Quando Helena falava, o tribunal calava. Sua voz era gélida, pausada, cortante como uma lâmina de aço cirúrgico. Os juízes se inclinavam para ouvir; os jurados engoliam em seco; os réus, mesmo os mais endurecidos, sentiam um calafrio. "Meritíssimo, o Ministério Público está delirando. Não há prova material, apenas a especulação de um promotor que mal lê os autos. Se o Sr. quer condenar meu cliente, que o faça com fatos, não com histeria." A frase, proferida em um caso de corrupção que abalara a cidade, virou lenda nos corredores do judiciário. Os promotores a odiavam. Os clientes, a idolatravam. E os homens — todos eles, sem exceção — a desejavam em segredo.
Mas Helena nunca cedia. Nem um olhar a mais, nem um sorriso sem propósito. Casada há dez anos com Ricardo, um executivo de 42 anos, dono de uma grade empresa de sucesso, ela mantivera uma conduta sexual impecável: sexo conjugal, discreto, sempre sob seu controle absoluto. Ricardo, um homem de 1,85m, cabelos grisanhos e um sorriso de comercial de pastilha, nunca a vira perder a compostura. Era Helena quem decidia tudo: a posição, o ritmo, o momento exato em que ele poderia gozar. "Agora", ela dizia, com a mesma frieza com que pedia a palavra em uma audiência. E ele obedecia, como um aluno aplicado.
Para o mundo, ela era a mulher de ferro: mãe de uma menina de oito anos, de tranças e sorrisos fáceis que adorava desenhar unicórnios no quarto enquanto a mãe ditava petições até a madrugada; esposa exemplar, que organizava jantares para os sócios do marido; advogada brilhante, cujos clientes — desde políticos corruptos até empresários envolvidos em escândalos de lavagem de dinheiro — saíam livres como se tivessem sido abençoados por um anjo. Mas por trás da armadura, algo apodrecia.
Aquela rainha, sentia o Vazio atrás do Trono
Às 3h da manhã, depois de mais um júri exaustivo (um caso de homicídio culposo que durara 14 horas), Helena chegou em casa. O apartamento, um duplex de 300m² no Jardim Europa, estava em silêncio, iluminado apenas pela luz fraca das luminárias de design italiano. Ricardo ainda estava acordado, lendo um relatório no iPad, com um copo de uísque na mesa de centro.
Ela tirou os saltos com um suspiro, deixando-os cair no chão de mármore com um estalo seco. A pasta de couro italiano escorregou de sua mão, espalhando documentos pelo sofá de veludo escuro. Não se desculpou. Nunca se desculpava.
Ricardo levantou os olhos, surpreso. Helena nunca chegava assim: desleixada, exausta, humana.
— Você está bem? — ele perguntou, pela primeira vez em meses, com um tom que não era de reprovação, mas de preocupação genuína.
Ela respirou fundo, os dedos tremendo levemente ao ajustar o coque. Quando levantou o olhar, algo tinha mudado. Os olhos, antes frios como aço, estavam úmidos, turvos, como se uma névoa os cobrisse. A fase rubra — aquela que Ricardo só vira uma vez, anos atrás, quando ela ganhara seu primeiro caso de grande repercussão — estava de volta, mas agora misturada com algo mais: medo. Vergonha. Desejo.
— Ricardo… — sua voz quebrou, como se as palavras fossem pedras pesadas saindo de sua garganta. — Eu tenho… uma fantasia.
Ele piscou, confuso. Helena nunca falava de sexo. Nunca pedia nada. Sempre mandava.
— Uma fantasia? — ele repetiu, como se a palavra fosse estranha em sua boca.
Ela olhou para baixo, as unhas (pintadas de vermelho-escuro, como sempre) cavando as palmas das mãos.
— Uma que… me assusta. — Suas palavras saíam aos trancos, como se cada sílaba fosse um segredo sujo que ela não queria soltar. — Quero ser tratada como… um animal. Uma cadela. Coleira. Rastejar. Obedecer sem pensar. Sem decidir nada.
— Preciso perder o controle e ser controlada. Só assim irei respirar.
Ricardo congelou. O iPad escorregou de suas mãos, caindo no sofá com um baque surdo.
— Você… quer perder o controle? — ele perguntou, a voz tremendo de excitação e incredulidade.
