A bela e a fera: A Domesticação de Bela para salvar o pai. A verdade não tem amor.

O castelo da Fera não era um lugar de contos de fadas. Era um antro de pedras negras, umidade e cheiros primais: carne crua, cera derretida, suor e o muskado odor do sexo não lavado. As paredes, cobertas por tapeçarias rasgadas, escondiam manchas escuras que Bela não ousava identificar. Os empregados — o mordomo Lúcio (um homem magro com um sorriso de faca), a cozinheira Marta (uma mulher de braços fortes e olhares de desdém), os guardas Bruno e Ruy (gigantes de mãos calosas), e as criadas Clara e Sofia (que riam como hienas) — tratavam o lugar como um reino onde a moral não existia.

Bela nunca tinha imaginado que sua vida chegaria àquele ponto. Filha de um mercador orgulhoso, ela era a menina de vestidos de seda, perfumes de rosas e sonhos de um casamento nobre. Agora, seus pés sangravam do chão de pedra, seu corpo tremia de frio e vergonha, e sua mente era um turbilhão de ódio, medo e... algo mais. Algo que a apavorava.
Ele lembrava do dia que fez a Oferta.

O pai de Bela estava ajoelhado, as mãos amarradas atrás das costas, o rosto inchado de chorar. A Fera, uma criatura de mais de dois metros, com peles escuras cobrindo um corpo musculoso e cicatrizes que contavam histórias de violência, observava a cena com um sorriso que mais parecia um rosnado.

— Você acha que sua filha vale mais que você, velho? — a voz da Fera era áspera, como lixa, com um tom de diversão doentia.

Bela apertou as mãos, sentindo as unhas afundando em suas palmas.
"Eu não posso deixar meu pai morrer aqui. Mas o que eu estou prestes a fazer... é pior que a morte."

— Eu fico no lugar dele — ela disse, a voz trêmula, mas firme.

O pai balançou a cabeça, os olhos cheios de lágrimas.
— Filha, não! Ele vai te destruir!

A Fera ri, um som gutural que ecoou pelo salão.
— E por que eu trocaria um homem por uma mulher? Você não é nada especial.

Bela sentiu o suor escorrendo por suas costas. Seu vestido, antes elegante, agora colava em sua pele, revelando os contornos de seu corpo.
"Ele quer algo mais. Algo que eu não estou dando. Algo que não seja humano...."

— Porque eu serei menos que uma Fera — ela disse, forçando-se a olhá-lo nos olhos. — Viverei como um animal. Nua. De quatro. Comendo seus restos.

Silêncio. Até os empregados pararam de murmurar.

A Fera levantou-se, o corpo imenso bloqueando a luz das tochas.
— E seu nome? Bela... — ele repetiu, como se provasse a palavra. — Soa como nome de animal de estimação.

O pai puxou as correntes, desesperado.
— Não, minha filha!

A Fera ignorou-o, os olhos fixos em Bela.
— Prove. Tire a roupa. Agora.

Bela sentiu os olhares dos empregados queimando sua pele. Lúcio sorria, Marta revirava os olhos, Bruno e Ruy trocavam olhares de excitação, Clara e Sofia cochichavam, rindo abafado.

Seus dedos tremiam ao desatar o espartilho. O tecido escorregou por seus ombros, revelando seios cheios, com mamilos rosados e duros de frio. O ar frio do castelo fez sua pele arrepiar.

"Eles estão todos olhando. Meu pai está chorando. Mas eu não posso parar."

O vestido caiu no chão. Agora, ela estava apenas com a saia e a calcinha. A Fera não estava satisfeito.
— Tudo. Quero ver o que vou possuir.

Bela fechou os olhos e desceu a saia. A calcinha seguiu, revelando um triângulo escuro de pelos cacheados, úmido de suor. Seu corpo inteiro tremia.

"Eu sou uma vergonha. Uma vergonha nua."

O mordomo Lúcio soltou um risinho.
— Pelo menos ela é bonitinha. Vamos ver se sabe ser útil.

A cozinheira Marta cuspiu no chão.
— Nojento. Como se não tivéssemos trabalho suficiente.

A Fera aproximou-se, o hálito quente em seu pescoço.
— De quatro, Bela. Agora.

