Seu corpo reagiu antes de sua mente consciente. Suas pupilas se dilataram, engolindo a cor castanha de seus olhos até restarem apenas duas esferas negras de puro transe. Por dentro, seu ego real gritava de terror, arranhando as paredes de seu crânio em desespero, implorando para que seus membros parassem. Mas a magia da joia era implacável. Ela caminhou com passos firmes e lascivos em direção à antecâmara oculta, onde as cortinas de seda pesada bloqueavam a luz da lua.
Lá, condensado a partir de uma fumaça densa que cheirava a ozônio e almíscar, o Gênio a esperava. Para aquela noite, ele adotara uma anatomia colossal e intimidadora: um homem de pele bronzeada e áspera como pedra de rio, com músculos hipertrofiados que se dividiam em linhas geométricas perfeitas, ombros largos que bloqueavam a pouca claridade e olhos que eram fendas de fogo dourado. Entre suas coxas grossas, sua genitália ereta erguia-se pesada, escura e pulsante, com veias grossas que subiam até a glande proeminente, já vertendo uma gota translúcida de lubrificação mística.
Junto ao Gênio, de joelhos sobre almofadas de seda, estava Jamila, a dama de companhia da Princesa. Mulher de olhar cobiçoso e mãos trêmulas, sua pele morena contrastava com o branco do vestido simples que usava. O Gênio lhe prometera juventude eterna em troca de sua silêncio e participação, e Jamila aceitara com um sorriso servil, seus olhos brilhando com o desejo de observar a humilhação daquela que sempre fora superior a ela.
Ao ver a Princesa se aproximar, nua, com os seios pesados com mamilos duros e escurecidos pelo desejo forçado, e o sexo já vertendo um muco espesso devido ao estímulo do anel, o Gênio soltou uma risada grave, um trovão abafado que vibrou diretamente na mente dela.
— Vejam só, nossa noivinha está pronta para a noite de núpcias — disse ele, virando-se para Jamila.
— O que acha, Jamila? Acha que seu marido vai apreciar saber que a carne dele já foi provada por um escravo antes mesmo do casamento?
— Ela está linda, mestre — respondeu Jamila, a voz rouca de desejo. — Mais linda quando está submissa.
O Gênio agarrou a Princesa pelos cabelos negros com uma força brutal, puxando sua cabeça para trás, forçando-a a olhar para o seu rosto sádico.
— Olhe para mim, minha boneca de luxo — o Gênio sussurrou, a voz arrastada, exalando o hálito quente de especiarias puras sobre os lábios trêmulos dela. — Olhe bem para o formato das minhas mãos no seu couro cabeludo, porque amanhã você vai passar o dia inteiro tentando entender de onde vêm as marcas roxas no seu pescoço.
As lágrimas escorreram quentes pelos olhos da Princesa, mas sua boca se abriu obedientemente quando o Gênio girou sutilmente o anel em seu dedo, aumentando o formigamento em seu clitóris.
— Você me odeia, não é? Sente nojo de ver o que este garoto de rua te deu servindo como cabresto para a sua carne — o Gênio zombou, deslizando a outra mão enorme pela garganta dela, apertando-a de leve até fazê-la arfar. — Mas sabe qual é a melhor parte, sua vadia real? É saber que, enquanto eu te quebro no meio, você sabe exatamente o que está acontecendo. Você sente cada polegada. Sente a humilhação de estar de joelhos para um escravo que agora é o seu mestre. E quando o sol nascer, eu vou trancar tudo isso na masmorra da sua mente. Você vai olhar para o Aladin, vai sentir o gosto do meu sêmen na sua garganta, mas vai achar que foi só um pesadelo pecaminoso.
— P-por favor... — a Princesa conseguiu expelir um fio de voz, sua garganta seca travando contra a pressão dos dedos dele. — Pare... ele não merece... eu não...
— Ele não merece? Ele me libertou para isso, Princesa. Ele me deu o mundo, e o mundo inclui o corpo da mulher dele — o Gênio rosnou, o prazer sádico brilhando em seus olhos de fogo. — Agora, abra essa boca real e me chupe até engasgar. Mostre-me como a noiva do império sabe implorar.
Jamila aproximou-se, suas mãos acariciando as coxas da Princesa enquanto o Gênio empurrava seu membro ereto contra os lábios dela, invadindo a cavidade bucal com violência.