Ela assentiu, os lábios secos. Não havia mais a Dra. Helena ali. Só uma mulher fragilizada pelo peso de sua própria perfeição.
— Desde quando? — ele insistiu, se aproximando, como se ela fosse um animal ferido que pudesse fugir a qualquer momento.
— Sempre. — A confissão saiu como um suspiro. — Desde que eu era menina. Mas… eu enterrei. Porque não podia. Porque eu era a filha perfeita, a aluna brilhante, a advogada imbatível… e agora, a mãe e esposa exemplar....merda de título.
Ela ri amargamente, um som seco, sem alegria. — Mas à noite, quando eu fecho os olhos… eu sonho com isso. Com ser usada. Com não ter que pensar. Com… ser só um corpo.
— Quero sentir medo em vez de gerar medo. É loucura, mas como isso me excita.
Ricardo sentiu o sangue ferver. Não era apenas o desejo — era a oportunidade. A chance de ver a deusa cair do pedestal.
— E você… quer que eu faça isso com você? — ele perguntou, baixando a voz, como se estivesse conspirando.
Ela acenou com a cabeça, os olhos brilhando com lágrimas não derramadas.
— Sim. Mas… — sua voz tremeu. — Mas eu tenho medo. Medo de gostar demais. Medo de… não querer voltar.
A rainha queria a queda do Império, ela mesma pediu para baixar os portões.
Naquela mesma noite, Ricardo saiu. Helena ficou sozinha no sofá, o corpo tenso como uma corda de arco. O que ela tinha acabado de fazer? Confessar um desejo tão sujo, tão primitivo… E para o marido, de todas as pessoas! O homem que ela controlava há uma década.
Uma hora depois, a porta do quarto abriu-se devagar. Ricardo entrou com uma sacola preta na mão, os olhos brilhando com uma luz que ela nunca vira antes: dominadora. Cruel.
— Tira tudo. — sua voz era firme, sem espaço para discussão. — Fica completamente nua pra mim, cadela.
A palavra "cadela" queimou em seus ouvidos. Mas, em vez de revolta, algo dentro dela pulou de excitação.
Helena obedeceu, tremendo. Primeiro a blusa de seda, que escorregou de seus ombros como uma segunda pele. Depois o sutiã de renda preta, revelando seios médios e firmes, com mamilos rosados já duros de antecipação. A saia lápis caiu no chão, seguida pela calcinha de seda, que ela puxou devagar, como se estivesse revelando um segredo.
Seu corpo de 38 anos ficou nu sob a luz baixa da sala. Pele branca como porcelana, com uma pinta escura na parte interna da coxa esquerda — um detalhe que Ricardo sempre amara em segredo. Os quadris largos, marcados por estrias finas (souvenir da gravidez de Clara), brilhavam sob o suor frio do nervosismo. A buceta depilada, rosada e já úmida, latejava com cada batida do coração. As coxas grossas e macias tremiam levemente.
Ricardo se aproximou, a sacola estalando em suas mãos. Ele tirou de dentro uma coleira de couro preto, com uma fivela de prata brilhante.
— Joelhos no chão. — ele ordenou.
Ela caiu de joelhos, o mármore frio sob suas pernas. O couro apertado no pescoço fez ela gemer baixo — uma sensação de rendição total, como se o último pedaço de "Doutora Helena" estivesse sendo amarrado e jogado fora.
— Agora de quatro. — Ricardo puxou a guia, um acessório que ele fora comprar às pressas em uma loja de pet shop 24 horas.
Ela tremia ao obedecer. Era excitante. Vergonhoso. Mesmo sendo com o marido, a mudança de quem exercia o poder era o que mais a excitava.
Foi então que ele tirou algo da sacola que chamou sua atenção imediata.
— O que… o que é isso? — ela perguntou, os olhos arregalados de susto e curiosidade.
Ricardo sorriu, um sorriso frio, calculado.
— Vira de costas. Toda cadela precisa de um rabo.
De dentro da sacola, ele puxou um plug anal com cauda preta felpuda, grosso e intimidante. Helena engoliu em seco, o cu se contraindo instintivamente.
— Ricardo… eu… eu nunca… — sua voz falhou.
— Shhh. — Ele lubrificou o plug com um gel transparente, o som molhado ecoando no silêncio do quarto. — Respira.
