A bruxa transformou a garota em gigante na frente de todos na cidade e a humilhou em troca de perdão

Havia uma vez, numa vila do interior onde o tempo parecia mover-se mais devagar que em qualquer outro lugar do mundo, uma jovem chamada Sophia. Tinha ela dezoito primaveras, pele de pêssego maduro e cabelos cor de mel que caíam em ondas até a cintura magra. Seu corpo era delicado como o de uma fada dos contos antigos — ossos finos, quadris estreitos, seios pequenos e firmes que se erguiam timidamente sob o vestido de linho simples que sua mãe havia tecido.

Naquela manhã de mercado, Sophia caminhava pela praça central quando a velha conhecida de todos se aproximou. A bruxa Morana, com seus cabelos prateados e olhos que brilhavam com uma escuridão antiga, segurava o braço de seu filho — um rapaz de aparência comum, mas de herança poderosa.

— Sophia, filha da costureira — chamou a bruxa, fazendo a jovem estacar no meio da praça lotada. — Meu filho te deseja por esposa. Aceitas o casamento?

Sophia sentiu o sangue subir ao rosto. Ao lado da bruxa, o rapaz a observava com um sorriso que não alcançava seus olhos frios.

— Senhora Morana — respondeu Sophia, baixando os olhos em sinal de respeito, mas com voz firme. — Sou grata pela honra, mas não posso aceitar. Não amo seu filho, e meu coração... meu coração já pertence a outro.

Um murmúrio percorreu a multidão que começava a se formar. A bruxa sorriu, mas era um sorriso que fazia o ar parecer gelar.

— Recusas a bondade da minha família? — a voz de Morana ecoou estranhamente alto. — Então, menina insolente, que a verdadeira natureza da sua humildade seja revelada a todos.

A bruxa ergueu as mãos, e o céu pareceu escurecer por um instante. Sophia sentiu algo estranho percorrer sua espinha — uma coceira, depois um calor, depois uma sensação de estiramento impossível.

— O que... o que está acontecendo? — Sophia levou as mãos à garganta, notando que sua voz soava mais grave, mais poderosa.

— Mãe! — o filho da bruxa deu um passo atrás, assustado.

— Fique, meu filho — ordenou Morana. — Veja o que acontece com quem nos despreza.

Sophia sentiu seus pés pressionarem contra as pedras da praça. Ela estava... crescendo. Lentamente, dolorosamente, centímetro por centímetro, seu corpo se esticava para cima. Seus olhos arregalaram-se quando percebeu que já enxergava por cima das cabeças das pessoas mais próximas.

— Não! — ela gritou, e sua voz saiu como trovão. — Por favor, pare!

— Cresça, Sophia — sussurrou a bruxa, embora todos pudessem ouvir. — Cresça até que sua vaidade seja tão grande quanto seu corpo.

Sophia sentiu o vestido apertar-se contra seus seios. O linho, tão cuidadosamente costurado por sua mãe, começou a resistir à expansão de sua pele. Ela olhou para baixo, horrorizada, vendo as pessoas se afastarem em pânico, mas muitos permanecendo para assistir ao espetáculo.

— Alguém me ajude! — ela implorou, as lágrimas já escorrendo por seu rosto em crescimento.

Ela já tinha três metros de altura quando ouviu o primeiro rasgo. O som da costura cedendo ecoou como estalo de chicote. Sophia olhou para o próprio corpo em desespero, vendo o tecido esticar-se sobre seu seio esquerdo, o mamilo já visível através do fino linho translúcido.

— Por favor, não olhem! — ela cobriu os seios com as mãos, mas continuava a crescer.

Agora com cinco metros, seus joelhos rasgaram a saia. A multidão crescia — não apenas em número, mas em intensidade. Havia gritos de medo, sim, mas também exclamações de espanto. Homens e mulheres olhavam para cima, para a jovem gigante que se contorcia de vergonha no centro da praça.

— Olhem para ela! — a bruxa gesticulava para a multidão. — A menina que achava-se demasiado boa para meu filho!

— Pare com isso! — Sophia chorava, seus soluços agora soando como vento entre as árvores. Ela tinha oito metros quando o vestido finalmente cedeu completamente.

O som do tecido se rasgando foi como o rugido de um animal ferido. O vestido se partiu em vários pedaços, caindo como folhas mortas ao redor de seus pés — agora pés descalços e imensos, cada dedo do tamanho de um punho humano normal.

Sophia tentou cobrir-se, cruzando os braços sobre os seios e uma mão entre as pernas, mas era inútil. Com dez metros de altura, sua nudez era exposta a milhares de olhares. Seu corpo magro e pálido brilhava sob o sol da manhã, cada curva, cada osso proeminente, cada mecha de cabelo dourado agora do tamanho de cordas de arpa.

— Vejam a vergonha da recusada! — a bruxa ria, dando voltas ao redor dos pés descalços de Sophia.

— Por favor... — a voz de Sophia tremia, agora com quinze metros. Ela podia ver sobre os telhados das casas, ver o rio ao longe, ver toda a vila se reunindo para ver sua nudez. — Por favor, me deixe parar...

Mas ela não parou. Continuou a crescer até que, finalmente, estabilizou-se em seus vinte metros finais. Sophia era agora uma colosso de carne e vergonha, seus seios do tamanho de carroças, seus mamilos rosados e eretos como frutos proibidos, sua virilha exposta a todos que olhavam para cima entre suas pernas imensas.