Ela ajoelhou-se, sentindo o chão gelado em seus joelhos. Suas nádegas, arredondadas e pálidas, ficaram expostas. A Fera passou a mão por suas costas, descendo até seu bumbum, apertando com força.

— Bom animal. Agora, rasteje até mim.

Cada movimento era uma tortura. Seus seios balançavam, pesados, e ela sentia o ar frio em sua virilha. Quando chegou aos pés da Fera, ele segurou seu queixo, forçando-a a olhá-lo.
— Abra a boca.

Ela obedeceu. A Fera cuspiu nela.

— Engula. Isso é o que um animal merece.

Bela engoliu o saliva espesso, amargo. Suas lágrimas caíram, mas ela não ousou cuspir.

"Eu sou menos que eles. Menos que um animal. Mas eu tenho que salvar meu pai."
Então os dias foram cada vez mais difíceis.

A Fera jogou um osso com pedaços de carne no chão.
— Come, Bela. Se não comer, não janta.

Ela olhou para o osso, sujo de poeira. O cheiro de carne podre encheu suas narinas. Seu estômago revirou, mas ela sabia que não tinha escolha.

Ajoelhou-se e mordeu o osso. O gosto de sangue e carne crua a fez engasgar. Os empregados riram.

— Olha só, ela não sabe nem comer direito! — Lúcio zombou.

Marta chutou um pedaço de pão na direção dela.
— Pega, cadela.

Bela rastejou até o pão, lambeu o chão sujo antes de pegá-lo. A poeira e a saliva dos outros grudavam em seus lábios.
"Eu sou um animal. Eu sou um animal. Eu sou um animal."

— Muito bem, provou que vale a pena a troca. Disse a Fera.

A Fera acenou para o pai.
— Leve as roupas da sua filha. Elas não servem mais para ela.

O pai, com lágrimas nos olhos, recolheu o vestido do chão. Seu olhar encontrou o de Bela por um segundo — cheio de vergonha e desespero.
— Filha...

A Fera estalou os dedos.
— Vá. E não volte.

(Passam-se semanas. Bela agora vive nua, de quatro. Seu corpo está mudando.)

Seus joelhos estavam calosos, marcados por arranhões e hematomas de rastejar no chão de pedra. Suas costas doíam de tanto ficar curvada. Seus cabelos, antes longos e bem cuidados, agora estavam emaranhados, cheios de poeira e nós.

Seus seios, antes firmes, agora estavam levemente caídos, com marcas de mordidas e arranhões — presentes da Fera e dos guardas. Sua pele, antes macia, agora estava áspera em alguns pontos, com manchas roxas de tapas e beliscões.

Seu cheiro tinha mudado. Não mais o perfume de flores, mas o odor de suor, poeira e sexo. Entre as pernas, ela sempre estava úmida — não de excitação, mas de uma umidade constante, como se seu corpo tivesse aceitado sua nova função.

"Eu não sou mais uma pessoa. Eu sou um objeto. Um brinquedo. Um animal."

Os empregados não a tratavam mais como uma pessoa.

    Lúcio adorava jogar comida no chão e forçá-la a rastejar para pegá-la.
    — Vamos, Bela, pega! Não quer que seu dono fique bravo?

    Marta derramava água suja nela quando ela passava.
    — Cadela suja. Precisa de um banho.

    Bruno e Ruy gostavam de beliscar suas nádegas ou puxar seus cabelos quando ela passava.
    — Olha só, Ruy, a cadelinha do senhor está com o rabo balançando!

    Clara e Sofia riam e apontavam, às vezes jogando pedaços de comida podre nela.
    — Pega, Bela! É o seu jantar!

A Fera adorava sua transformação.
— Você está ficando bonita, Bela. Como um animal bem treinado.
Bela não imaginava, mas o que fazia deixava a Fera cada vez mais interessada nela.
Uma dia a Fera puxou Bela pelo cabelo, forçando-a a ajoelhar-se na frente dele.

— Abra a boca.

Ela obedeceu. Seu coração batia tão forte que doía. O cheiro do pênis da Fera — muskado, animal — encheu suas narinas.

"Não. Não. Não. Eu não posso fazer isso."

Mas ela não tinha escolha.

Ele empurrou seu membro em sua boca. Era grosso, quente, com veias pulsantes. Bela engasgou, mas não ousou recuar.

— Isso. Chupe como uma boa cadela.