Ele pressionou a ponta contra o seu ânus virgem. Helena arqueou as costas, os dedos cravando no tapete persa.
— Aaaah! — O primeiro centímetro queimou, uma dor afiada e esticada. — D-dói…
— Cala a boca e aguenta, cadela. — Ricardo não cedia. — Você pediu pra ser tratada como animal. Animais não reclamam.
A pressão aumentou. O anel apertado do ânus resistiu, depois cedeu devagar, engolindo o plug centímetro por centímetro. A sensação era brutal: o cu esticado ao limite, cheio, exposto. Mas, imediatamente, o prazer veio, violento e inesperado. Sua buceta latejou, escorrendo mel grosso no chão. O clitóris inchaço, latejando como se fosse explodir.
— Oh… meu Deus… — ela gemeu, o corpo tremendo enquanto a cauda pesada balançava entre suas nádegas.
Ricardo acariciou sua cabeça, os dedos embranquecendo de tão forte que ele segurou.
— Boa menina. — sua voz era rouca de excitação. — Agora anda.
Ela rastejou, a cauda balançando, a buceta pingando, sentindo um prazer que nunca havia experimentado na vida. O couro no pescoço e o rabo no cu a transformavam em algo primitivo. Puro.
— É isso, cadela. — Ricardo puxou a guia, forçando-a a acelerar. — Mostra pra mim como você rasteja.
Ela obedeceu, o suor escorrendo por suas costas, o cabelo solto (pela primeira vez em anos) caindo sobre o rosto. ** Não havia mais Helena, a advogada. Não havia mais Helena, a mãe. Só havia… a cadela.**
Quase um mês depois, a fantasia já fazia parte de sua rotina. Helena descobrira que o medo era o melhor afrodisíaco de todos.
Eles viajaram para a propriedade isolada de Ricardo, uma fazenda de 50 alqueires em Itatiba, cercada por florestas e longe de olhares curiosos. No carro, Helena só usava a coleira e o plug, escondidos sob um sobretudo longo de lã.
— Se a gente for parados por um policial, você está fudida. — Ricardo provocou, os olhos fixos na estrada.
Helena sentiu o cu piscar em volta do plug. O medo de ser descoberta a deixava encharcada.
— Por favor… não faça isso… — ela sussurrou, mas seu corpo mentia. A buceta escorria, molhando o banco de couro do carro.
— Por que não? — ele perguntou, acelerando o carro. — Você não quer ser pega?
Ela não respondeu. Mas o silêncio era a resposta.
Chegaram. Ricardo abriu a porta do carro.
— Sai, cadela. — ele ordenou. — Vamos passear. Deixa o sobretudo no carro.
Helena congelou. Estaria andando em uma estrada de terra, nua, com o rabo no cu?
— Ricardo… e se… — sua voz tremeu.
— E se o quê? — ele puxou a guia, forçando-a a sair de quatro do carro.
O vento frio da noite bateu direto em sua buceta aberta e no cu dilatado. A terra úmida grudava em seus joelhos enquanto ela rastejava, a cauda balançando a cada movimento.
— Anda. — Ricardo puxou a guia, obrigando-a a seguir.
Era um lugar isolado, mas não deserto. Carros passavam na rodovia próxima, a 1 km de distância. Helena sentia o coração bater tão forte que achava que ia explodir.
De repente, Ricardo parou.
— Levanta a perna e mija, cadela. — ele ordenou, a voz baixa e cruel. — Aqui mesmo, na estrada de terra.
Helena sentiu o rosto queimar de vergonha. O cu piscou em volta do plug. Mijar como um animal? Na frente do marido?
— R-Ricardo… não… — ela tentou protestar, mas sua voz soou fraca, sem convicção.
— Faz. — ele puxou a guia com mais força. — Ou eu te deixo aqui sozinha.
A ameaça era real. E, pior ainda, ela sabia que uma parte dela queria que ele fizesse isso.
Com mãos trêmulas, ela levantou a perna direita, como uma cachorra. A buceta exposta brilhava sob a luz da lua. O jato quente saiu forte, molhando a terra e escorrendo pelas coxas. A sensação era humilhante e excitante ao mesmo tempo — o alívio físico misturado com a degradação total.