A multidão estava em silêncio, em transe. Havia padres fazendo sinal da cruz, crianças escondidas atrás das saias das mães, homens com olhos ardentes de desejo misturado ao medo sagrado.

— Magnífica, não é, meu filho? — a bruxa perguntou ao rapaz, que olhava para cima, paralisado.

— Mãe... ela é... — ele engoliu em seco.

— Ela poderia ter sido sua — a bruxa ergueu a voz para que Sophia ouvisse. — Mas agora ela é apenas uma atração de feira. A menos...

Sophia olhou para baixo, suas lágrimas caindo como chuva sobre a multidão.

— A menos que o quê? — ela perguntou, a voz ressoando como sinos de igreja.

— A menos que prove sua submissão — a bruxa sorriu cruelmente. — Você quer voltar ao seu tamanho natural, não quer, Sophia? Quer poder vestir-se novamente, esconder sua vergonha?

— Sim! — Sophia caiu de joelhos, fazendo a terra tremer. — Por favor, me devolva ao normal! Farei qualquer coisa!

— Qualquer coisa? — a bruxa ergueu uma sobrancelha. — Então ouça bem, menina altiva. Para quebrar meu feitiço, você deve provar que aprendeu humildade. Deve provar que não é mais a donzela recatada que recusou meu filho. Deve provar que é capaz de se rebaixar completamente.

— O que... o que devo fazer? — Sophia estava tremendo, seus seios balançando com cada soluço.

A bruxa apontou para o centro da praça, onde todos podiam ver perfeitamente.

— Toque-se — ordenou a bruxa, e sua voz carregava magia compulsória. — Masturbe-se aqui, na praça, diante de toda a vila. Diante do meu filho. Diante de Deus e de todos os santos. Continue até encontrar seu prazer — a bruxa riu — ou melhor, até que todos vejam você encontrar seu prazer. Só então considerarei quebrar o feitiço.

— Não! — Sophia recuou, cobrindo-se desesperadamente. — Não posso! Não diante de todos! Por favor, tenha piedade!

— Então permanecerá assim para sempre — a bruxa deu as costas, começando a afastar-se. — Uma estátua viva de vergonha. A Donzela Colossal de nossa vila. As crianças virão piqueniques em sua sombra, os homens virão... admirar sua forma à noite, e você nunca mais sentirá o abraço de um vestido, a dignidade de uma casa, o calor de um corpo ao seu lado por amor.

— Espere! — Sophia gritou, vendo a bruxa se afastar. — Espere, por favor!

A bruxa parou, mas não se virou.

— Você... você promete que farei isso apenas uma vez? Que então voltarei ao normal?

— Prometo — mentiu a bruxa, virando-se com um sorriso malicioso. — Uma vez será suficiente para quebrar o encanto. Mas deve ser completo. Deve ser... convincente. Todos devem ver. Todos devem saber que Sophia, a orgulhosa, se rebaixou a isso.

Sophia olhou para a multidão. Milhares de olhos a encaravam. Podia ver o filho da bruxa, com o rosto vermelho, mas os olhos fixos em seu corpo nu. Podia ver as mulheres da vila, algumas com nojo, outras com curiosidade mórbida. Podia ver os homens, muitos já com as mãos sobre as próprias virilhas, ansiosos.

— Eu... eu não consigo — ela choramingou.

— Então adeus — a bruxa ergueu o cajado.

— Não! — Sophia gritou, estendendo a mão gigante. — Eu farei! Eu farei!

A bruxa sorriu e abaixou o cajado.

— Então comece. E lembre-se: todos devem ver. Todos devem saber.

Sophia fechou os olhos, as lágrimas escorrendo livremente por seu rosto colossal. Lentamente, tremendo, ela afastou as mãos de seu corpo. Primeiro os braços se abriram, expondo os seios completamente à vista de todos. Os mamilos, antes envergonhados e contraídos, agora pareciam endurecidos pelo ar frio e pela humilhação.

— Mais — ordenou a bruxa. — Abra as pernas. Deixe que vejam tudo. Que vejam sua vergonha mais íntima enquanto se toca.

Sophia gemeu, um som profundo e angustiado, mas obedeceu. Ela abriu as pernas imensas, expondo sua intimidade à vila inteira. De onde estavam, as pessoas podiam ver tudo — a pele rosada, os cabelos dourados de sua pubis, a fenda proibida agora exposta ao sol da manhã.

— Agora — sussurrou a bruxa, embora todos ouvissem. — Toque-se. E faça como se gostasse.

A mão direita de Sophia desceu lentamente, tremendo, por seu abdômen plano e amplificado. Ela fechou os olhos, tentando imaginar que estava sozinha, tentando lembrar-se de toques anteriores, de momentos de privacidade em sua cama pequena, quando explorava seu corpo em segredo.

— Olhos abertos — comandou a bruxa. — Quero que veja quem a observa. Quero que veja meu filho.

Sophia abriu os olhos, e seus olhares se encontraram com os do rapaz lá embaixo. Ele estava ofegante, as mãos cerradas. A vergonha queimava no rosto de Sophia, mas suas mãos já tocavam sua própria carne, já deslizavam entre suas pernas.

— Diga a eles o que está fazendo — ordenou a bruxa.

— Eu... — a voz de Sophia falhou. — Estou me... me tocando.

— Mais alto. Para todos ouvirem.