— Isso mesmo, princesinha — sussurrou Jamila no ouvido da nobre. — Chupe bem, mostre que vale o título que carrega. Sinta o gosto de um verdadeiro homem, não desse menino que dorme ao seu lado.
A Princesa gemeu contra a carne quente e salgada da entidade, as mãos pequenas agarrando os bíceps de bronze dele em uma tentativa inútil de empurrá-lo. O Gênio ditou um ritmo impiedoso, enterrando-se até o fundo da garganta dela, forçando os músculos faciais da Princesa a se esticarem até o limite. Ela salivava abundantemente, as lágrimas lavando o rosto enquanto o sêmen pré-ejaculatório da criatura banhava sua língua. A cada estocada profunda, o anel enviava choques de eletricidade diretamente para o útero dela, convertendo o sofrimento físico em uma excitação avassaladora e artificial que fazia suas pernas tremerem sobre o chão de mármore.
Satisfeito com a submissão oral, ele a puxou pelos cabelos para cima e a jogou de bruços contra uma mesa baixa de ébano onde Aladin costumava guardar seus mapas. Jamila ajudou a posicionar a Princesa, suas mãos explorando as nádegas firmes da nobre com um desejo contido.
— Que bunda maravilhosa, mestre — disse Jamila, passando os dedos pela fenda da Princesa. — Aperta tanto que nem consigo esperar para vê-la sendo consumida por você.
O Gênio empurrou o peito dela contra a madeira, elevando seus quadris largos e expondo suas nádegas fartas e redondas. As coxas da Princesa estavam abertas, revelando a fenda íntima completamente ensopada, os lábios vaginais inchados e escuros pelo tesão acumulado, gotejando um suco viscoso que brilhava no escuro.
— Sinta como você está aberta para mim — o Gênio murmurou, inclinando-se sobre as costas dela, seu abdômen rígido raspando na pele macia das costas da Princesa. — Olhe para as suas coxas, estão ensopadas. O Aladin nunca vai conseguir te deixar assim, porque ele te trata como uma santa. Mas você não é uma santa na minha mão, você é o meu brinquedo.
Com uma das mãos, ele abriu as nádegas dela, expondo o canal vaginal pulsante e a entrada estreita do seu ânus contraído.
...Jamila aproximou-se e, com dedos curiosos e cruéis, afastou ainda mais os lábios da Princesa, expondo o sexo inchado e pulsante.
— Veja, mestre, como ela responde — sussurrou Jamila, com a voz embargada de luxúria. — Até sua natureza a traí, reconhecendo um macho superior.
O Gênio posicionou a cabeça maciça de seu membro na entrada de sua fenda e, sem qualquer hesitação, empurrou com toda a sua força mística em uma única estocada longa e brutal.
— Ahnn!... — a Princesa soltou um grito agudo, que morreu quando o Gênio desceu a mão e apertou sua boca, abafando o som.
O membro imortal rasgou o canal estreito, esticando as paredes internas da Princesa ao ponto máximo da elasticidade humana. Ela sentiu a carne ceder, a sensação de preenchimento total e violento que parecia tocar seus órgãos internos. O Gênio começou a bombardeá-la com movimentos violentos e ritmados, os quadris de bronze batendo com força contra os glúteos dela, produzindo um estalo úmido e contínuo que preenchia a antecâmara.
— Sinta isso, princesa — rosnou o Gênio em seu ouvido, o suor escorrendo de seu corpo sobre as costas dela. — Sinta meu caralho rasgando sua buceta enquanto seu noivo dorme como um idiota. Sorte da sua que minha semente é estéril para humanos, senão já estaria enchendo seu ventre com um bastardo que lembraria para sempre quem é o verdadeiro dono dessa carne.
Jamila riu baixinho, suas mãos agora acariciando as costas da Princesa enquanto observava a cena com olhos brilhantes.
— É mesmo, minha princesa — disse Jamila. — O mestre vai usar de você todas as noites até seu casamento, e com sua magia, você acordará virgem todas as manhãs. Perderá a virgindade para ele repetidamente, enquanto seu futuro marido nem sonha que a mulher que ele beija foi estuprada horas antes.
Nos pensamentos do Gênio, a fantasia operava no ápice: ele era o verdadeiro dono daquela linhagem, esculpindo os limites do prazer daquela mulher, deixando sua assinatura biológica no local mais sagrado do palácio.
— Mova a bacia para trás — o Gênio ordenou, girando o anel mais uma vez.