O medo era insano: ela ouvia carros passando na rodovia, via marcas de pneus na terra, imaginava alguém parando e vendo a Dra. Helena, a leoa do tribunal, pelada de quatro, mijando como bicho.
— Com medo, cadela? — Ricardo provocou, a voz carregada de sadismo. — Imagina se alguém te reconhece agora… a poderosa advogada mijando na beira da estrada como uma puta no cio.
As lágrimas escorriam por seu rosto, misturando-se com o suor e o mel.
— Tá pingando mais só de pensar nisso, né? — ele continuou, agachando-se ao lado dela. — Olha essa buceta brilhando… você adora o risco, sua vadia.
Helena soluçou baixinho, o corpo inteiro em chamas de humilhação.
— E se alguém filma? — ela perguntou, a voz quebrada. — E se amanhã isso chega na imprensa? Minha filha… minha carreira… tudo destruído.
Mas quanto mais o medo crescia, mais sua buceta pulsava e escorria. O clitóris inchado latejava como se o terror fosse um afrodisíaco.
Ricardo passou os dedos pela poça de mel e xixi misturados na terra.
— Olha só… — ele murmurou, mostrando os dedos brilhantes. — Você tá gozando de medo.
Helena fechou os olhos, tremendo.
— Confessa, cadela. — ele exigiu. — Você quer ser vista. Quer que alguém saiba que a Dra. Helena é só uma fêmea exposta.
Ela engoliu em seco, as lágrimas caindo na terra.
— Quero… — sua voz quebrou. — Quero que vejam… me vejam assim… por favor…
Ricardo riu baixo e puxou a guia para continuar o passeio, deixando-a rastejar com o rastro de vergonha brilhando entre as coxas.
Dois meses depois, Helena ganhou o que ela chamou o caso do século: um empresário acusado de um grande esquema, um processo que poderia destroir toda a empresa. A vitória foi comemorada com um jantar íntimo em uma casa de campo isolada, propriedade de um amigo de Ricardo.
O local parecia deserto. Janelas enormes mostravam apenas a escuridão da floresta paulista. Helena não desconfiou de nada — até que Ricardo a levou para a sala de estar.
— Fica nua agora, cadela. — ele ordenou, tirando o vestido dela com um movimento brusco. — Coleira e rabo também.
Helena obedeceu, tremendo. Ele colocou a coleira de couro rígido, apertando até que ela gemesse. Depois, lubrificou e enfiou o plug anal de cauda de raposa — felpuda, laranja e branca, pesada — no cu dela.
A invasão foi lenta, dolorida, mas deliciosa. A cauda balançava a cada respiração arfante, mudando sua postura: costas arqueadas, cu dilatado e exposto.
— Vamos, cadela. — Ricardo puxou a guia, arrastando-a de quatro até a porta da sala.
— Tem uma surpresa lá dentro pra você. — ele sussurrou, colocando uma venda preta nos seus olhos.
Helena sentiu o coração acelerar. Surpresa? O que ele tinha planejado?
Ela sentia algo, o ar do lugar parecia diferente. Era uma sensação diferente que fazia a espinha dela gelar. Pensei algumas coisas, mas logo descartou: — Bobagem, só estamos nós dois aqui.
Os passos ecoavam no piso de madeira. O ar cheirava a uísque e perfume caro. De repente, a venda foi tirada.
E o mundo desabou.
Lá estavam Marcos e Augusto, dois de seus clientes mais importantes — os mesmos que ela defendera naquela manhã no tribunal. E, ao lado deles, suas esposas: Carolina e Fernanda, mulheres elegantes, de vestidos justos e saltos altos, olhando para Helena com um misto de choque e excitação.
— "Doutora Helena?" — Marcos soltou um riso baixo, a voz carregada de escárnio e desejo. — "Quem diria que a nossa 'leoa do tribunal' se transformaria em uma cadela de luxo ao cair da noite?"
Helena fechou os olhos, o rosto em brasa. A vergonha era um ácido que derretia sua máscara de 38 anos de retidão. Mãe. Profissional de elite. Esposa exemplar. E agora… inspecionada como um animal.
As lágrimas escorriam sem controle. O que Ricardo tinha feito? Por que ele a expunha assim? E ainda por cima, conhecidos...