— Estou me tocando! — Sophia gritou, e sua voz ecoou pelas montanhas. — Estou me masturbando! Por favor... por favor, me deixem parar de ser um espetáculo!

— Continue — a bruxa estava radiante. — E diga como se sente.

— Estou... estou envergonhada — Sophia soluçava, mas seus dedos já encontravam o ritmo, movendo-se contra sua vontade, traiçoeiramente responsivos ao toque. — Todos estão vendo... estão vendo minha vergonha... minha nudez...

— E você gosta — a bruxa sugeriu, impregnando a palavra de magia.

— Não! — Sophia negou, mas seus quadris começaram a se mover, a se pressionar contra sua própria mão gigante.

— Diga que gosta. Diga que ama ser vista. Diga que deseja que todos vejam você gozar.

— Eu... eu não posso — Sophia gemia, seus dedos trabalhando mais rápido agora, involuntariamente. A sensação era intensa demais, sua pele sensibilizada, seu corpo traído pela própria biologia.

— Diga! — a bruxa levantou o cajado.

— Eu gosto! — Sophia gritou, e a multidão gaspou. — Eu gosto de ser vista! Eu quero... eu quero que todos vejam!

Era mentira, mas a magia fazia parecer verdade. Ou talvez fosse o desespero, a necessidade de que aquilo acabasse. Sophia movia a mão freneticamente agora, seus dedos enormes deslizando em sua própria umidade, esfregando o centro de seu prazer com movimentos desajeitados mas eficazes.

— O filho da bruxa! — chamou Morana. — O que você deseja que ela faça, meu filho?

O rapaz engoliu em seco, seus olhos vidrados no espetáculo acima.

— Eu... eu quero ver o rosto dela quando... quando...

— Quando gozar? — a bruxa completou. — Sophia, olhe para meu filho. Olhe nos olhos dele enquanto se degrada. Mostre-lhe o que ele perdeu... e o que ganhou em troca: o poder de ver sua recusa se contorcendo de prazer forçado.

Sophia baixou os olhos, encontrando os do rapaz. Ele estava sorrindo agora, um sorriso de posse, de vingança. E ela, impotente, continuava a se tocar, suas coxas imensas tremendo, seus seios balançando com cada movimento convulsivo de seu braço.

— Estou quase... — Sophia gemeu, e não sabia se era verdade ou se a magia a fazia dizer. — Por favor... alguém... me ajude...

— Não há ajuda — a bruxa riu. — Há apenas a queda. A queda da donzela virtuosa. Deixe-a ver, Sophia. Deixe que todos vejam a garota recatada se tornar uma deusa devassa diante deles.

Os movimentos de Sophia tornaram-se desesperados, frenéticos. Ela esfregava-se com força, seus dedos entrando e saindo, sua outra mão subindo para apertar seu próprio seio, puxando o mamilo com brutalidade que misturava dor e prazer.

— Estou... estou... — ela ofegava, seu corpo gigante começando a convulsionar.

— Goza! — ordenou a bruxa. — Goza agora, para todos! Para mim! Para o meu filho! Prove que é minha marionete!

— Não! Sim! Por favor! — Sophia gritava sem sentido, o corpo inteiro tensionando-se.

E então veio. A onda. A queda. O prazer forçado e vergonhoso que a atravessou como um raio. Sophia gritou, um som que fez as janelas das casas estremecerem, seu corpo arqueando-se para trás, suas pernas cedendo até que ela caísse de joelhos novamente, ainda se tocando, ainda convulsionando, enquanto a multidão assistia em silêncio chocado ao colosso nu se contorcer de êxtase forçado no meio da praça.

— Perfeito — sussurrou a bruxa, enquanto Sophia gemia e se tremia, ainda no auge de seu orgasmo humilhante, exposto a milhares de olhos. — Perfeito. O primeiro capítulo está completo.

E Sophia, ofegante, coberta de suor próprio e lágrimas, sabia que isso era apenas o começo de sua queda.

Havia uma vez, numa vila do interior onde o tempo parecia mover-se mais devagar que em qualquer outro lugar do mundo, uma jovem chamada Sophia. Tinha ela dezoito primaveras, pele de pêssego maduro e cabelos cor de mel que caíam em ondas até a cintura magra. Seu corpo era delicado como o de uma fada dos contos antigos — ossos finos, quadris estreitos, seios pequenos e firmes que se erguiam timidamente sob o vestido de linho simples que sua mãe havia tecido.

Naquela manhã de mercado, Sophia caminhava pela praça central quando a velha conhecida de todos se aproximou. A bruxa Morana, com seus cabelos prateados e olhos que brilhavam com uma escuridão antiga, segurava o braço de seu filho — um rapaz de aparência comum, mas de herança poderosa.

— Sophia, filha da costureira — chamou a bruxa, fazendo a jovem estacar no meio da praça lotada. — Meu filho te deseja por esposa. Aceitas o casamento?

Sophia sentiu o sangue subir ao rosto. Ao lado da bruxa, o rapaz a observava com um sorriso que não alcançava seus olhos frios.

— Senhora Morana — respondeu Sophia, baixando os olhos em sinal de respeito, mas com voz firme. — Sou grata pela honra, mas não posso aceitar. Não amo seu filho, e meu coração... meu coração já pertence a outro.

Um murmúrio percorreu a multidão que começava a se formar. A bruxa sorriu, mas era um sorriso que fazia o ar parecer gelar.