Ela fechou os olhos, tentado não vomitar. Sua boca estava cheia, sua garganta doía. Mas à medida que ele gemia, algo em seu estômago se contraiu — não de nojo, mas de uma estranha satisfação.

"Por que eu não estou vomitando? Por que eu não estou lutando?"

— Mais fundo. Quero sentir sua garganta.

Ela obedeceu, engolindo-o até onde pôde. Suas lágrimas caíam, mas ela não parou. Quando ele gozou em sua boca, ela engoliu tudo, como tinha sido treinada.

A Fera acarinhou sua cabeça.
— Bom animal.

A Fera deitou Bela no chão, de barriga para cima.
— Abra as pernas.

Ela obedeceu, tremendo. Seu corpo estava nu, exposto, vulnerável. Ele se ajoelhou entre suas pernas, seu pênis duro contra sua entrada.

"Vai doer. Vai doer muito."

— Você vai gostar, Bela. Todos os animais gostam de ser montados.

Ele empurrou para dentro dela de uma vez. A dor foi aguda, queimando. Bela gritou, mas a Fera cobriu sua boca.

— Cale-se. Animais não reclamam.

Ele começou a bombear, duro, rápido. Cada investida a fazia gemer. Seu corpo, antes virgem, agora era apenas um objeto de prazer para ele.

"Por que eu estou molhada? Por que eu não estou secando?"

Mas à medida que a dor diminuía, algo mais surgia. Um calor em seu ventre, uma pressão crescendo. Quando ele a penetrou mais fundo, ela sentiu um espasmo — um orgasmo forçado, não de prazer, mas de submissão total.

A Fera ri, satisfeito.
— Veja só. Você gosta, não gosta, Bela?

Ela não respondeu. Não podia admitir.

A Fera virou Bela de bruços, levantando seus quadris.
— Agora, vamos ver se você é uma verdadeira cadela.

Ela sentiu algo frio e úmido em seu ânus — lubrificante? Não importava. Ela sabia que não tinha escolha.

"Vai doer. Vai me rasgar."

Ele empurrou um dedo primeiro, depois dois. A dor era diferente — uma queimação profunda, uma sensação de estar sendo rasgada.

— Relaxe, Bela. Você foi feita para isso.

Quando ele empurrou seu pênis dentro dela, a dor foi insuportável. Bela mordeu o chão, tentado não gritar. Suas lágrimas caíam no chão sujo.

"Eu não aguento. Eu não aguento."

Mas à medida que ele movia, a dor virou uma sensação estranha — uma mistura de vergonha, dor e um prazer proibido. Quando ele gozou dentro dela, ela sentiu seu corpo tremer, não de prazer, mas de uma aceitação doentia.

A Fera saiu dela, satisfeito.
— Bom animal. Amanhã faremos de novo.

Uma tarde, enquanto a Fera estava fora, Lúcio a chamou para um canto escuro.

— O senhor não está aqui, Bela. Vamos brincar um pouco.

Ela tentou recuar, mas ele segurou seu cabelo.
— Não adiantar fugir. Você é de todos nós agora.

Ele forçou-a a ajoelhar-se e abriu a calça. Seu pênis era menor que o da Fera, mas ainda assim intimidante.

— Abra a boca.

Ela obedeceu, com lágrimas nos olhos. À medida que ele a penetrava oralmente, ela sentia o gosto amargo de sua excitação.

"Eu sou de todos eles. Eu não tenho mais escolha."
Mais tarde, Bruno e Ruy a pegaram em um corredor vazio.

— A Fera disse que podemos brincar com você — Bruno disse, segurando seus braços atrás das costas.

Ruy abriu sua calça e a penetrou por trás, sem lubrificante. A dor foi aguda, mas ela não gritou. Sabia que se resistisse, seria pior.

— Ela é apertadinha, hein, Bruno? — Ruy riu, empurrando mais fundo.

Bruno segurava seus seios, apertando com força.
— Cale-se e toma, cadela.

Eles **a usaram por turnos, um atrás do outro, até que ela ficou exausta, com as pernas tremendo e o corpo coberto de suor e sêmen.

"Eu não sou mais uma pessoa. Eu sou um buraco. Um brinquedo para eles usarem."
No outro dia, novamente foi usada.

Clara e Sofia a chamaram para o quartel das empregadas.