— "Ela não é mais advogada hoje," — Ricardo anunciou, puxando a guia com força, obrigando-a a ganir. — "Ela é apenas uma fêmea à disposição. Vejam como ela está molhada…"
Helena não sabia o que fazer, apenas ficou ali, nua e paralisada na frente de todos.
Carolina se aproximou, o salto agulha batendo no chão como um martelo. Com a ponta do sapato, ela tocou a pinta de nascença na coxa de Helena, empurrando sua perna para o lado para expor melhor a buceta rosada e aberta.
— "Olhem esse detalhe... tão íntimo." — Fernanda murmurou, passando os dedos pela pinta. — "É o selo da nossa posse, não é, Helena?"
Helena tremia, congelada. Era a primeira vez na vida que se sentia indefesa.
— "Diga-me, Helena," — Carolina perguntou, beliscando o mamilo direito de Helena com as unhas pintadas de vermelho.
— "você passou dez anos engolindo apenas o pau do seu marido. Você não sente um desejo desesperado de saber o gosto de um pau que não te pertence? Um pau que paga seus honorários?"
Helena sentiu um tremor violento. O que elas estavam falando?
Ricardo olhou para os dois clientes e deu o comando final:
— "Eu não vejo problema. Na verdade, eu quero ver." — ele disse, a voz firme. — "Helena, esqueça a fidelidade. Esqueça a toga. Quero que você chupe o pau desses homens. Mostre para eles que a sua boca serve para muito mais do que fazer sustentações orais."
O coração de Helena disparou. Vergonha e medo a invadiram como uma onda gelada. "Meu Deus… eles estão todos olhando… meus clientes… as esposas… meu marido… e eu vou chupar outro pau na frente deles."
As pernas tremiam, o cu piscava em volta do plug, a buceta escorria tanto que pingava no tapete persa. Ela sentia cada olhar queimando sua pele: os seios balançando pesados, o bumbum empinado com a cauda balançando, a buceta inchada e brilhante de tesão, os mamilos duros como pedras.
Fernanda tocou os seios de Helena com as duas mãos, apertando e beliscando os mamilos enquanto provocava:
— "Olha esses peitos… tão firmes e pesados… já estão duros só de vergonha, né?" — ela ri, beliscando com mais força.
— "Você sempre curtiu uma plateia, doutora? Adora que todo mundo veja esses mamilos inchados e essa buceta pingando como uma vadia no cio?"
Era uma vergonha dolorida. Helena olhou para o chão, mas Ricardo a forçou a levantar a cabeça.
— "Vai chupar, cadela," — ele ordenou. — "Seus clientes estão esperando."
— "Faça o gosto das moças e mostre o respeito que merece o pau que eles estão oferecendo".
Ela continuou indo na direção dos homens, o corpo tremendo. Quando estava na frente de Marcos, ele abriu a calça, deixando escapar um pau grosso e ereto.
Helena abriu a boca e engoliu o pau de Marcos. O medo e a humilhação faziam seu corpo tremer, mas ela chupava com fome desesperada: língua girando na cabeça grossa, sugando as veias latejantes, descendo até o fundo da garganta com sons molhados e obscenos, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos seios.
— "Céus, ela faz isso como uma profissional," — Fernanda comentou, observando Helena engolir o membro até a base. — "Vejam como ela olha para o marido enquanto se engasga com o cliente dela. É uma vadia nata."
Helena não parou. Quando Marcos estava quase no limite, ela se virou para Augusto, que já exibia seu pau ereto. Ela se revezava entre os dois com uma agilidade animalesca, a saliva escorrendo pelo queixo enquanto as mãos de um dos homens puxavam seu cabelo.
— "Chupa, Doutora! Engole tudo!" — Augusto comandava, enquanto Carolina ria, excitada com a cena. — "O gosto do segredo é bom, não é? Amanhã, no escritório, você vai lembrar que o meu leite esteve no fundo da sua garganta."
Fernanda se aproximou curiosa, agachou e segurou a cauda de raposa.
— "Deixa eu ver esse rabo…" — Ela puxou devagar, tirando o plug quase todo, depois enfiou de novo, fundo. Puxou e enfiou várias vezes, estimulando o cu dilatado. — "Olha o tamanho disso! Como é que esse cu apertado de advogada engoliu um negócio tão grosso? Tá gostando, né, cadela? Entra e sai... entra e sai... sua buceta tá jorrando só com isso!"