— Recusas a bondade da minha família? — a voz de Morana ecoou estranhamente alto. — Então, menina insolente, que a verdadeira natureza da sua humildade seja revelada a todos.

A bruxa ergueu as mãos, e o céu pareceu escurecer por um instante. Sophia sentiu algo estranho percorrer sua espinha — uma coceira, depois um calor, depois uma sensação de estiramento impossível.

— O que... o que está acontecendo? — Sophia levou as mãos à garganta, notando que sua voz soava mais grave, mais poderosa.

— Mãe! — o filho da bruxa deu um passo atrás, assustado.

— Fique, meu filho — ordenou Morana. — Veja o que acontece com quem nos despreza.

Sophia sentiu seus pés pressionarem contra as pedras da praça. Ela estava... crescendo. Lentamente, dolorosamente, centímetro por centímetro, seu corpo se esticava para cima. Seus olhos arregalaram-se quando percebeu que já enxergava por cima das cabeças das pessoas mais próximas.

— Não! — ela gritou, e sua voz saiu como trovão. — Por favor, pare!

— Cresça, Sophia — sussurrou a bruxa, embora todos pudessem ouvir. — Cresça até que sua vaidade seja tão grande quanto seu corpo.

Sophia sentiu o vestido apertar-se contra seus seios. O linho, tão cuidadosamente costurado por sua mãe, começou a resistir à expansão de sua pele. Ela olhou para baixo, horrorizada, vendo as pessoas se afastarem em pânico, mas muitos permanecendo para assistir ao espetáculo.

— Alguém me ajude! — ela implorou, as lágrimas já escorrendo por seu rosto em crescimento.

Ela já tinha três metros de altura quando ouviu o primeiro rasgo. O som da costura cedendo ecoou como estalo de chicote. Sophia olhou para o próprio corpo em desespero, vendo o tecido esticar-se sobre seu seio esquerdo, o mamilo já visível através do fino linho translúcido.

— Por favor, não olhem! — ela cobriu os seios com as mãos, mas continuava a crescer.

Agora com cinco metros, seus joelhos rasgaram a saia. A multidão crescia — não apenas em número, mas em intensidade. Havia gritos de medo, sim, mas também exclamações de espanto. Homens e mulheres olhavam para cima, para a jovem gigante que se contorcia de vergonha no centro da praça.

— Olhem para ela! — a bruxa gesticulava para a multidão. — A menina que achava-se demasiado boa para meu filho!

— Pare com isso! — Sophia chorava, seus soluços agora soando como vento entre as árvores. Ela tinha oito metros quando o vestido finalmente cedeu completamente.

O som do tecido se rasgando foi como o rugido de um animal ferido. O vestido se partiu em vários pedaços, caindo como folhas mortas ao redor de seus pés — agora pés descalços e imensos, cada dedo do tamanho de um punho humano normal.

Sophia tentou cobrir-se, cruzando os braços sobre os seios e uma mão entre as pernas, mas era inútil. Com dez metros de altura, sua nudez era exposta a milhares de olhares. Seu corpo magro e pálido brilhava sob o sol da manhã, cada curva, cada osso proeminente, cada mecha de cabelo dourado agora do tamanho de cordas de arpa.

— Vejam a vergonha da recusada! — a bruxa ria, dando voltas ao redor dos pés descalços de Sophia.

— Por favor... — a voz de Sophia tremia, agora com quinze metros. Ela podia ver sobre os telhados das casas, ver o rio ao longe, ver toda a vila se reunindo para ver sua nudez. — Por favor, me deixe parar...

Mas ela não parou. Continuou a crescer até que, finalmente, estabilizou-se em seus vinte metros finais. Sophia era agora uma colosso de carne e vergonha, seus seios do tamanho de carroças, seus mamilos rosados e eretos como frutos proibidos, sua virilha exposta a todos que olhavam para cima entre suas pernas imensas.

A multidão estava em silêncio, em transe. Havia padres fazendo sinal da cruz, crianças escondidas atrás das saias das mães, homens com olhos ardentes de desejo misturado ao medo sagrado.

— Magnífica, não é, meu filho? — a bruxa perguntou ao rapaz, que olhava para cima, paralisado.

— Mãe... ela é... — ele engoliu em seco.

— Ela poderia ter sido sua — a bruxa ergueu a voz para que Sophia ouvisse. — Mas agora ela é apenas uma atração de feira. A menos...

Sophia olhou para baixo, suas lágrimas caindo como chuva sobre a multidão.

— A menos que o quê? — ela perguntou, a voz ressoando como sinos de igreja.

— A menos que prove sua submissão — a bruxa sorriu cruelmente. — Você quer voltar ao seu tamanho natural, não quer, Sophia? Quer poder vestir-se novamente, esconder sua vergonha?

— Sim! — Sophia caiu de joelhos, fazendo a terra tremer. — Por favor, me devolva ao normal! Farei qualquer coisa!

— Qualquer coisa? — a bruxa ergueu uma sobrancelha. — Então ouça bem, menina altiva. Para quebrar meu feitiço, você deve provar que aprendeu humildade. Deve provar que não é mais a donzela recatada que recusou meu filho. Deve provar que é capaz de se rebaixar completamente.

— O que... o que devo fazer? — Sophia estava tremendo, seus seios balançando com cada soluço.

A bruxa apontou para o centro da praça, onde todos podiam ver perfeitamente.