— A Fera disse que você sabe chupar bem — Clara disse, sentando-se em uma cadeira e abrindo as pernas.

Bela olhou para a virilha depilada de Clara, com um cheiro forte de suor e excitação.

— Lamba — Sofia ordenou, segurando sua cabeça.

Ela obedeceu, sentindo o gosto azedo de Clara em sua boca. À medida que lambia, Clara gemia, puxando seu cabelo.

— Isso. Assim. Você é uma boa cadelinha.

"Eu sou menos que eles. Menos que um animal. Mas eu tenho que sobreviver."

À noite, deitada no chão duro, Bela passava a mão por seu corpo. Seus seios doíam, seu ânus ainda ardia, sua boceta estava inchada.

"O que eu me tornei? Eu era uma moça inocente. Agora eu sou... o que? Um animal? Um brinquedo? Uma puta?"

Mas quando a Fera a chamava, ela obedeceu sem hesitar. Rastejava até ele, o coração acelerado. Não era mais apenas medo — era uma expectativa doentia.

Uma vez, enquanto a Fera a penetrava por trás, ela sentiu um orgasmo. Não era forte, mas era real. E isso a apavorou.

"Por que eu estou sentindo prazer nisso? Eu sou uma monstro?"

— Você gosta, não gosta, Bela? — a Fera sussurrou em seu ouvido.

Ela não respondeu. Não podia admitir, nem para si mesma.

Meses depois, o pai de Bela voltou ao castelo. Ele estava magro, com barba por fazer e olheiros fundos.

A Fera o recebeu com um sorriso.
— Voltou para ver sua filha?

O pai olhou ao redor, confuso. Até que seus olhos caíram sobre a figura nua, de quatro, lambendo o chão perto da mesa do jantar.

— Bela...? — sua voz quebrou.

Ela levantou a cabeça. Seus olhos, antes brilhantes, agora estavam vidrados. Seu corpo estava marcado — arranhões, mordidas, manchas roxas. Seus lábios estavam inchados de tanto chupar, seus quadris com marcas de mãos.

Por um segundo, algo em seu olhar piscou — um vestígio de humanidade. Mas então a Fera estalou os dedos.

— Bela, venha aqui. Mostre ao seu pai como você é uma boa animalzinha.

Ela obedeceu. Rastejou até o pai, que recuou, horrorizado.

— Meu Deus... o que você fez com ela?! — ele gritou para a Fera.

A Fera apenas riu.
— Ela escolheu isso. Não foi, Bela?

Bela lambeu a mão do pai, como se fosse um pedaço de comida. Ele empurrou-a, enojado.
— Você não é minha filha. Minha filha morreu.

A Fera acenou para os empregados.
— Levem-no embora. Ele não é bem-vindo aqui.

Enquanto o pai era arrastado para fora, Bela não chorou. Não protestou. Apenas voltou a lamber o chão, como se nada tivesse acontecido.

"Ele tem razão. Eu morri. A Bela que ele conhecia morreu. Agora eu sou apenas... um animal."

Naquela noite, a Fera não a chamou para seu quarto. Bela ficou deitada no chão, esperando, confusa. Pela primeira vez em meses, sentiu medo — não de ser punida, mas de ser abandonada.

"E se ele não me quiser mais? O que eu vou ser então?"

A Fera observava-a do alto da escada.
— Você acha que merece dormir na minha cama, Bela?

Ela levantou a cabeça, os olhos suplicantes.

A Fera sorriu.
— Talvez. Mas amanhã você terá que provar de novo.

Bela abaixou a cabeça, aliviada. Sabia que, no dia seguinte, estaria de volta ao chão, rastejando, obedecendo, vivendo como um animal.

E, pela primeira vez, não se importava mais com a vergonha.

"Eu não sou mais uma pessoa. Eu sou um animal. E eu pertence a eles. Para sempre."

Foto 1 do Conto erotico: A bela e a fera: A Domesticação de Bela para salvar o pai. A verdade não tem amor.

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Comentários


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escopiao Comentou em 02/05/2026

Adorei,umas feras assim que eu queria vê fudendo minha mulher




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Ficha do conto

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Nome do conto:
A bela e a fera: A Domesticação de Bela para salvar o pai. A verdade não tem amor.

Codigo do conto:
260994

Categoria:
Interrraciais

Data da Publicação:
02/05/2026

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