Helena gemeu alto, cu piscando, prazer vergonhoso subindo.
— "Responde, vadia!" — Fernanda ordenou.
— S-sim… tô gostando… — Helena sussurrou, a voz quebrada.
O ápice veio sob a forma de um delírio. Helena sentia o pau de um na boca e a mão do outro explorando sua buceta encharcada. Ela atingiu um orgasmo violento, silencioso e vergonhoso. Ricardo acabou chegando ao clímax, e ela engoliu cada gota do gozo dos estranhos, limpando-os com a língua sob o olhar de aprovação de Ricardo e o desprezo fascinado das mulheres.
Depois do gozo na boca, Ricardo ordenou:
— "Agora eles vão comer essa buceta molhada de verdade."
Marcos virou Helena de quatro e enfiou o pau grosso devagar na buceta dela — o canal quente e encharcado abriu com um som molhado, apertando cada centímetro enquanto ele entrava até o fundo, batendo no colo do útero.
— "Ahhh! Meu Deus!" — Helena gemeu alto, o bumbum tremendo.
Augusto tomou o lugar em seguida, metendo mais fundo e mais rápido, o pau longo esticando as paredes dela, o som de pele contra pele ecoando na sala enquanto as esposas comentavam:
— "Olha como essa buceta engole tudo… tá babando no pau dele… que vadia faminta…" — Carolina disse, beliscando os seios de Helena. — "Esses seios balançando, esse cu piscando com o plug… ela tá gozando de novo só de ser comida na frente de todo mundo!"
A Dra. Helena morrera ali. No lugar dela, restava apenas uma fêmea que, pela primeira vez em dez anos, sentia-se verdadeiramente completa na sua degradação.
Aquele grupo curtia humilhar aquela advogada. Era o momento que eles conseguiam sair do tédio que o dinheiro não conseguia pagar. Não aquilo, ela queria estar lá, era um momento único.
Depois do sexo intenso, Ricardo puxou a guia e ordenou com voz calma:
— "Agora sobe na mesa do centro da sala, cadela." — ele apontou para uma mesa de madeira escura, polida. — "Senta de pernas bem abertas, bem no meio, onde todos possam ver tudo. E se toca até gozar. Não para até eu mandar."
Helena subiu na mesa, nua, plug ainda no cu, cauda balançando. Sentou-se com as pernas bem abertas, buceta inchada e vermelha exposta, mel escorrendo pela madeira. Todos os quatro convidados sentaram ao redor, copos na mão, olhando como se assistissem a um espetáculo particular.
Carolina começou as perguntas sujas enquanto Helena enfiava três dedos na buceta e começava a se masturbar com força, o som molhado enchendo a sala:
— "Olha essa buceta toda aberta e vermelha…" — ela perguntou, passando os dedos pela buceta de Helena. — "Você gosta de se tocar na frente de plateia, doutora? Sempre foi assim ou só depois que virou cadela de verdade?"
Helena gemeu alto, dedos entrando e saindo rápido, clitóris inchado latejando:
— "Sempre… sempre curti ser vista…" — ela confessou, a voz tremendo. — "Mas agora… agora é mais forte…"
Fernanda beliscou um mamilo dela com força:
— "E esses peitos? Tá vendo como os mamilos estão duros e vermelhos?" — ela perguntou, apertando com mais força. — "Você goza mais forte sabendo que seus clientes estão vendo sua buceta pingar e seus peitos balançando?"
— "Sim… gozo mais forte… muito mais…" — Helena admitiu, os quadris se levantando para encontrar os dedos.
Marcos riu, tomando um gole de uísque:
— "E o cu? Com esse plug enorme balançando…" — ele perguntou, passando a mão pela cauda. — "você sente ele mexendo enquanto enfia os dedos? Confessa: você sonhava em ser comida por clientes enquanto a filha dormia em casa?"
Helena acelerou, buceta fazendo barulho obsceno, corpo tremendo:
— "Sonhava… sim…" — ela gemeu. — "Sonhava com isso toda noite… imaginava vocês me vendo assim…"
Carolina perguntou com voz doce e cruel:
— "Quando você engoliu o gozo agora há pouco…" — ela disse, passando os dedos pelo queixo de Helena, ainda molhado de saliva e gozo. — "sentiu o gosto diferente do seu marido? Qual pau você gostou mais de chupar? Fala a verdade, vadia. E qual gozo desceu mais gostoso na sua garganta?"