— Toque-se — ordenou a bruxa, e sua voz carregava magia compulsória. — Masturbe-se aqui, na praça, diante de toda a vila. Diante do meu filho. Diante de Deus e de todos os santos. Continue até encontrar seu prazer — a bruxa riu — ou melhor, até que todos vejam você encontrar seu prazer. Só então considerarei quebrar o feitiço.

— Não! — Sophia recuou, cobrindo-se desesperadamente. — Não posso! Não diante de todos! Por favor, tenha piedade!

— Então permanecerá assim para sempre — a bruxa deu as costas, começando a afastar-se. — Uma estátua viva de vergonha. A Donzela Colossal de nossa vila. As crianças virão piqueniques em sua sombra, os homens virão... admirar sua forma à noite, e você nunca mais sentirá o abraço de um vestido, a dignidade de uma casa, o calor de um corpo ao seu lado por amor.

— Espere! — Sophia gritou, vendo a bruxa se afastar. — Espere, por favor!

A bruxa parou, mas não se virou.

— Você... você promete que farei isso apenas uma vez? Que então voltarei ao normal?

— Prometo — mentiu a bruxa, virando-se com um sorriso malicioso. — Uma vez será suficiente para quebrar o encanto. Mas deve ser completo. Deve ser... convincente. Todos devem ver. Todos devem saber que Sophia, a orgulhosa, se rebaixou a isso.

Sophia olhou para a multidão. Milhares de olhos a encaravam. Podia ver o filho da bruxa, com o rosto vermelho, mas os olhos fixos em seu corpo nu. Podia ver as mulheres da vila, algumas com nojo, outras com curiosidade mórbida. Podia ver os homens, muitos já com as mãos sobre as próprias virilhas, ansiosos.

— Eu... eu não consigo — ela choramingou.

— Então adeus — a bruxa ergueu o cajado.

— Não! — Sophia gritou, estendendo a mão gigante. — Eu farei! Eu farei!

A bruxa sorriu e abaixou o cajado.

— Então comece. E lembre-se: todos devem ver. Todos devem saber.

Sophia fechou os olhos, as lágrimas escorrendo livremente por seu rosto colossal. Lentamente, tremendo, ela afastou as mãos de seu corpo. Primeiro os braços se abriram, expondo os seios completamente à vista de todos. Os mamilos, antes envergonhados e contraídos, agora pareciam endurecidos pelo ar frio e pela humilhação.

— Mais — ordenou a bruxa. — Abra as pernas. Deixe que vejam tudo. Que vejam sua vergonha mais íntima enquanto se toca.

Sophia gemeu, um som profundo e angustiado, mas obedeceu. Ela abriu as pernas imensas, expondo sua intimidade à vila inteira. De onde estavam, as pessoas podiam ver tudo — a pele rosada, os cabelos dourados de sua pubis, a fenda proibida agora exposta ao sol da manhã.

— Agora — sussurrou a bruxa, embora todos ouvissem. — Toque-se. E faça como se gostasse.

A mão direita de Sophia desceu lentamente, tremendo, por seu abdômen plano e amplificado. Ela fechou os olhos, tentando imaginar que estava sozinha, tentando lembrar-se de toques anteriores, de momentos de privacidade em sua cama pequena, quando explorava seu corpo em segredo.

— Olhos abertos — comandou a bruxa. — Quero que veja quem a observa. Quero que veja meu filho.

Sophia abriu os olhos, e seus olhares se encontraram com os do rapaz lá embaixo. Ele estava ofegante, as mãos cerradas. A vergonha queimava no rosto de Sophia, mas suas mãos já tocavam sua própria carne, já deslizavam entre suas pernas.

— Diga a eles o que está fazendo — ordenou a bruxa.

— Eu... — a voz de Sophia falhou. — Estou me... me tocando.

— Mais alto. Para todos ouvirem.

— Estou me tocando! — Sophia gritou, e sua voz ecoou pelas montanhas. — Estou me masturbando! Por favor... por favor, me deixem parar de ser um espetáculo!

— Continue — a bruxa estava radiante. — E diga como se sente.

— Estou... estou envergonhada — Sophia soluçava, mas seus dedos já encontravam o ritmo, movendo-se contra sua vontade, traiçoeiramente responsivos ao toque. — Todos estão vendo... estão vendo minha vergonha... minha nudez...

— E você gosta — a bruxa sugeriu, impregnando a palavra de magia.

— Não! — Sophia negou, mas seus quadris começaram a se mover, a se pressionar contra sua própria mão gigante.

— Diga que gosta. Diga que ama ser vista. Diga que deseja que todos vejam você gozar.

— Eu... eu não posso — Sophia gemia, seus dedos trabalhando mais rápido agora, involuntariamente. A sensação era intensa demais, sua pele sensibilizada, seu corpo traído pela própria biologia.

— Diga! — a bruxa levantou o cajado.

— Eu gosto! — Sophia gritou, e a multidão gaspou. — Eu gosto de ser vista! Eu quero... eu quero que todos vejam!

Era mentira, mas a magia fazia parecer verdade. Ou talvez fosse o desespero, a necessidade de que aquilo acabasse. Sophia movia a mão freneticamente agora, seus dedos enormes deslizando em sua própria umidade, esfregando o centro de seu prazer com movimentos desajeitados mas eficazes.

— O filho da bruxa! — chamou Morana. — O que você deseja que ela faça, meu filho?

O rapaz engoliu em seco, seus olhos vidrados no espetáculo acima.

— Eu... eu quero ver o rosto dela quando... quando...

