegarzinha com uma tristeza tão profunda que parecia capaz de afogar o mundo.

— Polegarzinha — disse ele, e sua voz era como o som de sinos distantes, ou o vento entre as flores. — Eu vim te levar para casa.

Ela não respondeu. Apenas olhou para o comerciante, adormecido, sua boca entreaberta, seu hálito ainda fedendo a vinho e desejo.

— Este não é o teu lugar — continuou o anjo, estendendo uma mão cujos dedos terminavam em pétalas. — Tu pertences aos jardins etéreos, onde as donzelas nascidas de flores dançam sob a luz da lua. Não a este mundo de homens cruéis e desejos sujos.

Polegarzinha finalmente falou. Sua voz, antes um fio de prata, agora era como vidro quebrado.

— E se eu não quiser ir?

O anjo recuou, como se tivesse sido ferido por uma flecha invisível.

— Como... como podes dizer isso? — sua voz tremeu, e as pétalas em seus dedos murcharam levemente. — Olha o que eles te fizeram! Olha o que tu te tornaste!

Ela riu. Um som pequeno, quebrado, mas um riso ainda assim.

— Tu vês uma prisioneira — disse ela, passando os dedos pela redoma, onde ainda havia resquícios de sêmen seco. — Eu vejo uma rainha.

O anjo olhou para o comerciante, para a cama suja, para as moedas espalhadas pelo chão, para as garrafas vazias de vinho.

— Isto não é poder — disse ele, sua voz agora um sussurro desesperado. — Isto é escravidão.

Polegarzinha balançou a cabeça. Seus olhos, antes cheios de terror, agora brilhavam com algo que parecia... triunfo.

— Ele me deu algo que nem tu podes dar, anjo — disse ela, apertando as mãos contra o vidro da redoma. — Ele me fez real. Não uma boneca, não uma lenda. Uma mulher. Mesmo que seja uma mulher suja, uma mulher quebrada... é melhor que ser um sonho esquecido.

O Rei dos Anjos das Flores ficou em silêncio por um longo momento. A luz dourada que o cercava parecia escurecer, como se suas próprias asas estivessem se fechando de dor.

— Tu escolhes isto? — perguntou ele, sua voz tão baixa que era quase um lamento.

Ela sorriu novamente, e desta vez havia algo quase cruel em seu sorriso.

— Eu escolho ser livre — disse ela. — Mesmo que minha liberdade seja feita de correntes.

O anjo olhou para ela por um último momento, e então, sem uma palavra, desapareceu em um redemoinho de pétalas, deixando para trás apenas um cheiro de jasmim e uma lágrima que caiu sobre a redoma, dissolvendo os últimos vestígios de sêmen.

Polegarzinha observou a lágrima escorrer, e então virou-se para o comerciante, ainda dormindo, seu rosto uma máscara de cansaço e pecado.

Ela sussurrou algo, tão baixo que nem mesmo as paredes podiam ouvir.

E quando o comerciante acordou na manhã seguinte, encontrou Polegarzinha não mais na redoma, mas sentada em sua mesa, comendo um pedaço de pão e mel, como se fosse a dona daquilo tudo.

— Bom dia, meu amor — disse ela, e sua voz era doce como veneno. — Hoje eu quero te mostrar algo novo.

E o comerciante, com os olhos arregalados e o coração batendo como um tambor de guerra, entendeu, pela primeira vez, que não era mais o dono de nada. Nem mesmo de si mesmo.

Foto 1 do Conto erotico: Polegarzinha: O final feliz que Nunca Existiu

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Ficha do conto

Foto Perfil historiadordossonh
historiadordossonh

Nome do conto:
Polegarzinha: O final feliz que Nunca Existiu

Codigo do conto:
252829

Categoria:
Interrraciais

Data da Publicação:
22/01/2026

Quant.de Votos:
3

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5