Helena fechou os olhos, lembrando do sabor salgado, da textura grossa:
— "O de Marcos… era mais grosso…" — ela confessou, a voz quebrada. — "O gozo dele era mais quente… eu gostei mais… engoli tudo…"
Ricardo se inclinou, segurando seu queixo:
— "E agora, cadela?" — ele perguntou, a voz fria. — "Tá se masturbando na frente dos homens que você salvou da cadeia. Eles sabem que você é mãe de família… que casou virgem… e mesmo assim tá aqui jorrando. Você se sente uma boa mãe assim?"
Helena soluçou de prazer e vergonha, dedos mais rápidos:
— "Não… me sinto uma vadia…" — ela chorou. — "Uma mãe vadia… mas eu não consigo parar…"
Fernanda riu, apertando os seios de Helena com força:
— "E se a gente gravar isso?" — ela perguntou, tirando o celular do bolso. — "Amanhã você vai continuar sendo a Dra. Helena no tribunal, mas vai saber que todo mundo aqui tem vídeo da sua buceta gozando na mesa. Isso te excita mais?"
Helena tremia, dedos mais rápidos:
— "Sim… me excita…" — ela admitiu. — "Mas por favor… não gravem…"
Marcos riu, tomando outro gole:
— "Olha como esses peitos estão suados e balançando…" — ele disse, passando a mão por um seio. — "E essa buceta tá inchada de tanto pau e dedo. Você já gozou quantas vezes hoje só de ser humilhada?"
— "Quatro… cinco…" — Helena respondeu, ofegante. — "Perdi a conta…"
Ricardo finalizou, segurando seu cabelo com força:
— "Última pergunta, cadela." — ele disse, a voz baixa e perigosa. — "Se amanhã você voltar pro fórum e cruzar com esses clientes no corredor… você vai lembrar dessa buceta pingando na mesa deles? Vai ficar molhada só de ver a cara deles?"
Helena fechou os olhos, imaginando a cena:
— "Vou…" — ela sussurrou. — "Vou ficar molhada… vou lembrar de tudo… sempre…"
E então, ela explodiu.
Um orgasmo violento e prolongado, jorrando forte na mesa, corpo convulsionando, gritos abafados enquanto todos aplaudiam, riam e filmavam com os celulares. Ela caiu para trás, ofegante, lágrimas e mel misturados, completamente quebrada e completa ao mesmo tempo.
A noite terminou com Helena deitada no tapete, nua, suada, gozo seco nos lábios e entre as coxas, plug ainda no cu, cauda de raposa caída ao lado. Os convidados se despediram com sorrisos cúmplices, prometendo “manter contato” e “guardar o segredo… por enquanto”.
Ricardo a carregou para o quarto como se carregasse um troféu.
Na manhã seguinte, no caminho de volta para São Paulo, Helena estava vestida de novo: terno impecável, coque perfeito, maquiagem fria. Mas dentro dela, tudo havia mudado. O plug fora removido, mas o cu ainda latejava com a memória da dilatação. A buceta ainda formigava a cada solavanco da estrada. Ela olhava pela janela, silenciosa.
Ricardo quebrou o silêncio:
— "Você nunca mais vai ser a mesma, né?"
Helena virou o rosto para ele, olhos úmidos:
— "Não. Nunca mais." — ela disse, a voz trêmula. — "Eu sou… as duas coisas agora. A advogada. E a cadela. E as duas coexistem."
Ele sorriu, mão no volante:
— "Boa menina." — ele disse. — "E quando quiser… a gente repete. Ou piora."
Ela assentiu devagar, sentindo um arrepio de medo e desejo subir pela espinha.
No banco de trás, o celular vibrou — uma mensagem de Marcos:
"Obrigado pela defesa de ontem… e pela boca de hoje. Guardei tudo. Beijos na sua pinta."
Helena fechou os olhos.
A Dra. Helena voltava ao tribunal na segunda-feira.
Mas a fêmea pública nunca mais sairia dela.
O veredito da carne era definitivo: culpada.
E livre.