— Quando gozar? — a bruxa completou. — Sophia, olhe para meu filho. Olhe nos olhos dele enquanto se degrada. Mostre-lhe o que ele perdeu... e o que ganhou em troca: o poder de ver sua recusa se contorcendo de prazer forçado.

Sophia baixou os olhos, encontrando os do rapaz. Ele estava sorrindo agora, um sorriso de posse, de vingança. E ela, impotente, continuava a se tocar, suas coxas imensas tremendo, seus seios balançando com cada movimento convulsivo de seu braço.

— Estou quase... — Sophia gemeu, e não sabia se era verdade ou se a magia a fazia dizer. — Por favor... alguém... me ajude...

— Não há ajuda — a bruxa riu. — Há apenas a queda. A queda da donzela virtuosa. Deixe-a ver, Sophia. Deixe que todos vejam a garota recatada se tornar uma deusa devassa diante deles.

Os movimentos de Sophia tornaram-se desesperados, frenéticos. Ela esfregava-se com força, seus dedos entrando e saindo, sua outra mão subindo para apertar seu próprio seio, puxando o mamilo com brutalidade que misturava dor e prazer.

— Estou... estou... — ela ofegava, seu corpo gigante começando a convulsionar.

— Goza! — ordenou a bruxa. — Goza agora, para todos! Para mim! Para o meu filho! Prove que é minha marionete!

— Não! Sim! Por favor! — Sophia gritava sem sentido, o corpo inteiro tensionando-se.

E então veio. A onda. A queda. O prazer forçado e vergonhoso que a atravessou como um raio. Sophia gritou, um som que fez as janelas das casas estremecerem, seu corpo arqueando-se para trás, suas pernas cedendo até que ela caísse de joelhos novamente, ainda se tocando, ainda convulsionando, enquanto a multidão assistia em silêncio chocado ao colosso nu se contorcer de êxtase forçado no meio da praça.

— Perfeito — sussurrou a bruxa, enquanto Sophia gemia e se tremia, ainda no auge de seu orgasmo humilhante, exposto a milhares de olhos. — Perfeito. O primeiro capítulo está completo.

E Sophia, ofegante, coberta de suor próprio e lágrimas, sabia que isso era apenas o começo de sua queda.

A bruxa ergueu o cajado antes mesmo que Sophia recuperasse o fôlego, antes que as convulsões de seu corpo gigante cessassem. A jovem ainda tremia de joelhos, ofegante, a mão ainda presa entre suas pernas, quando a voz de Morana cortou o ar como uma lâmina.

— Achei... ótimo — a bruxa sorriu, dando voltas ao redor da giganta caída. — Mas insuficiente.

Sophia levantou os olhos, confusa, as lágrimas ainda molhando seu rosto colossal.

— Insuficiente? — sua voz saiu rouca, quebrada. — Mas eu... eu fiz o que pediu. G-gostei... gozei...

— Gozou — a bruxa corrigiu, como quem corrige uma criança. — Sim. Mas a humildade verdadeira não se conquista em um momento de desespero. Deve ser cultivada. Internalizada.

— Não... — Sophia tentou se levantar, mas suas pernas ainda não respondiam, mole pelo orgasmo forçado. — Você prometeu...

— Eu prometi considerar quebrar o feitiço — Morana interrompeu, e sua voz agora ecoava pela praça inteira, para que todos ouvissem. — E considero. Mas primeiro, você deve provar que não foi apenas o pânico. Que você realmente aceita sua nova posição. Que gosta de ser vista assim. De ser... usada assim.

A multidão, que começava a se dispersar, parou. Voltou a se aglomerar, curiosa, faminta por mais.

— O que... o que mais quer de mim? — Sophia choramingou.

A bruxa apontou o cajado para o chão à sua frente.

— De quatro — ordenou. — Agora. Aqui. Na frente de todos.

— Não! — Sophia recuou, arrastando-se na terra. — Por favor, já fiz demais...

— De. Quatro — a bruxa repetiu, e a compulsão mágica foi mais forte desta vez, fazendo Sophia gemer enquanto seu corpo traía sua vontade.

Lentamente, humilhada, ainda ofegante do orgasmo recém-terminado, Sophia virou-se. Apoiou as mãos enormes na terra da praça, sentindo o barro entre os dedos. Levantou o quadril, expondo suas nádegas e sua intimidade — ainda brilhante, ainda sensível — para a multidão que assistia em silêncio chocado.

— Muito bem — a bruxa aprovou. — Vejam, povo da vila, como a orgulhosa Sophia se rebaixa. Mas ainda não é o suficiente.

A bruxa fez um sinal, e seu filho emergiu da multidão. O rapaz estava vermelho, ofegante, os olhos fixos no corpo imenso e nu de Sophia.

— Suba, meu filho — Morana ordenou. — Monte-a. Mostre a ela o que perdeu ao recusar nossa família.

— Não, por favor... — Sophia chorou, mas já era tarde.

O rapaz correu até ela, agarrou-se às costelas expostas de Sophia, e com um salto e um puxão desajeitado, instalou-se entre suas omoplatas, suas pernas abraçando o pescoço dela, suas mãos agarrando os cabelos dourados como rédeas.

— Ande — ordenou a bruxa, batendo o cajado no chão. — Leve meu filho até o outro lado da praça. Devagar. Para que todos vejam.

Sophia engatinhou. O movimento fez suas coxas se abrirem e fecharem. Cada passo era uma nova camada de vergonha, uma nova exposição de sua intimidade para os milhares de olhares.