O corpo da Princesa a traiu por completo. Contra a sua vontade, seus quadris começaram a empurrar para trás, buscando voluntariamente o impacto do membro do Gênio, engolindo cada centímetro da criatura a cada estocada. Ela gemia de forma abafada contra a mão dele, os dedos cravados na madeira de ébano, arranhando os mapas do reino enquanto sua mente afundava em um abismo de luxúria forçada. O atrito era intenso, o calor gerado pela fricção dos corpos criava uma névoa de suor e almíscar que tornava o ar sufocante.
Jamila aproximou-se mais, seus dedos encontrando o clitóris da Princesa e massageando-o em círculos rápidos, aumentando ainda mais o prazer forçado que percorria o corpo da nobre.
— Sinta, princesa — sussurrou Jamila. — Sinta como seu corpo responde a nós. Mesmo sua mente negando, sua carne reconhece seus verdadeiros donos.
O Gênio sentiu as paredes vaginais da Princesa começarem a tremer, prendendo seu membro em contrações espasmódicas violentas. O orgasmo dela estava chegando, impulsionado pela saturação mágica da joia e pela estimulação de Jamila.
— Isso... aperte — o Gênio rosnou, aumentando a velocidade, descarregando golpes rápidos que faziam o corpo da Princesa sacudir inteiramente sobre a mesa. — Sinta o seu corpo se render a mim. Amanhã você vai acordar e vai chorar sem saber o porquê, mas agora você é minha!
O clímax explodiu na Princesa como uma tempestade. Suas costas se arquearam, o útero contraiu com uma força devastadora que quase arrancou um rugido do Gênio. Ela atingiu o ápice mais violento de sua vida, sua fenda secretando em abundância enquanto sua visão escurecia pelo excesso de prazer físico. Sentindo o aperto esmagador da carne dela, o Gênio soltou um urro surdo e descarregou jatos massivos de um sêmen espesso, denso e fervente diretamente no fundo do colo do útero da Princesa, enchendo-a por completo até transbordar pelas suas coxas e gotejar no tapete.
Ele permaneceu enterrado nela por alguns longos segundos, saboreando os espasmos finais do corpo usado da noiva. Quando finalmente se retirou, a Princesa desabou na mesa, o peito colado à madeira, a respiração ruidosa, completamente exausta e destruída.
Jamila aproximou-se e, com as mãos, coletou o sêmen que escorria pelas coxas da Princesa, levando-o aos próprios lábios com um sorriso triunfante.
— Sua magia é impressionante, mestre — disse Jamila. — Deixá-la virgem novamente todas as manhãs enquanto carrega sua essência por dentro durante o dia. Que ironia deliciosa.
O Gênio estalou os dedos. A magia fluiu pelo quarto, limpando os fluidos visíveis da mesa e das pernas dela, mas mantendo a semente imortal trancada em seu ventre. Ele a levantou nos braços como se não pesasse nada, deitando-a de volta na cama real, ao lado do adormecido Aladin. Com um último toque no anel, ele ativou a névoa do esquecimento, trancando a memória daquela noite sob a fachada de um delírio noturno.
Ao amanhecer, quando o sol dourado invadiu o quarto, a Princesa acordou assustada, com o coração batendo na garganta. Suas pernas estavam trêmulas, sua genitália ardia com uma queimação profunda e ela sentia um cansaço que parecia vir dos ossos. Flashes de um homem de bronze e de uma humilhação indescritível flutuavam em sua mente como fumaça. Uma culpa excitatória e terrível a consumiu. Ela olhou para o lado e viu Aladin de pé, sorrindo para ela com os olhos cheios de um amor puro e ignorante.
— Bom dia, minha futura rainha — Aladin disse, pegando a mão esquerda dela e depositando um beijo carinhoso exatamente sobre o anel de ouro. — Cada dia mais perto do nosso casamento.
A Princesa forçou um sorriso, embora suas coxas estivessem coladas pelo resíduo invisível da noite e seu sexo ainda pulsasse sob o lençol. Ela olhou para a joia, sentiu um arrepio de pavor e submissão subir por sua espinha e respondeu, com a voz embargada:
— Sim, meu amor... cada dia mais perto.
Enquanto isso, Jamila observava da sombra do quarto, suas mãos passando sobre o próprio corpo, sabendo que à noite, o espetáculo se repetiria, e ela teria privilégios especiais para assistir e participar da humilhação contínua da Princesa, até o dia do casamento e além.