— Mais rápido — o rapaz gritou, batendo em suas costas com as mãos. — Vamos, égua! Galope!

— Por favor... não consigo... — Sophia gemia, mas seu corpo acelerou, obedecendo à magia, obedecendo às rédeas invisíveis da humilhação.

Ela se moveu mais rápido, as mãos e joelhos batendo na terra em uma cadência animal, os seios oscilando violentamente, a respiração ofegante. Era degradante. Era terrível. E, para seu horror absoluto, sentiu algo acontecer novamente entre suas pernas — um calor, uma umidade, uma pulsação que não era apenas vergonha.

— Pare — ordenou a bruxa quando Sophia chegou ao outro lado.

A giganta parou, ofegante, o suor escorrendo por seu corpo nu. O rapaz desceu, tropeçando, visivelmente excitado, e a bruxa se aproximou, sorrindo.

— Agora é minha vez — Morana declarou.

A bruxa ergueu o cajado e flutuou até se sentar na base da coluna de Sophia, logo acima de suas nádegas, suas pernas enrugadas apertando a cintura imensa da jovem. Sophia podia sentir o peso ridículo, mas simbolicamente esmagador.

— Agora, leve-nos de volta — a bruxa ordenou, batendo o cajado nas costelas de Sophia. — Leve seu dono e sua dona para o centro da praça. Devagar. Digna. Como uma boa montaria.

Sophia engatinhou de volta, sentindo cada olhar sobre ela, sentindo a terra sob suas palmas, sentindo o corpo do rapaz subindo novamente — desta vez na frente, sentado em seu colo enquanto ela se movia, de forma que ele ficasse de frente para ela, olhando para seu rosto envergonhado enquanto ela carregava ambos.

— Olhe para ele — ordenou a bruxa, batendo com o cajado. — Olhe nos olhos do homem que você rejeitou enquanto o carrega como animal.

Sophia levantou os olhos e encontrou os do rapaz. Ele estava sorrindo, triunfante, sentado confortavelmente em seu colo enquanto ela se arrastava de quatro por ele. E enquanto seus olhos se encontravam, enquanto a multidão observava em silêncio, Sophia sentiu — não pôde negar — outro jato de umidade escorrendo por suas coxas, desta vez ainda mais intenso.

— Vejam — a bruxa anunciou à multidão, apontando o cajado para as pernas de Sophia. — Vejam como ela já ama servir. Vejam como a recatada Sophia gosta de ser nossa égua.

Sophia queria gritar que não, que era a magia, que era o horror. Mas quando finalmente pararam no centro da praça, quando a bruxa e o filho desceram, deixando-a ali de quatro, ofegante, exposta, ela não conseguiu conter o gemido que escapou — um gemido de prazer genuíno, vergonhoso, inegável.

— Ainda não é o suficiente — a bruxa sussurrou, acariciando a bochecha de Sophia. — Mas estamos no caminho. A humildade verdadeira virá. E você a receberá... de joelhos.

Sophia ficou ali, tremendo, sentindo a excitação escorrer por suas pernas imensas, sabendo que pior — ou melhor — ainda estava por vir.

A bruxa bateu o cajado no chão da praça, fazendo Sophia estremecer ainda de quatro, ofegante, o corpo ainda marcado pela vergonha da montaria.

— Levante-se — ordenou Morana. — Temos uma noite pela frente, e você precisa de... acomodações adequadas.

Sophia levantou-se lentamente, tremendo, coberta de terra e suor. Seus olhos encontraram os da bruxa, confusos, ainda lutando para processar o prazer vergonhoso que seu corpo traíra momentos antes.

— O que... o que quer agora? — sua voz saiu rouca, profunda demais por causa do tamanho.

A bruxa sorriu e apontou para uma casa próxima à praça — a residência do ferreiro, com sua porta de madeira maciça.

— Aquela casa — Morana disse. — Pegue a cama de dentro. Tire-a pela porta. Faça isso agora.

— Não consigo... a porta é pequena demais...

— Enfie a mão — a bruxa ordenou, impaciente. — Você é gigante, Sophia. Use isso. Rasgue o que for necessário. Afunde os dedos naquela casa e traga-me a cama.

Sophia hesitou, mas a compulsão mágica já a movia. Ela caminhou até a casa, sentindo a terra tremer a cada passo. A multidão se afastou, assustada e fascinada. Com uma mão imensa, Sophia enfiou os dedos pela porta — a madeira estilhaçou, as dobradiças rangeram, e ela sentiu sua mão entrar na casa como se fosse a de uma criança brincando de bonecas.

Dentro, ela sentiu o toque da cama de casal do ferreiro. Com cuidado que contradizia sua força, ela puxou o móvel para fora, arrancando a parede junto, madeira e pedra caindo como chuva. Em segundos, a cama estava na praça, intacta, diante da bruxa.

— Muito bem — Morana aprovou. — Agora, ouçam todos, pois esta é a oferta da noite.

A bruxa subiu na cama, pequena como uma boneca sobre o colchão, e ergueu o cajado.

— Sophia cumpriu parte de sua penitência — anunciou Morana para a multidão. — E como recompensa, ofereço-lhe uma hora. Uma única hora em seu tamanho natural. Para sentir o conforto de ser pequena novamente. Para lembrar o que perdeu.

Sophia sentiu o coração disparar.

— Uma hora? — ela sussurrou. — Voltarei ao normal?

— Por uma hora — a bruxa confirmou. — Mas há uma condição. Para que a cura seja efetiva — para que, no futuro, eu considere quebrar o feitiço permanentemente — você deve provar que aprendeu humildade de forma completa. E a prova é esta...

A bruxa fez uma pausa dramática, seus olhos brilhando.

— Você deitará nesta cama, em seu tamanho normal, e consumará o casamento que recusou. Com meu filho. Aqui. Agora. Enquanto todos assistem. E deve demonstrar prazer genuíno. Deve provar que deseja ele. Que se arrepende de sua recusa. Que anima submeter-se a ele.

— Não! — Sophia recuou, tropeçando. — Não posso... não diante de todos... não com ele...

— Então permaneça gigante para sempre — a bruxa deu as costas. — A escolha é sua.

Sophia olhou para a cama. Olhou para suas mãos imensas, seu corpo exposto, a vila inteira assistindo. Ela pensou em seu amor verdadeiro, em sua pureza, em sua dignidade. E então pensou em permanecer assim — monstro, objeto, nua para sempre.

— Eu... eu aceito — a palavra saiu como um gemido.

— Diga o que aceita — a bruxa exigiu. — Diga para todos ouvirem.

— Aceito... aceito deitar com o filho da senhora — Sophia chorou. — Aqui. Na frente de todos. Para provar... para provar minha submissão.

A bruxa sorriu e ergueu o cajado.

— Então receba sua hora.

A luz envolveu Sophia. Ela sentiu o mundo crescer ao seu redor — ou ela encolhendo. A terra subiu para encontrá-la, o céu afastou-se. Em segundos, ela estava ali, de pé, ofegante, em seu tamanho natural. Dezoito anos, magra, nua, vulnerável. Pela primeira vez em horas, as pessoas olhavam para baixo para vê-la, não para cima.

— Entre na cama — ordenou a bruxa.

Sophia caminhou, trêmula, até o colchão. A madeira estalou sob seus pés pequenos. Ela se deitou, sentindo o tecido contra sua pele nua, estranhamente íntimo depois de tanto tempo exposta de pé.

O filho da bruxa apareceu ao lado da cama. Ele já estava desvestindo-se, os olhos fixos nela, brilhando de triunfo.

— Por favor... — Sophia sussurrou, quando ele se deitou sobre ela. — Por favor, não...

— Diga que me deseja — ele sussurrou de volta, mas a bruxa ouviu e fez ecoar suas palavras para a multidão. — Diga que se arrepende de me recusar. Diga que quer isso.

— Eu... — Sophia sentiu o peso dele, o calor, o cheiro. A vergonha era avassaladora — milhares de olhos sobre seu corpo pequeno, vendo cada detalhe, cada expressão. — Eu desejo... desejo o senhor. Me arrependo. Quero... quero provar minha submissão.

— Então prove — ele ordenou.

E ele a tomou.

O ato foi brutal e rápido, ou talvez parecesse eterno para Sophia. Ele a penetrou enquanto a multidão assistia em silêncio chocado, seus gemidos de dor misturados a algo mais — a magia da bruxa já trabalhando, forçando sua pele a sentir prazer, forçando seu corpo a responder. Ela tentou ficar imóvel, mas aos poucos, involuntariamente, seus quadris se moveram, suas pernas envolveram suas costas, seus gemidos tornaram-se mais altos, mais urgentes.

— Diga que gosta — a bruxa ordenou da beira da cama. — Diga para todos.

— Gosto! — Sophia gritou, e não sabia mais se era verdade ou magia. — Gosto! Me perdoe, me perdoe, eu gosto!

Ela gozou primeiro, convulsionando sob ele, a boca aberta em um grito que ecoou pela praça. Ele gozou depois, dentro dela, e ela sentiu cada pulsação, cada prova de sua derrota completa.

Quando terminaram, ele levantou-se, sorrindo, e a bruxa consultou uma ampulheta que materializara do nada.

— Quarenta minutos restantes — Morana anunciou. — Quarenta minutos para que Sophia reflita sobre o que acabou de fazer. Para sentir o sêmen de meu filho escorrendo de seu corpo pequeno. Para saber que milhares a viram deitar com ele voluntariamente. E para decidir... se quer passar os próximos quarenta minutos sendo usada novamente, ou se prefere esperar quieta, sabendo que em breve será gigante outra vez.

Sophia ficou deitada na cama, ofegante, nua, exposta, o corpo ainda tremendo do orgasmo. Ela olhou para cima, para as estrelas que começavam a aparecer, e sentiu — para seu horror — que parte dela queria que os quarenta minutos passassem rápido. Para que voltasse a ser gigante. Para que fosse usada de novo.

A transformação estava completa.

Foto 1 do Conto erotico: A bruxa transformou a garota em gigante na frente de todos na cidade e a humilhou em troca de perdão

Foto 2 do Conto erotico: A bruxa transformou a garota em gigante na frente de todos na cidade e a humilhou em troca de perdão

Foto 3 do Conto erotico: A bruxa transformou a garota em gigante na frente de todos na cidade e a humilhou em troca de perdão

Foto 4 do Conto erotico: A bruxa transformou a garota em gigante na frente de todos na cidade e a humilhou em troca de perdão

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A bruxa transformou a garota em gigante na frente de todos na cidade e a humilhou em troca de perdão

Codigo do conto:
267298

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
15/07/2026

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